Varredura na Câmara Legislativa continua na madrugada desta quinta-feira

Quatro equipes formadas por agentes da Divisão de Operações Especiais (DOE) e do Instituto de Criminalística da Polícia Civil começaram, por volta das 19h desta quarta-feira (10/2), a varredura na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), que tem como objetivo encontrar eventuais grampos (escutas ilegais).

Segundo o assessor de imprensa da DOE, Fabio Souza, o número de gabinetes a passarem pela inspeção ainda é incerto, mas garantiu que o trabalho vai continuar durante a madrugada desta quinta-feira (11/2). De acordo com ele, a vistoria em cada gabinete deve durar cerca de duas horas.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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IC prorroga pela quarta vez prazo para entrega de laudo sobre explosão

O IC (Instituto de Criminalística) de Santo André solicitou mais 30 dias para entregar o laudo que irá indicar as causas da explosão da casa de fogos Pipas e Cia., ocorrida em setembro do ano passado na Vila Pires, que provocou a morte de duas pessoas. Agora, a expectativa é que o documento seja finalizado no início de março.

Trata-se da quarta vez que o instituto solicita a prorrogação do prazo. De acordo com o IC, ainda faltam exames complementares que poderão dimensionar o tamanho da explosão, que destruiu mais de 30 residências na Rua Américo Guazelli. Uma das hipóteses para o acidente é a queda de uma antena sobre a rede elétrica da rua e o teto do estabelecimento.

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), por conta do atraso na entrega do laudo, ainda não há prazo para a finalização do inquérito, que corre no 3º DP de Santo André. O proprietário da loja de fogos Pipas e Cia., Sandro Luiz Castellani, foi três vezes indiciado no artigo 253 do Código Penal, que define como crime a compra, fornecimento, posse ou transporte de substância explosiva sem autorização.

Original em: http://home.dgabc.com.br

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Peritos explicam troca de material

Peritos do Instituto de Criminalística (IC) concedem hoje de manhã uma entrevista coletiva à imprensa na sede da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) para explicar a troca de material feminino por um masculino no exame de material de DNA da estudante universitária Eiko Okamura, de 23 anos. Ela foi encontrada morta no dia 29 de abril do ano passado. O exame, realizado pelo Laboratório de Identificação Humana e Diagnóstico Molecular da Universidade Federal de Alagoas, confrontou material de DNA retirado do dente da estudante com 13 fios de cabelo encontrados no porta-malas de um carro localizado no Acre, meses após a morte.

Junto do resultado do exame, que chegou em dezembro, não retornaram para Cuiabá os fios de cabelo analisados. Os peritos confirmarão uma suspeita levantada por policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) – sem os cabelos não tem como fazer novo teste. Esse ponto de interrogação deverá ser esclarecido pelos peritos numa entrevista realizada a pedido da Sejusp.

No dia 14 de janeiro, o delegado Márcio Pieroni enviou um ofício ao Instituto de Criminalística exigindo um novo exame. Na época, não havia instrumentos para a realização do exame em Mato Grosso. Foi enviado para Alagoas por causa de um convênio entre a Sejusp e o governo daquele Estado.

“Os peritos vão confirmar aquilo que todo mundo já sabe. O novo exame será prejudicado porque o cabelo não veio e parece que o laboratório de Alagoas não tem informações sobre seu paradeiro. Era a prova cabal”, observou um policial.

O carro de onde foram retirados os fios foi localizado em junho deste ano, em Rio Branco (AC). A princípio, o carro não foi apreendido porque não havia mandado para isso. Além de recolher manchas de sangue, agentes federais, a pedido da DHPP de Cuiabá, recolheram os fios de cabelos que vieram lacrados para Mato Grosso. Aqui, seguiu com material genético de Eiko para Alagoas.

Original em: http://www.diariodecuiaba.com.br

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Instituto de Criminalística do Piauí terá laboratório de DNA

Nova sede será inaugurada em março, com labotarórios inclusive para trabalhar material genético.

A nova sede do Instituto de Criminalística, que será inaugurada em março, terá o primeiro laboratório de DNA do Estado. Lá poderão ser solucionados crimes em que a polícia necessita fazer a identificação do criminoso a partir de material genético.

Na nova sede vão ser investidos R$ 15 milhões inicialmente na compra de equipamentos. Serão utilizados recursos do Pronaci.

Segundo o perito da Polícia Federal José Artur de Vasconcelos, serão construídos laboratórios de informática, balística, engenharia legal, crimes ambientais, fonética, toxologia forense, crimes contra a vida, acidentes de trânsito e metalografia.
O anúncio foi feito durante o seminário “A perícia oficial no Piauí”, no auditório da Novafapi.

Original em: http://www.cidadeverde.com

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IML e Instituto de Criminalística serão inaugurados em março

Novos prédios funcionarão no Saci e obras já estão adiantadas. Foram investidos R$ 1,5 milhão.

As novas instalações do Instituto Médico Legal e Instituto de Criminalística devem ser inauguradas em março de 2010. Os prédios funcionarão ao lado da Academia de Polícia Civil (Acadepol) no bairro Saci, zona sul de Teresina.

Segundo o delegado geral James Guerra, as obras já estão bastante adiantadas e o alicerce já chegou ao teto. O total investido é de R$1,5 milhão.

Homenagem

A polícia civil faz 168 anos neste dia 3 de dezembro e recebeu homenagens na Câmara Municipal. A sessão especial foi proposta pelos vereadores Teresa Brito (PV), Paulo Roberto (PRTB) e Edvaldo Marques (PSB).

Na cerimônia estavam presentes o superintendente executivo da Polícia Federal, Felício Laterça, Polícia Federal, o inspetor da PRF Francílio Viana e delegados especializados.

Original em: http://www.cidadeverde.com

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Diretor do Instituto de Criminalística de SP é acusado de fraudar concurso

O diretor do IC (Instituto de Criminalística) de São Paulo, Osvaldo Negrini Neto, segundo homem mais importante da hierarquia da instituição, é acusado por integrantes da banca do concurso para peritos de 2005 de venda de gabaritos e inclusão irregular de nomes de reprovados na lista de aprovados.

De acordo com a reportagem, Neto teria vendido o gabarito a um grupo de pessoas e, após mudança na prova –a banca do concurso descobriu a venda dos gabaritos– incluiu o nome dos compradores das respostas na lista de aprovados.

A denúncia foi feita em 2005, mas nada foi feito. O perito, que presidia a banca do concurso, negou e classificou como “absurdas” as acusações.

Em outro caso de fraude, revelado pela Folha nesta segunda-feira (30), um concurso também realizado pelo Instituto de Criminalística da polícia de São Paulo, aplicado no último mês de julho, beneficiou parentes de diretores da instituição, entre eles o diretor-geral, José Domingos Moreira das Eiras.

O secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, determinou a suspensão do concurso –que teve cerca de 17,6 mil candidatos– após a análise das imagens gravadas durante a prova oral, segunda fase do concurso.

Nas gravações, obtidas pela reportagem, um dos candidatos, posteriormente aprovado no concurso, demonstra nervosismo e erra boa parte das questões perguntadas. Ele não conseguiu definir, por exemplo, o que é um quadrado. De acordo com apuração, esse mesmo candidato é parente do diretor do instituto.

Original em: http://www.circuitomt.com.br

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SP: concurso do Instituto de Criminalística teria sido fraudado

Um concurso para a contratação de fotógrafos, realizado pelo Instituto de Criminalística, da Polícia de São Paulo em julho, teria sido fraudado, segundo afirma o jornal Folha de S.Paulo desta segunda-feira.
Um parente do diretor do instituto foi aprovado mesmo após errar perguntas do exame oral. De acordo com pessoas ligadas ao concurso, algumas pessoas teriam sido altamente recomendadas. O concurso, do qual participaram 17,6 mil candidatos, foi cancelado pelo secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Prima de jogador morreu após inalar gás de buzina, diz laudo

Laudo do Instituto de Criminalística de São Paulo comprovou que a universitária Maria Finazzi de Almeida, 20 anos, prima do jogador Finazzi (ex-Corinthians), morreu depois de inalar gás de buzina e consumir bebidas alcoólicas numa festa na noite de 19 de junho, em Fernandópolis, interior de São Paulo.
“Os exames deram positivo para o gás e para o álcool e a mistura das duas substâncias foi fatal”, afirmou o delegado do 2º DP de Fernandópolis, José Flávio Gonçalves, que concluiu o inquérito, cujo relatório seria enviado na tarde desta quinta-feira para o Ministério Público. “Ainda hoje envio este procedimento para o MP”, afirmou.
Mariana morava em São João da Boa Vista (466 km de Fernandópolis), mas mudou-se para Fernandópolis para estudar medicina na Unicastelo, onde cursava o primeiro semestre. Ela morreu quando se divertia numa festa junina, organizada pelos estudantes de medicina numa chácara de Fernandópolis, interior de São Paulo. Para a polícia, nenhum dos freqüentadores da festa induziu Mariana a aspirar o gás da buzina, que se tornou fatal.
“Ela não foi induzida por ninguém a usar as substâncias, por isso, não há como responsabilizar alguém por um erro que ela mesma cometeu”, disse o delegado. “Não adianta querer crucificar alguém se não houve culpado”.

Original em: http://noticias.terra.com.br

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Promotoria suspeita de atividade ilícita da Di-All

Deh Oliveira
Do Diário do Grande ABC

Mesmo sem a conclusão da perícia do IC (Instituto de Criminalística) sobre as causas do incêndio que atingiu a Di-All Química, em 27 de março, no Jardim Ruyce, em Diadema, na avaliação do Ministério Público, as informações colhidas até o momento apontam para a prática de atividades ilegais pela empresa.

Embora não haja prova conclusiva, a suspeita mais forte é de que as substâncias armazenadas no local poderiam ser usadas para adulterar combustível, problema recorrente na região. Reforça a tese o fato de terem sido encontrados resíduos de produtos utilizados para esse fim. “Está ficando muito claro que havia material solvente no galpão”, revela a promotora Eliana Saleiros, do Gaerco (Grupo de Atuação Especial Regional para Repressão e Prevenção ao Crime Organizado).

Autorizada para trabalhar no comércio de produtos de limpeza, a Di-All chegou a mudar o objeto da atividade, o que dispensou a necessidade de algumas vistorias.
A promotora afirmou que os donos da Di-All sequer ofereceram informações claras sobre a quantidade de empregados. A informação também não consta no Ministério do Trabalho. A desconfiança sobre a idoneidade da empresa levou o Ministério Público a requerer na Justiça o bloqueio dos bens dos donos da Di-All.

Para Eliana, a indisponibilidade dos bens não vai atrapalhar o pagamento de indenização das famílias que sofreram prejuízos devido ao incêndio que atingiu 18 casas da vizinhança, como alega a defesa dos sócios da empresa. “A ação não é só para indenizar prejuízos causados ao meio ambiente, inclui todo o meio ambiente urbano”, explica a promotora. Segundo ela, não havia garantia de que a Di-All fosse cumprir o acordo extrajudicial para pagar os prejuízos.

Original em: http://setecidades.dgabc.com.br

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Unidades Regionais de Perícia e Identificação recebem equipamentos

Aconteceu na manhã de hoje (18) a entrega de viaturas e equipamentos a 4 Unidades Regionais de Perícia e Identificação (URPI) de Mato Grosso do Sul. O evento foi realizado na Coordenadoria Geral de Perícias (CGP) pelo secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini, no cumprimento da meta do governo estadual em priorizar a segurança pública.
“O planejamento estratégico da segurança pública, em especial da CGP, está sendo implementado de acordo com a relevância da execução do trabalho. Estamos trazendo essas 4 viaturas, 18 computadores e 4 notebooks, que com certeza irão facilitar o trabalho da perícia no interior estado, para onde estão sendo destinados”, explica Jacini.

“Hoje estamos atendendo parte do planejamento e vamos atender ainda mais com outros bens e imóveis que estão em fase de licitação”, finaliza.

A Coordenadora Geral de Perícia, Ceres Ione de Oliveira Maksoud, explica: “Hoje foram entregues 4 viaturas modelo caminhonete S10 Flex, mas ainda serão entregues outras 7, também destinadas ao interior do Estado. Desta, 3 são viaturas tracionadas (4×4), voltadas a atender as regiões sem asfalto e de difícil acesso”.

Os investimentos não param: “Os laudos periciais estão com 100% de qualidade graças às novas impressoras a laser que todas as unidades regionais receberam”, comenta.

Com a compra dos novos veículos, equipamentos e mobiliário, os investimentos na segurança somam 3 milhões de reais. “Hoje as unidades não sofrem mais com a falta de combustível ou de viaturas”, explica Milton César Fúrio, Chefe da Unidade Regional de Perícia e Identificação de Três Lagoas, perito criminal há 10 anos.

O evento contou com a presença dos chefes das unidades do interior José Arruda Fialho, de Aquidauana; Daniel Bernardino Dias da Costa, de Corumbá; José Roberto G. Ribeiro, de Nova Andradina e Milton César Fúrio, de Três Lagoas; e também com a participação dos diretores dos instituto: de Criminalística, Identificação, Análises Laboratoriais Forenses e Medicina e Odontolígica Legal.

 

 

 

Fonte: Notícias MS

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