Perícia criminal em SP está comprometida por falta de combustíveis

Instituto de Criminalística (Foto: Reprodução/ EPTV)

Instituto de Criminalística (Foto: Reprodução/ EPTV)

O Instituto de Criminalística tem 146 núcleos de peritos em todo o Estado, que se deslocam com frota de 500 veículos.

O diretor do IC, Ivan Miziara, disse que a partir de segunda feira (28) não tem mais combustível para fazer pericias criminais.

O estoque está acabando. A prioridade é a recolha de cadáveres e as perícias que envolvem mortes e grave violência.

Por: Por César Tralli

Original emhttps://g1.globo.com

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Perito vira réu por laudo falso do acidente com filho de Alckmin

Foto do processo mostra painel da aeronave danificado

 Foto do processo mostra painel da aeronave danificado Reprodução Processo Judicial

O perito Hélio Rodrigues Ramacciotti, do Instituto de Criminalística de São Paulo, foi denunciado pelo Ministério Público por falsa perícia, por supostamente ter inserido informações falsas nos laudos feitos para a investigação sobre a queda do helicóptero que matou Thomaz Alckmin, filho do ex-Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e outras quatro pessoas, em 2015. O juiz Renato de Andrade Siqueira, da 1ª Vara Criminal de Carapicuíba, aceitou a denúncia em 24 de abril.

Segundo o Ministério Público, os erros nos laudos quase mudaram os rumos do inquérito policial e levaram ao indiciamento indevido de três pessoas. Com a descoberta das informações falsas inseridas nos documentos, os três foram “desindiciados” por ordem do juiz.

Na denúncia, obtida pelo R7, a promotora Camila Moura e Silva aponta quatro itens do laudo nos quais Ramacciotti teria inserido informações falsas. O perito teria indicado que o painel das chaves da aeronave não estava danificado, mas fotografias da perícia anexadas ao laudo mostravam exatamente o contrário.

Thomaz com o pai Geraldo Alckmin (PSDB)

Thomaz com o pai Geraldo Alckmin (PSDB)

Reprodução

A promotora descobriu que Ramacciotti para elaborar o laudo analisou uma aeronave do Exército que disse ser similar à acidentada para falar sobre as possíveis causas do acidente. Contudo, o helicóptero usado na comparação era a versão militar de outro modelo do mesmo fabricante. Nem o número de pás do rotor principal era o mesmo – o helicóptero que caiu tinha 5 pás enquanto o analisado pelo perito tinha 4. Neste tipo de aeronave, a pá tem a função da asa.

O perito do IC também foi acusado de copiar o resultado dos exames realizados pela Aeronáutica nos ensaios de amostras dos combustíveis e fluídos hidráulicos. Segundo o Ministério Público, Ramacciotti copiou o laudo inteiro da Aeronáutica e apresentou o resultado como se ele tivesse realizado os exames no material.

A Justiça negou o afastamento do perito pedido pelo Ministério Público. A Corregedoria da Polícia Civil foi notificada pelo MP para dizer como está o andamento do processo administrativo disciplinar aberto contra Ramacciotti.

Por: Marcos Guedes, da RecordTV

Original em: https://noticias.r7.com

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Instituto de Criminalística de Alagoas é o segundo do país a receber novo modelo de quantificador de DNA

 (Crédito: Divulgação/Perícia Oficial)

(Crédito: Divulgação/Perícia Oficial)

A equipe do Laboratório Forense do Instituto de Criminalística (IC) da Perícia Oficial de Alagoas realizou nesta terça-feira (20) treinamento para operar o novo aparelho quantificador de DNA. O equipamento adquirido por meio de contrato de comodato – empréstimo gratuito – será utilizado para aprimorar e agilizar exames de genética na elucidação de casos criminais.

Alagoas é segundo estado do país a receber esse novo modelo de quantificador de DNA, modelo Quant Studio HID PCR em tempo real, juntamente com um software HID.  De acordo com o fabricante, o modelo é usado nas perícias cientificas para quantificar DNA e estimar possíveis degradação e inibição em amostras forenses.

Uma técnica da empresa fornecedora do equipamento esteve hoje na sede do Laboratório Forense e realizou um treinamento para toda a equipe responsável por esse tipo de exame no laboratório.

Durante o treinamento, eles aprenderam a manusear a plataforma integrada e o sistema usado pelo equipamento, que serve para detecção, quantificação e monitoramento em tempo real de produtos amplificados por reações químicas homogêneas validadas para aplicações em identificação humana. O uso desse equipamento permitirá uma economia anual de mais de R$ 100 mil aos cofres públicos, pois evitará repetição de análises das amostras por desconhecimento da quantidade de DNA em cada uma. Os recursos economizados poderão ser revertidos para novos investimentos na Perícia Oficial.

Quantificados

“A aquisição do quantificador de DNA pelo Governo de Alagoas é um marco na Perícia Alagoana, pois, a partir de agora, as análises de confronto genético pelo Laboratório de Genética Forense serão realizadas com maior eficiência e agilidade, permitindo a identificação dos corpos que chegam diuturnamente aos IMLs, bem como, a elucidação de crimes em que o criminoso deixa vestígios biológicos”, ressaltou a chefe do laboratório.

Como o contrato atual é de comodato, a Perícia Oficial já abriu processo administrativo para aquisição desse equipamento definitivamente, tendo em vista sua funcionalidade e eficiência. O referido equipamento será adquirido com recursos do Fundo Estadual de Segurança Pública, já tendo aprovação Conselho Estadual de Segurança Pública (Conseg).

Original em: http://www.tnh1.com.br

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Perícias de crimes de Informática do Instituto de Criminalística de Alagoas recebe novo equipamento

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A Chefia de Perícias de Crimes de Informática do Instituto de Criminalística (IC) de Alagoas acaba de receber uma nova estação forense de última geração. O equipamento será utilizado para realização de exames periciais de investigações que apuram crimes de homicídios, crimes contra a criança e o adolescente, fraudes bancárias, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, organizações criminosas, etc.

O chefe do setor, perito criminal Wellington Melo, explicou que o equipamento é um servidor de alto desempenho, que proporcionará aos peritos mais eficiência em etapas dos exames. Com os devidos softwares forenses instalados na unidade será possível processar e analisar vestígios digitais deixados em dispositivos de informática que possuam relação com a prática de crimes.

Novo servidor Wellington

“Com esta nova ferramenta a equipe de peritos do setor conseguirá coletar e processar dados em menos tempo, visto que a máquina possui o dobro de processadores e de memória quando comparada a melhor estação forense até então utilizado no IC, ou seja, com uma máquina robusta é possível reduzir o tempo de algumas etapas dos exames, e, por conseguinte, de entrega de laudos”, afirma o perito Wellington Melo.

Avaliado em mais de R$ 112 mil, a estação forense foi adquirida através de um acordo firmado entre o Governo do Estado e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), que prevê a modernização dos órgãos de perícia criminal de todo o país. De acordo com a perita criminal Rosana Coutinho, gestora do convênio, essa é mais uma conquista do IC alagoano no combate à criminalidade.

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

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Projeto propõe ao Estado criar a Cidade da Polícia

Fachada da antiga sede da Ciretran, hoje abandonada, é um dos prédios que viriam abaixo para dar lugar à nova edificação, de 5 mil metros quadrados, orçada inicialmente
em R$ 10 milhões

Fachada da antiga sede da Ciretran, hoje abandonada, é um dos prédios que viriam abaixo para dar lugar à nova edificação, de 5 mil metros quadrados, orçada inicialmente em R$ 10 milhões

A cúpula da Polícia Civil em Rio Preto encaminhou à Secretaria Estadual de Segurança Pública pedido de demolição do antigo prédio da 17ª Ciretran, localizado na avenida América, na Vila Santa Cruz. A ideia é revitalizar aquela região com a construção de um novo prédio que irá receber a “Central de Polícia Judiciária” em terreno com aproximadamente 5 mil metros quadrados. O valor estimado da obra é de R$ 10 milhões.

De acordo com o delegado seccional José Mauro Venturelli, o novo prédio agruparia a Central de Flagrantes (plantão policial), o 1º, 2º, 3º, 5º e o 7º distritos policiais, a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), a Delegacia do Idoso, o Núcleo Especial Criminal (Necrim) e própria Delegacia Seccional.

Está previsto ainda a construção de estacionamento e garagem subterrânea para os servidores públicos. A concentração dos serviços em um único imóvel representaria uma economia de R$ 1,2 milhão ao ano aos cofres públicos com o pagamento de aluguel.

Em dezembro, a proposta de demolição do prédio foi apresentada ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) durante a inauguração do novo prédio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) no município. O secretário estadual de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, afirmou que uma equipe de técnicos da pasta viria a Rio Preto para avaliar a área. O Diário apurou, no entanto, que até o momento a promessa feita na presença do governador não foi cumprida.

Além do antigo prédio da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), seriam demolidos os prédios onde funcionam a atual Central de Flagrante e os imóveis que eram usados pela DIG/Dise – todos vizinhos. “Nosso objetivo é garantir o melhor atendimento à população”, afirmou o delegado seccional.

O pedido de demolição foi baseado em laudos técnicos elaborados pelo Instituto de Criminalística (IC), pela Defesa Civil e pela empresa Dias & Cardozo Engenharia, contratada para avaliar as condições dos imóveis, e que constatou que “a ruína total ou parcial da edificação é iminente”.

Clique na imagem para ampliar  (Foto: Reprodução)

“Não resta dúvida que o correto parecer técnico é ser favorável à demolição total e nova construção das unidades, não restando outra opção que não seja esta à administração pública”, consta em trecho do laudo elaborado pela empresa.

Na semana passada, o Diário teve acesso ao interior do antigo prédio da Ciretran e constatou a situação de abandono do imóvel. Segundo representantes da Polícia Civil na cidade, há risco de incêndio no local. Só não é maior porque toda a documentação que estava arquivada no prédio foi recentemente retirada do local a pedido da Delegacia Seccional.

No interior do prédio, é possível verificar material inflamável descartado irregularmente, principalmente caixas e folhas de papel, perto de fios da rede elétrica. A reportagem encontrou até Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH) jogadas no chão em uma das salas.

“Todos os laudos periciais demonstram que é preciso realmente demolir os imóveis. Estão irregulares. Estão com a infraestrutura comprometida. O gasto para recuperar tudo seria muito maior”, afirmou Venturelli.

Em nota, o prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo (MDB), afirmou que o convênio com a Polícia Civil está sob avaliação. Ele afirmou nesta segunda-feira, 19, que a Secretaria de Planejamento avalia o pedido apresentado pela Delegacia Seccional.

Atendimento provisório

Caso seja autorizada a demolição, Venturelli afirmou que o plantão policial vai funcionar temporariamente no atual prédio da DIG, na zona norte.

Em nota, a Polícia Civil informa que os técnicos do Departamento de Administração e Planejamento (DAP) foram ao local e orientaram o Deinter-5 sobre as especificações para a demolição. “O projeto está em fase de liberação nos órgãos responsáveis. Informações sobre a obra só poderão ser passadas após a conclusão dessa fase”, diz a nota emitida pela Secretaria de Segurança Pública.

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Segurança cria grupo de trabalho para agilizar perícias

A medida está entre as primeiras ações do novo diretor do Instituto de Criminalística do Paraná…

Um grupo de trabalho foi criado para atuação rápida em casos de eventuais problemas relacionados ao serviço de perícia e recolhimento de corpos. A medida está entre as primeiras ações do novo diretor do Instituto de Criminalística do Paraná, Marco Antônio de Souza, que tomou posse nesta segunda-feira (12).

“Pretendo fazer um levantamento da situação em cada seção técnica no Interior e também na Capital. Verificar os problemas e, juntamente com o corpo técnico, buscar as melhores soluções”, disse Souza. Ele tomou posse durante reunião no gabinete do secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Júlio Reis, da qual participou o diretor-geral da Polícia Científica – que também abrange o Instituto Médico Legal – Hemerson Bertassoni.

A intenção, diz o novo diretor, é evitar situações de demora na realização de perícia em local de morte resultando, consequentemente, no atraso do recolhimento do corpo. Em regra, o IML só pode retirar o corpo do local de morte após a perícia do Instituto de Criminalística.

O secretário da Segurança Pública destacou que o governo tem feito uma série de investimentos na Polícia Científica. “Determinei aos diretores da Criminalística, IML e Polícia Científica que tenham especial atenção à agilidade das perícias. O Governo do Paraná tem feito fortes investimentos na área, como construções, compra de novos equipamentos e viaturas, além da contratação de pessoal. Espero que todos tenham um comprometimento cada vez maior com a celeridade dos trabalhos”, disse Reis.

Marco Antônio de Souza, 55 anos, é perito criminal há 23. Ele tem especialização em Gestão em Segurança Pública com ênfase em Perícia Criminal. Antes de assumir a direção do IC, Souza chefiou o Setor de Balística, foi assessor da Divisão Administrativa do instituto e respondia pela Direção Administrativa da Polícia Científica do Paraná.

Original em: https://cgn.inf.br/noticia

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Cientista criminalístico contesta versão da polícia de troca de tiros na morte de jovens em Mogi das Cruzes

  Nesta sexta-feira (9), completa um ano que jovens de classe média alta suspeitos de assaltar postos de combustíveis em Mogi das Cruzes acabaram mortos por policiais do Deic da capital.

A polícia disse que houve troca de tiros. Mas a família de um desses jovens contratou um especialista para demonstrar que houve uma execução.

O cientista criminalístico Sérgio Hernández contesta a versão da polícia sobre uma suposta troca de tiros entre os suspeitos e os policiais.

Ele afirma que os suspeitos de assaltar vários postos de combustíveis em Mogi das Cruzes na noite do dia 9 de março do ano passado foram executados. “O ponto principal é que não houve troca de tiros”, diz Hernández.

De acordo com a versão da polícia, por volta das 20h45, homens armados abordaram um frentista em um posto de combustíveis no bairro da Ponte Grande e levaram R$ 317.

Mas eles não perceberam que no momento do assalto tinha polícia por perto. Eram policiais civis do Deic da Capital que estavam dentro da loja de conveniência e foram avisados do roubo.

Houve perseguição, e nas imagens de uma câmera de monitoramento de uma empresa dá para ver quando o carro dos suspeitos entra de marcha a ré em alta velocidade, bate e arrasta uma caçamba.

Depois outro carro aparece, e no fim outro policial surge na calçada e atira contra o carro que acelera, e tenta escapar.

Logo após esse momento, segundo o boletim policial, houve troca de tiros. O carro vermelho onde os suspeitos estavam ficou bastante destruído e três dos quatro suspeitos morreram: Rogério de Oliveira Filho, de 17 anos, Matheus Wilson da Costa Reis e Vitor Gomes Andrade Tito, ambos de 19 anos. Apenas Vitor Saldanha de 19 anos sobreviveu. No entanto, ele ficou vários dias internado no Hospital Luzia de Pinho Melo em estado grave.

Segundo a polícia, com eles foram encontrados dinheiro, duas armas e 4 gramas de maconha. Os jovens também são suspeitos de assaltar outros dois postos de combustíveis na mesma noite. A ação deles também foi gravada pelas câmeras de monitoramento.

Mas os pais de Matheus Wilson da Costa Reis nunca acreditaram na versão da polícia. Eles contrataram Sérgio Hernández para uma perícia particular.

Para o perito, os três rapazes não atiraram contra os policiais, eles foram executados. Hernández afirma que são várias as possíveis contradições da versão policial.

Uma delas é que não há evidências de tiros que saíram do carro e sim o contrário. O próprio laudo do Instituto de Criminalística (IC) aponta “resultado negativo” para vestígios de pólvora nas mãos dos três que morreram.

Na animação por computador feita pela perícia particular, Victor Andrade Gomes Tito está sentado no banco de trás do carro no lado direito.

Reconstituição feito por perito particular mostra jovem teria sido executado por policial civil em Mogi das Cruzes (Foto: Reprodução/TV Diário)

Reconstituição feito por perito particular mostra jovem teria sido executado por policial civil em Mogi das Cruzes (Foto: Reprodução/TV Diário)

Para o perito, o policial fez os disparos à curta distância, e com a porta do carro aberta. A prova seria o que os especialistas chamam de “tatuagem”, uma mancha escura de pólvora que envolve a entrada da bala no corpo da pessoa.

O cientista afirma que essa marca só aparece quando o tiro foi realizado a uma distância de até 50 centímetros, e essa seria uma evidência de execução. “Se tivesse troca de tiros essa tatuagem não existiria. Essa prova foi gerada pelo laudo cadavérico feito por um perito legista oficial onde consta que dos tiros nessa vítima apresentava tatuagem”, destaca Hernández.

No outro trecho da animação é Matheus que está na direção do carro. Segundo o perito, ele teria sido atingido pelo mesmo policial que atirou em Vitor.

Segundo o laudo prévio do IC, no total Matheus levou seis tiros em diversas partes do corpo e na nuca. “Levou um tiro na nuca que será confirmado na exumação e o carro na parte traseira não tem marcas de passagem de projétil. Isso é mais um indício que os tiros foram efetuados com as portas abertas.”

A família de Matheus não quis gravar entrevista, mas autorizou o advogado a falar sobre os próximos passos. “A gente pode verificar que existem divergências sobre o tiro fatal,a quantidade de tiros, a quantidade de cápsulas. São muitas divergências”, ressalta o advogado Ronaldo Mazza.

A Polícia Civil de Mogi das Cruzes informou que o inquérito policial está em andamento pelo Setor de Homicídios da Seccional.

Segundo a polícia, o sobrevivente foi ouvido e está preso no CDP de Mogi. Ainda de acordo com a polícia, a Corregedoria da Polícia Civil abriu um procedimento administrativo, em trâmite pelo núcleo corregedor de Mogi e que os policiais envolvidos na ação permanecem em suas atividades.

Original em: https://g1.globo.com

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Governo do Estado amplia Instituto de Criminalística em Taboão da Serra

A Polícia Civil de Taboão da Serra encerrou nesta semana a reforma e ampliação do Instituto de Criminalística, obra custeada pelo Governo do Estado e que contou com o apoio da prefeitura.
O Estado investiu R$ 358,9 mil nas obras de reforma e ampliação da sede da Equipe de Perícias Criminalísticas que passou a utilizar, além do prédio principal, um anexo. A prefeitura doou um terreno para a ampliação da unidade.

Segundo o secretário de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa, a obra de ampliação é “mais uma parceria do Governo do Estado com a prefeitura. Ampliamos o IC para possibilitar que as investigações criminais ganhem uma agilidade maior ainda em Taboão, que passa a atender também toda a região”.

A deputada estadual Analice Fernandes destacou que os investimentos em segurança realizados pelo Estado vêm sendo ampliados na região. “Nos últimos anos inauguramos o 2º distrito policial do Pirajuçara, chegaram novas viaturas e agora essa boa notícia, a ampliação do IC que irá beneficiar toda a região”.

Com as obras, foram acrescidos 180 m² de área predial e 500 m² de área útil. O prédio principal da unidade tem dois andares e conta com salas de chefia, recepção, espaço para armazenamento de peças, almoxarifado, plantão, alojamentos, laboratório, arquivo e banheiros.

No outro imóvel, há um andar com recepção, banheiro adaptado, cozinha, e diversas salas, entre elas, para exames veiculares e de peças automotivas, para testes de balística, equipe de engenharia e para impressão e servidor fotográfico.

A reforma possibilitou a instalação de rede elétrica e de computadores, pintura, colocação de novo piso, além de reformulação da rede hidráulica da unidade.

A Equipe de Perícias Criminalísticas de Taboão é comandada pelo perito Luis Orlando Aponte Ruiz e, além do município, é responsável por Cotia, Vargem Grande Paulista, Embu das Artes, Itapecerica da Serra, São Lourenço da Serra, Juquitiba e Embu-Guaçu.

A unidade tem dois acessos – um principal pela Rua Jovina de Carvalho Dau, 233, e outro na Rua Comendador Ângelo Rinaldi, 135, no bairro Parque Santos Dumont, região central da cidade.

Estado

O Governo de São Paulo investe no reforço dos recursos das polícias. Desde 2011, foram contratados 1.935 novos soldados e adquiridas 608 viaturas para o Corpo de Bombeiros do Estado. O investimento na compra dos veículos foi de R$ 118,8 milhões.

No mesmo período, a Polícia Técnico-Científica recebeu 904 novos policiais e 487 viaturas, compradas por R$ 36,1 milhões.

Além disso, estão em formação nas academias das polícias 243 futuros policiais técnico-científicos e 2.502 policiais militares. Também há concursos em andamento para preencher 2.200 vagas de soldado, 74 de tenente-médico e 221 de aluno-oficial da Polícia Militar.

Original em: http://www.otaboanense.com.br

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Governador anuncia nomeação de peritos para o IC de Arapiraca

? (Foto: Davi Salsa)

Em entrevista coletiva, concedida na manhã desta segunda-feira (8), em Arapiraca, o governador Renan Filho (PMDB) disse que, nos próximos dias, serão nomeados 15 novos peritos criminais, aprovados no último concurso e que aguardam a convocação.

Ele adiantou que a maioria dos novos servidores será para o Instituto de Criminalística (IC) de Arapiraca.

O instituto aguarda a chegada das equipes para ser finalmente inaugurado.

‘Já convocamos a reserva técnica para a Secretaria de Educação e para as polícias Civil e Militar. Agora, em outra etapa, vamos nomear os peritos para o IC de Arapiraca”, salientou Renan Filho.

A instalação do IC dependia da Prefeitura de Arapiraca, que ficou de dar uma contrapartida com o reforço de pessoal de apoio técnico e administrativo, mas até o momento o prefeito Rogério Teófilo (PSDB) não cedeu os servidores.

A proposta do governo de Alagoas é de que o Instituto de Criminalística tenha duas equipes de peritos por turno de trabalho, veículo, toda infraestrutura necessária, além da polícia científica.

Duplicação até Maceió

Ainda na entrevista coletiva, Renan Filho falou do andamento das obras de duplicação da AL-110, no perímetro urbano de Arapiraca.

“Já está quase pronta. Havia dois problemas de desapropriação que já foram sanados. A obra será finalizada até o início de fevereiro. Essa obra vai significar o início do ciclo de duplicação para Arapiraca, que integrará o município a Maceió. Isso vai garantir desenvolvimento integrado para as duas regiões mais pujantes do Estado”, avaliou o governador.

Ele recordou que o Governo do Estado iniciou a duplicação da AL-220, entre Maceió a Arapiraca. A obra segue em ritmo acelerado no trecho entre a Barra de São Miguel e São Miguel dos Campos.

“Assinei a homologação da licitação e vamos dar a ordem de serviço para o trecho de São Miguel dos Campos até Campo Alegre e também, nos próximos dias, vamos dar ordem de serviço do terceiro trecho, de Arapiraca até Campo Alegre, integrando a duplicação de Maceió até Arapiraca. Faremos, ainda, a duplicação de Arapiraca até São Sebastião”, acrescentou Renan Filho.

HE do Agreste

Outro assunto abordado durante a coletiva foi a triplicação do Hospital de Emergência  do Agreste, que teve a quantidade de leitos ampliada de 40 para 120, bem como a elevação de 7 para 21 leitos de UTI.

“Fizemos acordo de procedimentos com o Ministério Público, para fazer a seleção e contratação de novos profissionais de saúde. Vamos soltar o edital nos próximos dias. Serão 200 vagas para as pessoas da região que vão trabalhar no hospital”, citou.

Original em:http://tribunahoje.com

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MP aponta falta de estrutura durante inspeção no IML e Instituto de Criminalística

Após fiscalização, órgãos têm prazo de 5 dias para responder as requisições do MP sobre dados referentes aos exames feitos nos institutos.

A fiscalização foi realizada na manhã de ontem.

Manaus – Falta de estrutura física e de insumos para a realização de perícia foram algumas das situações encontradas durante fiscalização do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), no Instituto de Criminalística e no Instituto Médico Legal, durante a manhã de ontem(17). Após a inspeção, os órgãos têm o prazo de cinco dias para responder as requisições do MP-AM sobre dados referentes ao exames feitos nos institutos.

O promotor João Gaspar explicou que as fiscalizações são realizadas a cada seis meses. “O que fazemos é a inspeção visual, vamos nos locais ver a situação, exigimos a documentação, perícia de dados. Nossa função é encontrar irregularidades e encaminhar para autoridades competência”, afirmou. “Precisamos saber a dimensão dos problemas que cada um enfrenta para melhorar. São órgãos importantes para a população, para Justiça e outros órgãos”.

Gaspar afirmou que a situação encontrada no Instituto de Criminalística foi a mais crítica. Segundo ele, o prédio é inadequado para atender a demanda. “O diretor nos disse que o número de servidores é suficiente, desde que tivessem uma estrutura física adequada e também a questão de insumos de perícia. Segundo informações obtidas, muitas perícias não funcionam porque não há insumos, reagentes”.

No IML, segundo Gaspar, a condição encontra-se razoável, apesar de não ser ideal, já que a demanda vem aumentando. “Venho verificando uma evolução da gestão, as coisas estão melhorando paulatinamente. Claro que não é o ideal. A limitação é muito grande, porque a demanda cresceu muito. Por exemplo, há 20 câmaras frigoríficas, é um trabalho no limite. O ideal seria triplicar esse número para atender a demanda”, explicou.

De acordo com a diretora do IML, Maria Margareth Vidal, o órgão tem enfrentado um momento de alta demanda, com dificuldades, por causa da crise. “As gavetas que temos estão atendendo, mas claro que não é o ideal. Estamos trabalhando como todo o servidor público trabalha, com esforço, pois estamos vivendo um momento de crise”, disse a diretora, acrescentando que as requisições do MP-AM serão atendidas.???Já o diretor do Instituto de Criminalística, Mahatma Sonhará Araújo, destacou que muitos setores ameaçam a ficar paralisados por conta da falta de reagentes. Segundo ele, esta é a terceira visita que o MP-AM faz ao instituto, mas os problemas permanecem.”Esta é a terceira visita que tenho conhecimento.

Nessas três os problemas permanecem, porque nós temos recursos que não podemos utilizar. Dependemos de instâncias superiores. Mas, claro, que não conseguimos utilizar tudo que a gente precisa realmente, comprar insumos por exemplo”, disse.Segundo ele, o Instituto de Criminalística depende de recursos externos para atender as suas atividades. “Temos um prédio obsoleto, que é precário. Só serviria se estivermos há 30 anos atrás. A minha esperança é que o executivo realize alguma ação, pois estamos atuando com muita dificuldade”, finalizou o diretor.

Original em: http://new.d24am.com

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