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MP aponta falta de estrutura durante inspeção no IML e Instituto de Criminalística

Após fiscalização, órgãos têm prazo de 5 dias para responder as requisições do MP sobre dados referentes aos exames feitos nos institutos.

A fiscalização foi realizada na manhã de ontem.

Manaus – Falta de estrutura física e de insumos para a realização de perícia foram algumas das situações encontradas durante fiscalização do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), no Instituto de Criminalística e no Instituto Médico Legal, durante a manhã de ontem(17). Após a inspeção, os órgãos têm o prazo de cinco dias para responder as requisições do MP-AM sobre dados referentes ao exames feitos nos institutos.

O promotor João Gaspar explicou que as fiscalizações são realizadas a cada seis meses. “O que fazemos é a inspeção visual, vamos nos locais ver a situação, exigimos a documentação, perícia de dados. Nossa função é encontrar irregularidades e encaminhar para autoridades competência”, afirmou. “Precisamos saber a dimensão dos problemas que cada um enfrenta para melhorar. São órgãos importantes para a população, para Justiça e outros órgãos”.

Gaspar afirmou que a situação encontrada no Instituto de Criminalística foi a mais crítica. Segundo ele, o prédio é inadequado para atender a demanda. “O diretor nos disse que o número de servidores é suficiente, desde que tivessem uma estrutura física adequada e também a questão de insumos de perícia. Segundo informações obtidas, muitas perícias não funcionam porque não há insumos, reagentes”.

No IML, segundo Gaspar, a condição encontra-se razoável, apesar de não ser ideal, já que a demanda vem aumentando. “Venho verificando uma evolução da gestão, as coisas estão melhorando paulatinamente. Claro que não é o ideal. A limitação é muito grande, porque a demanda cresceu muito. Por exemplo, há 20 câmaras frigoríficas, é um trabalho no limite. O ideal seria triplicar esse número para atender a demanda”, explicou.

De acordo com a diretora do IML, Maria Margareth Vidal, o órgão tem enfrentado um momento de alta demanda, com dificuldades, por causa da crise. “As gavetas que temos estão atendendo, mas claro que não é o ideal. Estamos trabalhando como todo o servidor público trabalha, com esforço, pois estamos vivendo um momento de crise”, disse a diretora, acrescentando que as requisições do MP-AM serão atendidas.???Já o diretor do Instituto de Criminalística, Mahatma Sonhará Araújo, destacou que muitos setores ameaçam a ficar paralisados por conta da falta de reagentes. Segundo ele, esta é a terceira visita que o MP-AM faz ao instituto, mas os problemas permanecem.”Esta é a terceira visita que tenho conhecimento.

Nessas três os problemas permanecem, porque nós temos recursos que não podemos utilizar. Dependemos de instâncias superiores. Mas, claro, que não conseguimos utilizar tudo que a gente precisa realmente, comprar insumos por exemplo”, disse.Segundo ele, o Instituto de Criminalística depende de recursos externos para atender as suas atividades. “Temos um prédio obsoleto, que é precário. Só serviria se estivermos há 30 anos atrás. A minha esperança é que o executivo realize alguma ação, pois estamos atuando com muita dificuldade”, finalizou o diretor.

Original em: http://new.d24am.com

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Governador inaugura primeiro laboratório forense

O governador Renan Filho inaugura nesta sexta-feira (4), às 15 horas, o Laboratório Forense do Instituto de Criminalística (IC). A unidade será responsável pelos exames nas áreas de química, toxicologia e biologia forense e sua implantação marcará a história da perícia criminal alagoana.

O Laboratório Forense do IC, o primeiro de Alagoas, recebeu o nome do perito Severino Lira dos Santos e funcionará no prédio-sede da Perícia Oficial do Estado de Alagoas, situado na Rua do Sol. Orçada em R$ 475 mil, a obra foi financiada com recursos do Tesouro Estadual.

O novo espaço conta com uma moderna estrutura, que inclui salas de toxicologia, biologia forense, química forense, cromatografia gasosa, confecção de laudos, cromatografia líquida e espectroscopia, sala para preparação de soluções e descontaminação de vidrarias, sala do servidor, custódia de vestígios, recepção e chefia.

Segundo a perita criminal Rosana Coutinho, chefe de perícias de laboratório, o projeto foi planejado para oferecer as melhores condições de trabalho aos peritos criminais que irão atuar no espaço na realização de análises de provas técnicas.

Além da estrutura física foram investidos mais de R$ 2,3 milhões na aquisição de equipamentos para o laboratório, fruto de convênio firmado entre Governo do Estado e o Ministério da Justiça.

“Na área química os peritos poderão analisar substâncias brutas como maconha, cocaína, crack e outros tipos de drogas sintéticas. Na área de biologia serão examinadas vestes, instrumentos de crime e objetivos diversos, para se constatar a existência de substâncias biológicas, a exemplo de sangue humano, sêmen, entre outros, para serem encaminhados para o confronto genético. E na toxicologia serão examinadas as interações de substâncias nos corpos humanos,” esclareceu a perita Rosana Coutinho.

O perito-geral Manoel Melo destacou que a obra havia sido paralisada no ano passado e, por conta disso, o IC Alagoano corria o risco de perder todos os equipamentos adquiridos no convênio com o Ministério da Justiça. Ele explicou que o projeto da construção do laboratório foi iniciado no final do ano de 2010, com contrapartida do Estado, após assinatura do convênio.

“Estamos muito felizes em poder inaugurar e começar a utilizar todos os recursos do laboratório forense do IC, ressaltando o empenho de nossa equipe para a finalização desse projeto. Conseguimos iniciar a obra em outubro de 2013, mas com os entraves burocráticos os trabalhos foram paralisados, sendo necessária a substituição da antiga construtora. O Laboratório Forense irá contribuir diretamente no enfrentamento da criminalidade”, explicou Manoel Melo.

Para o secretário de Estado da Segurança Pública (SSP/AL), Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, a inauguração do Laboratório Forense significa um ganho incalculável para a perícia, que agora passa a ter condições de realizar exames indispensáveis e muito importantes, dando celeridade aos laudos.

“Não podíamos imaginar equipamentos caros devolvidos; uma perícia com profissionais competentes, mas sem condições de produzir e agilizar trabalhos importantes para a elucidação de crimes. O governador Renan Filho assumiu o débito deixado; a obra foi retomada e agora a perícia tem um espaço seu, com capacidade de realizar análises sem precisar de peregrinação. E a sociedade, com certeza, será a maior beneficiada”, concluiu o secretário Alfredo Gaspar de Mendonça Neto.

Fonte: Agência Alagoas
Original em: http://www.alagoas24horas.com.br
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Agente do IC se recusa a fazer perícia em droga sem auto de apreensão e é levada presa

Se não for tomada nenhuma providência, daqui pra frente, qualquer autoridade policial pode  chegar aqui e obrigar o perito produzir a prova que ele quer. É o fim da autonomia dos peritos’, alerta a presidente do Sinpoeam

O delegado plantonista  do 12ª Distrito Integrado de  Polícia (DIP), Miguel Ângelo, levou presa perita criminal Cacilda Satomi, 48, segundo ele por desacato.

A prisão de Satomi aconteceu por volta da meia-noite desta última terça-feira (1º) no laboratório onde ela trabalha no Instituto de Criminalística (IC). O IC fica localizado na avenida Noel Nutels, no bairro Cidade Nova 2, Zona Norte de Manaus.

A perita se recusou a receber trouxinhas de droga para serem periciadas sem o auto de exibição da droga, conforme norma estabelecida em portaria da Delegacia  Geral da Polícia  Civil.

Cacilda foi levada para o 12º DIP onde foi ouvida e o delegado chegou a lavrar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) que não chegou a ser encaminhado à Justiça devido a interferência do delegado supervisor do dia Carlos Sena.

Depois de ouvida, Cacilda foi liberada. A presidente do Sindicato dos Peritos Oficiais do Amazonas (Sinpoeam), Fernanda Versiani, disse que a ação do delegado é um atentado à prova pericial.

“Se não for tomada nenhuma providência, daqui pra frente, qualquer autoridade policial pode  chegar aqui e obrigar o perito produzir a prova que ele quer. É  o fim da autonomia dos peritos” disse Fernanda. Até o fechamento desta matéria, o delegado Miguel Ângelo ainda não havia sido localizado para comentar o caso.

Por: Manaus (AM)

Original em: http://acritica.uol.com.br

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IC confirma que RG de jovem impedida de fazer prova do Enem é autêntica

A perita criminal Andrya Amorim concluiu na manhã da última quarta-feira, 11, exame pericial realizado na carteira de identidade de uma candidata ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que foi proibida de fazer a prova por suspeita de está portando cópia do documento. A análise documentoscópica confirmou que a RG da estudante é original.

 Segundo a perita, o exame foi solicitado pela delegacia do 1º Distrito Policial da Capital com o objetivo de constatação de autenticidade do documento remetido para estudo intitulado carteira de identidade.  Na analise documentoscópica foram realizadas, no documento questionado, exame direto através das análises óptica e tátil, e indireto auxiliado pelo equipamento Comparador de Vídeo Espectral (CVE).

 “Em virtude da presença dos dispositivos de segurança peculiares, consegui comprovar por meio dos exames, que o documento de identificação civil é autêntico”, explicou à perita.

 Segundo o tio da estudante, José Clovis Soares, o episódio da retirada da sua sobrinha ocorrido no dia 25 de outubro, traumatizou a estudante e toda a família que acompanhava de perto todos os esforços da estudante para ser aprovada no certame. Ele contou que no dia do fato, ela chegou normalmente para participar do segundo dia do exame, quando foi convidada pelos fiscais a se retirar das dependências do colégio por supostamente está usando a cópia do RG.

 “Entramos com um processo na Justiça Federal e o exame pericial realizado pelo Instituto de Criminalística será determinante para a elucidação do caso. O laudo realizado pelo núcleo de documentoscopia comprovará a inocência da minha sobrinha e com isso iremos lutar para que ela tenha seu direito garantido de fazer as provas para o curso de medicina da Ufal”, afirmou Soares.

 O laudo pericial com a conclusão da análise foi protocolado e será encaminhado para a delegacia responsável pela investigação do caso. Uma cópia do exame também foi entregue a família para que possa ser anexado ao processo na Justiça Federal.

Fonte: POAL

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

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Gaeco pede afastamento de vereadores que tentaram enganar investigação

Os vereadores Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB) e Edson Shimabukuro (PTB), correm o risco de serem afastados. (Foto:Reprodução)

Pelo mesmo motivo que levou o prefeito afastado Gilmar Olarte a não conseguir o Habeas Corpus quando foi preso no mês passado, os vereadores Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB) e Edson Shimabukuro (PTB), correm o risco de serem afastados. No caso de Olarte, ele entregou o celular sem o chip e bloqueado. Já os aparelhos entregues pelos parlamentares não eram o de uso pessoal, e o Gaeco (Grupo Especial de Repressão ao Crime Organizado) entendeu como uma manobra para atrapalhar as investigações.

Veja Mais
Vereadores pedem informações da perícia dos celulares ao Gaeco
Gaeco não entrega celular a vereador Otávio Trad e advogado reclama ao TJ

No despacho ao pedido de afastamento feito pelo Gaeco, o desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva deu prazo de cinco dias para que os vereadores Carlão e Shimabukuro se manifestem sobre a acusação de tentativa de enganar o órgão do MPE (Ministério Público Estadual) responsável pela Operação Coffee Break, que investiga esquema de compra de vereadores mediante liberação de dinheiro e cargos na Prefeitura, para a aprovação da cassação do prefeito Alcides Bernal (PP). O Gaeco requereu também que ambos fiquem impedidos judicialmente de entrarem e frequentarem o prédio da Câmara de Vereadores, mesmo pedido feito no caso de Mário César (PMDB), afastado das suas funções públicas desde a Operação Coffee Break, em 25 de agosto deste ano.

Os dois foram conduzidos coercitivamente à sede do Gaeco no dia da Operação Coffee Break e naquela ocasião entregaram os celulares periciados. O problema é que, mesmo passado tanto tempo Carlão e Shimabukuro não retornaram para entregar os aparelhos de uso pessoal. O Gaeco só descobriu a artimanha quando recebeu o laudo da perícia feita pelo IC (Instituto de Criminalística). O que foi entregue pelo vereador do PTB era da esposa e o do parlamentar do PSB, de terceiro.

Otávio Trad – No mesmo despacho o desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva se manifesta sobre o pedido feito pelo advogado André Borges, para a liberação do celular do vereador Otávio Trad (PT do B) e o laudo da perícia. Outro pedido atendido pela Justiça é a anexação das 300 páginas de informações sobre a movimentação bancária do vereador no período investigado pelo Gaeco.
O órgão do MPE havia rejeitado os documentos e devolvido ao advogado, que protocolou reclamação ao desembargador. Em seu despacho, Bonassini diz: “Considerando que, efetivamente, o aparelho celular do mesmo, com o respectivo chip, já foram devidamente periciados, não há necessidade de permanecerem à disposição deste juízo, de forma que autorizo a devolução, mediante certidão nos autos”. O advogado André Borges disse que espera receber nesta quarta-feira o material solicitado.

Original em: http://www.campograndenews.com.br

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Moradores encontram ossada em terreno no Cacau Pirêra

Peritos vão fazer exame de antropologia forense na ossada, para saber o sexo e a data aproximada da morte

Manaus – Uma ossada humana foi encontrada no fim da tarde desta quinta-feira, dentro de um terreno particular, no Distrito do Cacau Pirêra, em Iranduba a 28 quilômetros de Manaus. Os peritos do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Civil (PC), informaram que um exame de antropologia forense será feito na ossada para identificar o sexo e a data aproximada da morte.

A equipe de investigação do 31º Distrito Integrado de Polícia (DIP) de Iranduba, relatou que moradores da área pescavam em um igarapé que fica dentro do terreno particular, ao encontrarem o corpo, acionaram os policiais militares da 8ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) do município.

Os peritos do IC informaram, ainda, que no terreno onde a ossada foi encontrada, ocorreu um incêndio há cerca de três meses, o que pode ter facilitado a decomposição do cadáver. A ossada foi removida para o Instituto Médico Legal (IML).

O exame de antropologia forense na ossada deve ficar pronto em até 30 dias, segundo informações da equipe de perícia do Instituto de Criminalística.

Por: Jucélio Paiva – DEZ Minutos /

Original em: http://new.d24am.com

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Seis meses após suspender divulgação de dados do IML, Secretaria da Segurança volta publicar números

No 1º semestre, houve saldo negativo entre exames necroscópicos realizados e laudos emitidos

A Secretaria de Estado da Segurança Pública voltou a divulgar, nesta quinta-feira (29), dados referentes a exames realizados e laudos expedidos pelo IML (Instituto Médico-Legal) e pelo IC (Instituto de Criminalística).

No início do ano, após o secretário Alexandre de Moraes assumir a pasta, a publicação dos números, que era feita trimestralmente havia dez anos, tinha sido suspensa.

No período em que os dados foram omitidos, o IML registrou números negativos em relação aos exames necroscópicos (realizados em vítimas de morte violenta), que só agora, após a produção do órgão aumentar, foram tornados públicos.

Até o fim do segundo trimestre, o IML havia realizado 17.118 exames necroscópicos em 2015 e emitido um total de 14.361 laudos (referentes tanto a exames realizados neste ano como em anos anteriores).

O déficit era de 2.757 documentos.

Os laudos necroscópicos são considerados provas técnicas, que podem ajudar a Polícia Civil a identificar o autor de um assassinato ou a definir como “homicídio” uma morte inicialmente classificada como “suicídio”.

Em julho, após questionar o sumiço dos números nas estatísticas do 1º e 2º trimestre de 2015, o R7 foi informado que a Polícia Técnico-Científica estava com dificuldades de remeter os dados, mas que eles seriam divulgados assim que possível.

Os números só foram publicados agora, após a reportagem questionar novamente a pasta, juntamente com os dados do terceiro trimestre, quando, pela primeira vez em 2015, o departamento conseguiu emitir um número de laudos superior ao total de exames realizados.

De julho a setembro, foram expedidos 10.180 documentos e realizados 8.701 exames.

Exames clínicos e perícias

Outros dados que vinham sendo omitidos pela secretaria apontam que tanto o IML como o IC haviam registrado números negativos no primeiro trimestre, mas melhoraram a produção a partir de abril.

Em relação a exames clínicos (como os de lesão corporal e toxicológico) e demais análises, o IML teve saldo negativo de 11.405 laudos entre janeiro e março (115.643 exames realizados e 104.238 pareceres expedidos), mas apresentou melhora entre abril e junho, com saldo positivo de 8.922 laudos (116.757 exames realizados e 125.679 pareceres expedidos) e manteve o ritmo de julho a setembro, com saldo positivo de 21.474 laudos (117.944 exames realizados e 139.429 pareceres expedidos).

O mesmo ocorreu com a produção do Instituto de Criminalística. Após um saldo negativo de 15.149 laudos no primeiro trimestre (151.622 perícias realizadas e 136.473 pareceres expedidos), recuperou a produção no segundo trimestre, apresentando saldo positivo de 46.449 laudos (160.872 perícias realizadas e 207.321 pareceres expedidos) e manteve o resultado positivo no terceiro trimestre, com saldo positivo de 21.269 laudos (159.450 perícias realizadas e 180.719 pareceres expedidos).

Análise da metodologia

Questionada pelo R7 sobre a omissão dos dados durante a atual gestão, a secretaria afirmou que “a responsabilidade pelo fornecimento das informações necessárias à publicação trimestral de laudos médicos e periciais é da Superintendência da Polícia Técnico-Científica, que informou à CAP/SSP (Coordenadoria de Análise de Planejamento), em 30 de janeiro de 2015, que suspenderia o envio dos dados para análise da metodologia anterior e eventual apresentação de novos itens.”

De acordo com a pasta, “tanto para a publicação dos dados do 1º trimestre quanto do 2º trimestre, o responsável pela Assistência Técnica da SPTC solicitou novo prazo para a finalização dos estudos que possibilitassem uma classificação mais detalhada na produtividade”.

O órgão afirmou ainda que a nova classificação e os dados haviam sido enviados para publicação no 3º trimestre. “Importante ressaltar que, diferentemente de outros dados, a legislação (Lei nº 9.155/95 e Resolução SSP nº 161/01) não exige a publicação trimestral dos dados da SPTC.”

A metodologia na divulgação dos dados, porém, pouco mudou em relação ao quarto trimestre de 2014. Apenas os itens relativos a “exames clínicos laboratoriais” do IML foram desmembrados em “exames clínicos laboratoriais” e “exames outros realizados”.

Déficit de ao menos 650 mil laudos

Em junho do ano passado, reportagem de Lumi Zúnica, da TV Record, especial para o R7, apontou que a Superintendência da Polícia Técnico-Científica, da qual o IML e o IC fazem parte,  devia quase 2 milhões de laudos.

Na época, a superintendente da Polícia Técnico-Científica, Norma Bonaccorso, afirmou que o déficit era menor do que o calculado pela reportagem, mas admitiu atraso em aproximadamente 650 mil laudos.

Ainda no ano passado, a Secretaria de Estado da Segurança Pública contratou cerca de 200 legistas e 500 peritos.

Por: Alvaro Magalhães, do R7

Original em: http://noticias.r7.com

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Obra do Nexus será questionada mesmo sem perícia do Instituto de Criminalística

Ação deverá ser aberta nos próximos dias no MPGO. Pedido de análise de vistos contidos em Estudo de Impacto de Trânsito (EIV) está na fila, atrás de outros 500 processos

Está na fila do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico Científica de Goiás o pedido de perícia para verificar a veracidade das assinaturas da pesquisa de opinião do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) do megaempreendimento Nexus Shopping & Business, na Avenida D com a Avenida 85, ao lado do viaduto Latif Sebba.

Conforme apurou o Jornal Opção, cerca de 500 solicitações da Justiça ou de delegacias do estado estão na frente do protocolado pelo vereador Elias Vaz (PSB). Ele preside a CEI das Pastinhas, da Câmara Municipal de Goiânia, que investiga irregularidades na emissão de alvarás de construção na capital.

O laudo final da IC é aguardado para embasar questionamento no Poder Judiciário ou Ministério Público de Goiás (MPGO) — neste último caso, se aceito, pode ser oficializada a ação civil pública ou cassação do alvará direta.

Porém, o vereador pretende, nos próximos dias, protocolar ação popular sem a análise do IC pedindo a nulidade do processo administrativo que concedeu o alvará para o início das obras. Contudo, a peça corre o risco de ficar sem consistência. Por isso a importância do laudo do instituto.

Foram anexados ao protocolo cópias da pesquisa de opinião com as respectivas assinaturas dos entrevistados, que se assemelham em muitos casos. A reportagem do Jornal Opção também foi anexada. Questiona-se, ainda, a quantidade de rubricas sem identificação. A pesquisa faz parte do EIV, necessário para obter o alvará de Uso de Solo para início das construções. Por isso, avalia-se que o ato administrativo que liberou o alvará foi praticado com crime.

O Jornal Opção entrou em contato com a gerente do IC, Valquíria Soares de Freitas, mas ela não atendeu as ligações.

A 7ª Promotoria de Justiça de Goiânia do Meio Am­bi­ente, Patrimônio Cultural e Urba­nismo já está apurando as irregularidades. A promotora Alice de Almeira Freire deu início ao Procedimento Preparatório nº 035/2015, resultado de uma denúncia feita pelo Sindicato dos Ar­qui­tetos e Urbanistas do Estado de Goiás (Sarq-GO), para analisar toda a documentação do Nexus, a­pro­vada pela Secretaria de Pla­ne­ja­mento Urbano e Habitação (Seplanh).

Inicialmente, o foco das apurações da CEI das Pastinhas era de 2007 a 2010, quando Iris Rezende (PMDB) era prefeito. Porém, novas denúncias, como a do gigante do Setor Marista, foram apresentadas. Especialmente após reportagem publicada na Edição 2100 mostrar que possível fraude na pesquisa de opinião pode colocar em xeque a construção do megaempreendimento. A empresa Construtora Milão fez o levantamento.

Original em: http://www.jornalopcao.com.br

 

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Equipamentos recebidos pelo Instituto de Criminalística de RO auxiliarão na resolução de crimes cibernéticos

Através de convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o Instituto de Criminalística (IC) órgão vinculado a Superintendência Estadual de Polícia Técnico-Científica (Politec) de Rondônia, recebeu equipamentos de informática e softwares que vão aumentar a eficiência nas investigações e elucidação de crimes cibernéticos.
 
Trata-se de duas estações periciais de alta capacidade, dois dispositivos de extração de informações de aparelhos celulares, um duplicador de discos rígidos e quatro softwares. Este aparato tecnológico, vai auxiliar o trabalho desenvolvido pela Seção de Informática Forense e Seção de Audiovisual. 
 
De acordo com o perito criminal Valnei de Lima, o equipamento permitirá a recuperação, extração e análise de dados de smartphones, celulares, tabletes e computadores, permitindo acesso às conversas de whatsapp, ligações, sms, fotos e vídeos. “Vamos conseguir extrair dados de uma variedade enorme de modelos de celulares. Antes tínhamos que improvisar, usar softwares diferentes para cada celular, cabos diferentes. E agora temos toda essa tecnologia concentrada em um só aparelho, o que certamente vai agilizar o trabalho”, explicou.
 
O perito esclareceu ainda, que essa tecnologia poderá ser aplicada tanto na resolução de crimes cibernéticos, quanto em outros casos diversos, como de pedofilia, homicídios e ameaças. Ele destacou também, o fato de que muitas informações relacionadas a vida das pessoas, na atualidade, estão registrada nos aparelhos móveis de comunicação. 
 
O perito criminal ressaltou que há 12 anos esses equipamentos eram esperados pela Seção de Informática Forense. “Antes tínhamos que transcrever manualmente as mensagens de celulares e tabletes. Depois passamos para um equipamento improvisado. Agora nosso trabalho será mais rápido”, ressaltou.
 
O software recebido pela Seção de Audiovisual faz a limpeza e traz qualidade às gravações de áudio que estejam com muito ruído e de difícil entendimento.
 
Para o superintendente da Politec, Girlei Veloso, esse é um momento muito importante para o IC. “A Senasp tem sido uma parceira importante e esses instrumentos vão permitem que possamos auxiliar a Justiça com maior eficiência”, afirmou.

Para o presidente do Sindicato dos Peritos Criminais de Rondônia (Sinpec), Edilson Almeida Souza, a criação da Politec começa a dar resultados importantes, que são fundamentais para o trabalho da Justiça e consequentemente, para a sociedade rondoniense. 

Fonte Assessoria

Original em: http://www.ariquemesonline.com.br

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Nova sede fica apenas no papel

O Ministério Público de Minas Gerais relatou que há um projeto para resolver os problemas das instalações do Instituto de Criminalística (IC) e que ele demandaria um recurso de R$ 14 milhões. “No entanto, houve um recuo do governo estadual, e o projeto ainda não foi executado”, consta no documento do MPMG.

Por meio de nota, a chefia da Polícia Civil informou que R$ 670 mil já foram investidos na elaboração dos projetos arquitetônico e executivo de um novo espaço para a perícia: o Núcleo Integrado de Perícias Criminais, que vai abrigar o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico-Legal (IML). A previsão é que ele comece a ser construído no próximo ano, ao custo de R$ 16 milhões.

“Tem mais de cinco anos que se fala nesse núcleo, e ele nunca saiu do papel. Estamos buscando algum prédio para fazer a mudança porque não tem mais condição de ficar na sede atual (no Barro Preto). A gente faz vários relatórios, há anos, desde 1997, e não vemos nenhum resultado concreto”, disse o presidente do Sindpecri, Wilton Sales.

Na semana passada, o sindicato e a Associação de Criminalística do Estado encaminharam ofícios para as comissões de Direitos Humanos e de Segurança Pública da Assembleia Legislativa solicitando uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para verificar o “sucateamento, o abandono e as condições lastimáveis de trabalho vivenciadas pela perícia”. O deputado Durval Ângelo, presidente da comissão de Direitos Humanos, disse que vai atender o pedido.

Por: Joana Suarez

Original em: http://www.otempo.com.br

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