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Instituto de Perícia abre concurso público com 156 vagas

O Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (ITEP/RN) abriu concurso público com 156 vagas para diversas áreas, sendo 14 reservadas às pessoas com deficiência. Salários variam de R$ 2.807,36 a R$ 7.440. Inscrições vão até o dia 19 de dezembro.

Para concorrer às vagas de agente de necropsia e agente técnico forense, é necessário ter ensino médio completo. Já para as oportunidades de perito criminal nas especialidades de ciências contábeis, ciências biológicas, engenharia civil, ciências da computação, engenharia elétrica, químico, farmácia bioquímica, psicologia, perito médico legista nas funções de médico e médico psiquiatra, é exigido ensino superior.

Segundo o edital, as inscrições devem ser realizadas até o dia 19 de dezembro pelo site do Instituto AOCP. As taxas custam R$ 70 para ensino médio e R$ 110 para nível superior.

Original em: http://www.paraiba.com.br/

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CDMF tem quatro vagas para pós-doutorado com Bolsa da FAPESP

Agência FAPESP – O Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais(CDMF) abriu quatro vagas de pós-doutorado. O CDMF é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP. O prazo de inscrições termina no dia 25 de novembro de 2017.

Uma das vagas é na área de síntese e caracterização de materiais para energy harvesting e fotoluminescência. Sua proposta de pesquisa visa ao desenvolvimento de materiais à base de óxidos complexos multifuncionais livres de chumbo para aplicações em dispositivos geradores de energia (piezoelétricos), fotocatalíticos e fotoluminescentes.

O candidato a essa vaga, além de título de doutor em Química, deve ter experiência em: sínteses químicas; técnicas de caracterização, tais como difração de raios X (DRX), espectroscopia Raman, espectroscopia de fotoluminescência, espectroscopia na região do UV-visível, espectroscopia na região do infravermelho, microscopia eletrônica de varredura (MEV) e microscopia eletrônica de transmissão (MET); processamento e caracterização de materiais piezoelétricos; e fotocatálise.

Os interessados devem enviar carta de interesse, currículo vitae, nomes e e-mails de duas pessoas como referência para o e-mail do professor coordenador do projeto, Edson Roberto Leite (edson.leite_group@liec.ufscar.br), com cópia para assessora administrativa Rose Portasio (rose.liec@iq.unesp.br). Mais informações sobre a vaga disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1794.

Uma segunda vaga é na área de processamento de estruturas híbridas de óxidos inorgânicos nanoestruturados com multifuncionalidade. O bolsista desenvolverá materiais multifuncionais a partir de estruturas híbridas de óxidos inorgânicos nanoestruturados baseados em estruturas livres de chumbo, tais como niobatos e vanadatos, em condições de processamento que indiquem melhor desempenho óptico, elétrico e/ou magnético com potencial para aplicações em energia.

Exige-se para a vaga título de doutor em Química obtido há no máximo sete anos. É desejável experiência na síntese e processamento de óxidos inorgânicos nanoestruturados (semicondutores e cerâmicas) a partir de métodos hidrotérmicos/solvotérmicos, processo sol-gel e spin-coating.

Além disso, o candidato deve ter conhecimento no uso de diferentes técnicas de caracterização de materiais, tais como: difração de raios X (DRX) com aplicação do refinamento de Rietveld, espectroscopia fotoeletrônica de raios X (EFX), espectroscopia de fotoluminescência (FL), espectroscopia de espalhamento Raman, microscopia eletrônica de transmissão (MET) e microscopia de força atômica (MFA).

Os interessados devem enviar carta de interesse, currículo vitae resumido, duas cartas de recomendação para a professora coordenadora do projeto, Maria Aparecida Zaghete (zaghete@iq.unesp.br), com cópia para assessora administrativa Rose Portasio. Mais informações sobre a vaga disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1795.

Outra oportunidade é para atuar na área de Engenharia e Ciência dos Materiais. O pesquisador desenvolverá catalisadores de massa e suportados; catalisadores estruturados de alta seletividade para a produção de hidrogênio e que apresente baixa deposição de coque sobre o catalisador, com aplicação em reforma a seco do metano.

Além do título de doutor em Química, é importante que o candidato tenha experiência em: reações de combustão e CLR (recirculação química) usando perovisquitas como transportadores de oxigênio; síntese de óxidos estruturados através da reação de combustão assistida por microondas (preferível); e técnicas de caracterização tais como difração de raios X (XRD), microscopia eletrônica de varredura (SEM), TPR / TPO e BIS, análise térmica TG e fluorescência de raios X e cromatografia em fase gasosa (GC).

Inscrições com o professor coordenador do projeto, Elson Longo (elson.liec@gmail.com), com cópia para assessora administrativa Rose Portasio, mandando em anexo carta de apresentação, currículo vitae resumido, nomes e e-mails de duas pessoas como referência. Mais informações sobre a vaga disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1797.

A quarta vaga é para atuar na área de mecânica quântica aplicada a semicondutores cerâmicos. A pesquisa trabalhará com a geração de novos conjuntos de bases gaussianas não relativistas para a série de átomos de lantanídeos a serem implementados no programa CRYSTAL09.

Entre as exigências da vaga estão: título de doutor em Química; conhecimento na construção de conjunto de base para metais de transição; conhecimento técnico para adaptar estes conjuntos de base nos programas utilizados em cálculos para cristais semicondutores; e experiência na execução de cálculos com os programas Crystal e VASP.

Inscrições pelo e-mail do professor Elson Longo (elson.liec@gmail.com), com cópia para assessora administrativa Rose Portasio, enviando em anexo carta de apresentação, currículo vitae resumido, nomes e e-mails de duas pessoas como referência. Mais informações sobre a vaga disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1798.

As oportunidades estão abertas a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 7.174,80 mensais e Reserva Técnica. A Reserva Técnica de Bolsa de PD equivale a 15% do valor anual da bolsa e tem o objetivo de atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

Caso o bolsista resida em domicílio diferente e precise se mudar para a cidade onde se localiza a instituição-sede da pesquisa, poderá ter direito a um Auxílio-Instalação. Mais informações sobre a Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em fapesp.br/bolsas/pd.

Outras vagas de bolsas, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em fapesp.br/oportunidades.

Original em: https://www.redenoticia.com.br

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O que faz um CSI? Descubra como é a carreira de agente forense do concurso ITEP-RN

Agente forense: de olho em tudo

Resolver mistérios, identificar suspeitos, estar em cenas de crimes e outras atividades relacionadas é o que vem ao imaginário comum quando se fala do trabalho de um perito criminal ou agente forense. Os profissionais desta área, que ficaram conhecidos popularmente como CSI (Crime Scene Investigation, em inglês, e que também faz referência a série americana de mesmo nome), são figuras frequentes na ficção e têm o seu trabalho diário relatado constantemente em séries e filmes.

 Mas será que o que é passado na ficção condiz com a realidade da profissão? Você sabe o que verdadeiramente faz um agente forense? Para responder estes e outros questionamento sobre a carreira, FOLHA DIRIGIDA conversou com a subcoordenadora do Instituto Técnico-Cientifico de Perícia do Rio Grande do Norte, Luciana Lima de Freitas, que também atua como agente forense.

As principais atribuições do cargo

De acordo com a coordenadora, o agente técnico forense pode atuar nos três Institutos, sendo eles o Instituto de Medicina Legal (IML), o Instituto de Criminalista (IC) e o Instituto de Identificação (II). Veja como é o trabalho em cada um deles:
IML:  Neste o profissional pode atuar como auxiliar de médico legista, odontologistas e auxiliar dos peritos no laboratório, nas atividades relacionadas à análises periciais e exames diversos pertinentes ao Instituto.
IC:  No IC o agente pode ser auxiliar de perito nas perícias realizadas nos mais diversos ambientes e locais de crimes.
II: Também como no IC, o profissional que atua no instituto de identificação pode ser auxiliar de perito e exercer tarefas como identificar individualmente pessoas na seara civil e criminal, através da papiloscopia.
Se você já pensou em seguir esta carreira, a oportunidade pode estar próxima. Isto porque o Instituto Técnico-Cientifico de Perícia está com inscrições abertas para o concurso ITEP-RN 2017, que oferece 156 vagas na área. Deste total, 23 oportunidades são para o cargo de agente técnico forense, 50 para perito criminal, 40 para perito médico legista, oito para médico psiquiatra  e 35 para agente de necropsia.

A carreira de agente forense e seus desafios

A carreira, que exige nível médio, pode apresentar muitos desafios. Segundo a coordenadora, é necessário preparar-se psicologicamente para conviver todos os dias com as fragilidades humanas e confrontos com seus próprios conhecimentos científicos. “Lidar com a violência, com a emoção e com, muitas vezes, o sentimento de impotência na resolução de determinadas causas, estão entre os principais  desafios da profissão”, diz.
Para ela, a motivação para seguir esta profissão foi poder acompanhar diversos acontecimentos e, até mesmo, as dificuldades da área. “Claro que no início sentia um pouco de angústia ao chegar nos locais de crime e me deparar com cenas chocantes. Também achava que as pessoas pensariam que eu era uma pessoa fria, sem sentimentos, mas com o passar do tempo fui entendendo e aprendendo que ali era tão somente meu ambiente de trabalho, meu profissionalismo”, explica.

O trabalho no dia a dia: ficção x realidade

ITEP-RN oferece 23 vagas de agente forense (foto: divulgação)

Há 28 anos, Luciana foi a primeira mulher a atuar diretamente auxiliando nos locais de crime e perícia. Ela explica que o trabalho do dia a dia de um agente forense pode ser sim bem compatível com as atividades mostradas na ficção, porém obviamente há as limitações. “Existem os desafios do mundo real, porém nada que nos impeça de sempre tentar fazer o melhor trabalho possível e melhorar a cada dia”, diz.

De acordo com a coordenadora, o Rio Grande do Norte foi o primeiro estado brasileiro a realizar a identificação criminal com o Booking – uma plataforma portátil do sistema automatizado de impressão digital da Polícia Federal.

“Este trabalho teve seu início no Presídio de Alcaçuz, na cidade de Nísia Floresta/RN, dando seguimento no Presídio de Caicó/RN e estendendo-se por todo o Estado do Rio Grande do Norte”, explica.

Ela conta que durante a rotina de trabalho o profissional precisa viver e conviver com a emoção, com o inusitado, além disto pode atender as demandas judiciais, policiais, periciais, dando resolução de crimes, exames, identificando pessoas, estejam elas em plena vitalidade ou não, sempre com o objetivo de corresponder as todas e possíveis demandas que venham a ocorrer.

Para quem vai prestar o concurso para agente técnico forense do ITEP-RN ela aconselha. “Foque nos estudos, aperfeiçoe-se em seus objetivos e, se por acaso vier a parecer difícil, não desista!  É uma área fascinante e cheia de desafios”, diz.
Ficha técnica do cargo no ITEP-RN:
Escolaridade Nível médio
Remuneração R$2.807
Carga horária 40 horas semanais
Por: Fernanda Gomes
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Instituto de Criminalista do IGP de Florianópolis funciona com déficit 12 funcionários

Para equilibrar a demanda, o governo do Estado abriu concurso público com salários até de R$ 15 mil

Roberta é a única técnica fonoaudióloga que elabora os laudos de áudio – Colombo de Souza/ND

O IC (Instituto de Criminalística), do IGP (Instituto Geral de Perícia), sediado em Florianópolis, funciona com um déficit de pelo menos 12 funcionários. Atualmente trabalham no IC 21 peritos. São eles que, praticamente, elaboram os laudos mais complexos para a polícia de todo o Estado. Devido a falta de gente, há acúmulo de laudos de áudio e de imagens.

De acordo com o diretor do IGP, Miguel A. Colzani, atualmente os criminosos não falam mais ao telefone. Eles se comunicam, tanto por texto quanto por voz, pelo aplicativo whatsApp.  Por isso, a quantidade de laudo represada. Para abrir um telefone celular e investigar o conteúdo é necessária a autorização judicial.

A técnica fonoaudióloga Roberta Randon é a única que elabora os laudos de áudio. Na última quarta-feira (13), quando o Jornal Notícias do Dia esteve recolhendo informações para a confecção da matéria sobre laudos represados, Roberta estava com uma lista de 70 laudos para examinar. Ela informou que há laudo em que tem que comparar a voz de mais de 18 interlocutores.

No IC, os 21 técnicos também fazem outras atividades: verificam a autenticidade dos documentos (documentoscopia), fazem perícia contábil, perícia de áudio e imagem, laudos de meio ambiente, balística (atestam se um projétil partiu ou não da arma indicada) e perícia em informática (computadores).  “Para termos fôlego seria necessário mais uma equipe de 12 peritos em Florianópolis. Não é o número ideal, mas o suficiente para colocarmos em dia a demanda represada”, ressaltou o diretor do IGP, Miguel Colzani.

Ele informou o governo do Estado já abriu concurso público. O processo de inscrição vai até o dia 20 de outubro e pode ser feito pelo site www.igpsc2017.ieses.org. O diretor do IGP ressaltou que os laudos servem para comprovar a materialidade do crime. A perícia técnica é fundamental para a polícia elucidar crimes. Ele lembrou de uma situação em Fraiburgo na qual a perícia de imagem foi fundamental para a polícia capturar o assaltante que aparecia nas câmeras com um fuzil AK 47 fazendo disparos durante o assalto a agência do Banco do Brasil da cidade, no dia 30 de março. A prisão do suspeito aconteceu no início de setembro em Itapema, litoral Norte.

O diretor do IC, Walmir Djalma Gomes, comentou que apesar do déficit de pessoal o Instituto de Criminalística está bem equipado.  “Recentemente adquirimos três equipamentos chamados o cellebrite, que serve para a extração de dados de celulares no trabalho de perícia digital”.

Concurso Público

Para todo o Estado são ofertadas 49 vagas para os cargos de perito  criminal,  perito  criminal  bioquímico,  perito  médico-legista e perito odontolegista. Outras duas vagas são para a função de papiloscopista.  As provas ocorrerão a partir das 13 horas do dia 26 de novembro nas cidades de Florianópolis, Joinville, Blumenau, Criciúma, Itajaí, Lages, Joaçaba e Chapecó.

O valor das inscrições é de R$ 120,00 para o cargo de Perito Oficial e de R$ 100,00 para Técnico Pericial. Já os vencimentos para os aprovados, previstos em edital, vão até R$ 15.820,84. O edital completo está disponível no edital do concurso.

Por: COLOMBO DE SOUZA, FLORIANÓPOLIS

Original em: https://ndonline.com.br/

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Concurso IGP-SC 2017 abre inscrições para 51 vagas

Instituto Geral de Perícias do estado de Santa Catarina divulgou edital com abertura de concurso público que irá preencher 51 vagas em cargos de Perito e Técnico Pericial. As inscrições devem ser realizadas até o dia 20 de outubro.

O Instituto Geral de Perícias do estado de Santa Catarina (IGP-SC) acaba de divulgar nesta segunda-feira, 18 de setembro, por meio do Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul – IESES, o edital normativo do concurso público que vai preencher 51 vagas em cargos de Perito Oficial e Técnico Pericial, funções que exigem ensino superior.

As inscrições começam às 10 horas nesta segunda e seguem até as 16 horas do dia 20 de outubro de 2017, pela internet, por meio do site da organizadora – www.igpsc2017.ieses.org. A taxa de participação é fixada em R$ 100,00 para Técnicos e R$ 120,00 para Peritos.

Para Perito Oficial são 49 vagas nos cargos de Perito Médico Legista (16), Perito Odontolegista e Perito Criminal nas áreas Geral (9), Bioquímica (5), Áudio e Vídeo (4), Ambiental (2), Informática (4) e Engenharias (10). O salário dos cargos é de R$ 15.820,84.

Já para Técnico Oficial são 2 vagas para Papiloscopista, função que exige curso de nível superior completo com currículo mínimo de quatro anos em qualquer área de formação, reconhecido pelo MEC e Carteira Nacional de Habilitação na Categoria “B”. A remuneração dos Papiloscopistas é de R$ 5.317,94.

O concurso público será constituído de cinco fases, sendo:

– Prova Objetiva de Conhecimentos, de caráter eliminatório e classificatório;
– Exame de Avaliação de Títulos, de caráter classificatório;
– Exame de Avaliação da Aptidão Psicológica Vocacionada, de caráter eliminatório;
-Exame Toxicológico, de caráter eliminatório;
-Investigação Social, de caráter eliminatório.

A prova objetiva será realizada no dia 26 de novembro nas cidades de Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Joaçaba, Joinville, Lages, nos locais que serão divulgados no dia 22 de novembro.

O gabarito oficial das provas objetivas estará disponível no endereço eletrônico do IESES às 10 horas de segunda-feira, dia 27 de novembro.

O concurso público terá validade de dois anos, a contar da data de homologação do resultado no Diário Oficial do estado, podendo ser prorrogado por igual período, a critério do IGP/SC.

Anexo: Edital Concurso IGP-SC 2017

Por: Clécio Etges

Original em: https://www.acheconcursos.com.br/

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Concurso IGP-SC 2017 edital deve ficar para outubro

Instituto Geral de Perícia de Santa Catarina: edital para outubro?

Haja coração para quem está esperando o edital do concurso do IGP de Santa Catarina. Isto porque o documento, que tinha a expectativa de ser divulgado em setembro deve atrasar e ficar só para outubro. A informação foi dada à FOLHA DIRIGIDA pela assessoria de imprensa do Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina na sexta-feria, 15.

“O edital não deve sair por agora. Continua em fase de estudos internos e deve sair só em outubro”, informou o representante da assessoria.
A banca responsável pela execução do concurso já foi definida e será o Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul. A expectativa é que o IGP-SC venha com 59 vagas para o cargo de perito oficial que exige nível superior e tem salário atual de R$8 mil; e duas vagas para papiloscopista, também para nível superior. No entanto, a assessoria da IGP diz que o número de vagas ainda pode ser revisto até o lançamento do edital.

Último concurso foi em 2014
Na ocasião, o concurso IGP-SC 2014 ofereceu 150 vagas para nível médio. Foram 147 para auxiliar criminalístico e três para auxiliar de laboratório. A organizadora também foi a Ieses. A seleção foi realizada em etapas de prova objetiva de conhecimentos, avaliação de títulos, avaliação de aptidão psicológica vocacionada, exame toxicológico, e investigação social.

Original em: Folha Dirigida

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Profissão do Futuro: Como ser um Perito Digital?

Assuntos relacionados a investigações, fraudes bancárias, golpes virtuais e invasões de computadores são cada vez mais frequentes, tanto na internet como nos jornais e noticiários. Sendo assim, a procura por peritos que saibam rastrear crimes cibernéticos se torna cada vez maior. Essas demandas vêm de setores governamentais, policiais, grandes corporações e consultorias independentes.

Uma das especializações da carreira forense é a Computação Forense e Perícia Digital, que consiste basicamente no uso de métodos científicos para a preservação, coleta, validação, identificação, análise, interpretação, documentação e apresentação de evidência digital com validade probatória em juízo.

O especialista forense computacional é o responsável, entre outras ações, por rastrear um criminoso virtual. Durante a investigação policial, é imprescindível que o profissional tenha conhecimento de como a informação trafega, identificar o problema na raiz, ou seja, fazer o caminho contrário e descobrir de onde veio a mensagem.

Analisar imagens e informações de celulares e computadores é parte da atuação do perito digital. Este tipo de profissional é requisitado nos mais variados segmentos digitais, pois, as invasões e abusos se concentram nestas ferramentas, afirma o coordenador e professor do curso de pós-graduação em Perícia Criminal e Ciências Forenses do Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG), Walber Pinheiro.

A formação

O conhecimento avançado em tecnologia da informação, preferencialmente em redes sociais, sistemas operacionais e aplicações, são alguns dos requisitos necessários para ser um ótimo profissional forense da computação. Não basta ter somente conhecimentos técnicos, é preciso entender também um pouco de questões jurídicas, sobre comportamento e os processos da investigação criminal.

O Salário

Walber explica que é complicado estimar a média salarial, pois há vários campos de inserção do profissional de carreira forense com salários bem distintos a depender do cargo (perito federal, perito estadual, perito judicial, perito particular, entre outros). “Por exemplo, um perito federal, no início de carreira, tem vencimento mensal de aproximadamente R$ 20.000,00, já um perito particular pode ganhar em um único caso pericial os mesmos R$ 20.000,00, ” afirma.

Mercado de Trabalho

O Mercado de trabalho para essa área é promissor. O especialista afirma que há muitas vagas a serem preenchidas em diversos campos. De acordo com a Associação Brasileira de Criminalística (ABC), a perícia criminal estadual trabalha hoje com um déficit de pessoal estimado em 30 mil peritos.

Ainda segundo a ABC, o Brasil tem hoje cerca de 6,5 mil peritos nos Institutos Estaduais de Perícia Criminal. Um estudo da associação, com base em recomendação das Nações Unidas, mostra que o Brasil precisaria ter, segundo sua população, 38 mil peritos, pois a recomendação é um mínimo de um perito para cada cinco mil habitantes. Seria necessário quintuplicar o número de peritos no país.
Características do Perito Digital

Para ter sucesso, o perito deve ter o perfil metódico, organizado, com boa memória, autodidata, saber escrever e redigir documentos, ter inglês e espanhol em nível avançado tanto para ler, escrever ou falar, além de ser honesto e com muita curiosidade.

Original em: http://diariodegoias.com.br

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Publicados editais de concurso do IGP para mais de 100 vagas no RS

Cargos são de perito criminal, perito médico-legista e técnico em perícias. Inscrições começam nesta quinta-feira (20) e vão até 11 de maio.

Laboratório de perícias do IGP (Foto: Divulgação/IGP)

Os editais do concurso público do Instituto Geral de Perícias (IGP) foram publicados no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (19). São 106 vagas para os cargos de perito criminal, perito médico-legista e técnico em perícias. As inscrições começam nesta quinta (20) e seguem até 11 de maio, pela internet.

As provas objetivas para todos os cargos ocorrerão no dia 9 de julho, em locais que ainda serão informados.

No primeiro edital constam 35 vagas para o cargo de perito criminal com atuação em em diversas áreas, sendo quatro vagas para computação forense, nove para engenharia civil, nove para engenharia mecânica, três para engenharia elétrica, três para química/engenharia química, quatro parta biomedicina/farmácia/biologia, e três para a área de psicologia. O salário do cargo é de R$ 9.556,78 por jornada de trabalho de 40 horas semanais, somando o vencimento básico de R$ 5.309,32 e a gratificação de risco (80%) de R$ 4.247,46. Já o segundo edital é direcionado para carreiras de técnico em perícias, cargo de nível médio, e perito médico-legista, de nível superior. Para perito médico são 35 vagas, distribuídas entre as áreas de médico-legista (29 vagas), médico-legista – patologista (três vagas) e médico-legista – psiquiatra (três vagas). O salário também é de R$ 9.556,78 por carga horária semanal de 40 horas. Na carreira de nível médio, são 21 vagas para técnico em perícias e 15 vagas para técnico em perícias, técnico em radiologia, que exige ainda curso técnico na área. A remuneração será de R$ 3.053,81, composta de vencimento básico de R$ 1.696,56 e a gratificação de risco de R$ 1.357,25.

Original em: http://g1.globo.com/

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Curso de Computação Forense

computação forense ipogObjetivo
Obter uma visão abrangente da tecnologia da Computação Forense atual, o conhecimento dos crimes digitais e a metodologia de investigação. Habilitar o aluno a desenvolver quesitos para os peritos nomeados, identificar as técnicas de preservação das evidências e quando elas forem violadas.

Formação Curricular
Introdução à Tecnologia da Informação e Comunicação
Introdução à Computação Forense
Segurança da Informação
O Perito em Computação Forense
Etapas de uma Perícia Computacional Forense
A Coleta
O Exame
A Análise
O Laudo
Ferramentas de Software
Próxima Turma: Junho/2016
Carga horária: 20 horas

IPOG contato

Divulgação: Informações recebidas por email ( Stephanie Souza – IPOG São Paulo – Consultora de Especialização )

Original em: http://www.ipog.edu.br/home

 

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Novas técnicas são compartilhadas por peritos de MT durante seminário

Três peritos criminais de Mato Grosso tiveram os trabalhos aprovados para apresentação durante o XII Seminário Nacional de Perícia em Identificação de Veículos e o X Seminário Nacional de Perícia em Crimes de Trânsito

Três peritos criminais de Mato Grosso tiveram os trabalhos aprovados para apresentação durante o XII Seminário Nacional de Perícia em Identificação de Veículos e o X Seminário Nacional de Perícia em Crimes de Trânsito, que aconteceu nos dias 11 a 13 de maio, em Cuiabá.

Entre os mais de 15 palestrantes nacionais e estrangeiros participaram os peritos da Politec Mairo Fábio Camargo, Carlo Ralph de Musis e Lino Leite de Almeida. Os servidores apresentaram os seguintes temas, respectivamente: “Utilização de Peças e Agregados de Veículos Sinistrados, Furtados, ou com Impedimento Judicial como peças de reposição’’, “Análise Probabilística de Colisões Veiculares pelo Método de Monte Carlo’’, e “Cálculo de Velocidade pela Energia de Rotação do Veículo’’.

O primeiro, trouxe à discussão dois estudos de casos de perícias realizadas por ele no município de Primavera do Leste que tinham por objetivo apurar a utilização de peças de veículos envolvidos em acidentes na adulteração de peças de reposição de veículos furtados.

“O crescente número de casos de roubos e furtos de veículos em nosso país está intimamente relacionado com o comércio ilegal de peças de reposição. A utilização de peças e agregados de procedência ilícita é evidentemente crescente em nosso país e consequentemente em veículos que circulam no estado de Mato Grosso. O caso revela as dificuldades encontradas pelo perito criminal na obtenção da prova material no que tange a identificação de veículos que possuíam serial de chassi autêntico, mas utilizando-se de peças e, ou agregados de procedência desconhecida ou ilícita’’.

Em seu trabalho o perito concentrou os esforços na identificação dos sinais de adulteração das séries numéricas do chassi, nas características estruturais, na gravação de caracteres do motor do veículo, nas séries numéricas estampadas nos vidros e nos caracteres de segurança estampados das placas de identificação. Também se atentou às informações fornecidas pelos fabricantes, bem como às características visuais entre o modelo do veículo original e do questionado pela perícia.

Em outra palestra, o perito criminal Carlo Ralph de Musis apresentou um modelo de análise probabilística de perícias de colisão de veículos automotores, aplicado a um caso real. Os procedimentos desenvolvidos buscaram a representação estatística dos parâmetros ambientais e psicomotores, tais como coeficientes de atrito e ritmo de Reação, em uma simulação.

“No estudo de caso apresentado, o modelo foi efetivo, possibilitando avaliar confiabilidade das estimativas, as quais permitiram afirmar a baixa probabilidade dos motoristas reagirem a tempo de evitar o acidente, e ainda estimar as probabilidades associadas às velocidades críticas dos veículos, ampliando as possibilidades de suporte aos peritos criminais na avaliação pericial do sinistro’’, concluiu.

Para o perito criminal de Alagoas, Edson Santos Junior, a palestra trânsito expandiu os horizontes da forma como se soluciona um crime de trânsito. “O método Monte Carlo é uma técnica já difundida em outras áreas, e ele trouxe uma reinvenção ao aplicá-lo nestes casos’’, comentou.

Lino Leite de Almeida explanou uma nova técnica, envolvendo conceitos físicos e matemáticos para determinar a velocidade de veículos no momento da colisão, tendo como referências a dissipação de energia devido ás rotações sofridas pelo automóvel durante o acidente.

“Nos acidentes, não é incomum, os veículos durante os percursos de derrapagem, ou mesmo em saltos no ar, sofrerem giros em torno de seu próprio eixo, ou em relação a um ponto de sua carroçaria, caracterizando a dissipação de energia devido a essas rotações. Esta técnica permite a análise de todo tipo de acidente que apresentou giro no deslocamento e até mesmo queda ou ruptura de objetos da carroceria, por exemplo.

De acordo com o perito, a técnica permite maiores alcances aos tradicionais cálculos de velocidade, e valoriza as evidências coletadas no local.  “Traz mais precisão às investigações ao se agregar informações que antes eram desprezadas, fazendo com que a velocidade do veículo no momento da colisão ficasse subestimadas’’, explicou.

Original em: http://www.expressomt.com.br

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