Preso um dos maiores traficantes de drogas da capital paranaense

Droga vinha de Foz do Iguaçu escondida em veículos

Na madrugada desta sexta-feira (29), policiais do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), em Curitiba, prenderam em flagrante no bairro Tatuquara, um dos maiores traficantes de drogas da capital paranaense.

Alisson Fernando da Silva (24), que também é traficante de armas, estava foragido do Sistema Penitenciário desde 2008, onde cumpria pena por tráfico de drogas e roubos. Na ocasião, foram apreendidos 10,5 quilos de crack, uma metralhadora Beretta 9 mm, várias munições, documentos falsos e um rádio que captava a mesma frequência da polícia.

Além do traficante, foram presos outros dois homens e apreendida uma adolescente, de 17 anos, que era namorada de Silva. “Ele vendia drogas em grandes quantidades para outros traficantes e mantinha envolvimento com tráfico de armas e roubos”, revela o delegado chefe do núcleo do Denarc em Curitiba, Renato Bastos Figueroa.

Há cinco meses, a polícia investigava uma rota de tráfico de drogas entre Foz do Iguaçu e Curitiba. Na quinta-feira (28), a polícia ficou em campana nos arredores da casa de Silva, após obter informações de que as drogas estavam para chegar. Por volta das três horas da madrugada, um carro modelo Fiat Stilo, com placa de Foz do Iguaçu, chegou à residência do suspeito e quatro pessoas desembarcaram do veículo.

Quando todos entraram na casa, os policiais invadiram o local e efetuaram as prisões. “A arma, as munições e os documentos falsos foram encontrados no interior da casa, enquanto a droga foi localizada, pelo Instituto de Criminalística, escondida em várias partes do veículo”, relata o delegado.

Os três homens foram autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Silva ainda vai responder por porte ilegal de arma e falsidade ideológica porque estava com carteira de identidade e habilitação falsas. Os presos foram encaminhados para o Centro de Triagem II e a garota de 17 anos para a Delegacia do Adolescente. As investigações continuam para tentar localizar outros envolvidos no esquema.

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Julgamento de Carli Filho começa na quinta-feira

Ex-deputado vai responder pela morte de Gilmar Yared e Carlos de Almeida

A Justiça marcou para a próxima quinta-feira o julgamento do ex-deputado Fernando Carli Filho. Ele vai responder por duplo homicídio qualificado acusado de provocar o acidente que resultou nas mortes de Gilmar Rafael Yared e Carlos Murilo de Almeida, ocorrido em 7 de maio de 2009, no bairro Mossunguê, em Curitiba.

O juiz Daniel Ribeiro Surdi de Avelar deve ouvir 38 testemunhas na próxima quinta-feira, a partir das 9h30. Carli Filho deverá ser um dos ouvidos na audiência. As testemunhas serão ouvidas na 2.ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba, que fica na Praça Nossa Senhora da Salete, no Centro Cívico.

O ex-deputado também responde por dirigir embriagado e violar a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação. À época do acidente ele tinha 130 pontos na carteira. O juiz Daniel Ribeiro Surdi de Avelar considerou ilegal a utilização do exame de dosagem alcoólica no processo, porque não houve autorização do acusado. Mas no despacho em que marcou a data da audiência o juiz argumentou que a desconsideração do resultado do exame de sangue não significa dizer que o réu não se encontrava embriagado no momento do acidente.

Laudos do Instituto de Criminalística apontaram ele estava entre 161 km/h e 173 km/h, velocidade 188% superior à máxima permitida no local que é de 60 km/h. seja condenado por todos os crimes, poderá receber pena mínima de 15 e máxima de 30 anos. Como homicídio qualificado é crime considerado hediondo, Carli Filho deverá cumprir pena, inicialmente, em regime fechado.

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Três homicídios em cerca de quatro horas em Curitiba

Natal foi assassinado com tiros na cabeça, em Santa Felicidade.

Três pessoas foram assassinadas num intervalo de quatro horas, entre a noite de domingo e madrugada de ontem, em Curitiba. Os crimes aconteceram em Santa Felicidade, na Cidade Industrial e no Novo Mundo. Todos os casos estão a cargo da Delegacia de Homicídios (DH).

O último crime foi registrado por volta de 1h, na Rua Felinto Bento Viana, Novo Mundo. Evaldo Ferreira Alves da Cruz, 18, foi executado com sete tiros, perto de uma cancha esportiva. O garoto foi atingido na barriga, nádegas, ombro e braço. No loca, o perito Elmir, do Instituto de Criminalística, recolheu duas munições de calibre 32.

A mãe da vítima relatou a investigadores da DH que Evaldo era usuário de droga e praticava furtos para sustentar o vício. Evaldo vinha sendo ameaçado de morte, conforme contou a mãe dele à polícia, que não tem informação sobre autoria do crime, mas acredita que o motivo pode estar relacionado à sua vida pregressa. Ele foi suspeito de participar de um homicídio, no ano passado, em Fazenda Rio Grande.

Simultâneos

O outros dois homicídios ocorreram quase simultaneamente. O primeiro, por volta de 21h de domingo, no Jardim Pinheiros, em Santa Felicidade. Natal Manoel de Oliveira, 39 anos, foi assassinado com tiros na cabeça, na Avenida Doutor Eugênio Bertolli.

Testemunhas disseram ter visto um Celta preto, com os faróis apagados, ocupado provavelmente pelos assassinos. Só depois que o veículo se afastou do local é que os faróis foram acesos.

Cerca de meia hora depois, na Rua Edenilza de Jesus Santiago, transversal à Rua Desembargador Cid Campelo (CIC), Eduardo Porto, 19, foi executado com cinco tiros. Investigadores da Delegacia de Homicídios não encontraram testemunhas. O irmão da vítima afirmou que Eduardo não era usuário de droga e desconhecia se ele tinha desavença com alguém.

Amigos

No entanto, a morte de Eduardo pode estar relacionada com o assassinato de André Augusto Flauzinho, 26, ocorrido no início da madrugada de domingo, num bar daquela mesma rua, na Vila Barigui. Um conhecido da família disse que os dois rapazes eram amigos. Por conta disso, podem ter sido mortos pelos mesmos marginais.

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PF desmantela quadrilha que fabricava dinheiro

Notas de R$ 100 e R$ 50 eram feitas bem próximas à perfeição.

Vinte pessoas foram presas, 19 em Curitiba e uma em Barretos (SP), pela Polícia Federal, suspeitas de integrar uma quadrilha especializada em falsificação de notas de R$ 100 e R$ 50. Ainda serão cumpridos 20 mandados de busca e apreensão.

Grana falsa valia R$ 30.

Entre os presos, está um advogado, que já defendeu falsificadores. Os nomes dos detidos não foram divulgados pela PF. Também foram apreendidos máquinas, tintas, fitas de segurança e papel especial para a confecção das notas, além do dinheiro falso, que ainda não teve a quantia total informada.

Segundo o chefe da Delegacia de Repressão Crimes Fazendários da Polícia Federal, Nilson Antunes, as investigações já estão em andamento há mais de um ano, no entanto, a quadrilha agia desde 2007, quando o Banco Central detectou o grande número de cédulas falsas no Paraná.

“O grupo usava um software, que era conhecido por eles como “receita”. Lá aprendiam a fabricar as notas com muita qualidade, usavam técnicas de serigrafia em um molde desenvolvido, possivelmente por um designer gráfico”, explicou Nilson.

Lotes

Conforme informou, os falsários fabricavam de 20 em 20 cédulas e, cada lote, levava em média 16 horas para ficar pronto.

Nilson disse que necessariamente duas pessoas tinham que participar do processo de confecção das notas.

“Depois de prontas, eles trocavam algumas no comércio e a maioria era vendida a R$ 30.”

Nestes dois anos, estima-se que o grupo já tenha fabricado mais de R$ 3,5 milhões em dinheiro falso, que geraram prejuízo à população e aos cofres públicos com a entrada em circulação.

“Quando descobrimos a numeração das notas falsas, entramos em contato com o Banco Central, que prontamente nos informou que já havia apreendido cerca de 21 mil notas de R$ 100 e pelo menos 18 mil notas de R$ 50.”
Prejuízo certo pro comércio

O perito criminal federal Gustavo Ota Ueno, que analisou o material apreendido, disse que as notas possuem qualidade próxima das verdadeiras e é muito difícil para o comerciante identificar a falsificação.

“Elas são praticamente idênticas e passam em todos os testes caseiros, tanto no manuseio, verificando marcas d’água, fio de segurança, ranhura, quanto com a utilização de canetas e sistema ultravioleta.”

Porém, o sistema tem um defeito: não gera números diferentes para cada impressão. Essa seria a principal maneira de identificar as notas fabricadas por essa quadrilha.

Quando o comerciante recebe uma nota falsa e leva ao banco para fazer um depósito, ela é recolhida e ele não é reembolsado, portanto, tem que arcar com o prejuízo.

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Incêndio atinge hipermercado no bairro Pinheirinho, em Curitiba

Rodolfo Buhrer / Sete caminhões do Corpo de Bombeiros foram ao local para combater o fogo

Sete caminhões do Corpo de Bombeiros foram ao local para combater o fogo

Um incêndio atingiu o hipermercado BIG no bairro Pinheirinho, em Curitiba na noite desta sexta-feira (20). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, sete caminhões foram ao local para combater o fogo. O incêndio foi controlado por volta das 20 horas, mas ainda havia pequenos focos de incêndio, por volta das 21h15.

As chamas se espalharam por volta das 19h, e começaram no depósito do hipermercado, que fica nos fundos do estabelecimento – na Rua Marechal Rondon , nas proximidades do terminal de ônibus do Pinheirinho.

Rodolfo Buhrer / Segundo o Corpo de Bombeiros não houve pessoas feridas durante o incêndio

Segundo o Corpo de Bombeiros não houve pessoas feridas durante o incêndio

O Corpo de Bombeiros informou que o local foi evacuado e que ambulâncias não foram enviadas ao BIG, pois não houve pessoas feridas.

A assessoria de imprensa do hipermercado disse que o estabelecimento ficará fechado neste sábado (21) e que não havia previsão de quando será reaberto.

A assessoria informou que cerca de 250 pessoas estavam no local no momento do incêndio.

O Instituto de Criminalística fará perícias no hipermercado para descobrir as causas do incêndio.

O mecânico Fabiano Souza era um dos clientes que estavam no BIG. Segundo Souza, no interior da loja o incêncio começou na seção de eletrodomésticos e depois se espalhou. “Fomos avisados pelo autofalante para que deixássemos o local. Houve correria, mas não houve tumulto”, contou o mecânico.

Já o funcionário público Hermógenes Kutman não estava no hipermercado, mas viu o incêndio, pois mora nas proximidades do local. “A região ficou toda preta e havia muita fumaça. Estava difícil até para respirar”, afirmou Kutman.

Fábrica destruída na RMC

Na madrugada desta sexta-feira (20), uma fábrica de tintas foi destruída em São José dos Pinhais, na região metropolitana (RMC). De acordo com o telejornal ParanáTV, 1.ª edição, o fogo começou por volta das 2 horas da madrugada. Segundo o Corpo de Bombeiros , as chamas atingiram 20 metros de altura.

Ninguém ficou ferido e as chamas foram controladas quatro horas mais tarde. Segundo os Bombeiros, ainda há risco de uma parede do local desabar sobre duas casas que ficam ao lado da fábrica.

Original em: http://portal.rpc.com.br

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Granadas e explosivos apreendidos com traficantes são destruídos

O material foi apreendido no início do mês, com trio de traficantes em Almirante Tamandaré

Equipes da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) e do Instituto de Criminalística destruíram, na tarde desta terça-feira (17), quatro granadas e uma barra de C4 – explosivo de uso exclusivo das forças especiais norte-americanas. O material foi apreendido no início do mês, com trio de traficantes em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba.

A polícia aguardava decisão judicial para que o arsenal fosse destruído, por medida de segurança. Uma fábrica de explosivos de Quatro Barras, também na RMC, ofereceu o local para a destruição. De acordo com o delegado Renato Bastos Figueiroa, da Denarc, a origem do material apreendido está sendo investigada. “Como não se sabe há quanto tempo o material era mantido irregularmente e nem em que condição estava armazenado, nós solicitamos que a destruição fosse feita logo depois a perícia. A detonação foi feita para se evitar possível acidente”, explicou.

APREENSÃO – As quatro granadas e o explosivo foram apreendidos no dia 5, com três suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas. Também foram apreendidos com o trio duas metralhadoras 9 milímetros; um fuzil AK-47 calibre 7,62; uma pistola Glock 9 milímetros, com preparação para rajada (vários tiros); 303 munições para fuzil 7,62; 231 munições 9 milímetros e quatro coletes balísticos.

Original em: http://www.bemparana.com.br


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Um ano sem respostas

Após a prisão de dois suspeitos e mais de mil interrogatórios, caso “Rachel Genofre” continua sem solução

245_180_rachel.jpgO caso da menina Rachel Genofre de 9 anos, cujo corpo foi encontrado com sinais de extrema violência sexual dentro de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba completa um ano nesta terça-feira (3). O crime, que teve grande repercussão nacional, tem desafiado a polícia paranaense. Desde 10 de novembro do ano passado, quando uma força tarefa foi designada para as investigações, mais de mil pessoas foram interrogadas e 202 suspeitos foram encontrados, dois deles foram detidos, mas a participação no crime não foi confirmada.

Dos suspeitos, 47 tiveram seu DNA coletado pelo Instituto de Criminalística. As diligências policiais para investigar o caso somaram, segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública, mais de 8 mil quilômetros percorridos em 17 cidades, mas até hoje, ninguém foi preso e a própria policia admite que o caso ainda está na estaca zero. Atualmente são seguidas três linhas diferentes de investigação neste caso, mas são mantidas em sigilo.

A garota sumiu após sair do Instituto Educação Professor Erasmo Pilloto, no dia 3 de novembro de 2008. Ela tinha acabado de ganhar um concurso de redação na Biblioteca Pública do Paraná e carregava o troféu da premiação. O corpo da menina foi encontrado dois dias depois, vestida com apenas com a camiseta do colégio. A mochila, tênis e outros pertences sumiram junto com os rastros da pessoa que a violentou e matou.

O autor do crime entrou e saiu da Rodoferroviária sem levantar suspeitas, nenhuma testemunha entrevistada viu o criminoso. Rachel era uma criança comunicativa, com facilidade de relacionar-se, a polícia acredita que isso tenha facilitado a ação do agressor, que conseguiu ganhar a confiança dela para atraí-la. Ele fazia uso da linha Dom Ático, que sai da Praça Rui Barbosa, poucas quadras do Instituto de Educação, e ia até sua casa na Vila Guaira. Foi no trajeto do colégio a praça que Rachel sumiu naquele dia 3.

Procurada pela reportagem, a diretoria do Instituto de Educação disse que não ter nada para comentar sobre o caso. Apenas afirmou que os trabalho de orientação dos pais e alunos quanto aos perigos da saída e entrada no colégio eram realizados antes mesmo da tragédia.

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Instituto de Educação Professor Erasmo Pilloto, colégio de Rachel

A Secretaria de Segurança informou nesta terça-feira, que o trabalho de coleta do DNA de suspeitos e acusados por crimes de pedofilia está sendo feito. Em breve, um arquivo com estes dados estará disponível para solucionar com mais rapidez este tipo de crime.

Manifestação em memória

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Na manhã desta terça-feira, familiares e amigos da menina fizeram uma passeata no bloco interestadual da Rodoferroviária, para marca o primeiro aniversário do crime sem solução. A manifestação teve início por volta das 9h e acabou às 11h. As faixas com pedidos de paz foram carregadas pelos corredores próximo ao local onde o corpo de Rachel foi encontrado. A manifestação foi encabeçada pela ong União das Mulheres do Brasil, a qual Maria Carolina Gomes de Oliveira, tia de Rachel ,é filiada. Ela alogiou o trabalho da polícia e acredita que a justiça será feita em breve.

“A polícia não parou as investigações e sempre nos mantêm informados. Acredito quem em breve veremos este monstro atrás das grades”, afirmou Maria Carolina. A avó da menina, Aparecida de Oliveira, também esteve presente no ato e falou sobre a dor de voltar ao local onde sua neta foi encontrada sem vida. “Nunca mais tinha voltado aqui, somente para fazer parte desta manifestação. A única forma de sentir esta dor aliviada será quando ver este mostro preso. O tempo pode ter passado, mas continuamos querendo que a justiça seja feita”.

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Polícia mantém busca a assassino de menina, depois de um ano do crime

O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) continua à caça do assassino de Rachel Genofre, 9 anos. O corpo da menina foi encontrado em 5 de novembro do ano passado, em uma mala abandonada na rodoferroviária de Curitiba. De lá pra cá, já foram realizados 47 exames de DNA em suspeitos e percorridos cerca de 8.500 quilômetros em investigações que percorreram 17 cidades.

“Continuamos com um serviço intenso de inteligência policial. É bom que fique claro que a polícia não desistiu do caso e não o arquivou. Nosso objetivo é fazer com que o criminoso seja preso e responda por esse crime com a intensidade e a força da lei”, garantiu o secretário da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari.

De acordo com relatório do Cope, que assumiu o caso em 18 de novembro, no decorrer das investigações foram apuradas 85 denúncias, entrevistadas mais de mil pessoas, 110 formalmente em cartório. Das 202 pessoas que, por algum motivo, foram consideradas suspeitas, 47 foram submetidas a exames de DNA.

“Isso mostra que a polícia paranaense está trabalha ativamente e utiliza todos os recursos necessários para desvendar esse crime bárbaro. No entanto, é importante dizer que este caso é um desafio para o trabalho policial, porque o criminoso pratica o crime já buscando esconder todas as provas”, disse Delazari.

ENTREVISTAS – Segundo o relatório do Cope, diversas entrevistas foram feitas com pessoas que tinham alguma ligação com a menina e a família dela, e com pessoas que frequentavam os mesmos ambientes. Das 1.010 entrevistas, 600 aconteceram na região central de Curitiba. Entre as pessoas entrevistadas estão diretores, funcionários e seguranças da escola, da biblioteca pública e da igreja, assim como pessoas que moraram no mesmo bairro e usavam os mesmos ônibus que a menina.

Durante as investigações também foram analisadas imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais e do sistema de monitoramento de vias públicas em toda a região central. As imediações da rodoferroviária também foram amplamente verificadas, assim como funcionários e moradores foram entrevistados. Todos os objetos que pudessem dar pistas do crime, como a mala em que a menina foi encontrada, foram periciados.

O procedimento de coleta de material tem sido adotado para todos os presos com suspeita ou acusação de pedofilia, desde o início das investigações sobre o caso Rachel. O Instituto de Criminalística recolhe o material genético para análise e confrontá-lo com o que foi colhido no corpo da menina. “Temos uma grande arma, que é o vestígio de DNA do criminoso. Contra esta prova técnica, científica, não há argumentos, e com ela podemos encontrar o criminoso”, afirmou Delazari.

CRIME – Rachel foi encontrada morta dentro de uma mala, abandonada embaixo de uma das escadas do setor de transporte estadual da rodoferroviária. Médicos do Instituto Médico-Legal (IML) confirmaram que a menina sofreu violência sexual.

Rachel desapareceu em 3 de novembro, quando saiu do Instituto de Educação, no Centro de Curitiba, onde estudava. A menina era filha de uma professora e ia e voltava da escola sozinha, de ônibus. Ela morava na Vila Guaíra. O desaparecimento era investigado desde o dia do sumiço, pelo Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), e a partir do dia 18 de novembro as investigações foram assumidas pelo Cope.

Original em: http://www.aenoticias.pr.gov.br

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Cliente mata um e fere quatro em bar no Batel

Rodrigo Alves Rodrigues, garçom da casa noturna, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O motivo do crime seria uma discussão entre o cliente e o segurança do local

Uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas num tiroteio em um bar no bairro Batel, em Curitiba, na madrugada desta segunda-feira (2). O atirador é um cliente que teria discutido com um segurança do estabelecimento. Rodrigo Alves Rodrigues, 29 anos, garçom da casa noturna, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O autor dos disparos já foi identificado e está preso. Duas pessoas foram ouvidas pela polícia e liberadas em seguida.

De acordo com a polícia, Leandro Maggioni, 26 anos, estava no bar acompanhado por dois amigos. Quando deixava o local, por volta das 4 horas, foi informado por um segurança que não poderia deixar o estabelecimento levando a garrafa de cerveja que tinha nas mãos.
Em entrevista ao telejornal ParanáTV 1ª edição, o advogado do bar, Fernando Navarro, disse foi fornecido um copo para Maggioni, mas ele não aceitou. “Ele jogou a garrafa no chão e foi embora sem conflito. Cerca de uma hora depois ele voltou com o carro e da calçada atirou para dentro do bar”, contou o advogado ao telejornal.

O delegado Hamilton da Paz, titular da Delegacia de Homicídios, disse que as imagens das câmeras do circuito interno de segurança do bar ajudaram na identificação de Maggioni. O autor dos disparos foi detido por volta do meio-dia em Araucária, na região metropolitana. Na casa dele a polícia encontrou uma pistola 9 milímetros, de uso restrito das forças armadas.

Outras duas pessoas que acompanharam o acusado até o momento em que ele foi embora do bar depois de brigar com o segurança foram encaminhadas à delegacia para serem ouvidas. Segundo Paz, elas não estavam com Maggioni na hora dos disparos. “Foi um desentendimento fútil que resultou em uma tragédia que era impossível de ser prevista. Agora ele irá pagar pelo crime que cometeu”, afirma o delegado.

Maggioni já havia sido preso por roubo e foi solto há apenas três meses. Ele também possui passagens por receptação. O acusado deve responder por homicídio triplamente qualificado, por quatro tentativas de homicídio, além de porte de arma de uso restrito.

Original em: http://portal.rpc.com.br

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Incêndio atinge hotel na região central

Este é o segundo incêndio no mesmo prédio em sete meses. Em março, o fogo destruiu dois quartos da parte da frente do estabelecimento

Adriano Ribeiro / Incêndio começou por volta das 17h30 e o fogo se alastrou rapidamente

Um incêndio atingiu um hotel na região central de Curitiba na tarde desta quinta-feira (22). O fogo começou por volta das 17h30 e destruiu quatro quartos que ficam na parte dos fundos do estabelecimento, localizado na Rua Pedro Ivo. Havia cerca de dez pessoas no local no momento em que o fogo começou, mas ninguém ficou ferido.

O incêndio provocou grande quantidade de fumaça, que tomou conta da rua. O Corpo de Bombeiros foi acionado e isolou área. Um estacionamento e outros estabelecimentos comerciais que ficam próximos do hotel foram fechados, mas as chamas não chegaram a atingir os prédios vizinhos.

Daniel Derevecki /Agência de Notícias Gazeta do Povo / A fumaça tomou conta da rua Pedro Ivo, no centro da cidade

A fumaça tomou conta da rua Pedro Ivo, no centro da cidade

O arrendatário do hotel, Paulo Costa, acredita que um curto circuito tenha dado início às chamas. “Eu ouvi um estouro e vi o fogo começar. Tentei apagar as chamas com três extintores, mas não consegui”, conta.

Os bombeiros não confirmam a causa do incêndio. Peritos do Instituto de Criminalística vão visitar o local para investigar a ocorrência. O hotel no fim da noite de quinta foi interditado pela Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi).

Estrutura

A falta de estrutura e a instalação elétrica antiga do hotel colaboraram para o incêndio. “Os cômodos são bem pequenos e a situação do lugar é bem precária”, afirmou o tenente do Corpo de Bombeiros Tiago Zajac, que participou da operação de combate ao fogo.

Segundo Costa, um dos responsáveis pelo local, existem 23 quartos que podem abrigar duas pessoas. O prédio tem dois andares e 300 metros quadrados de área. O custo da diária para cada cômodo é de R$ 15.

A reportagem esteve no local depois que o incêndio já havia sido controlado. Os quartos são pequenos e possuem uma cama. Alguns deles contam apenas com um colchão estendido no chão. Os banheiros são precários e boa parte da fiação elétrica está exposta.

Drogas

De acordo com alguns comerciantes da região, o hotel serve como abrigo para usuários de drogas. Dois oficiais da Polícia Militar (PM) que estiveram no local confirmaram esta informação. Segundo eles, a presença da polícia é constante neste endereço, já que no hotel sempre são localizados pessoas envolvidas com drogas ou com mandados de prisão decretados, além de foragidos da justiça.

Segunda vez

Este é o segundo incêndio no mesmo prédio em sete meses. Em março, o fogo destruiu dois quartos da parte da frente do estabelecimento. As chamas começaram em um dos apartamentos do segundo andar do prédio.

No local foram gravadas cenas do filme paranaense Estômago.

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