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Polícia investiga desvio de droga do Instituto de Criminalística em S. José

Cerca de 9 kg da droga foram encontrados na zona sul nesta quarta (25).
Drogas tinham selo do instituto; laudo também foi apreendido.

A Polícia Civil investiga o desvio de nove quilos de droga do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Científica em São José dos Campos. A droga foi encontrada em uma loja de veículos no bairro Jardim Morumbi, nesta quarta-feira (25), em embalagem selada do instituto, acompanhada de um laudo.

O produto foi encontrado após investigadores receberem denúncias sobre suspeita de receptação de peças de veículos roubados e tráfico de drogas no local. Após revista, policiais encontraram porções de crack e cocaína no porta-malas de um veículo da loja.

A droga apreendida estava em envelopes numerados supostamente pelo IC. Um laudo do instituto sobre o produto também foi apreendido no carro. O responsável pelo estabelecimento não foi encontrado.

O IC é responsável por fazer a análise de entorpecentes após a apreensão e, posteriormente, encaminha para a destruição. Não há informações sobre os suspeitos pelo suposto desvio.

Outro lado
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) foi procurada e informou que o caso será apurado pela 1ª Corregedoria Auxiliar de Polícia na cidade.

Do G1 Vale do Paraíba e Região

Original em: http://g1.globo.com/

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Droga apreendida na lataria de três carros é incinerada em Pirapozinho

Mais de 300 kg de maconha e 7,8 de cocaína foram destruídos pela polícia.
Material foi encontrado nesta terça-feira (14), na Avenida Bertasso.

Material estava na lataria de três carros estacionados em posto de combustível (Foto: Polícia Civil/Cedida)

Mais de 300 kg de maconha e 7,8 kg de cocaína foram incinerados nesta quinta-feira (16), em Pirapozinho. A droga faz parte da apreensão realizada na terça-feira (14), quando três carros que transportavam o material na lataria foram identificados e seis pessoas presas, segundo informações da Polícia Civil.
O trabalho foi realizado após autorizações judiciais e presidido pelo delegado Luís Otávio Forti. Representantes do Ministério Público, Instituto de Criminalística e Vigilância Sanitária também acompanharam a destruição dos entorpecentes em um forno industrial.

Drogas foram incineradas em forno industrial (Foto: Polícia Civil/Cedida)

Os carros com a droga foram encontrados em um posto de combustíveis na Avenida Bertasso. Os policiais chegaram até o local depois de uma denúncia anônima por volta das 16h45 e constataram que dentro um Fox com placas de São Paulo, um Gol de Catanduva (SP) e um Celta de Cravinhos (SP) haviam rádios comunicadores iguais, o que chamou a atenção da PM. Os ocupantes confessaram o crime e afirmaram receber R$ 5 mil pelo transporte.

Original em: http://g1.globo.com/

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Polícia incinera 250 kg de entorpecentes

Apreensões de entorpecentes realizadas neste ano por policiais apucaranenses na região já totalizam mais de meia tonelada

Polícia incinera 250 kg de drogas em Apucarana

Polícia incinera 250 kg de drogas em Apucarana

A Polícia Civil de Apucarana incinerou ontem mais 250 kg de maconha. A droga foi apreendida em uma operação do Serviço Reservado da PM (P2) no mês passado, em Sertanópolis. Três apucaranenses envolvidos com o tráfico de drogas e roubos de carros foram presos naquela ação policial.

Além da maconha foram queimados 1,1kg de crack e 105g de haxixe. A fornalha de uma indústria foi utilizada na destruição dos entorpecentes.

Com a ação de ontem, que responde a determinação judicial da Comarca de Apucarana, a Polícia Civil já queimou mais de 700 kg de drogas este ano. A maior parte composta por maconha apreendida no município. Pela quantidade de drogas armazenadas, o Poder Judiciário determinou caráter especial nos inquéritos policiais.

A lei 11.343/06 permite que seja retirada uma pequena amostra da droga apreendida, anexada ao processo até sua conclusão. O restante deve ser destruída. A medida é para garantir segurança pública e evitar que tentem roubar a droga invadindo um depósito protegido. “O entorpecente fica apreendido até que laudo pericial que confirme que o material é droga, então é solicitado ao judiciário a incineração”, explica o superintendente da 17ª Subdivisão Policial, (SDP) Roberto Francisco dos Santos.

Original em: http://www.tnonline.com.br

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Polícia Científica do Rio encontra até veneno para matar barata em cocaína vendida na cidade

Mistura de substâncias às drogas potencializa ainda mais efeito negativo

Cocaína vendida no Rio, mesmo misturada com outros elementos, é menos nociva à saúde do que o crack e o oxi

A Polícia Científica do Rio de Janeiro descobriu substâncias como fermento em pó, anestésicos, cafeína, mármore em pó, cimento branco, pó de giz e até mesmo veneno para matar baratas misturadas à cocaína que é vendida na cidade. De acordo com as análises, os produtos são incluídos na composição final da droga para que esta renda além do normal e a venda se torne bem mais lucrativa para os traficantes.

Essa mistura, segundo o ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli), potencializa ainda mais os efeitos negativos da cocaína, do crack e também do oxi sobre o organismo. As três drogas têm a mesma origem – pasta-base extraída da folha de coca – no entanto, a cocaína, mesmo sendo misturada com outras substâncias, é menos nociva à saúde. Já o crack é até 40 vezes mais potente que ela e o oxi é ao menos 40 vezes mais forte que o crack.

A explicação é que, enquanto a cocaína passa por um processo de purificação durante o refino, que é a sua transformação em pó, o crack e o oxi, que são considerados drogas sujas, guardam as impurezas, como os solventes misturados para a obtenção da pasta-base.

Outra justificativa é o fato dessas drogas serem fumadas e não inaladas, como a cocaína. De acordo com o ICCE, ao serem fumados, o crack e oxi vão direto para os pulmões e chegam ao cérebro rapidamente. Ao ser inalada, a cocaína é absorvida pelo organismo através das mucosas, de forma mais lenta. Com isso, o usuário demora a sentir vontade de usar a droga novamente.

A diretora do Nepad (Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas), Ivone Ponczek, alerta que quanto mais misturada, mais nociva a droga é, seja cocaína, crack ou oxi.

– Essa gradação da cocaína para o crack e para o oxi é um bom exemplo de como é possível transformar uma droga que já era altamente prejudicial em algo ainda pior.

Crack e oxi

No crack, os solventes mais usados são gasolina, diesel e querosene. A mistura deles com a pasta-base e com bicarbonato de sódio dão origem à droga, assim que são submetidos ao fogo. Parte dessa mistura evapora; o que sobra empedra e vira crack. O nome da droga vem do barulhinho que ela faz quando vira a pedra.

Já a composição do oxi ainda não é conhecida pelas autoridades. O ICCE está desenvolvendo um método inédito no Estado para identificar a droga. Segundo o diretor do instituto, Sérgio Henriques, dentro de dez dias, a polícia terá como diferenciar o oxi do crack.

Ivone Ponczek acredita que é difícil saber os elementos que compõem o oxi devido ao seu processo de fabricação ser menos elaborado do que o do crack.

– O crack ainda precisa de algumas experiências para ser fabricado. Já o oxi é mais simples, o que é preocupante. Cada pessoa cria sua própria fórmula para a droga. Isso deixa o produto menos controlável.

Original em: http://noticias.r7.com

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Polícia Federal apreende 2,8 quilos de droga em Bauru suspeita de ser oxi

A Polícia Federal, através da Delegacia de Polícia Federal de Bauru, realizou ontem a prisão em flagrante de J.H.F.M., 24 anos, pela posse de aproximadamente 2,8 quilos de droga à base de cocaína. A suspeita é de que seja oxi, entorpecente ainda mais devastador que o crack. Contudo, apenas após o teste que será feito no Instituto de Criminalística é que será definido o tipo de droga.

Segundo informações do delegado que efetuou o flagrante, José Emanuel Ferreira de Almeida, a ocorrência foi registrada por volta das 12h30 de ontem, em um posto de combustíveis localizado na rodovia Marechal Rondon, perímetro urbano de Bauru. A droga estava escondida na lateral dos bancos traseiros de um veículo GM/Celta, dirigido pelo autuado.

Os policiais federais desconfiaram da postura do acusado no momento em que o avistaram e, durante a abordagem, ele confessou o transporte da droga. J.H.F.M foi autuado pelo crime de tráfico de drogas e, em seguida, encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Bauru.

Original em: http://www.jcnet.com.br

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Polícia desenvolve método de identificação do oxi

Oxi chega a ser 40 vezes mais forte que o crack

O Instituto de Criminalística Carlos Éboli, da Polícia Científica do Rio de Janeiro, está desenvolvendo um método inédito no Estado para identificar o oxi, droga 40 vezes mais forte que o crack. Segundo o diretor do instituto, Sérgio Henriques, dentro de dez dias, a polícia terá como diferenciar o oxi do crack.

Henriques diz que o processo de identificação da droga já está bem adiantado e que é necessário uma série de testes químicos para apontar quais elementos compõem a droga. Segundo ele, há a suspeita de que o oxi contenha cal virgem ou permanganato de sódio. O crack é uma substância 40 vezes mais tóxica que a cocaína, já o oxi é 80 vezes pior.

A primeira apreensão de oxi no Estado pode ter sido feita em 17 de maio passado, em Niterói, na região metropolitana. Os policiais encontraram 18 pedras que, segundo o traficante, seriam de oxi. Em um laudo preliminar da Polícia Científica constatou a presença de cocaína e querosene na droga, segundo explica Henriques.
A Justiça alega que já foi confirmada a presença de cocaína e, portanto, que se trata de substância entorpecente.

As autoridades em segurança e saúde públicas temem que o consumo de oxi também conhecido como óleo, por ter consistência oleosa enquanto é consumido – se espalhe pelo país, a começar pelas principais capitais.

O preço é o grande apelo da substância: de R$ 2 a R$ 5 por cinco pedras, que podem ser mais amareladas ou mais brancas, dependendo da quantidade usada de querosene ou de cal virgem.

Para a professora de psiquiatria da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Maria Thereza de Aquino, as autoridades não querem repetir o mesmo erro que aconteceu com o crack, hoje encontrado em qualquer favela do Rio.

O secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, diz acreditar que ações educacionais são importantes no combate à dependência química provocada por novas drogas, como o oxi.

“A gente sabe que tem que estar preparado para enfrentar o oxi, o crack e outras drogas que ainda vão surgir. Então, implantar um sistema de monitoramento precoce é um objetivo do Brasil para que, a longo prazo, a gente consiga mapear com antecedência qual a tendência de novas drogas que chegam ao mercado” relatou o secretário.

Dependência imediata


A rapidez com que se instala a dependência é uma das ações devastadoras do oxi, de acordo com o médico Elisaldo Carlini, do Cebrid (Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas). A forma de consumo é por meio do fumo, o que torna a absorção da droga extremamente rápida.

O usuário apresenta, geralmente, problemas referentes ao aspecto social. Ele é marginalizado, se separa da sociedade, da família e vive apenas em função da droga. O principal agente causador do efeito do oxi no corpo é a cocaína, que causa insônia, falta de apetite e alterações mentais, popularmente conhecidas como paranoia.

Assim como o crack, a absorção acontece no pulmão e vai direto para a corrente sanguínea. A diferença está no tempo. O crack demora 15 segundos, já o oxi leva 10 segundos para fazer efeito. O oxi também deixa o usuário com cor amarelada, problemas de fígado, dores estomacais, dores de cabeça, náuseas, vômitos e diarreia constante. Uma pessoa viciada em oxi pode morrer em apenas um ano.

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

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‘Eles não conseguem explicar’

O delegado adjunto da 9ª Subdivisão Policial de Maringá (9ª SDP), Nilson Rodrigues da Silva, afirma que os rumores de que o oxi tenha chegado a Maringá são “sempre assim”.

“Os dependentes não sabem explicar de quem compraram e onde. Eles falam que acham o oxi no Centro, mas nós nunca apreendemos”, explica.

No último dia 16, a Polícia Militar apreendeu 600 gramas de uma substância que poderia ser a “droga da morte”. As pedras foram enviadas para o Instituto de Criminalística do Paraná, em Curitiba, para confirmação. A 9ª SDP ainda aguarda resposta.

Droga apreendida pela Polícia Militar que foi para análise em Curitiba

Na avaliação do tenente da Polícia Militar e relações públicas do 4º BPM, Alexandro Marcolino Gomes, é bem provável que o oxi tenha chegado a Maringá e que a apreensão feita no último dia 16 venha a confirmar a presença da “droga da morte” na cidade.

 

Consumo
“Para ser solucionado tem
que ser tratado como questão
de saúde pública e não apenas
de segurança”
Alexandro Marcolino Gomes
Tenente da PM

 

 

 

No entanto, segundo Gomes, independente do fato do oxi ter ou não chegado a Maringá, a sistemática de trabalho da Polícia Militar vai continuar o mesmo com a checagem de denúncias que chegam pelo telefone 181 e de rondas ostensivas com abordagens de suspeitos.

 

“Existe a lei de drogas e o trabalho que nos cabe tem sido feito. É um problema grave que, para ser solucionado, tem que ser tratado como questão de saúde pública e não apenas de segurança”, diz.

Original em: http://maringa.odiario.com

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Primeira apreensão de oxi no Rio teria sido em Niterói

Josias Ferreira da Costa seria um dos principais responsáveis pelo tráfico de drogas no Morro do Preventório

 

Policiais da 79ª DP (Jurujuba) prenderam, na manhã desta terça-feira, um homem acusado de tráfico de drogas em uma colônia de pescadores, em Jurujuba, Niterói. Entre as drogas apreendidas com o suspeito, estaria a substância conhecida como oxi, droga considerada 40 vezes mais forte que o crack.

O entorpecente, que o próprio acusado diz ser oxi, foi encaminhado para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) para passar por perícia.  A nova droga é o resultado da mistura do resto do refino das folhas de coca, ácido sulfúrico, cal e querosene ou gasolina, enquanto o crack é a mistura de pasta de cocaína com bicarbonato de sódio.

Josias Ferreira da Costa, o Juninho, de 31 anos, resistiu à prisão e tentou agredir alguns policiais. As investigações apontam que ele é um dos principais responsáveis pelo tráfico de drogas no Morro do Preventório, na mesma localidade. 

Com o suspeito, os agentes apreenderam, além do suposto oxi, uma mochila contendo 53 pedras de crack, 206 sacolés de cocaína e 54 trouxinhas de maconha, além de munições e R$ 182.

Josias possui três anotações criminais, duas por tráfico de drogas e uma por porte ilegal de arma de fogo e roubo.

Uma das drogas apreendidas seria o oxi, entorpecente considerado 40 vezes mais forte que o crack

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Original em: http://odia.terra.com.br

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Polícia apreende 180 kg de drogas na zona sul de SP

A polícia apreendeu nesta sexta-feira (28) uma grande quantidade de drogas dentro de uma residência no bairro Vila Progresso, região de Santo Amaro (zona sul de São Paulo). Dois homens foram presos quando faziam o transporte da droga de um carro para dentro do imóvel.

Ao todo, a Polícia Militar encontrou 158 kg de cocaína e 22 kg de maconha divididos em tijolos de 1 kg cada um. Os policiais estavam indo atender uma ocorrência nas proximidades da viela Veigas, quando viram um veículo Fiat Strada prata, parado no meio da viela.
Ao verificar o carro, os PMs observaram uma sacola no compartimento de cargas e no chão da rua um rastro de pó branco levando até a frente de uma casa.
Ao entrar na residência, os policiais surpreenderam um servente de 26 anos e um autônomo de 37, com mais cinco sacolas iguais à do carro. Nas sacolas foram encontrados sacos com cocaína e tijolos de maconha.
O capitão Marcondes, responsável pela operação, explicou que o local era um depósito em que se realizava a mistura e o preparo das drogas para distribuição e venda. “No local também encontramos euros e reais e dois telefones celulares, era um depósito para venda de drogas”, afirmou Marcondes.
O servente e o autônomo foram presos em flagrante e encaminhados ao 101º DP, juntamente com a droga apreendida, para o registro da ocorrência, registrada como drogas sem autorização ou em desacordo. Foi realizado exame no Instituto de Criminalística (IC) e constatado se tratar de cocaína e maconha.

Original em: http://www.jornalfloripa.com.br

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Crack vendido no sul de Minas tem até veneno de rato

Uma análise feita por peritos do Instituto de Criminalística revelou que o crack vendido no Sul de Minas contem substâncias como veneno de rato, água de bateria, remédio parara emagrecer e até produtos usados na fabricação de pão de queijo. Em alguns casos foram encontrados também produtos como sabão em pó e fermento ácido bórico. As misturas são tão frequentes que há pedras de crack que chegam a ficar coloridas. O Instituto de Criminalística realiza os exames nas substâncias apreendidas para certificar-se se são ilícitas ou não. De acordo com os peritos, algumas amostras apresentaram 60% da droga e o restante de materiais que foram misturados a droga. Alguns produtos “nem são identificados”. Os traficantes acrescentam outros materiais para aumentar a quantidade da droga e, consequentemente, os lucros. No submundo do tráfico, a medida é conhecida como “batizado”. “A mistura desenfreada de substâncias químicas torna o entorpecente vendido ao usuário cada vez mais nocivo a saúde”, informaram os peritos do instituto.

Cidade Polo

Alfenas tem sido uma das cidades que mais dissemina drogas na região. São constantes as apreensões de crack e a prisão de suspeitos de tráfico que vem até a cidade buscar os entorpecentes. 

Segundo fontes policias, a maior parte da droga que vem para Alfenas chega de Ribeirão Preto (SP). “Os manos de Ribeirão”, como são conhecidos no mundo do crime os traficantes daquela cidade paulista, seriam ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) com “células” em Alfenas. “Células” são pequenos núcleos ou representantes da facção criminosa.

Original em: http://www.correiodoslagos.com.br

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