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Polícia Civil/DF prorroga inscrições para perito

O concurso público da Polícia Civil do Distrito Federal (PC/DF) vai selecionar profissionais de nível superior (em diversas áreas) para oportunidades com salário de R$ 16,8 mil.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PC/DF) prorrogou, até as 22h do dia 16 de maio, o prazo das inscrições do concurso público que oferece 100 vagas, sendo 20 imediatas e 80 para formação de cadastro reserva (CR), no cargo de perito criminal.
A carreira requer nível superior nos seguintes cursos: ciências biológicas (2 + 9 CR), ciências contábeis (2 + 5 CR), ciência da computação/informática (2 + 10 CR), engenharia (7 + 32 CR), farmácia/bioquímica (1 + 4 CR), física (2 + 10 CR), geologia (1 + 3 CR), odontologia (1 + 1 CR) e química (2 + 6 CR).
O salário inicial é de R$ 16.830,35 para jornada de trabalho de 40 horas por semana.

Como participar do concurso
As inscrições do concurso da Polícia Civil serão recebidas pelo endereço eletrônico do Instituto Americano de Desenvolvimento – IADES (www.iades.com.br), organizador do processo seletivo.
O valor da taxa de participação é de R$ 210 e poderá ser pago até 11 de maio.

Etapas do concurso
O concurso da Polícia Civil envolverá prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos, de caráter eliminatório e classificatório; prova discursiva de conhecimentos gerais e específicos, de caráter eliminatório e classificatório; sindicância de vida pregressa e investigação social, de caráter unicamente eliminatório; exames biométricos e avaliação médica, de caráter unicamente eliminatório; prova de capacidade física, de caráter unicamente eliminatório; avaliação psicológica, de caráter unicamente eliminatório; prova de títulos, de caráter meramente classificatório; e curso de formação profissional, de caráter eliminatório e classificatório, a ser realizado na Academia de Polícia Civil do Distrito Federal (APCDF).

Com cinco horas de duração, as avaliações objetiva e discursiva serão aplicadas em data, locais e horários a serem divulgados no dia 8 de junho no site das inscrições.

Original em: http://www.onortao.com.br/

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Com déficit de 47% no quadro, Polícia Civil do DF pode perder 679 membros

Convocação de aprovados e novo concurso não atenderão à demanda. Direção estuda nomear 475 pessoas entre maio e dezembro deste ano.

Fachada da 5ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal, que recebeu faixas alertando para o déficit no quadro da corporação (Foto: Raquel Morais/G1)

Dados da Polícia Civil do Distrito Federal apontam que a corporação tem um déficit de 47% no efetivo e que nem mesmo a convocação de todos os aprovados no último concurso e a contratação do previsto nos certames em andamento atenderiam à demanda. A instituição conta atualmente com 4,7 mil membros, quando o estipulado em 2013 pela Presidência da República, que repassa verba à segurança pública do DF por meio do Fundo Constitucional, deveria ser 8.969 servidores. O número também é menor do que o preconizado por lei distrital de 1993, que determinava em 5.940 o número de servidores naquele ano para atender a população de então 1,6 milhão de habitantes.

O Executivo diz reconhecer a situação, mas destacou que a “grave situação financeira” do governo não pode ser desconsiderada quando se fala em novas nomeações. Dos R$ 1,7 bilhão destinados este ano à entidade por meio do Fundo Constitucional, R$ 1,6 bilhão será usado para pagamento de salários. O restante do dinheiro é voltado à manutenção de carros e equipamentos e ao custeio das atividades, como compra de gasolina, papéis e canetas. A verba extra que pode ajudar na recomposição do quadro depende de aumento na arrecadação.

Todos os sete cargos da Polícia Civil – delegado, perito criminal, médico legista, agente de polícia, escrivão, papiloscopista e agente penitenciário – têm defasagem. Percentualmente, as maiores são de papiloscopista (63,3%) e médico legista (63,1%). O novo concurso prevê 50 vagas para a primeira função e 20 para a segunda, mas as quantidades não correspondem às necessidades: 132 e 101 servidores, respectivamente. A menor carência é de delegados (41,1%) e também não vai ser resolvida com a seleção – são cem vagas abertas, mas a deficiência é de 247.

No caso dos agentes de polícia e dos escrivães, os déficits são de 44,45% e 53,9%. A Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização informou que foram convocados 641 candidatos para ambos os cargos na seleção feita há dois anos – 50% além do previsto. Outros 475 aprovados chegaram a fazer o curso de formação e aguardam convocação.

O diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba, disse ao G1 que negocia com o governo para que essas nomeações ocorram de forma escalonada entre maio e dezembro de 2015. “A gente não pode perder essa oportunidade, porque são profissionais que já fizeram o curso, ou seja, houve investimento do Estado neles, e há necessidade. A gente entende que o governo Rollemberg pegou um estado com seríssimas dificuldades financeiras e precisa equacionar todo esse contexto de descontrole, só não podemos deixar a coisa acomodar.”

O gestor explica que existem mais motivos para acelerar as nomeações. O primeiro deles tem a ver com o fato de que novos concursos só poderão ser abertos quando todos os aprovados forem chamados ou a vigência do atual expirar, em junho de 2016. O segundo está relacionado às aposentadorias: 75 já foram homologadas, outras 300 devem ser autorizadas até o final do ano e há 304 servidores com tempo suficiente de serviço e que podem pedir o desligamento a qualquer momento.

Quadro com efetivo da Polícia Civil do Distrito Federal (Foto: Reprodução)

“Temos muitos servidores que têm tempo de aposentar e estão no abono, que chegaram a pedir para aposentar e nós pedimos para ficar, porque sem eles a polícia para. Hoje talvez o mais crítico seja [o quadro de] delegado, que tem uma boa parte do pessoal no abono-permanência. A gente sabe que não acontece assim, mas, se todo esse pessoal decidisse se aposentar hoje, teríamos entre 30% e 40% da Polícia Civil sem comando”, declarou.

“Sobre a Polícia Civil posso falar, nosso caixa foi deixado zerado”, completou Seba. “Parte do salário de dezembro foi paga com o orçamento de janeiro, porque remanejaram metade do que a gente tinha, que era R$ 128 milhões, para outra área. A crise é real. Mas o governo está seriamente empenhado em resolver. Já pedimos o impacto da contratação desse grupo, gira em torno de R$ 20 milhões. O valor não chega a ser tão alto. Se não tivesse tido esse corte no final do ano, teríamos convocado.”

Policiais relatam que a situação tem prejudicado o serviço nas 31 delegacias circunscricionais e 15 unidades especializadas. Entre os principais problemas está a demora no registro das ocorrências e na realização de perícias. Principal função da entidade dado o caráter judiciário, a apuração de crimes também estaria impactada por causa do baixo efetivo.

O presidente do sindicato da categoria, Rodrigo Franco, diz que alguns plantões têm contado com apenas três profissionais, quando o ideal seria ter oito. “Todas as delegacias passam por déficit de pessoal. A mais prejudicada é a sociedade, que tem tido um atendimento precário, mas não por causa dos policiais, que têm se sacrificado.”

Um estudo feito pela comissão dos agentes e escrivães aprovados no último concurso destaca outras consequências da manutenção do efetivo reduzido: cidadãos desistem de fazer queixas por causa da lentidão nos balcões, levando à subnotificação de crimes e afetando os planejamentos da Secretaria de Segurança Pública, e danos ao erário público, porque a análise de infrações como lavagem de dinheiro, corrupção e improbidade ficaria em segundo plano.

O diretor-geral afirma que os servidores atuam de forma a “minimizar os estragos” e que todas as atividades são executadas. “Hoje a gente não consegue fazer da forma como deveria, simplesmente por falta de policial. A gente posterga as situações, chama equipe de sobreaviso. Não é que não se dê solução para a coisa, mas é que não é o ideal.”

A ideia, segundo ele, é otimizar o trabalho. “Ao invés de fazer ações pontuais a gente tenta fazer um ‘ataque’ em uma situação macro. Exemplo? A gente tem cinco, seis ou oito ocorrências em uma determina região que estão envolvidas em um mesmo tipo penal, por exemplo, roubo a transeunte. Em vez de a gente investigar ocorrência por ocorrência, a gente busca as que têm similaridade, porque a probabilidade de o autor ser o mesmo é grande. A gente faz um trabalho de inteligência, equaliza as atuações no que for mais ou menos semelhante.”

Sobrecarga e afastamentos
Junto ao quadro reduzido, a entidade enfrenta outro problema: um levantamento feito pelo governo do Distrito Federal aponta que 36% dos policiais civis tira um ou mais atestados médicos ao longo do ano. O cálculo descarta licenças-maternidade e possíveis documentos falsos. Os dados levam em conta documentos dos anos de 2011 e 2012 e foram coletados a partir dos CPFs dos funcionários, para evitar duplicidade. A média de dias de afastamento é de 11, e os motivos mais frequentes são ansiedade e depressão.

O diretor-geral da corporação, Eric Seba, disse que a situação preocupa. “Por que os afastamentos? Eles decorrem da questão da sobrecarga. Muita gente diz que a Polícia Civil ganha bem, que as pessoas reclamam à toa. Não é bem assim. Na verdade, o fator determinante é o padrão de trabalho, a qualidade de vida. Tem servidor indo embora porque, mesmo ganhando menos em outras áreas, vê uma qualidade maior de trabalho. Por isso que digo que a condição de trabalho influencia.”

Para contornar o problema, o gestor afirma que a orientação é que os servidores se restrinjam às obrigações da corporação – e não façam rondas, por exemplo, que integra o escopo das atividades militares. Outra ação tem sido no sentido de identificar policiais que tenham tido queda no rendimento e estimulá-los, seja oferecendo tratamento ou trocando de setor.

“Vamos descobrir porque ele tem aquele tipo de atitude e tentar, a partir daí, realocá-lo para onde ele pode render melhor ou descobrir o que ele precisa. Às vezes, ajuda médica, uma orientação. Nunca a cultura da penalização, pelo menos não em um primeiro momento. Ao contrário daquela imagem que se tem do servidor público batedor de carimbo, aqui não tem isso, pelo menos na Polícia Civil posso afirmar que não existe isso”, declarou.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Rodrigo Franco, diz haver uma espécie de círculo vicioso. O baixo efetivo provoca sobrecarga nos servidores em atividade, aumentando os índices de adoecimento e as licenças e exigindo ainda mais dos outros colegas.

“O policial está cansado, está desmotivado, ele está no sacrifício. Ele está cumprindo o seu dever, mas no limite do cansaço, da exaustão, porque há uma demanda muito grande de trabalho e pouca gente no trabalho”, diz.

Fachada da 21ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga Norte (Foto: Mateus Rodrigues/G1)

Seba concorda e acrescenta que a natureza da atividade também tem corroborado para o desgaste dos servidores. O gestor conta que todos os estudos que consultou sempre apontam que a polícia é a primeira ou a segunda profissão que mais exige dos trabalhadores.

“Você está absorvendo uma clientela que nunca te procura por uma coisa positiva. São sempre pessoas chegando com problemas, com conflito, situações traumáticas. Pessoas mortas, famílias destruídas. Nós, policiais, a gente tem um sentimento muito grande de que precisamos dar uma resposta para a sociedade. Exercemos uma função que nos impõe essa responsabilidade. As pessoas lá fora estão indefesas. Se a gente não fizer nada por elas, quem vai fazer? É mais ou menos assim que a gente pensa”, conta.

Envelhecimento do quadro e concursos
A Polícia Civil tem três concursos em aberto, com inscrições até o dia 10 de abril: papiloscopista, delegado e médico-legista. Não há previsão para seleção de peritos criminais, e a tendência é o fim da carreira de agentes penitenciários. Em relação a escrivães e agentes policiais, a última prova foi em agosto de 2013. O certame expira em junho de 2016.

Os 475 aprovados que já fizeram o curso de formação e aguardam ser convocados formaram uma comissão para cobrar a medida. Um parecer da Procuradoria-Geral do Distrito Federal apontou que a contratação não esbarra nas restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal, já que a categoria é paga pela União – o Estado extrapolou o limite de gastos com pessoal no ano passado e está impedido de novas nomeações.

Representante do grupo, José Morais afirma acreditar que haja falta de vontade política. Ele conta que estudou dez horas por dia durante cinco meses para realizar o sonho de integrar o quadro da corporação.

“A gente se sente angustiado, desmotivado para fazer outras coisas, porque a gente fica na expectativa de ser nomeado. Já estamos há quase oito meses correndo atrás das nomeações”, disse. “A gente sabe que se colocar esses 475 só vai dar uma amenizada para os colegas que estão trabalhando hoje, sobrecarregados. É um absurdo isso que estão fazendo. É imoral deixar a segurança pública desse jeito.”

A comissão tem se reunido com deputados distritais e federais para pedir apoio na pressão ao governo. Os aprovados também já tiveram encontros com a direção da polícia e com membros do governo. Em nota, a Secretaria de Relações Institucionais confirmou os encontros, mas não deu detalhes sobre as negociações.

O diretor Eric Seba informou que a ideia é convocar o grupo ainda neste ano e, depois, estabelecer um cronograma de concursos. Segundo o gestor, o quadro está envelhecido, e nem todos os servidores têm mais disposição para as atividades de rua.

“Isso é natural, a gente sabe que o corpo vai tendo essa queda mesmo. Por isso pensamos em sistematizar a seleção, para que todo ano entre um quantitativo e sempre haja a renovação. Um concurso só pode ser aberto quando o último chamado toma posse ou quando a data expira. Isso significa que a gente perde uns dois ou três anos com isso. É tempo demais para a segurança pública”, explica.

O advogado Rodrygo Hallammo, de 37 anos, conta estar ansioso para ser convocado. Ele começou a estudar para os certames da Polícia Civil em 2008 e desde então fez três provas. O homem se diz ciente dos problemas enfrentados pelos colegas, mas afirma estar motivado.

“Trata-se de um trabalho arriscado, cansativo em razão dos plantões e carga de trabalho, por conta da quantidade insuficiente de servidores. Porém, sempre observei com bons olhos a atividade desempenhada pelos servidores policiais, pois tenho ciência de que o foco é ajudar e acolher a população que vive em situação de vulnerabilidade”, conclui.

Original em: http://g1.globo.com/

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Falta de estrutura afeta os trabalhos da Polícia Civil do DF

O teto do laboratório do Instituto de Pesquisa de DNA forense está cedendo. Algumas escoras de metais que foram colocadas provisoriamente começaram a entortar.

A falta de estrutura no laboratório central do Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA), que fica dentro do Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal, está causando transtornos ao trabalho dos peritos e de todos os policiais que trabalham no local. O teto está cedendo e, por conta das fortes chuvas, a situação piorou. Algumas escoras de metais que foram colocadas provisóriamente na entrada do laboratório para sustentar o teto começaram a entortar. 

“A administração improvisou as escoras para sustentar o teto, mas isso é provisório e não tem como a gente trabalhar assim. A nossa preocupação é uma solução definitiva”, diz o diretor de Políticas Sindicais, Arthur Svidzinski, que é perito criminal e trabalha no laboratório da Polícia Civil do DF.

Em novembro, o presidente do Sindicato dos Policias do Distrito Federal (Sinpol-DF), Rodrigo Franco, esteve no local e constatou a situação. “Nós vamos enviar um ofício ao Diretor-Geral da PCDF, solicitando uma inspeção nas instalações do Instituto de Pesquisa de DNA Forense. Um técnico deve avaliar o local e formalizar um documento dizendo se há ou não condições seguras de trabalho. O Sinpol-DF vai acompanhar de perto o caso”, concluiu Franco.

Em nota, a assessoria da Polícia Civil informou que a parte do IPDNA que está com o teto escorado não afeta a segurança, qualidade e a produtividade dos trabalhos. E alega ainda, que a Divisão de Engenharia já tomou todas as medidas necessárias e dará início o mais breve possível a uma reforma para a garantia da continuidade das atividades. 

Ainda segundo a Polícia Civil, o processo para a construção do novo Instituto de DNA forense já foi concluído e deverá ter início no próximo ano.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Original em: http://www.jornaldebrasilia.com.br

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Governo do Distrito Federal autoriza concurso para Perito Criminal da PCDF, são 100 vagas

O Governo do Distrito Federal (GDF) autoriza, conforme publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (05/12/2014), Seção 1, a autorização para realização de concurso público para o cargo de Perito Criminal da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), são 20 (vinte) vagas imediatas e 80 para cadastro reserva, confira a publicação abaixo:

CONSELHO DE POLÍTICA DE RECURSSOS HUMANOS

PROCESSO: 052.001.720/2014. Interessado: POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL. Assunto: AUTORIZAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE CONCURSO PÚBLICO PARA O CARGO DE PERITO CRIMINAL DA POLICIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL.

O presidente do Conselho de Política de Recursos Humanos –CPRH, ad referendum desde colegiado, resolve:

1. Reconhecer a urgência da matéria e autorizar a realização de concurso público para o pro­vimento de 20 (vinte) vagas para o cargo de Perito Criminal, da carreira de Polícia do Distrito Federal, destinando-se 80 (oitenta vagas) para cadastro reserva.

2. Condicionar o provimento dos cargos à elaboração de um calendário de nomeações a ser proposto pela Polícia Civil do Distrito Federal e Submetido à aprovação do Conselho de Política de Recursos Humanos –CPRH, em processo específico, observando a existência de vagas e a disponibilidade de recursos orçamentários e financeiros devidamente comprovados.

3. Submeter a presente resolução à Homologação do Excelentíssimo Senhor Governador do Distrito Federal.

Brasília, 04 de dezembro de 2014.

WILMAR LACERDA

Presidente

HOMOLOGO a presente Resolução e autorizo a realização de concurso público para o provimento de 20 (vinte) vagas para o cargo de Perito Criminal, da carreira de Polícia do Distrito Federal, destinando-se 80 (oitenta) vagas para cadastro reserva, condicionando o provimento dos cargos à elaboração de um calendário de nomeações a ser proposto pela Polícia Civil do Distrito Federal e submetido à aprovação do Conselho de Política de Recursos Humanos –CPRH, em processo específico, observando a existência de vagas e a disponibilidade de recursos orçamentária e financeiros devidamente comprovados.

Brasília 04 de dezembro de 2014.

AGNELO QUEIROZ

Governador

Original em: http://www.diariooficialdf.com.br/

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PF divulga resultado final de primeira etapa para candidatos a escrivão

A segunda etapa do concurso público consistirá de curso de formação profissional, de caráter eliminatório, de responsabilidade da Academia Nacional de Polícia, a ser realizado no Distrito Federal.

A Polícia Federal (PF) divulgou, no Diário Oficial da União de quinta-feira (24/1), o resultado final na primeira etapa do concurso para escrivão. Os nomes dos aprovados podem ser conferidos a partir da página 116, seção 3. A segunda etapa do concurso público consistirá de curso de formação profissional, de caráter eliminatório, de responsabilidade da Academia Nacional de Polícia, a ser realizado no Distrito Federal.

No total, a seleção oferta 100 vagas para o cargo de perito criminal, 150 de delegado e 350 para escrivão. No total, 166.052 pessoas se inscrevem para a primeira etapa da seleção. A concorrência para perito foi de 35.800 pessoas (358 pessoas por vaga), 46.633 tentam o posto de delegado (310 por vaga) e 83.619 disputam o cargo escrivão (238 por vaga). O certame reserva cinco por cento das chances a pessoas com deficiência.

Para concorrer ao posto de delegado, o candidato devia possuir nível superior em direito. Para escrivão, foi exigido diploma de graduação em qualquer curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Já a função de perito demandou graduação nas áreas de ciências contábeis, ciências econômicas, engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia de telecomunicações, engenharia de redes de comunicação, ciências da computação, informática, análise de sistemas, engenharia da computação, engenharia agronômica, geologia, engenharia química, química industrial, química, engenharia civil, medicina, entre outros. Todos os candidatos precisam ter carteira de habilitação na categoria B.

Autor: Do CorreioWeb 
Fonte: TERRA
Original em: http://www.onortao.com.br por Lorena Pacheco – Do CorreioWeb
 
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Perito da Polícia Civil morre após arma disparar contra o próprio peito

Ele estaria testando equipamento dentro do Instituto de Criminalística do DF

Instituto de Criminalística fica dentro do Departamento de Polícia Especializada Reprodução/TV Record

Um perito da Polícia Civil do Distrito Federal morreu na tarde desta quinta-feira (23), por volta das 15h, após a arma que ele periciava disparar contra o seu próprio peito. Paulo Pereira de Carvalho, conhecido como Paulinho da Balística, de 53 anos, fazia perícia no equipamento dentro do Instituto de Criminalística no DPE (Departamento de Polícia Especializada).

Segundo a Divicom (Divisão de Comunicação da Polícia Civil), Paulinho trabalhava na instituição há 28 anos. A 1º DP, da Asa Sul, instaurou inquérito para investigar as circunstâncias do disparo acidental.

Procurada pela reportagem, a Associação Brasiliense dos Peritos em Criminalística da Polícia Civil do DF preferiu não comentar o assunto ainda, mas informou que acompanha a investigação.

Original em: http://noticias.r7.com

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Perito morre com tiro no Instituto de Criminalística do DF

Vítima fazia perícia quando houve o disparo, supostamente acidental.
Polícia Civil disse que vai apurar se morte do perito foi suicídio ou acidente.

Um perito de 53 anos do Instituto de Criminalística (IC) do Distrito Federal morreu na por volta das 14h30 desta quinta-feira (23) após um disparo, supostamente acidental, de uma arma de fogo.

Segundo a Polícia Civil, Paulo Pereira de Carvalho morreu quando realizava um teste de balística com um revólver apreendido em ocorrência criminal.

Segundo uma fonte que trabalha no Departamento de Polícia Especializada (DPE), a arma disparou contra o peito de Carvalho. O servidor disse que havia indícios, no local onde o perito foi encontrado, de que a arma teria explodido. A Polícia Civil não informou se Carvalho utilizava colete à prova de balas durante o serviço. As circunstâncias da morte estão sendo investigadas pela 1ª DP. A perícia pode levar até 30 dias.

Servidores que trabalham próximo à Seção de Balística Forense do IC só perceberam que Carvalho estava morto cerca de 20 minutos após o disparo. “Como eram realizados vários disparos lá dentro, possivelmente os demais colegas de serviço não notaram nada de diferente”, informou o servidor que trabalha no DPE. O corpo do policial foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). Carvalho tinha 28 anos de carreira na corporação.

Disparos em tanques cheios de água

Segundo a Polícia Civil, nos testes de balística é comum os peritos atirarem em direção a tanques cheios de água. Após o disparo, o perito analisa as condições do projétil. O resultado dessa observação pode ajudar a saber o tipo de arma utilizada em ocorrências criminais. O teste de balística é feito em todas as armas apreendidas pela Polícia Civil e Militar do DF.

Original em: http://g1.globo.com/

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Sem laudos, morte de bebê emperra na Polícia Federal

Sem laudos médicos, o Instituto Nacional de Criminalística, área de Perícias de Medicina e Odontologia Forenses, em Brasília, não concluiu o inquérito sobre a morte de bebê no Hospital Universitário. O bebê, filho de Valdecir Ferreira Sobrinho e Gislaine Ardigo, morreu no dia 17 de abril de 2011. Os pais suspeitam de negligência por parte do hospital.

De acordo com a Polícia Federal faltam documentos de condução do trabalho de parto e de assistência ao parto e recém-nascido, bem como os exames de pré natal. Apesar de receber a instrução, a Polícia Federal em Dourados não determinou nenhuma diligência, em virtude da falta de delegado para conduzir este Inquérito Policial. Segundo informações, desde a saída do delegado José Antônio Franco, no início do ano, a PF não destinou substituto para o caso.

Em janeiro deste ano, a Polícia Federal começou a intimar profissionais de saúde, como médicos e enfermeiros que atuaram do pré-natal ao parto do bebê. O objetivo é ajudar a esclarecer a morte. De acordo com a Polícia Federal, a versão desses profissionais será decisiva para a conclusão do inquérito que apura eventual negligência ou erro médico. Conforme a PF, também já foram oficiados o HU e a Unidade Básica de Saúde do bairro João Paulo II, a fim de levantar informações sobre o caso.

Segundo a Polícia Federal, receituários, exames, prontuários e relatórios de depoimentos serão suficientes para esclarecer a morte do menino dispensando a exumação, conforme análise do Instituto Nacional de Criminalistica em Brasília.

O então delegado responsável pelo caso, José Antônio Simões de Oliveira Franco, explicou no início do ano que se descartada a hipótese de exumação, provavelmente ela não traria as respostas acerca dos questionamentos do caso. “A análise documental poderá nos fornecer muitas provas”, destacou. O delegado ouviu os pais do bebê, em abril do ano passado. O depoimento durou mais de três horas. O caso está sendo investigado em conjunto com o Ministério Público Federal.

CASO

A mãe, gestante de 41 semanas, não teria condições de passar por um parto normal mas, segundo o pai, os médicos teriam ignorado os apelos. Conforme ainda o pai, durante o parto, a equipe médica notou que o cordão umbilical estava enrolado no pescoço do bebê. Diante disso, a equipe teria empurrado o bebê para dentro da barriga da mãe e realizado uma cesariana. A criança morreu e a mãe ficou com vários hematomas no abdome.

Outro problema apontado pelo pai foi a demora no atendimento. Ele conta que o filho deveria nascer no dia 13 de abril, ocasião em que levou a esposa até o hospital. Lá recebeu a informação de que deveriam aguardar alguns dias, tendo em vista que o bebê não estaria pronto para nascer. Dois dias depois a gestante começou a sentir contrações e foi novamente levada ao hospital e desta vez foi internada. Após dois dias de fortes dores, teria sido encaminhada para o parto normal.

O pai diz que procurou o MPF como maneira de chamar a atenção do poder público em relação as mortes que estavam ocorrendo na época na maternidade e evitar perdas de novas vidas. Ele conta que muita gente ainda tem medo de denunciar e que em nome dessas pessoas está procurando justiça.

A Associação de Vítimas de Erros Médicos de Mato Grosso do Sul (Avem-MS) diz que há suspeitas de que, ao empurrar a criança para dentro do ventre da mãe, o pescoço do bebê quebrou. No ano passado, pais e familiares de vítimas de erros médicos, saíram as ruas de Dourados pedindo providências. Os pais buscam justiça em relação às mortes. O caso do bebê está sendo investigado por uma comissão interna de ética médica.

UFGD

Sobre o caso, a assessoria de comunicação do HU remeteu nota na época. “Com relação ao caso da paciente Gislaine Nunes Ardigo, a direção-geral do HU/UFGD informa que todo óbito neonatal é investigado por um comissão interna de ética médica, que já está avaliando este óbito.

A direção clínica informa ainda que já iniciou uma investigação mais aprofundada do caso, com avaliação dos prontuários médicos e obtendo informações junto à equipe.

Em 2011 uma pessoa que preferiu não se identificar relatou que, ao prestar socorro a uma gestante, viveu momentos de horror na época dos fatos. Segundo ele, a mulher, grávida de 5 meses apresentou fortes dores. Ao chegar no hospital da Vida, apesar da emergência, os atendentes informaram que ela deveria procurar o Pronto Atendimento Médico (PAM).

Ao chegar no local recebeu a informação de que na unidade não havia especialista para atender, nem ambulância no PAM ou no Hospital da Vida. Ela perdeu a criança no carro que a levava para o HU. “Uma situação lastimável. Fiquei chocado com a omissão de socorro por parte dos hospitais. Algo deve ser feito com urgência na saúde para evitar novos casos como este”, reclamou na época.

Original em: http://www.fatimanews.com.br

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Agente federal não atirou em confronto

O agente federal George Washington Cavalcanti, 57 anos, morto em um confronto com policiais civis no último dia 5 de janeiro, no Curado, Zona Oeste do Recife, não disparou o revólver calibre 38 que portava. De acordo com perícia realizada pelo Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília (DF), a arma foi disparada após a morte do agente federal. Essa será a principal evidência para que os civis envolvidos sejam indiciados por homicídio doloso e fraude processual.

Em seus depoimentos, os dois agentes da Polícia Civil que abordaram o táxi onde havia dois policiais federais contaram que só dispararam suas armas porque George Washington desceu do veículo atirando. Um dos policiais civis acertou um disparo no peito de Washington, ele caiu sobre o revólver e um intenso tiroteio foi iniciado com a chegada de outros agentes, federais e civis. No final, além da vítima, um segundo agente federal ficou ferido.

Segundo fontes extra-oficiais, a perícia demonstrou que a arma de George Washington apresentava sangue na parte externa, no tambor, mas não dentro do cano. “Ficou claro que ela foi disparada após ter sido atingida pelo sangue de Washington. Se ele atirou primeiro, isso nunca poderia ter ocorrido”, ressaltou, em reserva, uma fonte do JC.

Policiais civis e federais investigavam o mesmo alvo, um traficante de cocaína. O bandido foi preso pela PF no Terminal Integrado de Passageiros. Os agentes George Washington e Silvio Moury embarcaram em um táxi com o criminoso para tentar prender o receptador, mas foram confundidos com traficantes.

Após o tiroteio, os policiais civis recolheram a arma de Washington e devolveram horas depois com um tiro deflagrado.

“Esse exame só vem confirmar o que já sabíamos desde o começo. A cena do crime foi descaracterizada pelos policiais civis”, declarou o presidente do Sindicato dos Policiais Federais de Pernambuco, Marcelo Pires.

A assessoria de comunicação da PF informou que o inquérito só deve ser concluído no fim de abril e até lá não divulgará qualquer dado sobre a investigação.

Original em: http://ne10.uol.com.br

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Perito descobre como determinar a cidade de origem da merla

Saber, a partir da análise dos componentes, se a merla foi produzida em Goiânia, Anápolis ou em alguma cidade do entorno do Distrito Federal.  Esta é a principal contribuição da pesquisa feita pelo atual gerente de Ensino da Superintendência de Polícia-Técnico Científica de Goiás, o perito criminal Rodrigo Irani Medeiros. Amanhã, às 8h30, ele defende tese de doutorado no Instituto de Química da UFG, no Campus 2, em Goiânia.

Original em: http://www.noticiasdegoias.go.gov.br

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