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Polícia Científica identifica autor de estupro e assassinato

Everton Agnaldo da Silva Marques, 25 anos, é procurado pela polícia pelo crime de estupro e morte de uma adolescente de 15 anos, em Colombo. Foto: DivulgaçãoExame de DNA realizado pelo Instituto de Criminalística do Paraná possibilitou a identificação do autor do estupro e morte de uma adolescente, de 15 anos, ocorrido em março, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. Everton Agnaldo da Silva Marques, 25 anos, é procurado pela polícia e teve imagens divulgadas nesta quarta-feira (05). Ele está com mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça.

O titular da Delegacia do Alto Maracanã, em Colombo, delegado Silvan Rodney Pereira, responsável pelas investigações, contou que o suspeito tinha comparecido à delegacia para prestar depoimento, como suspeito, logo depois do crime. “Não havia prova contra ele. Foi ouvido e liberado. O Instituto de Criminalística fez a coleta de sangue, com a permissão do suspeito”, explica.

Na foto, o perito Emerson Bertassoni Alves, chefe da seção de DNA do Instituto de Criminalística, fala à imprensa.Foto: DivulgaçãoO perito criminal Emerson Bertassoni Alves, chefe da seção de DNA forense, responsável pelo exame que confirmou a autoria do crime, explicou que o trabalho se iniciou com o levantamento do local do crime. No Instituto Médico-Legal, amostras do sêmen deixado na vítima foram coletadas e encaminhadas para exames no laboratório de DNA. Neste setor, foi feito o confronto do sangue coletado no depoimento e o sêmen encontrado na vítima, confirmando que as amostras são da mesma pessoa.

A integração do trabalho desenvolvido pelo IML e pela Criminalística vem sendo intensificada nos últimos meses pelo diretor-geral da Polícia Científica do Paraná, Leon Grupenmacher, primeiro a ser nomeado para o cargo, em abril deste ano. “É esta parceria que possibilitou a identificação do autor do crime com aproximadamente 100% de certeza em um curto espaço de tempo. A função da Polícia Científica é essa, produzir provas para a Polícia Civil, auxiliando na elucidação de crimes”, aponta.

Na foto, o delegado Silvan Rodney Pereira, da Delegacia do Alto Maracanã.Foto: DivulgaçãoPara o delegado, o trabalho conjunto entre as polícias Civil e Científica representa evolução na investigação policial. “Estamos em um momento de transição para a modernidade. O Instituto de Criminalística trabalha com equipamentos de última geração para auxiliar na solução de diversos crimes. Antigamente os métodos eram muito demorados”, compara.

CRIME – Gabriele Fidelis de Lima, de 15 anos, foi morta em 9 de março, no bairro São Gabriel, em Colombo. Ela foi violentada e asfixiada. A vítima havia ido a uma festa com amigos e, na volta para casa, durante a madrugada, percorreu um trecho sozinha, na Rua Saul Bento Nodari. “O bandido a levou para um campinho de futebol próximo, a violentou e a matou usando como arma a calcinha dela”, contou o delegado.

Quem tiver informações sobre Marques pode entrar em contato com a delegacia pelo telefone (41) 3605-0263 ou pelo telefone 181. Não é necessário se identificar.

Original em: http://www.aen.pr.gov.br

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Situação no IML de Curitiba ainda é dramática

Dezenas de corpos permanecem nas suas câmaras geladas e necrochorume ainda vaza

Comissão da OAB retornou ao IML de Curitiba: situação é só um pouco melhor que há 20 dias (foto: Valquir Aureliano)

O Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba ainda contava, até ontem, com cerca de 75 corpos nas suas câmaras geladas. Era bem menos que o visto há 20 dias, quando 150 corpos estavam amontoados nas câmaras, alguns há anos. No entanto, a situação está longe de ser confortável. Ontem, a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR), fez nova vistoria na unidade.
A intenção do retorno ao IML era verificar quais medidas já haviam sido tomadas para acabar com o cenário de terror visto pela comissão no dia 17 de março, quando foi feita a primeira vistoria no local. Um relatório foi produzido pela comissão, e classificou o estado do IML de Curitiba como “quadro dantesco”.
Ontem, apesar da vistoria ter verificado que metade dos corpos já haviam sido retirados, o número ainda é maior que a capacidade do IML — o normal é que, no máximo, 40 corpos fiquem no local. A comissão também relatou que o vazamento de necrochorume ainda acontece. Uma vistoria no esgoto do IML também deverá ser feito. Num ofício encaminhado à Sanepar, a comissão manifesta preocupação com a possibilidade de resíduos líquidos (chorume) provenientes de corpos putrefeitos estarem sendo despejados na rede de esgoto ou pluvial.
Na primeira vistoria, em março, o diretor do IML, Porcídio Vilani, reconheceu a situação dramática no IML, denunciada pela imprensa há um mês. Ele disse que havia problemas graves de estrutura e de falta de espaço na cidade para o seputlamento de corpos de indigentes.
Parte dos problemas começam a ser resolvidos, como a remoção dos corpos. Mas ainda seria necessário grandes investimentos para restaurar o serviço eficiente no IML. O governo do Estado já teria autorizado parte destes investimentos, como a compra de mais veículos e a ampliação do IML.

Relatório — O relatório produzido pela caomissão da OAB foi encaminhado à Casa Civil, Secretaria de Estado da Segurança Pública, Secretaria de Estado da Justiça, Ministério Público Estadual, Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Vigilância Sanitária e Sanepar ainda na semana passada.
Nos ofícios, a OAB Paraná pedia às secretarias do governo do Estado que comandem, urgentemente, as providências corretivas necessárias. “Trata-se (o relatório) de descrição de fatos agressivos aos direitos humanos, constatados pela Comissão de Direitos Humanos desta entidade”, afirma o presidente José Lucio Glomb nas correspondências encaminhadas às autoridades estaduais.
Ao Procurador-Geral de Justiça, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, a OAB afirma identificar competência investigativa do Ministério Público para apuração de responsabilidades a respeito do sucateamento do IML.
Depois do IML, a Comissão também pretendia visitar as instalações do Instituto de Criminalística, que funciona no mesmo endereço, apra verificar as informações de que a falta de estrutura compromete o trabalho de perícia criminal.

Original em: http://www.bemparana.com.br

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Instituto de Criminalística também está sucateado

O abandono das autoridades e a falta de investimento em equipamentos e funcionários não são “privilégios” apenas do Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba.

Se o necrotério está sucateado e em condições caóticas de funcionamento, conforme foi mostrado com exclusividade pelo Paraná Online,na edição de ontem, no Instituto de Criminalística (IC) – órgão situado ao lado do IML, na Rua Visconde de Guarapuava, centro – a realidade é quase a mesma.

A diferença é que ao invés de corpos, as pilhas são de revólveres, pistolas, espingardas e até fuzis. Pelo menos 5 mil armas entopem uma das salas do órgão, à espera de perícia, e parte delas está lá há quase dez anos.

Perita Joice alerta para a falta de pessoal e outras deficiências.

A chefe da divisão técnica da capital, Joice Malakoski, confirmou que o IC sofre com falta de pessoal. “É a nossa maior deficiência. Ficamos cerca de 15 anos sem concurso e, apesar do ingresso de novos peritos, em 2009, ainda sofremos com o número reduzido de profissionais”, declarou.

Hoje, o órgão conta com 172 peritos e cerca de 45 auxiliares no Paraná, sendo que o ideal, para Joice, seria em torno de 400 peritos e 100 auxiliares. “Ao longo dos anos, os materiais para

exames foram se acumulando devido à falta de profissionais”, acrescentou.

Capital

O problema recai, principalmente, sobre a Capital, onde está o único laboratório capaz de realizar a maioria dos exames, como o de balística, por exemplo. Uma arma apreendida em Foz do Iguaçu, que necessite de confronto balístico, tem que ser periciada em Curitiba, onde há somente 12 profissionais para esse trabalho.

O resultado é o acúmulo de armas armazenadas no instituto, que já passam de 5 mil. “É um número grande em termos processuais, que causa morosidade no andamento das investigações. Algumas armas estão aqui há quase 10 anos, já deveriam ter sido periciadas e entregues às autoridades responsáveis”, afirmou Joice.

Outra preocupação da perita é com relação à segurança dos funcionários, devido à presença de um verdadeiro arsenal dentro do Instituto. A apreensão se justifica pela facilidade com que as pessoas acessam o pátio do órgão.

“Já solicitamos o aumento da segurança na seção à Secretaria de Segurança Pública”, ressaltou. Uma solução apontada por Joice seria a descentralização do laboratório de Curitiba, que permitiria que as perícias também fossem realizadas em outras cidades, reduzindo a carga de exames na capital.

Trabalho tem bastante

Da mesma forma que o IML, o Instituto de Criminalística deveria, em função de sua importância, receber atenção especial das autoridades. O órgão é responsável pelas perícias dos materiais relacionados a crimes. “Uma assinatura falsificada na venda de um imóvel, por exemplo, será confirmada ou não por meio de um exame pericial. Nos crimes sexuais, o trabalho da perícia também é fundamental porque o exame de DNA é prova irrefutável que define se foi o suspeito ou não quem praticou a violência. Além disso, há os confrontos balísticos, os exames de fonética, informática e outras áreas”, descreveu Joice.

“Normalmente o inquérito tem uma prova material a ser cumprida”, concluiu. Os peritos também atuam em casos de acidentes de trânsito, arrombamentos, incêndios, explosões, desabamentos e uma infinidade de outras ocorrências.

Armas que precisam ser examinadas ficam nas prateleiras.

Original em: http://www.parana-online.com.br

 

 

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Ex-deputado é interrogado por atropelamento

Um ano e três meses depois do acidente que matou dois rapazes em Curitiba, o ex-deputado Carli Filho se apresentou pela primeira vez à justiça. O depoimento durou quase uma hora e aconteceu a portas fechadas.

No interrogatório ele admitiu que bebeu vinho antes do acidente, e disse não se lembrar do momento da batida.

Carli Filho foi indiciado por duplo homicídio com dolo eventual, quando o motorista assume o risco de matar. Exames do Instituto de Criminalística comprovam que ele dirigia bêbado e com velocidade próxima de 170 km por hora.

O juiz do caso deverá decidir em um mês se o ex-deputado será ou não levado a júri popular. A Justiça aguarda o testemunho das duas últimas testemunhas e os argumentos por escrito da defesa e da acusação. (eBAND)
Original em: http://www.diariodopara.com.br/

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Ex-deputado do Paraná diz não lembrar de acidente, mas confirma ter bebido

Colisão matou dois; carro de Luiz Fernando Ribas Carli Filho estava entre 161 km/h e 173 km/h
CURITIBA – O ex-deputado estadual do Paraná Luiz Fernando Ribas Carli Filho, de 27 anos, declarou nesta segunda-feira, 10, em audiência com o juiz Daniel Ribeiro Surdi de Avelar, não se lembrar do que aconteceu na madrugada de 7 de maio do ano passado, quando se envolveu em um acidente que resultou na morte de Gilmar Rafael Yared, de 26 anos, e Carlos Murilo de Almeida, de 20 anos. Carli Filho confessou apenas ter tomado vinho. De acordo com laudo do Instituto de Criminalística, ele desenvolvia velocidade entre 161 km/h e 173 km/h. Também estava com a carteira suspensa, com mais de 130 pontos.

O ex-deputado, que renunciou logo após o acidente, chegou praticamente incógnito, acompanhado pelo advogado, entrando por uma porta lateral. Mas, na saída do prédio do Tribunal do Júri, foi bastante hostilizado por um pequeno grupo de manifestantes. Aos gritos de “justiça” e “assassino”, ele saiu escoltado por policiais militares e entrou rapidamente em um carro que acabou chutado. Ele está denunciado pelo Ministério Público por duplo homicídio qualificado.

De acordo com o advogado de defesa, Roberto Brzezinski Neto, o ex-deputado disse que, “em vista da proporção desse acidente, e os médicos já disseram isso, ele não se lembrava do que aconteceu”. “Ele admitiu, como todas as pessoas em uma refeição, que consumiu bebida alcoólica”, afirmou o advogado.

O exame de dosagem alcoólica foi descartado pelo juiz, por não ter havido consentimento, mas o Ministério Público recorreu. Brzezinski Neto disse que a defesa pretende apresentar “oportunamente” novos laudos sobre a velocidade. Ele adiantou que uma das teses a serem defendidas é que a preferência na via era de Carli Filho. “Isso ter que começar a esclarecer”, acentuou.

Para o advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, a tese de via preferencial foi levantada apenas porque à defesa “falta melhor argumentação”. “Tudo leva a crer que o processo caminha em marcha inexorável ao júri popular”, afirmou. O advogado da família Almeida, Juarez Küster, ressaltou que duas testemunhas são “absolutas, foram visuais”. Uma estaria em um veículo que vinha logo atrás e outra estaria em uma casa.

Para ele, a confissão feita pelo ex-deputado de que bebeu vinho e “não lembra nada dali para diante” é “prova suficiente” para comprovar a embriaguez, substituindo o laudo retirado do processo pelo juiz.

Carli Filho sustentou também que o carro era usado por vários assessores e ele nunca foi notificado para fazer a devolução da carteira de habilitação. O juiz pretende ouvir ainda duas testemunhas de defesa por carta precatória e concederá os cinco dias protocolares para que acusação, assistência de acusação e defesa se pronunciem por escrito, antes de decidir se remete o caso para júri popular ou se ele será analisado por juiz singular.

Evandro Fadel, de O Estado de S. Paulo
Original em:  http://www.estadao.com.br

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Trabalho em condições precárias no PR

Os problemas de infraestrutura do IML do Paraná são antigos. “O Instituto Médico-Legal e o Instituto de Criminalística são órgãos que ficaram esquecidos e não têm a importância que merecem. Não temos peritos nem funcionários suficientes”, admitiu o atual secretário estadual de Segurança Pública do Paraná, Aramis Linhares Serpa.

As reclamações de usuários fazem coro com as dos funcionários, submetidos a uma rotina sem condições adequadas de trabalho. Denúncias indicam que as geladeiras continuam com problemas e a câmara fria teria corpos empilhados por falta de espaço. Segundo uma funcionária, que não quis ser identificada, há excesso de corpos que ainda não passaram pela perícia ou que não foram requeridos pelos familiares. O prazo legal para liberação é de 40 dias. O proprietário de uma funerária de Curitiba diz o mesmo.

Agentes funerários que circulam pelo Instituto comentam que não há geladeiras suficientes para a demanda. Nos fins de semana, o IML recebe até 30 novos corpos. Quando não há espaço, a solução é deixar os cadáveres em uma sala sem refrigeração. “A população aumentou e o IML continua com a mesma estrutura”, diz. Para dar conta da demanda, a solução seria construir um novo prédio. As obras foram prometidas em meados do ano passado, mas não saíram do papel ainda.

Nas 16 unidades do Paraná há 46 auxiliares de necropsia e 40 médicos-legistas. Funcionários ligados à diretoria informam que seriam necessários, ao menos, mais 40 médicos-legistas.

No último dia 27, a reportagem da Gazeta do Povo entrou no Instituto. Naquele dia, o IML estava com 78 corpos guardados em duas geladeiras e uma câmara fria, além de três que estavam para ser liberados. Havia 16 vagas disponíveis.

Original em: http://www.gazetadopovo.com.br

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Morte de menino desaparecido há 20 anos no Paraná é confirmada por exame de DNA

SÃO PAULO – Foi solucionado no Paraná o sumiço de um menino, ocorrido 20 anos atrás no município de Roncador, a 435 km de Curitiba. Os policiais do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) conseguiram comprovar, por meio de exame de DNA feito pelo Instituto de Criminalística, a morte de Leandro Correia, desaparecido desde 22 de maio de 1990, quando tinha três anos de idade. A criança estava na lavoura com a mãe Djanira dos Santos Correia e com o padrasto Pedro Alexandre.

De acordo com informações da Agência Estadual de Notícias, a polícia prosseguiu com as investigações mesmo depois do arquivamento do inquérito pela Justiça em 1994. Mas a comprovação de que os ossos encontrados próximos à região do crime são mesmo de Leandro só veio agora. A delegada titular do Sicride, Ana Claudia Machado, disse que os ossos foram submetidos a exame pericial logo que foram encontrados, mas na época o exame de DNA ainda não era uma realidade.

– Apesar disso, o Sicride continuou investigando o caso e agora com os avançados exames que podemos fazer na Criminalística comprovamos que os ossos encontrados eram compatíveis com o DNA da mãe da criança – confirmou a delegada.

Ana Claudia Machado revelou que, mesmo com o arquivamento dos casos, o Sicride não deixa de investigar o paradeiro das crianças desaparecidas no Paraná.

A delegada explicou que agora cabe à Justiça decidir se reabre o caso para que a polícia possa então investigar as causas da morte da criança.

– Nós vamos encaminhar um relatório sobre as novas descobertas, juntamente com o laudo do Instituto de Criminalística para o Fórum local, já que se tratava de um inquérito arquivado. Agora é da Justiça a decisão sobre a continuidade das investigações – disse.

Neste caso, foram quase 20 anos de espera até que a mãe recebesse a confirmação da morte do menino. Na tarde da última quinta-feira, uma equipe de policiais do Sicride, mais a delegada Ana Cláudia e a psicóloga da delegacia visitaram a mãe de Leandro para falar da confirmação da morte do menino.

– A mãe ainda reluta em acreditar, mas é uma atitude comum nesses casos em que a esperança da família nunca morre. De qualquer maneira, estamos tentando ajudá-la com a psicóloga da nossa delegacia que é especialista em atender pessoas nestas situações de dor e tristeza – garantiu a delegada.

Criado em 1996, o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas registrou neste período 1.176 casos de crianças desaparecidas no Paraná. Deste total, 1.166 foram resolvidos – um índice de 99%. Estatísticas mostram que cerca de 70% desses casos são de crianças que fugiram de casa e os outros 30% se tratam de infrações penais como homicídio, sequestro e sonegação de incapaz.

Original em: http://oglobo.globo.com

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PM mata acusado de assassinato em troca de tiros

"Digão" foi morto após se confrontar com policiais em Campo Largo.

Acusado de vários crimes -dentre eles a morte de um guarda municipal em Curitiba -, Rodrigo Barbosa Garnieri, de 24 anos, o “Digão”, foi morto durante troca de tiros no começo da tarde de ontem com uma equipe do 17.º Batalhão de Polícia Militar, em Campo Largo.

Os policiais receberam uma denúncia anônima informando que “Digão” estava em uma lanchonete na Rua Mato Grosso, bairro Ferraria. Quando a viatura foi vista nas proximidades, “Digão” abandonou sua motocicleta Honda Titan com placa de Campo Largo, AGZ-2234, e correu por cerca de 500 metros trocando tiros com os policiais.

Ele foi atingido na cabeça logo depois de invadir o terreno de um pesque-pague. Uma equipe do Siate foi acionada, mas chegando ao local constatou a morte do rapaz.

Um dos disparos que “Digão” efetuou atingiu a viatura 7931 do 17.º Batalhão. Outro disparo atingiu de raspão a perna do soldado Cesar, que participava da operação. Próximo ao corpo, foi apreendida a pistola calibre 380, de numeração lixada, utilizada por “Digão”.

O acusado utilizava um colete balístico que pode ser o que foi roubado do guarda municipal Mauro César Carvalho, de 43 anos. Ele foi morto com tiros de uma pistola calibre 380 por “Digão” na Unidade de Saúde São José, bairro Augusta, em 12 de julho do ano passado. “Apenas a equipe do Instituto de Criminalística poderá dizer se o colete que ele usava é realmente o que foi roubado do guarda municipal. A perícia também poderá confirmar se a arma apreendida com o acusado foi a mesma utilizada na morte do guarda”, assegura a supervisora Delurdes, da Guarda Municipal de Curitiba, que esteve presente no local.

Além de ter contra si o mandado de prisão pelo latrocínio que vitimou o guarda Mauro César, “Digão” também era procurado por outros crimes. “Moradores da região comentaram com a nossa equipe que ele teria envolvimento no caso da mãe e do filho executados em Campo Largo e encontrados mortos em Araucária. Ele ainda seria responsável por outros dois homicídios cometidos nos últimos meses na Vila São José, mas só a Polícia Civil poderá confirmar essas informações’, comenta o tenente Freitas, do 17.º Batalhão. A irmã de “Digão” esteve no local mas não quis contato com a imprensa.

Original em: http://www.parana-online.com.br

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Com guarda municipal em greve, zoológico de Curitiba é assaltado

SÃO PAULO – O Zoológico de Curitiba, no Paraná, foi assaltado na noite deste domingo. A sede administrativa do parque, que é vigiada por guardas municipais durante a noite, estava sem segurança em decorrência da greve da categoria, iniciada em 22 de fevereiro. Os ladrões levaram freezers, geladeiras, computadores, máquina de lavar, microondas, furadeiras e uma série de ferramentas das oficinas, usadas para manutenção do zôo. Também levaram rações e outros alimentos dos animais. O prejuízo está estimado entre R$ 80 mil e R$ 100 mil.

– Desde 2005, o local tem recebido diversas melhorias, e agora perdemos quase tudo em uma noite – disse o diretor do Zoológico, Marcos Traad.

A Polícia Civil foi acionada e o Instituto de Criminalística esteve no local para fazer uma perícia na manhã desta segunda-feira.

Foi solicitada à Prefeitura a compra de carne e ração em caráter emergencial para alimentar os bichos.

A sede de um grupo de escoteiros localizada no Parque Túlio Vargas, em Vila Sandra, também em Curitiba, vigiada pelos guardas municipais, também foi invadida e roubada neste fim de semana. Os bandidos picharam a casa dos guardas municipais e levaram barracas e aparelhos eletroeletrônicos do local. Eles entraram pelo telhado e depredaram janelas e portas. os ladrões também tinham separado os computadores para levá-los, mas a invasão foi descoberta antes do roubo.

Segundo o Portal RPC, na manhã desta segunda-feira, os grevistas promoveram uma manifestação em frente à Câmara Municipal, na tentativa de conseguir que os vereadores intermediassem uma nova rodada de negociações com o prefeito Beto Richa.

Na sexta-feira, a Prefeitura informou que está realizando um levantamento para denunciar à Justiça que os guardas municipais não estão cumprindo a determinação judicial, que decidiu que 70% do efetivo devem continuar prestando serviços à população. De acordo com a Prefeitura, o índice de guardas que ocuparam seus postos de trabalho na semana passada foi de 50%.

De acordo com o Portal RPC, o prefeito Beto Richa ofereceu reajuste salarial de 8%, o que elevaria os salários da categoria de R$ 710 para cerca de R$ 767. Em assembleia, a categoria decidiu manter a paralisação.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Segurança do PR recebeu R$ 20 milhões em repasses federais nos dois últimos anos

Curitiba, 23-02-10 - SESP - O secretário da Segurança Luiz Fernando Delazari, fala durante a Escola de Governo

O secretário da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, apresentou, nesta terça-feira (23), na Escola de Governo, breve relatório sobre os recursos federais obtidos, na área, em 2008 e 2009. Nesses dois anos, foram recebidos R$ 20.027.015,97, o que, segundo Delazari, é pouco significativo se comparado aos investimentos do Governo do Estado em segurança.

“Temos uma relação muito importante com o governo federal, tanto que o Paraná é um Estado muito elogiado e tido como exemplo, principalmente na área de policiamento comunitário que é uma das principais bandeiras deste governo”, afirmou.

O secretário citou a parceria com a Polícia Federal para obtenção de recursos e lembrou que o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça (MJ) é o órgão responsável por contemplar os Estados com verbas federais. Essa verba é obtida por convênios e doações, a partir de projetos enviados pelos órgãos de segurança estaduais. Em 2009, o principal repasse federal foi para compra de um helicóptero, destinado ao policiamento aéreo.

Em 2008, o Paraná recebeu R$ 9.737.607,00, se contados os repasses por meio de convênio e doações do MJ. Com a verba doada pelo MJ, foram compradas viaturas, ônibus, micro-ônibus, furgão e outros equipamentos destinados à segurança. Do total da verba, R$ 7.356.499,00 foi recebida por meio de convênio. Esse valor foi aplicado em projetos destinados a reaparelhar o Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal, entre outras unidades.

No ano passado, a principal aquisição com recurso federal foi um helicóptero, contemplada através do envio do projeto “Implantação do Serviço Aeropolicial do Paraná”. A licitação para a compra da aeronave deve acontecer até o mês que vem. Com o mesmo recurso de R$ 9.103.011,00, foi aprovado o projeto de reaparelhamento do Corpo de Bombeiros do Paraná. Também foram doados 145 conjuntos de bafômetros, 100 coletes balísticos e duas impressoras, no valor de R$ 1,1 milhão.

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