VINCI lança concurso para startups

O Grupo VINCI anunciou o lançamento do VINCI Startup Tour, um concurso itinerante organizado a nível europeu, que tem como objectivo detectar iniciativas inovadoras e promissoras para reinventar a experiência do cliente digital, nas infraestruturas exploradas pelo Grupo.

As startups candidatas, que se propõem desenvolver novos serviços ou produtos para melhorar e optimizar a experiência do cliente digital nas autoestradas, nos aeroportos e nos estádios, poderão participar em audições que se realizarão de 4 a 19 de Fevereiro 2016, em várias cidades em França, bem como em Londres e em Lisboa. Os candidatos deverão convencer um júri composto por peritos da VINCI e de parceiros locais do Grupo.

Todas as equipas vencedoras – a lista será anunciada a 4 de Março de 2016 – , receberão apoio e aceleração por parte da VINCI. Beneficiarão assim da oportunidade de testar os seus serviços ou produtos inovadores, em contexto-piloto, numa infraestrutura do Grupo, com a perspetiva – em caso de sucesso – de uma implementação ampla. Cada uma destas startups será acompanhada por um mentor, perito do Grupo.

De entre os vencedores, três receberão um prémio especial «Coup de cœur» atribuído pelo júri, de uma dotação total de 30 000 €.

Uma iniciativa fundamental para a estratégia de inovação do Grupo

Este concurso, apoiado por diversas empresas do Grupo (VINCI Autoroutes, VINCI Airports, e VINCI Stadium), insere-se na estratégia de inovação da VINCI e da colaboração estreita com startups, desde há uns anos

Em 2014 e 2015, a VINCI organizou dois “hackatons” em França, reunindo startups, estudantes e empreendedores durante 48 horas, que permitiram conceber conjuntamente serviços e aplicações digitais, destinados a otimizar a oferta de serviços das suas infraestruturas.

As equipas podem apresentar a sua candidatura até à meia-noite de domingo, 17 de janeiro de 2016.

Informações e candidaturas: www.VINCIStartupTour.com

Original em: http://www.publituris.pt

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Perfil Químico da Cocaína é estudado por perito criminal da Politec

O estudo analisou a percentagem de substâncias ilícitas e controladas, utilizadas como insumos para mistura e refino, que podem causar sérios riscos à saúde

Um artigo científico desenvolvido pelo perito criminal da Politec, Leonardo Baird Kasakoff, analisou amostras de cocaína apreendidas no tráfico local em ruas de diversos Estados do país, para determinar características de consumo e o perfil químico das amostras. O artigo foi desenvolvido em conjunto com Peritos Criminais Federais e dos Estados da BA, GO, ES e DF.

O estudo analisou a percentagem de substâncias ilícitas e controladas, utilizadas como insumos para mistura e refino, que podem causar sérios riscos à saúde.

O trabalho foi publicado na revista científica Journal of the Brazilian Chemical Society (JBCS) da Sociedade Brasileira de Química, e utilizado na sua dissertação de mestrado na Universidade Federal do Acre (UFAC). As informações preliminares também foram apresentadas no XXII Congresso de Criminalística, no início do mês.

Foram analisadas 642 amostras de cocaína apreendidas em cinco estados brasileiros diferentes entre 2011 e 2014.

As análises focaram em determinar o percentual de cocaína nas amostras, bem como seus principais adulterantes, além do grau de oxidação e formas de apresentação da droga (pasta base, cocaína base, cloridrato de cocaína).

De acordo com o perito, os dados levantados durante a pesquisa poderão contribuir para o desenvolvimento de ações nas áreas de saúde e segurança. “Pois se determina quais substâncias químicas estão sendo usadas pelos dependentes químicos além da própria cocaína, e a partir do monitoramento da venda destas substâncias controladas pode se determinar grupos criminosos que atuam no tráfico de drogas fornecendo os insumos para mistura e refino” pontuou.

Conforme o perito, a próxima fase dos estudos será a análise das amostras recebidas pela Gerência de Criminalística de Primavera do Leste e região, onde está lotado.

Por: GCOM/MT

Original em: http://www.midianews.com.br

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Associação defende que peritos não sejam subordinados à polícia no RJ

Debate voltou após divergências no laudo da morte do menino Eduardo.
Inquérito concluiu que PM deveria ser inocentado; MP denunciou o policial.

As divergências apontadas pelo Ministério Público do Rio no inquérito sobre a morte do menino Eduardo, 10 anos, morador de uma favela no Complexo do Alemão, chamaram a atenção para o trabalho de peritos e delegados nas investigações policiais. A polêmica reacendeu um debate antigo: se os peritos criminais têm ou não que responder à polícia conforme mostrou o RJTV na última segunda-feira (23).

A associação dos peritos do estado do Rio de Janeiro quer esses profissionais não sejam mais subordinados à Policia Civil, o que já acontece em 18 estados brasileiros. Para a associação, essa decisão traria mais independência traria ao trabalho dos peritos. O governo do estado informou que não existe, no momento, intenção de separar a perícia da Polícia Civil.

“A perícia tem um papel muito importante e ela não pode atuar só para comprovar a tese da policia. Isso acontece? Isso acontece porque existe toda uma investigação e a perícia é a prova mais importante dessa investigação. Então, a perícia tem que ser independente pra que ela tenha muito mais credibilidade”, afirmou  Denise Rivera, presidente do sindicato dos peritos.

O menino foi atingido por um tiro disparado por um policial militar. O inquérito concluiu que o PM deveria ser inocentado, mas o Ministério Público discorda e denunciou o policial por homicídio.

De acordo com a associação de peritos, o primeiro documento era apenas um relatório da polícia, assinado pelo delegado. Eles informam que o nome do perito que estava no documento aparecia porque ele fazia parte da equipe que foi até o local no dia do crime. Ainda segundo a associação, o laudo produzido pelo perito só foi entregue seis dias depois e registrava as cápsulas.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Criminalística, Bruno Telles, a separação vai melhorar também a estrutura da perícia no estado.

“Olha, como você vai ter uma gestão própria dos órgãos de criminalística, você vai garantir que aqueles investimentos que são destinados para evolução da prova material, para evolução da ciência forense, eles vão ser efetivamente aplicados. Hoje, o que a gente vê com as perícias inseridas dentro das polícias civis é que esse investimento acaba sendo desviado, acaba virando mais viaturas, prédios e outros pontos que não ajudam efetivamente a melhorar a qualidade da ciência forense no Brasil”, disse.

Já para o presidente do Sindicato dos Delegados do Rio, Rafael Barcia, essa subordinação não interfere na independência dos peritos.

Um projeto de emenda constitucional tramita no Congresso Nacional para obrigar a separação da perícia da polícia. No entanto, a PEC ainda não foi votada. A mudança também pode ocorrer por uma decisão do governador, como em já acontece nos outros estados.

Por: G1

Original em: http://g1.globo.com

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