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Perito da Polícia Civil morre após arma disparar contra o próprio peito

Ele estaria testando equipamento dentro do Instituto de Criminalística do DF

Instituto de Criminalística fica dentro do Departamento de Polícia Especializada Reprodução/TV Record

Um perito da Polícia Civil do Distrito Federal morreu na tarde desta quinta-feira (23), por volta das 15h, após a arma que ele periciava disparar contra o seu próprio peito. Paulo Pereira de Carvalho, conhecido como Paulinho da Balística, de 53 anos, fazia perícia no equipamento dentro do Instituto de Criminalística no DPE (Departamento de Polícia Especializada).

Segundo a Divicom (Divisão de Comunicação da Polícia Civil), Paulinho trabalhava na instituição há 28 anos. A 1º DP, da Asa Sul, instaurou inquérito para investigar as circunstâncias do disparo acidental.

Procurada pela reportagem, a Associação Brasiliense dos Peritos em Criminalística da Polícia Civil do DF preferiu não comentar o assunto ainda, mas informou que acompanha a investigação.

Original em: http://noticias.r7.com

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Perito morre com tiro no Instituto de Criminalística do DF

Vítima fazia perícia quando houve o disparo, supostamente acidental.
Polícia Civil disse que vai apurar se morte do perito foi suicídio ou acidente.

Um perito de 53 anos do Instituto de Criminalística (IC) do Distrito Federal morreu na por volta das 14h30 desta quinta-feira (23) após um disparo, supostamente acidental, de uma arma de fogo.

Segundo a Polícia Civil, Paulo Pereira de Carvalho morreu quando realizava um teste de balística com um revólver apreendido em ocorrência criminal.

Segundo uma fonte que trabalha no Departamento de Polícia Especializada (DPE), a arma disparou contra o peito de Carvalho. O servidor disse que havia indícios, no local onde o perito foi encontrado, de que a arma teria explodido. A Polícia Civil não informou se Carvalho utilizava colete à prova de balas durante o serviço. As circunstâncias da morte estão sendo investigadas pela 1ª DP. A perícia pode levar até 30 dias.

Servidores que trabalham próximo à Seção de Balística Forense do IC só perceberam que Carvalho estava morto cerca de 20 minutos após o disparo. “Como eram realizados vários disparos lá dentro, possivelmente os demais colegas de serviço não notaram nada de diferente”, informou o servidor que trabalha no DPE. O corpo do policial foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). Carvalho tinha 28 anos de carreira na corporação.

Disparos em tanques cheios de água

Segundo a Polícia Civil, nos testes de balística é comum os peritos atirarem em direção a tanques cheios de água. Após o disparo, o perito analisa as condições do projétil. O resultado dessa observação pode ajudar a saber o tipo de arma utilizada em ocorrências criminais. O teste de balística é feito em todas as armas apreendidas pela Polícia Civil e Militar do DF.

Original em: http://g1.globo.com/

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Sem laudos, morte de bebê emperra na Polícia Federal

Sem laudos médicos, o Instituto Nacional de Criminalística, área de Perícias de Medicina e Odontologia Forenses, em Brasília, não concluiu o inquérito sobre a morte de bebê no Hospital Universitário. O bebê, filho de Valdecir Ferreira Sobrinho e Gislaine Ardigo, morreu no dia 17 de abril de 2011. Os pais suspeitam de negligência por parte do hospital.

De acordo com a Polícia Federal faltam documentos de condução do trabalho de parto e de assistência ao parto e recém-nascido, bem como os exames de pré natal. Apesar de receber a instrução, a Polícia Federal em Dourados não determinou nenhuma diligência, em virtude da falta de delegado para conduzir este Inquérito Policial. Segundo informações, desde a saída do delegado José Antônio Franco, no início do ano, a PF não destinou substituto para o caso.

Em janeiro deste ano, a Polícia Federal começou a intimar profissionais de saúde, como médicos e enfermeiros que atuaram do pré-natal ao parto do bebê. O objetivo é ajudar a esclarecer a morte. De acordo com a Polícia Federal, a versão desses profissionais será decisiva para a conclusão do inquérito que apura eventual negligência ou erro médico. Conforme a PF, também já foram oficiados o HU e a Unidade Básica de Saúde do bairro João Paulo II, a fim de levantar informações sobre o caso.

Segundo a Polícia Federal, receituários, exames, prontuários e relatórios de depoimentos serão suficientes para esclarecer a morte do menino dispensando a exumação, conforme análise do Instituto Nacional de Criminalistica em Brasília.

O então delegado responsável pelo caso, José Antônio Simões de Oliveira Franco, explicou no início do ano que se descartada a hipótese de exumação, provavelmente ela não traria as respostas acerca dos questionamentos do caso. “A análise documental poderá nos fornecer muitas provas”, destacou. O delegado ouviu os pais do bebê, em abril do ano passado. O depoimento durou mais de três horas. O caso está sendo investigado em conjunto com o Ministério Público Federal.

CASO

A mãe, gestante de 41 semanas, não teria condições de passar por um parto normal mas, segundo o pai, os médicos teriam ignorado os apelos. Conforme ainda o pai, durante o parto, a equipe médica notou que o cordão umbilical estava enrolado no pescoço do bebê. Diante disso, a equipe teria empurrado o bebê para dentro da barriga da mãe e realizado uma cesariana. A criança morreu e a mãe ficou com vários hematomas no abdome.

Outro problema apontado pelo pai foi a demora no atendimento. Ele conta que o filho deveria nascer no dia 13 de abril, ocasião em que levou a esposa até o hospital. Lá recebeu a informação de que deveriam aguardar alguns dias, tendo em vista que o bebê não estaria pronto para nascer. Dois dias depois a gestante começou a sentir contrações e foi novamente levada ao hospital e desta vez foi internada. Após dois dias de fortes dores, teria sido encaminhada para o parto normal.

O pai diz que procurou o MPF como maneira de chamar a atenção do poder público em relação as mortes que estavam ocorrendo na época na maternidade e evitar perdas de novas vidas. Ele conta que muita gente ainda tem medo de denunciar e que em nome dessas pessoas está procurando justiça.

A Associação de Vítimas de Erros Médicos de Mato Grosso do Sul (Avem-MS) diz que há suspeitas de que, ao empurrar a criança para dentro do ventre da mãe, o pescoço do bebê quebrou. No ano passado, pais e familiares de vítimas de erros médicos, saíram as ruas de Dourados pedindo providências. Os pais buscam justiça em relação às mortes. O caso do bebê está sendo investigado por uma comissão interna de ética médica.

UFGD

Sobre o caso, a assessoria de comunicação do HU remeteu nota na época. “Com relação ao caso da paciente Gislaine Nunes Ardigo, a direção-geral do HU/UFGD informa que todo óbito neonatal é investigado por um comissão interna de ética médica, que já está avaliando este óbito.

A direção clínica informa ainda que já iniciou uma investigação mais aprofundada do caso, com avaliação dos prontuários médicos e obtendo informações junto à equipe.

Em 2011 uma pessoa que preferiu não se identificar relatou que, ao prestar socorro a uma gestante, viveu momentos de horror na época dos fatos. Segundo ele, a mulher, grávida de 5 meses apresentou fortes dores. Ao chegar no hospital da Vida, apesar da emergência, os atendentes informaram que ela deveria procurar o Pronto Atendimento Médico (PAM).

Ao chegar no local recebeu a informação de que na unidade não havia especialista para atender, nem ambulância no PAM ou no Hospital da Vida. Ela perdeu a criança no carro que a levava para o HU. “Uma situação lastimável. Fiquei chocado com a omissão de socorro por parte dos hospitais. Algo deve ser feito com urgência na saúde para evitar novos casos como este”, reclamou na época.

Original em: http://www.fatimanews.com.br

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Agente federal não atirou em confronto

O agente federal George Washington Cavalcanti, 57 anos, morto em um confronto com policiais civis no último dia 5 de janeiro, no Curado, Zona Oeste do Recife, não disparou o revólver calibre 38 que portava. De acordo com perícia realizada pelo Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília (DF), a arma foi disparada após a morte do agente federal. Essa será a principal evidência para que os civis envolvidos sejam indiciados por homicídio doloso e fraude processual.

Em seus depoimentos, os dois agentes da Polícia Civil que abordaram o táxi onde havia dois policiais federais contaram que só dispararam suas armas porque George Washington desceu do veículo atirando. Um dos policiais civis acertou um disparo no peito de Washington, ele caiu sobre o revólver e um intenso tiroteio foi iniciado com a chegada de outros agentes, federais e civis. No final, além da vítima, um segundo agente federal ficou ferido.

Segundo fontes extra-oficiais, a perícia demonstrou que a arma de George Washington apresentava sangue na parte externa, no tambor, mas não dentro do cano. “Ficou claro que ela foi disparada após ter sido atingida pelo sangue de Washington. Se ele atirou primeiro, isso nunca poderia ter ocorrido”, ressaltou, em reserva, uma fonte do JC.

Policiais civis e federais investigavam o mesmo alvo, um traficante de cocaína. O bandido foi preso pela PF no Terminal Integrado de Passageiros. Os agentes George Washington e Silvio Moury embarcaram em um táxi com o criminoso para tentar prender o receptador, mas foram confundidos com traficantes.

Após o tiroteio, os policiais civis recolheram a arma de Washington e devolveram horas depois com um tiro deflagrado.

“Esse exame só vem confirmar o que já sabíamos desde o começo. A cena do crime foi descaracterizada pelos policiais civis”, declarou o presidente do Sindicato dos Policiais Federais de Pernambuco, Marcelo Pires.

A assessoria de comunicação da PF informou que o inquérito só deve ser concluído no fim de abril e até lá não divulgará qualquer dado sobre a investigação.

Original em: http://ne10.uol.com.br

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Novo exame nega pólvora na mão de agente morto

Assim como o exame inicial realizado no Instituto de Medicina Legal de Pernambuco (IML), o segundo teste de resíduos de pólvora nas mãos do agente federal Jorge Washington Cavalcanti, feito no Instituto Nacional de Criminalística em Brasília, deu resultado negativo. A informação reforça os depoimentos do agente Silvio Moury Fernandes de Souza e do taxista João Farias que disseram que Jorge Washington não disparou sua arma e foi morto por um policial civil com um tiro no peito, ao descer do táxi. O caso ocorreu no último dia 5 de janeiro, na BR-232, no Curado, Zona Oeste do Recife, quando equipes das duas corporações entraram em confronto em operações com o mesmo alvo.

O novo exame realizado pelo Instituto Nacional de Criminalística analisou não só os resíduos coletados nas mãos do agente federal, mas as roupas do policial morto. Não havia vestígios de pólvora no material coletado.

A assessoria de comunicação da Polícia Federal informou que o laudo do exame residuográfico ainda não chegou à Superintendência no Recife e, por isso, não podia confirmar o resultado.

Para o presidente do Sindicato dos Policiais Federais de Pernambuco, Marcelo Pires, o resultado negativo do exame de resíduos de pólvora, além de comprovar que os policiais civis atiraram primeiro, ainda abre espaço para um questionamento grave.

“Conversei demoradamente com o agente Moury. Ele estava ao lado de Jorge Washington e contou que o colega nem conseguiu descer totalmente do carro. Já foi atingido por um tiro. É claro que o exame iria dar negativo. Agora, cabe aos policiais civis que tiraram a arma de Washington do local do crime e depois entregaram o revólver com um tiro deflagrado explicar como isso aconteceu”, pontuou Marcelo Pires.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Cláudio Marinho, questiona a credibilidade do exame de resíduo de pólvora para se tirar qualquer conclusão em uma investigação. “Esse exame está em desuso há muito tempo. O resultado não é preciso e qualquer perito sabe que até mesmo uma pessoa que fume muito pode, ao ser examinada, apresentar um falso positivo”, explicou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco.

Cláudio Marinho garantiu que o foco da investigação deveria estar fora do local onde ocorreu o tiroteio. “Quem atirou primeiro, quem atirou depois, isso não importa. Era uma situação onde os dois grupos foram induzidos a erro. Os grandes responsáveis pela morte do colega da Polícia Federal são os coordenadores de inteligência das duas polícias que foram negligentes e deixaram as operações se cruzarem”.

Original em: http://jc.uol.com.br

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Tiroteio entre policiais civis e federais será refeito em 3D

A cena do tiroteio envolvendo equipes da Polícia Federal e da Polícia Civil, que acabou com a morte do agente federal Jorge Washington Cavalcanti, vai ser reconstituída com a ajuda da tecnologia 3D. Três peritos do Instituto Nacional de Criminalística (INC), órgão central de perícia da Polícia Federal em Brasília (DF), chegaram ontem à tarde ao Recife trazendo um scanner de terceira dimensão. Com informações repassadas pelo equipamento, os peritos vão montar uma maquete em 3D, que vai possibilitar o confrontamento da veracidade das versões apresentadas pelas duas corporações. As comparações serão feitas através de simulação. O mesmo scanner já foi usado em investigações como a do acidente da TAM, que matou 199 pessoas em julho de 2007, no Aeroporto de Congonhas (SP).

Segundo informações confirmadas pela Polícia Federal, hoje os peritos voltam à cena do tiroteio, na BR-232, no bairro do Curado, em busca de novas provas que ajudem a explicar o que realmente aconteceu na troca de tiros. É provável que o grupo chegue até a BR à tarde, após uma reunião na sede da PF, no Cais do Apolo, pela manhã. O scanner será usado para mapear o posicionamento dos carros, além de mostrar a localização de obstáculos e de árvores. O tiroteio foi causado porque as equipes da PF e da Civil tinham o mesmo alvo em comum: o traficante Wagner Alves. Na ânsia por prendê-lo, os policiais acabaram se confundindo. Depois do incidente, as duas corporaçõe se acusam quanto ao início do tiroteio.

O equipamento de última geração funciona como um radar, emitindo ondas. Ele é capaz de guardar informações precisas, com um retrato de mais de 500 mil pontos por segundo. Mesmo que o crime tenha acontecido há muito tempo. Em alguns casos, o scanner pode ajudar a elucidar casos ocorridos há mais de quatro anos. O tiroteio entre as polícias completa oito dias hoje.

O mapeamento dos peritos deve ser concluído ainda hoje. Eles devem retornar à capital federal no final do dia ou mesmo amanhã. Em Brasília, o grupo vai repassar as informações para o computador, onde poderá verificar as possibilidades das versões informadas pelos policiais envolvidos nas operações e pelas testemunhas. A PF ainda não informou o prazo em que o laudo será concluído, mas a avaliação acontecerá em caráter de urgência. As imagens das câmeras das empresas localizadas na BR-232 próximas ao tiroteio não mostraram a sequência da operação.

Só o INC dispõe do scanner 3D no país. A primeira vez que a Polícia Federal utilizou esse tipo de recurso foi para esclarecer as circunstâncias do acidente da TAM. O objetivo era definir a rota do avião até o momento em que ele se chocou com um prédio na frente do Aeroporto de Congonhas. Na primeira tentativa, os peritos usaram uma escada do Corpo de Bombeiros para medir, manualmente, 30 pontos. Esse trabalho durou um dia inteiro. No dia seguinte, a máquina captou 4 mil pontos em cerca de cinco minutos.

Ontem, o delegado federal responsável pelas investigações sobre o tiroteio, Renato Cintra, prosseguiu com depoimentos. As declarações foram acompanhadas pelo procurador da República Leandro Bastos Nunes. A presença do Ministério Público Federal (MPF) é praxe em apurações da PF. Na última terça-feira, no entanto, o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) entregou um ofício na Procuradoria Regional da República, pedindo que o órgão fique atento a possíveis parcialidades por parte da PF.

A Polícia Civil, que abriu sindicância para apurar a conduta dos policiais que participaram da operação, vai dar prosseguimento ao seu inquérito hoje. O corregedor auxiliar da Secretaria de Defesa Social (SDS), Paulo Jean Barros, vai ouvir duas testemunhas. Um pedreiro que passava pelo local na hora da troca de tiros e um funcionário da fábrica da Coral. Foi em frente à indústria que os carros da Polícia Civil e da Polícia Federal se encontraram.

Original em: http://www.pernambuco.com

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Pistolas usadas no confronto entre policiais são encaminhadas para Brasília

As pistolas utilizadas no confronto entre policiais civis e federais, na última quarta-feira, no Curado, foram encaminhadas, nesta segunda-feira (10), ao Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília. Também seguiu o exame residuográfico realizado nos policiais e que pode identificar quais deles atiraram durante o tiroteio, que terminou com a morte do policial federal Jorge Washington Cavalcanti de Albuquerque. 

O delegado da Polícia Civil Marcelo Ferraz e um agente, que participaram do tiroteio e ainda não prestaram depoimento, deveriam ter sido ouvidos hoje, na Polícia Federal, mas o procedimento foi adiado. Renato Cintra, delegado federal responsável pelo caso, preferiu aproveitar o dia para conversar com os peritos.
Após o depoimento dos dois, Cintra deve aguardar apenas o resultado das perícias para concluir o inquérito. De acordo com o assessor de comunicação da PF, Giovani Santoro, as ouvidas serão realizadas ainda esta semana.

Em relação ao motobói que passava no momento da troca de tiros e chegou a ser levado à delegacia pela Polícia Militar como possível suspeito, Santoro afirmou que não será necessária a ouvida dele. Isso porque, as declarações do motobói dadas ao Jornal do Commercio, segundo o assessor, já haviam sido confirmadas pelos policiais.

Na tarde de hoje, o agente federal Silvio Romero Moury Fernandes dos Santos, ferido no tiroteio, recebeu alta do Hospital Alfa, em Boa Viagem, onde estava internado desde a quarta-feira.

Moury Fernandes foi baleado no abdome durante o confronto com agentes da Polícia Civil, na BR-232, no Curado. Ele já prestou depoimento e vai continuar se recuperando do ferimento em casa.

Ao ser ouvido, o sobrevivente afirmou que os policiais civis teriam atirado primeiro. Já os agentes da Polícia Civil ouvidos dizem que os federais desceram do carro atirando.

O confronto aconteceu quando equipes das duas polícias estavam atrás do mesmo alvo: um traficante que levava um carregamento de pasta-base de cocaína. Os federais já estavam com o traficante e tentavam prender o receptador da droga. Já os civis faziam campana na BR-232, local da entrega do entorpecente.

Original em: http://jc.uol.com.br

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Laudo aponta superlotação como motivo de naufrágio de lancha no DF

Acidente aconteceu em maio; duas jovens morreram

O laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Militar apontou como superlotação o motivo para o naufrágio de uma lancha no lago Paranoá, em Brasília (DF), em maio deste ano. No acidente, duas jovens morreram.

Na época do naufrágio, o Corpo de Bombeiros afirmou que o condutor estava embriagado na hora do acidente. Ele foi indiciado por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. A embarcação tinha 11 pessoas a bordo quando afundou.

Original em: http://noticias.r7.com

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Corpos de irmãs mortas no Lago Paranoá são enterrados no Distrito Federal

BRASÍLIA – Os corpos das irmãs Liliane e Juliana Queiroz de Lira, que morreram em naufrágio de lancha no Lago Paranoá, em Brasília, não foram velados antes do enterro nesta quarta-feira. A mãe e a irmã mais nova das vítimas vieram da Bahia para acompanhar o enterro. Parentes e amigos se emocionaram, ainda chocados com a tragédia.

– Perder duas sobrinhas de uma vez só, estou muito revoltada com isso – afirmou uma tia das vítimas, Nilza Silva.

Rita de Cássia Queiroz, que estava na lancha junto com as irmãs, teve de ser atendida pelo Corpo de Bombeiros.

O dono da lancha, José da Rocha Costa Júnior, foi indiciado por homicídio culposo. Para a polícia, ele não exigiu que as vítimas usassem colete salva vidas e permitiu a superlotação da lancha.

Por telefone, ele disse que o naufrágio aconteceu rápido e não foi possível ajudar as irmãs que não sabiam nadar. Ele negou que tenha feito manobras arriscadas.

– Estava navegando em linha reta, uma marola veio de trás, inundou o barco de uma hora para outra. Em dez segundos, ele entrou em pique – disse.

Rita de Cássia, que conseguiu se salvar, disse o contrário. “

– Lembro assim, de algumas manobras que ele fez rápido e o barco estava muito lotado para ele fazer aquelas manobras – contou Rita de Cássia.

Hoje, a Polícia Civil fez mais uma perícia na embarcação, desta vez na parte mecânica da lancha. Com o material recolhido, os peritos vão reconstruir todo o cenário do acidente em computação gráfica e simular situações para saber o que fez a lancha afundar.

– Estamos escaneando o barco, vamos levar pra dentro do lago, nas coordenadas, no ponto que ele afundou e compor essa história, essa dinâmica a partir de tudo isso aí – explicou o diretor do Instituto de Criminalística, Celso Nenevê.

A Marinha também fez perícia na embarcação. O laudo deve ficar pronto em 90 dias. O inquérito administrativo da Marinha segue depois para o Tribunal Marítimo. O dono da lancha pode levar multa e ter a carteira cassada. Na Polícia Civil, o depoimento de Rita Queiroz está marcado para a tarde desta quinta-feira.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Condutor da lancha que naufragou é indiciado por homicídio culposo

Laudo preliminar da Polícia Civil mostra que a embarcação não tinha avaria no casco

Após passar por perícia da Polícia Civil no fundo do lago, a lancha foi retirada ontem pelos bombeiros. Novos testes vão avaliar se a embarcação apresenta problemas técnicos

O técnico em informática José da Rocha Costa Júnior, 33 anos, condutor da embarcação que naufragou no Lago Paranoá na madrugada do último sábado, foi indiciado ontem por homicídio culposo(1) (quando não há intenção de matar). O delegado que conduz as investigações, Silvério de Andrade, chefe da 9ª DP (Lago Norte), decidiu adiantar sua conclusão devido à combinação de três fatores: o laudo preliminar dos mergulhadores do Instituto de Criminalística da Polícia Civil, que não constatou nenhuma avaria no casco do barco; a superlotação da lancha e o fato de o piloto não orientar as pessoas que não sabiam nadar a usarem coletes salva-vidas. Pela manhã, os corpos das irmãs Juliana, 21 anos, e Liliane Queiroz de Lira, 18, foram localizados no lago. A embarcação também foi retirada. Nela, os militares recolheram uma garrafa de licor e uma lata de cerveja.

Outro fato que pode agravar a situação de Júnior são os exames de alcoolemia que serão feitos por legistas do Instituto de Medicina Legal (IML) nos cadáveres das jovens. Ao Correio, Silvério disse que o procedimento é capaz de indicar com precisão quanto de álcool elas ingeriram no momento da tragédia. “Sabendo o quanto as jovens beberam, podemos ter uma noção do quanto ele (o piloto) bebeu”, ressaltou o delegado.

Ontem, o webdesign Welvis Fernandes da Silva, 24 anos, prestou depoimento. Ele filmou a embarcação lotada momentos antes de ela afundar. Ao delegado, o jovem disse que viu, sim, algumas pessoas com garrafas e copos na mão. “O depoimento dele serviu para corroborar que havia gente consumindo bebida na embarcação”, reforçou Silvério. A irmã das vítimas, a cabeleireira Rita de Cássia Queiroz, 26 anos, iria depor ontem à tarde, mas o delegado entendeu que ela não tinha condições psicológicas de comparecer à 9ª DP.

Coletes

No barco retirado, foram encontradas uma lata de cerveja e uma garrafa de licor

Até agora, sabe-se que a lancha dispunha de cinco coletes salva-vidas. Três foram encontrados pelos bombeiros no dia do naufrágio, um outro foi entregue ontem na 9ª DP. Um coronel da PM, cujo nome não foi divulgado, disse que nadava no lago quando viu o equipamento flutuando. Já o quinto colete estava preso à lancha. Ou seja, a embarcação trafegava com seis coletes a menos, já que havia 11 pessoas a bordo — seis a mais que a capacidade da lancha, que foi periciada pela Polícia Civil no fundo do lago. “Ele (Júnior) agiu com negligência”, afirmou o delegado.

O IML liberou os corpos das irmãs, por volta das 17h de ontem. A primeira avaliação dos peritos aponta para afogamento. As certidões de óbito, porém, não vieram com as causas das mortes. É preciso esperar até 10 dias pelo resultado do laudo cadavérico. Um outro teste, este com material retirado das vísceras suprarrenais, pode dizer se as duas gastaram o estoque de adrenalina do corpo ou seja se houve luta pela sobrevivência e durante quanto tempo. “Como os corpos ficaram três dias na água, fica difícil ter esse tipo de resposta pelo estado de decomposição”, afirmou o diretor do IML, Malthus Fonseca.

O trabalho dos peritos começou ao meio-dia. O primeiro passo foi identificar oficialmente os corpos, por meio das impressões digitais. Em seguida, os médicos fizeram exames radiográficos (para saber a situação dos ossos), ectoscópico (uma inspeção externa dos cadáveres) e interno — para identificar as condições dos órgãos e cavidades, com enfoque para o sistema respiratório. Os corpos estavam em fase enfisematosa, um período de formação de gases. “Ainda não tinham boiado porque estavam em uma profundidade muito grande (25m). Iam demorar mais um dia pra boiar”, concluiu o diretor do IML.

1 – Punição
A pena para homicídio culposo é de um a três anos. Já para o homicídio doloso (quando há a intenção de matar), o Código Penal Brasileiro prevê de 12 a 30 anos.

Resultado em até 20 dias
A perícia na lancha feita pelo Instituto de Criminalística deve ser concluída entre 15 e 20 dias. Será avaliado o sistema mecânico da embarcação, pois não está descartado que a bomba possa ter parado de funcionar, facilitando a entrada de água. O procedimento não mudará a tipificação penal no inquérito que o condutor responde, mas ajudará os investigadores a esclarecer a dinâmica da tragédia.

“A perícia agora vai mostrar os motivos do afundamento, o que nos ajudará a apontar os responsáveis”
Rogério Leite, delegado fluvial e comandante da Capitania dos Portos

O número
22 km/h

Velocidade que o condutor disse estar conduzindo a lancha no momento do acidente.
Com o lastro vazio, a embarcação pode chegar a 50km/h

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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