Exame de DNA pode esclarecer chacina que deixou quatro pessoas mortas

Delegado encaminhou facão e corda que continham material genético do suposto agressor e das vítimas

Chacina ocorreu em novembro; apenas um menino de 5 anos sobreviveu

O delegado responsável pelo caso da chacina ocorrida em Guaxuma em novembro de 2015, quer comprovar a autoria do crime através de exames de DNA. Para isso, ele encaminhou um facão e uma corda que continham material genético do suposto agressor e das vítimas.

Os exames serão realizados em um laboratório na Universidade Federal de Alagoas (Ufal) devido a um convênio entre a Perícia Oficial de Alagoas e a Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes).

O convênio está em vigor desde 2015 e a assessoria de comunicação da Perícia Oficial informa que não pode dar mais detalhes sobre a realização dos exames de DNA. A reportagem da Tribuna Independente tentou entrar em contato com os delegados Antônio Henrique, responsável pela investigação da chacina de Guaxuma, e José Carlos, coordenador da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil de Alagoas, mas seus telefones estavam fora de área.

RELEMBRE O CASO

Em novembro de 2015, Evaldo da Silva Santos, e Jenilza Oliveira Paz e dois de seus três filhos, Guilherme, então com dois anos, e Maria Eduarda, que tinha nove anos, foram assassinados a golpes de faca numa chácara em Guaxuma, litoral norte de Maceió. Somente o terceiro filho do casal, com cinco anos, sobreviveu. O caso chamou atenção pela brutalidade.

Por: Carlos Amaral

Original em: http://www.tribunahoje.com

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