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Governo de Goiás nomeia 230 concursados da Polícia Técnico-Científica

Médicos legistas, peritos criminais e auxiliares de autopsia irão reforçar quadro de profissionais do IML e dos núcleos técnico-científicos no interior

São, no total, 75 médicos legistas, 30 auxiliares de autopsia e 125 peritos criminais | Foto: Leo Iran

O governador Marconi Perillo (PSDB) e o vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), José Eliton (PSDB), empossam, às 10 horas da próxima segunda-feira (2/5), no auditório do Instituto Tecnológico do Estado de Goiás em Artes (Itego) Basileu França, em Goiânia, 230 concursados da Superintendência de Polícia Técnico-Científica.

São 75 médicos legistas, 30 auxiliares de autopsia e 125 peritos criminais que serão lotados no Instituto de Medicina Legal, nos 13 laboratórios do Instituto de Criminalística e, também, nos 13 núcleos de Polícia Técnico-Científica em cidades do interior do estado. Com as nomeações, o governo eleva em quase 70% o número de servidores da Polícia Técnico-Científica da Secretaria de Segurança Pública, dando mais celeridade ao trabalho de análises e à emissão de laudos médicos e periciais.

Também garante a presença desses profissionais em cada um dos núcleos descentralizados, permitindo equilibrar as escalas de plantão no interior. A Superintendência de Polícia Técnico-Científica vinha atuando com 93 médicos legistas, 90 auxiliares de autópsia e 148 peritos para atender todo o estado. O quadro passa de 331 para 561 servidores.

O aumento do efetivo das forças de Segurança Pública do estado de Goiás foi um dos primeiros compromissos assumidos pelo vice-governador e secretário José Eliton. Para ele, a contratação dos peritos e legistas dará uma nova dimensão ao trabalho de alta complexidade realizado pela Polícia Técnico-Científica.

São esses servidores da Segurança Pública os responsáveis por analisar locais de crimes, objetos e corpos de delito para fundamentar os inquéritos com provas de crimes e emissões de laudos médicos e periciais.

Fortalecimento

A superintendente de Polícia Técnico-Científica, Rejane Silva Sena Barcelos, ressalta que as nomeações dos novos profissionais vêm fortalecer todas as unidades da Polícia Técnico-Científica no estado. “Mais importante que abrir novos núcleos é consolidar os que já existem, melhorando a qualidade do atendimento à população e às forças policiais”, afirma. Outro grande desafio, segundo ela, é reduzir o tempo de atendimento na região metropolitana, onde a demanda é maior.

Segundo a superintendente, os 230 policiais nomeados irão passar por uma formação em serviço de cerca de 300 horas. “Pelas peculiaridades de cada profissão, acreditamos que os médicos legistas e auxiliares de autópsia terão um treinamento menor, pela especificidade do trabalho e preparação que trazem consigo, enquanto que os peritos criminais, que atuarão sozinhos em situações as mais diversas, vão ter um treinamento um pouco maior”, explicou.

Na central da Polícia Técnico-Científica em Goiânia, funciona a Medicina Legal, com sua antropologia legal e odontologia forense; e o Instituto de Criminalística com os 13 laboratórios: Biologia e DNA Forense; Drogas; Toxicologia Forense; Análise Instrumental; Balística Forense; Papiloscopia Forense; Informática Forense; Meio Ambiente; Documentoscopia Forense; Áudio e Vídeo; Merceologia Forense; Autenticidade e Vistoria; e Identificação Veicular.

Em todas essas unidades, trabalham 60 peritos em expediente e equipes de plantão que atendem 24 horas ininterruptamente todos os dias, o ano inteiro, nas análises de objetos e amostras biológicas vinculadas a crimes.

No interior do estado, a Polícia Técnico-Científica conta com 13 núcleos nas seguintes cidades: Goiás, Formosa, Morrinhos, Rio Verde, Ceres, Uruaçu, Catalão, Iporá, Anápolis, Jataí, Itumbiara, Quirinópolis e Luziânia. O núcleo de Morrinhos tem uma unidade circunscricional em Caldas Novas; e Formosa tem uma em Campos Belos. Nos 13 núcleos são realizadas atividades de criminalística e de medicina legal.

Rejane Barcelos ressalta que a grande expectativa da Secretaria de Segurança Pública é que esses profissionais cheguem com o intuito de contribuir para melhorar ainda mais os serviços da Polícia Técnico-Científica de forma a atender a população do jeito que a população precisa. “Que venham dispostos ao trabalho, que é integrado com todas as forças policiais, para dar mais qualidade na indicação de autoria de crimes, auxiliando o fortalecimento da prova material, o que indiretamente contribui para a redução do índice de homicídios”, diz.

Segundo justifica, ao oferecer provas de maior qualidade científica, os médicos e peritos contribuem de certa forma para que os autores do crime fiquem mais tempo na prisão, o que acaba resultado na redução dos indicadores de violência.

Atribuições

De acordo com o edital do concurso para médico legista, eles são responsáveis por executar ou orientar perícias médicos-legais; realizar e orientar necropsias; fornecer laudos médico-legais; cooperar em programas de formação e de treinamento de pessoal especializado; assessorar chefias de nível superior; entre outras tarefas.

Já os auxiliares de autópsia auxiliam o médico-legista nos serviços de necrotério; transportam cadáveres para o necrotério e providenciam sua remoção depois de liberado; procedem à guarda de cadáveres e cuidam de sua conservação; registram o movimento de cadáveres em livros próprios; providenciam funeral de indigente recolhido ao necrotério; executam serviços preparatórios para perícias; auxiliam no serviço de exumação; lavam e esterilizam os materiais e zelam por sua conservação; entre outras atividades.

Conforme as atribuições específicas de cada laboratório e também do trabalho externo, os peritos criminais da Polícia Técnico-Científica planejam, ordenam, controlam e elaboram perícias criminalísticas externas e laboratoriais, atendendo locais de crime de qualquer natureza; fazem o levantamento pormenorizado dos locais de crimes e acidentes; coletam evidências materiais relacionadas à pratica de crimes e acidentes; fazem exames de campo nas evidências coletadas; coletam e comparam impressões digitais; examinam ferramentas, fibras, pêlos e outros materiais; fazem modelagens de objetos e pegadas; examinam documentos; valores; fazem análises químicas e toxicológicas; exames microscópicos; entre tantas outras atividades.

Por: Últimas noticias

Original: http://www.jornalopcao.com.br

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Coletiva explica a ajuda do DNA na solução de estupros

O Laboratório de Biologia e DNA Forense da Superintendência de Polícia Técnico-Científica de Goiás, ao solucionar casos de estupro por meio do sistema integrado de banco de dados de DNA, torna-se referência para outros estados. Para apresentar um recente caso em que o exame combinou, ou seja, as amostras testadas correspondem, ‘match’, em inglês, e explicar a igualdade a que chegaram os peritos criminais do Laboratório de Biologia e DNA Forense, a superintendente de Polícia Técnico-Científica, Rejane Barcelos, recebe a imprensa no Instituto de Criminalística logo mais as 9 horas.

Trata-se de um crime de estupro de uma menina de 12 anos que foi elucidado pela superintendência da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária. Desta vez, o resultado de análises de amostras encontradas no corpo de uma criança estuprada foi inserido no banco de dados do Estado e imediatamente o sistema acusou que havia perfil genético com resultado semelhante de um interno da Penitenciária Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia.

Trata-se do terceiro caso de correspondência de DNA, match, do Laboratório de Biologia e DNA Forense do Estado de Goiás. A superintendente da Polícia Técnico-Científica afirma que dificilmente este crime seria solucionado sem o trabalho dos peritos e o sistema integrado de banco de dados de DNA, que reúne e agrega as informações dos bancos de vários estados.

O autor desse estupro havia cometido dois assaltos e dois estupros antes e teve o seu perfil genético registrado no banco de dados a pedido de um juiz em 2014. Outros dois casos de estupro foram elucidados no ano passado graças ao trabalho do Laboratório de Biologia e DNA, um dos vários laboratórios da Polícia Técnico-Científica da SSPAP.

Por: Goiás agora

Original em: http://www.goiasagora.go.gov.br

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Instituto de Criminalística recolhe amostra genética em acusado de estupro para exame de DNA

A perita do Instituto de Criminalística, Rosana Coutinho, recolheu na manhã de hoje, 31, material genético em homem acusado de cometer estupro contra vulnerável. As amostras serão utilizadas para exame de DNA e confronto com material encontrado na vítima, uma criança de apenas 10 anos de idade

O crime que chocou a população alagoana aconteceu na última segunda-feira, dia 28, no bairro de Fernão Velho, na Capital. O acusado João Felipe de Andrade Vasconcelos Pessoa, de 24 anos, foi preso em flagrante depois de cometer o crime.

Testemunhas relataram que o acusado, teria aliciado o garoto, o arrastado para um túnel nas instalações de uma antiga fabrica de tecidos, onde teria praticado abuso contra a criança. Após violentar o menor, João Felipe teria tentado matá-lo com pedradas na cabeça e em seguida o jogado em uma vala.

Rosana Coutinho, explicou que o exame foi realizado na casa de custódia da Polícia Civil e foi uma solicitação da Delegacia dos Crimes Contra Crianças e Adolescente responsável pela investigação do caso. Nessa primeira etapa do exame, com a autorização do acusado, a perita, utilizou três “swabs” para coletar saliva da boca do João Felipe.

“Com a coleta desse material genético passaremos para a segunda etapa do exame que é enviar as amostras para o laboratório de DNA Forense da UFAL. Diante da brutalidade com que o crime foi cometido, e por entender a importância da prova técnica iremos pedir prioridade no resultado que poderá identificar se o material encontrado na vítima é do acusado”, afirmou à perita.

Enquanto aguardam o resultado do exame, a delegacia está terminando de ouvir as testemunhas para concluir as investigações que correm em segredo de justiça. Já a vítima permanece internada na UTI pediátrica do Hospital de Urgência e Emergência. Segundo a assessoria de comunicação do HUE, o menor encontra-se sedado, respirando com ajuda de aparelhos e seu estado é considerado grave.

Original em: http://primeiraedicao.com.br

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Polícia Científica identifica autor de estupro e assassinato

Everton Agnaldo da Silva Marques, 25 anos, é procurado pela polícia pelo crime de estupro e morte de uma adolescente de 15 anos, em Colombo. Foto: DivulgaçãoExame de DNA realizado pelo Instituto de Criminalística do Paraná possibilitou a identificação do autor do estupro e morte de uma adolescente, de 15 anos, ocorrido em março, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. Everton Agnaldo da Silva Marques, 25 anos, é procurado pela polícia e teve imagens divulgadas nesta quarta-feira (05). Ele está com mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça.

O titular da Delegacia do Alto Maracanã, em Colombo, delegado Silvan Rodney Pereira, responsável pelas investigações, contou que o suspeito tinha comparecido à delegacia para prestar depoimento, como suspeito, logo depois do crime. “Não havia prova contra ele. Foi ouvido e liberado. O Instituto de Criminalística fez a coleta de sangue, com a permissão do suspeito”, explica.

Na foto, o perito Emerson Bertassoni Alves, chefe da seção de DNA do Instituto de Criminalística, fala à imprensa.Foto: DivulgaçãoO perito criminal Emerson Bertassoni Alves, chefe da seção de DNA forense, responsável pelo exame que confirmou a autoria do crime, explicou que o trabalho se iniciou com o levantamento do local do crime. No Instituto Médico-Legal, amostras do sêmen deixado na vítima foram coletadas e encaminhadas para exames no laboratório de DNA. Neste setor, foi feito o confronto do sangue coletado no depoimento e o sêmen encontrado na vítima, confirmando que as amostras são da mesma pessoa.

A integração do trabalho desenvolvido pelo IML e pela Criminalística vem sendo intensificada nos últimos meses pelo diretor-geral da Polícia Científica do Paraná, Leon Grupenmacher, primeiro a ser nomeado para o cargo, em abril deste ano. “É esta parceria que possibilitou a identificação do autor do crime com aproximadamente 100% de certeza em um curto espaço de tempo. A função da Polícia Científica é essa, produzir provas para a Polícia Civil, auxiliando na elucidação de crimes”, aponta.

Na foto, o delegado Silvan Rodney Pereira, da Delegacia do Alto Maracanã.Foto: DivulgaçãoPara o delegado, o trabalho conjunto entre as polícias Civil e Científica representa evolução na investigação policial. “Estamos em um momento de transição para a modernidade. O Instituto de Criminalística trabalha com equipamentos de última geração para auxiliar na solução de diversos crimes. Antigamente os métodos eram muito demorados”, compara.

CRIME – Gabriele Fidelis de Lima, de 15 anos, foi morta em 9 de março, no bairro São Gabriel, em Colombo. Ela foi violentada e asfixiada. A vítima havia ido a uma festa com amigos e, na volta para casa, durante a madrugada, percorreu um trecho sozinha, na Rua Saul Bento Nodari. “O bandido a levou para um campinho de futebol próximo, a violentou e a matou usando como arma a calcinha dela”, contou o delegado.

Quem tiver informações sobre Marques pode entrar em contato com a delegacia pelo telefone (41) 3605-0263 ou pelo telefone 181. Não é necessário se identificar.

Original em: http://www.aen.pr.gov.br

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Banco de DNA

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2458/11, apresentado pelo Senado, que prevê a criação de um banco de DNA para auxiliar nas investigações de crimes violentos.

A proposta agora será enviada à Presidência da República para sanção.

O projeto permite a coleta de DNA para identificação criminal e obriga a realização do exame nos condenados por crimes hediondos ou naqueles praticados com violência de natureza grave.

Os dados coletados formarão o banco de perfis genéticos, que permitirá a comparação deles com o DNA encontrado em outras cenas de crime, facilitando a prova de que a pessoa esteve no local.

Para isso, a polícia poderá pedir ao juiz o acesso a esses dados.

DNA Forense

Embora essa prática já seja adotada em alguns países, não há consenso na comunidade científica sobre a precisão dos exames.

Uma análise de DNA não consegue apontar um único indivíduo. Ela fornece uma probabilidade estatística de discernir um indivíduo dentro de um grupo.

A obrigatoriedade da coleta do DNA também é questionada entre os juristas, uma vez que o indivíduo estaria produzindo provas contra si mesmo – hoje, um acusado pode permanecer em silêncio justamente por esse princípio.

Outras questões envolvem privacidade, confidencialidade dos dados genéticos e o arquivamento dos dados fisiológicos pessoais em banco de dados genéticos.

Ocorre que o Brasil não possui uma legislação que tipifique qualquer condição ou restrição de acesso às informações genéticas.

Coleta do DNA

Outra grande preocupação, esta da própria polícia, é quanto à qualidade das amostras e sua conservação.

“O que não pode ser esquecido é que o laboratório não pode analisar um vestígio incorretamente manuseado,” afirma da Polícia Civil do Distrito Federal.

“É importante ressaltar que a qualidade do resultado de uma análise de DNA em vestígios coletados de locais de crime dependerá do tipo, da integridade e da preservação da amostra considerada.

“Assim, a técnica usada na coleta e documentação da evidência, a sua natureza e quantidade, assim como o seu acondicionamento e preservação são alguns dos pontos críticos para um programa de execução do exame de material genético.

“A menos que o vestígio seja devidamente preservado no local, coletado, documentado, acondicionado e encaminhado para exame, ela não encontrará os requisitos legais e científicos mínimos para sua aceitação como meio de prova,”

“O DNA não pode, por si só, provar a culpabilidade criminal de uma pessoa ou inocentá-la, mas pode estabelecer uma conexão irrefutável entre a pessoa e a cena do crime.”, explicou o senador Ciro Nogueira, autor do projeto.

Informações genéticas

As informações genéticas não poderão revelar características físicas ou comportamentais das pessoas, exceto o gênero, em respeito a normas constitucionais e internacionais sobre dados genéticos, direitos humanos e genoma humano.

Esses dados terão caráter sigiloso e seu mau uso sujeitará o responsável a sanções civis, penais e administrativas.

A futura lei entrará em vigor em 180 dias de sua publicação, e o banco de perfis será regulamentado pelo Executivo federal. Os perfis genéticos deverão ser excluídos dos bancos após a prescrição do delito que deu origem à sua coleta.

Original em: http://www.diariodasaude.com.br

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IML oferece 10 serviços diferentes à comunidade

Gerson Odilon informa que há previsão de instalação de unidades do IML em Penedo, Santana do Ipanema, Viçosa e Matriz do Camaragibe

Cerca de 80% dos serviços prestados pelo Instituto Médico Legal (IML) são voltados para pessoas vivas e atendem vítimas de acidentes de trânsito, estupro (conjunção carnal e ato libidinoso), lesão corporal por agressão e acidentes, determinação de idade através de raio-x das mãos e da arcada dentária, exame de embriaguez, exame de rotina nos custodiados no momento da prisão e da soltura.

Além dos outros serviços, pessoas que tiveram mortes violentas, como homicídios, suicídios, por acidente, por erro profissional ou em situações suspeitas, são atendidas também pelo instituto por encaminhamento do delegado de polícia. Os exames servem para que a elucidação dos crimes aconteça mais rapidamente e somente após a perícia, os corpos são liberados para sepultamento.

DNA Forense

O IML também faz exumações e processos de identificação de esqueletos. Durante a perícia na ossada, o legista determina sexo, altura, idade e raça. Apenas um pedaço do osso do esqueleto é retirado e enviado para fazer exame no laboratório de DNA Forense da Ufal, por meio do convênio entre a universidade e o governo do Estado.

Com esta parceria, em Alagoas, foi criado o único banco de dados existente no Brasil e através dos dados armazenados no laboratório, muitas pessoas já foram identificadas.

Corpos não identificados que chegam ao IML também são periciados e ficam na geladeira do Instituto em média por 30 dias. Os não identificados e não procurados são então enterrados no cemitério Divina Pastora. Lá, as covas recebem números que constam em fichas guardadas no instituto para possível reconhecimento posterior.

Com a aprovação do projeto de informatização e digitalização de todos os laudos, o Instituto deseja criar também um banco de dados seguro, contendo informações precisas dos não identificados.

Segundo o diretor do IML em Maceió, Gerson Odilon, há expectativas de que, após a conclusão do novo IML na capital, outras regiões do Estado venham a ter institutos. As cidades contempladas serão Penedo, Santana do Ipanema, Viçosa e Matriz do Camaragibe.

Médico-legista contribui para elucidar crimes

No dia 7 de abril, é comemorado o Dia do Legista, profissional que trabalha para ajudar na elucidação de crimes e em julgamentos corretos. O legista precisa ter curso superior de medicina e especialização em medicina legal, que abrange áreas de direito, biologia, sociologia, química e balística, entre outras.

O exercício da medicina legal oferece vários serviços, alguns desconhecidos de grande parte da sociedade.

O Código de Processo Penal diz que “para todo crime que deixa vestígio é imprescindível o exame de corpo de delito”. A prova material é o que condena ou absolve e a perícia explica os fatos. Um relatório bem elaborado e bem conclusivo colabora para a correta aplicação da justiça. O contrário pode levar o magistrado ao erro e trazer prejuízo para a sociedade.

Para o diretor Gerson Odilon, que é médico-legista há 24 anos e professor de Medicina Legal e Ética Médica da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), ser médico-legista é uma qualidade. “Há um estigma de que só trabalhamos com a morte. Nossos relatórios são a luz do julgador na hora de aplicar a sentença ”, explica.

Original em: http://www.aquiacontece.com.br

 

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Artigo sobre qualidade no laboratório de DNA Forense recebe prêmio de gestão pública

Campo Grande (MS) O artigo escrito pela perita criminal Marianna Vicente de Melo com o tema: Implantação de Sistema de Gestão da Qualidade no Laboratório de DNA Forense do Mato Grosso do Sul conquistou o segundo lugar do VI Prêmio Sul-Mato-Grossense de Gestão Pública, na categoria Acadêmica. Esta categoria reúne os melhores artigos científicos sobre Gestão e Políticas Públicas em Mato Grosso do Sul. A solenidade de entrega dos prêmios será realizada na quinta-feira (16), às 16 horas, no auditório da Governadoria.

A perita do Instituto de Analises Laboratoriais Forense (Ialf) da Coordenadoria de Perícias descreve no artigo científico quais são os passos para implantar um sistema de qualidade em um laboratório. A primeira etapa é a criação de uma Comissão Permanente da Qualidade. Esta comissão deve desenvolver várias atividades para implementar o Sistema de Qualidade, de acordo com os requisitos da norma ABNT ISO/IEC 17.025. A maioria delas diz respeito à motivação, conscientização e capacitação dos funcionários. Eles devem ser capazes de lidar com as mudanças de forma dinâmica e de enxergar as oportunidades de melhoria onde antes só viam problemas, comenta.

Entre algumas estratégias para a implantação deste sistema está a sensibilização dos profissionais envolvidos com a apresentação de palestras sobre a importância da metrologia forense e da qualidade no âmbito da perícia criminal; controle dos documentos, ações corretivas e preventivas, além do mapeamento dos processos, a fim de identificar as etapas de cada atividade, da entrada do material até a saída do produto final (laudo pericial). A implantação deste sistema assegura os resultados periciais, garantindo qualidade nos seus processos. Com isso, se ganha credibilidade e reputação frente à população, comenta.

A perita chama a atenção para a organização. Um dos principais fatores de fracasso na implantação da ISO/IEC 17025 em laboratórios é a falta de comprometimento da alta direção de uma organização, afirma. Este entre outros itens é sugerido pela perita para compor num manual da qualidade que descreve políticas e diretrizes para o atendimento de cada requisito da norma.

O artigo foi feito em prol da sociedade buscando como resultado uma maior qualificação dos procedimentos dos exames de DNA. É importante ressaltar que o serviço público tem uma pressão um pouco menor em relação aos processos de qualidade, por não enfrentar processos de concorrência com seus pares. Para que os recursos recebidos não sejam desperdiçados é necessário um trabalho eficiente, eficaz e efetivo. Para conseguir esses resultados, a Gestão de Qualidade pode fornecer uma contribuição decisiva, ressalta.

Sistema Codis

A perita diz ainda que outro ponto importante é a implantação de um banco de dados genéticos conhecido como Sistema Codis (Combined DNA Index System). A idéia é fazer com que todas as amostras de cabelo, pele, esperma, sangue de suspeitos em crimes abasteçam o banco de dados. Esse sistema de vigilância genética, na qual a Secretaria Nacional de Segurança Pública vem investindo, tem parceria com o FBI que vem treinando peritos criminais de todo País e acompanhando a implantação do sistema. O Sistema Codis não só necessita como exige que haja um processo de Qualidade Total para que seja implantado e gerenciado, finaliza.

Original em: http://www.jusbrasil.com.br

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Mutirão realizou coletas para exames de DNA

Coltas foram realizadas durante mutirão

Com o objetivo de aproximar a Justiça da população, mais uma etapa do projeto Mutirão da Cidadania foi realizada, na manhã da última sexta-feira (28), pela Escola Superior da Magistratura de Alagoas (Esmal). Dessa vez, a ação ocorreu no Fórum de União dos Palmares, onde foram realizadas cerca de 80 coletas de material genético para exames de DNA, além de palestra sobre violência e exploração sexual, apresentação teatral e curso de aperfeiçoamento dos servidores do Poder Judiciário.

O mutirão conta com a parceria do Laboratório de DNA Forense da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A coordenadora do projeto Cidadania e Justiça na Escola, juíza Maria de Fátima Pirauá, ressaltou a importância da inciativa no interior do Estado. “Trazer ações como essa para o município de União dos Palmares é promover cidadania à população local e aproximar a Justiça daqueles mais carentes, que muitas vezes não têm condições financeiras para arcar com o deslocamento para capital”, avaliou.

Durante o programa, servidores de várias comarcas do Estado participaram do Curso de Atualização em Processo Penal, ministrado pelo professor Fernando Muniz Falcão. A abertura do curso contou com a presença do coordenador de cursos para servidores e funcionários da Justiça, juiz João Dirceu Soares Moraes. “O curso de atualização é de extrema importância para os servidores do Poder Judiciário, uma vez que contribuirá na progressão da carreira de cada um deles”, lembrou.

Dando prosseguimento às atividades, o grupo teatral “Sal Produções” se apresentou na Escola Municipal Salomé da Rocha Barros. “A iniciativa foi possível graças ao apoio da presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento, que sugeriu a realização de mais dez apresentações, previstas para acontecer na capital e em outras cidades do interior do Estado”, informou a gerente do projeto Justiça e Cidadania na Escola, Ana Valéria.

Ainda dentro da programação do evento, professores e pais de alunos da Escola Municipal Padre Donald puderam assistir à palestra sobre violência e exploração sexual contra crianças e adolescentes, ministrada pelas educadoras sociais do Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas), Regina Sorrentino e Luciléia Poliana.

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

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Inscrições abertas para cursos de pós-graduação da UMC

Os interessados em aprimorar seus conhecimentos e aumentar as oportunidades no mercado de trabalho já podem se inscrever em um dos 48 cursos de pós-graduação (lato sensu e stricto sensu) da Universidade de Mogi das Cruzes. Com mensalidades a partir de 176 reais, as opções abrangem todas as áreas. Além dos já consagrados, a UMC oferecerá neste semestre três novidades: Manutenção Industrial, Arte-Educação: Abordagens e Perspectivas, e Educação Matemática para a Educação Infantil e Ensino Fundamental: Perspectivas Críticas.

Com corpo docente qualificado – constituído em sua maioria por mestres e doutores – e uma grade curricular rica em informações relevantes e necessárias para a formação profissional, os cursos da UMC unem atualidade e tecnologia à tradição e seriedade. A universidade oferece, ainda, laboratórios, equipamentos modernos e espaços especialmente planejados para o desenvolvimento de aulas e diversas atividades acadêmicas, além do acesso ao Portal de Periódicos da Capes, uma das maiores bases científicas do mundo e que, na região, só pode ser consultado na UMC.

Esses cursos, oferecidos exclusivamente para quem já tem graduação superior, têm carga mínima de 360 horas, com duração de 12 a 15 meses. Conheça todas as opções no www.umc.br/pos/. Para mais informações, ligue 4798-7080.
Extensão
A UMC oferece também mais de 50 cursos de extensão para aqueles que não querem ficar parados. O objetivo é atender, de maneira imediata, às demandas de educação continuada, independentemente da escolaridade e da formação. Essa é a maneira mais rápida e eficiente para garantir atualização, aperfeiçoamento e capacitação profissional nas mais variadas áreas. Esses cursos não têm carga horária mínima, nem formatação pré-definida, e garantem o certificado de proficiência no tema.
Entre as dezenas de opções estão Capacitação em Imunização; DNA Forense; Oficina de Sintaxe I: Termos da Oração; Psicopedagogia Clínica; Capacitação em Educação Especial (Inclusão); Desenho Ambiental; Instalação e Administração LINUX; Programação NET; Excelência em Gestão de Equipes e Organização e Promoção de Eventos. Saiba mais, e veja a relação completa de opções, no http://www.umc.br/ pos/extensao_ capacitacao/index.html.
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Em MT governo inaugura laboratório de DNA Forense da Politec

O Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), inaugura nesta quinta-feira (03.12) o novo laboratório de Biologia Molecular (DNA Forense) da Politec.

O evento terá início com o descerramento da placa e visita oficial do governador do Estado, Blairo Maggi, ao laboratório. Neste momento só será permitida a entrada da imprensa oficial (Secom) e da equipe responsável pela transmissão da visita que será exibida em tempo real no auditório da Politec por meio de telões.

Para a melhor realização do evento e a garantia de captura de imagens do laboratório por todos os veículos de comunicação, a Sejusp aconselha aos jornalistas a comparecerem ao local do evento com pelo menos 15 minutos de antecedência, quando as autoridades presentes estarão disponíveis para entrevistas.

Ao término da solenidade de inauguração todos os veículos terão a oportunidade de coletar imagens do laboratório. Para isso, um jornalista da equipe da Assessoria de Imprensa da Sejusp e um técnico do laboratório farão o acompanhamento.

Considerando que o laboratório de DNA é um ambiente restrito, onde deve ser respeitada a esterilização, só poderão entrar na unidade fotógrafos e cinegrafistas devidamente identificados. Cada veículo terá cinco minutos para coleta de imagens e só será permitida a entrada de um veículo por vez.

A Sejusp frisa a todas as emissoras, jornais impressos e onlines, revistas e rádios que esta será a única oportunidade para a coleta de imagens do laboratório. Após isso não será mais permitida a entrada de pessoal não autorizado nas dependências da unidade.

Original em: http://www.expressomt.com.br

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