Arquivo

setembro 2017
S T Q Q S S D
« abr    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930  

Justiça do RJ diz que traficantes são soltos por demora de perícias

Denúncia partiu de um policial civil que não quis se identificar.
Presos em operações ficaram livres amparados por decisões judiciais.

O Tribunal de Justiça fez críticas nesta quinta-feira (24) à demora de perícias realizadas pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli. Como mostrou o RJTV, foi uma reação depois que uma fonte ligada à Polícia Civil disse que traficantes presos em operações no Pavão-Pavãozinho voltaram a ficar livres, amparados por decisões judiciais. Um dos traficantes do Pavão-Pavãozinho que não estão mais na cadeia é Adauto do Nascimento Gonçalves, o Pitbull, que seria um dos chefes do tráfico. Ele fugiu em junho do ano passado. Na segunda-feira (21) à noite, a polícia entrou na comunidade – mais uma vez – à procura dele.

Logo depois, começou o confronto entre os PMs e traficantes. Pitbull foi preso durante uma operação em 2008. Quando ganhou o direito de visitar a família, no regime semiaberto, não retornou mais à cadeia.

O Tribunal de Justiça não informou por que o Pitbull ganhou benefício do regime semiaberto. Sobre as críticas feitas pela justiça ao Instituto Carlos Éboli, a Polícia Civil informou que a corregedoria interna foi acionada para apurar se houve irregularidades no trabalho da perícia técnica.

Em resposta, o Tribunal de Justiça divulgou uma nota e fez críticas ao Instituto de Criminalística, Carlos Éboli, da Polícia Civil. Segundo o Tribunal num dos processos o Ministério Público solicitou uma perícia de voz. Foi pedida urgência ao instituto, em fevereiro de 2012.

Só que, segundo a nota, o laudo da perícia só ficou pronto em maio de 2013 – quando réus já tinham sido soltos por causa do excesso de prazos. Ainda segundo a nota do Tribunal de Justiça, a ineficiência da polícia técnica é objeto de reclamação constante dos juízes que atuam nas varas criminais.

Original em: http://g1.globo.com

GD Star Rating
loading...

MPRJ obtém decisão em segunda instância para reestruturar ICCE

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, em segunda instância, decisão para que sejam atendidas as necessidades das áreas de recursos humanos, estrutura do prédio e de equipamentos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). O acórdão, referente à unidade da Praça da Bandeira, no Centro da capital, determina, entre outras coisas, que o Estado do Rio de Janeiro realize obras e concurso público.

De acordo com a liminar, o Estado deverá realizar concurso para contratação de peritos: 32 para o setor de Serviço de Perícias de Arma de Fogo; 12 para o Serviço de Perícias de Contabilidade; 30 para o Serviço de Perícias de Documentos; 30 para o Serviço de Perícia de Áudio Visual; 28 para o Serviço de Perícias de Locais; 10 para o Serviço de Perícia de Merceologia e Jogos; e 30 para o Serviço de Perícias de Química.

Também deverão ser contratados engenheiros em diversas áreas: quatro civis; quatro mecânicos; dois elétricos; dois eletrônicos; três químicos; dois agrônomos; e cinco de informática para o Serviço de Perícia de Engenharia. Além disso, o Estado está obrigado a realizar obras na estrutura do prédio e nos setores do instituto, bem como a adquirir materiais, equipamentos e insumos.  

A ação civil pública foi ajuizada em julho de 2005 pela 5ª promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital. Na época, o pedido de antecipação de tutela foi indeferido pelo Juízo de primeiro grau. Entretanto, em segunda instância, o Tribunal de Justiça deu procedência integral ao pedido, formulado de modo líquido e certo do MPRJ. Cabe recurso pelo Estado, sem efeito suspensivo.

A ação foi subscrita pela titular da 5ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital, Patrícia do Couto Villela, atualmente coordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO) das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania; pela promotora designada para a 5ª promotoria de Justiça de Cidadania, Gláucia Santana; pelo titular da 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação, Rogério Pacheco Alves; pela titular da Promotoria de Justiça junto à 3ª Vara de Fazenda Pública, Fátima Vieira Henriques; pela titular da Promotoria de Justiça junto à 7ª Vara de Fazenda Pública, Alexandra Paiva D’Ávila de Melo; e pela titular da na 4ª Promotoria de Justiça de Cidadania, Cristiane da Rocha Corrêa. 

De acordo com a promotora de Justiça Patrícia Villela, o trabalho produzido na capital – levantamento das necessidades do ICCE – será realizado em todas as unidades do instituto. A subcoordenadora do CAO das promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania, responsável pelo expediente da Coordenação Setorial de Patrimônio Público e Consumidor do Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE), Glícia Pessanha Viana Crispim Peçanha, tem mantido contato com peritos e promotores de Justiça do interior do estado para reunir essas informações. 

Para especificar de maneira minuciosa as necessidades do ICCE, o MPRJ contou com o apoio de peritos arquitetos, engenheiros químicos, biólogos, contadores, físicos, fonoaudiólogos, e químicos industriais.

Original em: http://www.jb.com.br

GD Star Rating
loading...

Justiça do Rio autoriza destruição de 17 toneladas de entorpecentes

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, por decisão unânime, autorizou nesta quinta-feira, dia 30, a incineração de cerca de 17 toneladas de substâncias entorpecentes que estão acumuladas na sede do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e em seus postos regionais.

De acordo com a decisão, “foi autorizada a incineração do material já periciado que se encontra armazenado na sede e postos regionais do ICCE, com a guarda das respectivas amostras identificadas de cada um dos lotes incinerados e destruídos, para que possam, eventualmente, ser objeto de prova em processo e/ou inquérito policial”.

O pleito foi formulado pela Chefe da Polícia Civil, Delegada Marta Rocha, em razão da existência de uma grande preocupação decorrente do acúmulo de material entorpecente apreendido em condições inadequadas nos órgãos de polícia técnica.

A análise da documentação constante no processo demonstra de forma irrefutável a precariedade das condições de armazenamento, bem como a condição insalubre nas dependências dos órgãos técnicos, gerando dano concreto à saúde dos servidores, além do iminente risco de invasões dos locais por bandidos dispostos a resgatar o material.

A decisão também destaca que a questão das drogas ilícitas exige uma atuação enérgica do poder público, não apenas com ações concretas que evitem e/ou reduzam o acesso da população às mesmas, como também pelo estabelecimento de rotinas ágeis que promovam a rápida destruição de todo e qualquer material entorpecente apreendido.

Caberá à chefia de Polícia Civil, no prazo de 30 dias, a contar da publicação do acórdão, agendar a data para a incineração, com a presença das autoridades envolvidas, a ser realizada em forno de empresa de grande porte como a Siderúrgica de Volta Redonda (CSN), ficando responsável pelo transporte do material.

Original em: http://www.jb.com.br por Jornal do Brasil

GD Star Rating
loading...

Caso Daniel: Perícia indica que menino caiu do prédio

A Polícia Civil deve fechar na semana que vem o inquérito que investiga a morte do menino Daniel de Oliveira Pereira Alves, de apenas quatro anos. O trabalho pericial foi finalizado e, ao que tudo indica, o garoto caiu do terceiro andar do Edifício Ana Maria, na Rua Jorge Lóssio, no Alto, desmistificando muitas histórias espalhadas na cidade após o acidente, no último dia 30. Foram realizadas três perícias no local, segundo informou a reportagem do jornal O DIÁRIO e DIÁRIO TV a perita Cristiane Gomes, do Instituto de Criminalística Carlos Éboli em Teresópolis. “A parte da perícia criminal já foi concluída e será confeccionado um laudo que será entregue à autoridade policial para que o inquérito seja concluído”, frisou.

Por Marcello Medeiros, original em: http://odiariodeteresopolis.com.br

GD Star Rating
loading...

Peritos visitam garagem dos bondinhos de Santa Teresa

Jorge Daniel de Athayde, é uma das vítimas do acidente e diz que motorneiro foi herói

Jorge Daniel de Athayde, é uma das vítimas do acidente e diz que motorneiro foi herói

Peritos do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli) visitaram a garagem dos bondinhos de Santa Teresa, na região central do Rio, no início da tarde desta terça-feira (30). Segundo a assessoria da Polícia Civil, o objetivo é recolher peças que ajudem na elaboração do laudo técnico das causas do acidente do último sábado (27), que deixou cinco mortos e 57 feridos. O documento deve ser finalizado em 15 dias.
A Central (Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística), empresa responsável pela operação e manutenção dos bondes de Santa Teresa e vinculada à Secretaria Estadual de Transportes, será intimada pela polícia a prestar informações técnicas e administrativas sobre o sistema, segundo informou nesta terça o titular da delegacia de Santa Teresa (7ª DP), Tarcísio Jansen. Funcionários também serão intimados a depor.
O secretário Estadual de Transportes, Júlio Lopes, disse que o bonde que se acidentou deveria ter ido para a oficina porque havia batido em um ônibus uma hora antes da tragédia e questionou a conduta do motorneiro Nelson Corrêa da Silva, que morreu no acidente.

Nesta segunda-feira (29), o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro abriu um inquérito para apurar as responsabilidades sobre o acidente. O promotor Carlos Andresano, da 3ª Promotoria de Defesa do Consumidor, que conduzirá o inquérito, disse ainda que pretende marcar uma reunião entre representantes da Central e o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes.

Onze vítimas internadas

Onze vítimas do acidente permanecem internadas nesta terça. A Secretaria Municipal de Saúde informou em nota que um menino de três anos permanece internado no CTI (Centro de Terapia Intensiva) do hospital Souza Aguiar e seu estado de saúde é estável. Uma das mulheres também hospitalizada no Souza Aguiar passou por uma cirurgia nesta terça para correção de uma fratura. As outras duas mulheres que estão no mesmo no hospital passam bem.

Ainda segundo a secretaria, o jovem internado no hospital Miguel Couto também passa bem.

No hospital Quinta D’Or, um paciente está internado em quarto, sem previsão de alta, com estado de saúde estável. Já no hospital Copa D’Or, cinco pacientes passarão por intervenção cirúrgica nesta terça e não há previsão de alta.

Original em: http://noticias.r7.com

GD Star Rating
loading...

Polícia desenvolve método de identificação do oxi

Oxi chega a ser 40 vezes mais forte que o crack

O Instituto de Criminalística Carlos Éboli, da Polícia Científica do Rio de Janeiro, está desenvolvendo um método inédito no Estado para identificar o oxi, droga 40 vezes mais forte que o crack. Segundo o diretor do instituto, Sérgio Henriques, dentro de dez dias, a polícia terá como diferenciar o oxi do crack.

Henriques diz que o processo de identificação da droga já está bem adiantado e que é necessário uma série de testes químicos para apontar quais elementos compõem a droga. Segundo ele, há a suspeita de que o oxi contenha cal virgem ou permanganato de sódio. O crack é uma substância 40 vezes mais tóxica que a cocaína, já o oxi é 80 vezes pior.

A primeira apreensão de oxi no Estado pode ter sido feita em 17 de maio passado, em Niterói, na região metropolitana. Os policiais encontraram 18 pedras que, segundo o traficante, seriam de oxi. Em um laudo preliminar da Polícia Científica constatou a presença de cocaína e querosene na droga, segundo explica Henriques.
A Justiça alega que já foi confirmada a presença de cocaína e, portanto, que se trata de substância entorpecente.

As autoridades em segurança e saúde públicas temem que o consumo de oxi também conhecido como óleo, por ter consistência oleosa enquanto é consumido – se espalhe pelo país, a começar pelas principais capitais.

O preço é o grande apelo da substância: de R$ 2 a R$ 5 por cinco pedras, que podem ser mais amareladas ou mais brancas, dependendo da quantidade usada de querosene ou de cal virgem.

Para a professora de psiquiatria da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Maria Thereza de Aquino, as autoridades não querem repetir o mesmo erro que aconteceu com o crack, hoje encontrado em qualquer favela do Rio.

O secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, diz acreditar que ações educacionais são importantes no combate à dependência química provocada por novas drogas, como o oxi.

“A gente sabe que tem que estar preparado para enfrentar o oxi, o crack e outras drogas que ainda vão surgir. Então, implantar um sistema de monitoramento precoce é um objetivo do Brasil para que, a longo prazo, a gente consiga mapear com antecedência qual a tendência de novas drogas que chegam ao mercado” relatou o secretário.

Dependência imediata


A rapidez com que se instala a dependência é uma das ações devastadoras do oxi, de acordo com o médico Elisaldo Carlini, do Cebrid (Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas). A forma de consumo é por meio do fumo, o que torna a absorção da droga extremamente rápida.

O usuário apresenta, geralmente, problemas referentes ao aspecto social. Ele é marginalizado, se separa da sociedade, da família e vive apenas em função da droga. O principal agente causador do efeito do oxi no corpo é a cocaína, que causa insônia, falta de apetite e alterações mentais, popularmente conhecidas como paranoia.

Assim como o crack, a absorção acontece no pulmão e vai direto para a corrente sanguínea. A diferença está no tempo. O crack demora 15 segundos, já o oxi leva 10 segundos para fazer efeito. O oxi também deixa o usuário com cor amarelada, problemas de fígado, dores estomacais, dores de cabeça, náuseas, vômitos e diarreia constante. Uma pessoa viciada em oxi pode morrer em apenas um ano.

Original em: http://www.alagoas24horas.com.br

GD Star Rating
loading...

Polícia rastreia número raspado de revólver 38 e prende homem suspeito de vender arma para Wellington

Homem também confessou ter fornecido munições e carregadores para atirador

Policiais da Divisão de Homicídios prendem homem suspeito de vender revólver 38 para Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre em escola de Realengo

A identificação do homem que vendeu a segunda arma para Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, só foi possível por causa do minucioso trabalho de peritos do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli), da Polícia Civil. Através de exame de metalografia, os policiais descobriram a numeração, mesmo estando raspada, do revolver 38 e, assim, chegaram ao proprietário.

Em depoimento na DH (Divisão de Homicídios), Manuel Freitas Louvise, de 57 anos, confessou que recebeu R$ 1.200 pela arma e que também vendeu para o atirador cerca de 60 munições e os carregadores.

Segundo denúncia oferecida pelo MP (Ministério Público) à Justiça, “a prisão preventiva do acusado faz-se necessária porque ele oferece risco a ordem pública uma vez que, mesmo sabendo dos riscos oferecidos por armas de fogo, cometeu o crime de vendê-la juntamente com carregadores e munição sem se preocupar com as consequências”.

Para a juíza Maria Paula Gouvêa Galhardo, que decretou a prisão preventiva de Manuel, ficou clara a periculosidade do homem porque ele se manteve calado e não procurou a polícia, apesar de ter tido conhecimento, através da imprensa, do massacre cometido por Wellington e de que policiais tentavam localizar o proprietário do revólver 38 usado pelo atirador.

Entenda o caso

Por volta das 8h de quinta-feira (7), Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, ex-aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, entrou no colégio após ser reconhecido por uma professora e dizer que faria uma palestra (a escola completava 40 anos e realizava uma série de eventos comemorativos).

Armado com dois revólveres de calibres 32 e 38, ele invadiu duas salas e fez vários disparos contra estudantes que assistiam às aulas. Ao menos 12 morreram e outros 12 ficaram feridos, de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Saúde.

Duas adolescentes, uma delas ferida, conseguiram fugir e correram em busca de socorro. Na rua Piraquara, a 160 m da escola, elas foram amparadas por um bombeiro. O sargento Márcio Alexandre Alves, de 38 anos, lotado no BPRv (Batalhão de Polícia de Trânsito Rodoviário), seguiu rapidamente para a escola e atirou contra a barriga do criminoso, após ter a arma apontada para si. Ao cair na escada, o jovem se matou atirando contra a própria cabeça.

Com ele, havia uma carta em que anunciava que cometeria o suicídio. O ex-aluno fazia referência a questões de natureza religiosa, pedia para ser colocado em um lençol branco na hora do sepultamento, queria ser enterrado ao lado da sepultura da mãe e ainda pedia perdão a Deus.

Os corpos dos estudantes e do atirador foram levados para o IML (Instituto Médico Legal), no centro do Rio de Janeiro, para serem reconhecidos pelas famílias. Onze estudantes foram enterrados na sexta-feira (8) e uma foi cremada na manhã de sábado (9).

O corpo do atirador permanece no IML. Ele ficará no local por até 15 dias aguardando reconhecimento por parte de um familiar e liberação para enterro. Caso isso não ocorra, o homem pode ser enterrado como indigente a partir do dia 23 de abril.

Original em: http://noticias.r7.com

GD Star Rating
loading...

Tasso da Silveira: atirador de Realengo agiu ‘sempre sozinho’, diz delegado

O atirador do ataque à Escola Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, agiu “sempre sozinho”. A afirmação foi dada nesta quinta-feira pelo delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, informando que já ouviu vizinhos de Wellington Menezes de Oliveira em Sepetiba e em Realengo, além de alunos que estudaram com ele.

Após uma análise de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), que conseguiu levantar a númeração da arma, que estava raspada, a polícia chegou a Manoel de Freitas Louvise, suspeito de ter vendido o revólver calibre 38, de numeração raspada, para o atirador Wellington, que matou 12 e deixou outras 12 feridas na escola.

O segurança Manoel de Freitas Louvise, de 57 anos, suspeito de e vender o revólver calibre 38 usado no massacre de Realengo, disse que vendeu o armamento pois pensou ser para segurança pessoal. “Se eu soubesse que ele iria fazer isso, eu mesmo tinha entregado ele à polícia”, disse o suspeito.

Armamento vendido em setembro do ano passado

O atirador Wellington Menezes de Oliveira, que matou 12 e deixou outras 12 feridas na escola Tasso da Silveira, na Zona Oeste do Rio, pagou R$ 1.200 pela arma, cerca de 60 munições e mais os carregadores. 

O segurança foi preso nesta quinta-feira por agentes da Divisão de Homicídios, em casa, no bairro Jardim Ulisses, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Manoel de Freitas Louvise foi denunciado por porte ilegal de armas e acessório.

O suspeito, que trabalhava na mesma empresa de Wellington, disse que o atirador começou a aliciar o segurança para vender a arma. Segundo a polícia, a arma, a munição e os carregadores foram vendidos em setembro do ano passado.

A polícia chegou até o segurança graças a um exame de metalografia, para analisar a numeração raspada do armamento, feita pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli. A arma estava registrada em nome dele, mas não tinha porte.

Original em: http://www.sidneyrezende.com

GD Star Rating
loading...

Barba feita de atirador em vídeo desperta dúvidas sobre data da gravação

Polícia divulga novo vídeo em que assassino comenta plano e diz que imagens são de julho

Rio – A Polícia Civil divulgou ontem mais um vídeo gravado por Wellington Menezes de Oliveira, falando sobre o planejamento do massacre que resultou na morte de 12 adolescentes, no dia 7. Segundo a polícia, o HD (onde os dados do computador ficam armazenados) encontrado pelos agentes e periciado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) teria sido usado, pela última vez, em julho de 2010, o que indicaria que o assassino vinha tramando a matança, no mínimo, havia nove meses.

Na terça-feira, um vídeo que teria sido gravado no dia 5, ou seja, dois dias antes do crime, foi divulgado pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O diretor do Departamento de Polícia Técnico Científica (DPTC), Sérgio Henriques, entretanto, foi categórico em afirmar que as primeiras imagens não foram encontradas pela polícia. “Sobre o primeiro vídeo, estamos tomando conhecimento ainda, porque não estava em nada que nós encontramos. Este segundo, sabemos que foi feito por uma câmera Kodak e que foi gravado no ano passado, já que o HD estava inutilizado desde então. Ele foi encontrado, inclusive, numa prateleira toda cheia de poeira”.

Wellington, na verdade, tentou apagar algumas informações deste computador. O ICCE, entretanto, usou um conjunto de software chamado Incase que recupera, inclusive, dados excluídos.

Neste vídeo divulgado ontem, Wellington dá um recado macabro: “A maioria das pessoas me desrespeita, acha que sou um idiota, se aproveita de minha bondade e me julga antecipadamente. São falsas e descobrirão quem sou da maneira mais radical”.

A informação de que o vídeo é de antes de julho de 2010, entretanto, intrigou funcionários do salão onde Wellington cortava o cabelo a cada 30 dias, em Realengo, mesmo após ter se mudado para a casa de Sepetiba. “Não tem como este vídeo ter sido feito no ano passado, porque a barba dele estava muito grande e só cortou agora, dias antes do ataque”, explicou uma cabeleireira.

De fato, essa diferença de tempo também vai de encontro ao depoimento do barbeiro de Wellington, M. à Divisão de Homicídios. Ele afirmou que ‘no último ano, Wellington passou a deixar a barba crescer, atingindo o comprimento até o peito’. O criminoso esteve no salão pela última vez no dia 31. Chegou de barba feita e ainda brincou com M.: “Fiquei mais novo?”.

Macabro

“A maioria das pessoas me desrespeita, acha que sou idiota, se aproveita de minha bondade, me julga antecipadamente. São falsas, desleais. Descobrirão quem sou da maneira mais radical. Uma ação que farei pelos meus semelhantes que são humilhados, agredidos, desrespeitados em vários locais, principalmente em escolas e colégios pelo fato de serem diferentes, de não fazerem parte do grupo dos infiéis, dos desleais, dos falsos, dos corruptos, dos maus. São humilhados por serem bons”.

WELLINGTON MENEZES, o Monstro de Realengo

Original em: http://odia.terra.com.br

GD Star Rating
loading...

Peritos vão tentar recuperar informações de computador de atirador

Wellington Oliveira queimou placa de computador que usava para dificultar acesso a informações pessoais

Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) vão analisar a placa do computador que pertencia a Wellington Menezes de Oliveira – homem que atirou contra alunos da Escola Municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, na zona oeste, na manhã dessa quinta-feira (8). No ataque, doze crianças morreram. Oliveira se matou após ser baleado por um policial militar.

A placa do computador que armazenava os últimos acessos à internet e downloads feitos pelo atirador foi encontrada por policiais da Divisão de Homicídios queimada, na casa de Oliveira, no bairro de Sepetiba, também na zona oeste. No local, os agentes também encontraram todos os eletrodomésticos quebrados.

O intuito da recuperação da placa é saber a motivação do crime e entender como Oliveira, que não tinha renda e estava desempregado, adquiriu as armas e as munições usadas no ataque.

Os policiais também procuram pistas sobre a origem dos dois revólveres usados. O de calibre .38 estava com a numeração raspada o que dificulta o rastreamento. Já o de calibre .32 os agentes conseguiram identificar o dono, que está morto. Na tarde de ontem, eles interrogaram o filho do dono da arma, que disse à polícia que o revólver havia sumido há 18 anos.

Original em: http://ultimosegundo.ig.com.br

GD Star Rating
loading...