Reunião deverá discutir diligência e nova simulação poderá ser feita

A chegada dos resultados dos exames complementares realizados na Paraíba é para hoje

Audoridades comentam sobre simulação

Audoridades comentam sobre simulação

O laudo que irá determinar de fato as causas da morte de Fernanda Lages deverá ficar pronto até a segunda-feira, dia 03 de outubro. A informação é o perito do Instituto de Criminalística do Piauí, Antônio Nunes. A chegada dos resultados dos exames complementares realizados na Paraíba está prevista para a noite de hoje, e já amanhã, peritos e investigadores começam a cruzar as informações com o que já foi colhido em testemunhal por investigadores da CICO (Comissão Investigadora do Crime Organizado).
“Nós ainda não temos nada impresso em relação ao laudo da morte da jovem. Quem disser que já viu esse laudo, está mentindo. Acreditamos que com o que foi realizado na reprodução simulada muito poderá ser esclarecido. Mas somente com o resultado destes exames é que poderemos dar algo de concreto e definitivo”, disse Antônio Nunes.
O secretário de segurança Raimundo Leite confirmou a informação de que os laudos chegam ainda hoje, trazidos por um perito da Paraíba. Mesmo antes da chegada destes laudos, Raimundo Leite comentou que não há mais duvidas de que Fernanda morreu pela queda, mas não se aprofundou ao comentar sobre as suas impressões da reprodução simulada realizada desde a madrugada de hoje.
Logo mais às 10h30 uma reunião na secretaria de Segurança irá debater os resultados e impressões da diligência realizada hoje. Há a possibilidade de uma nova reprodução simulada, como assim denomina a polícia. Porém desta vez apenas com o uso de uma boneca que seria arremessada do alto, tal qual a jovem de 19 anos encontrada morta no último dia 25 de agosto na obra do Ministério Público Federal na avenida João XXIII.

Original em: http://180graus.com

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Laudo confirma que descarga elétrica provocou morte de bebê

Representantes do hipermercado Atacadão faltaram nos depoimentos na delegacia que investiga o caso

O laudo do Instituto de Criminalística confirmou a suspeita de que a causa da morte da menina de 1 ano e dez meses que tocou em um freezer do hipermercado Atacadão, em Campinas, há quase dois meses, foi mesmo uma descarga elétrica. O resultado do laudo foi divulgado nesta segunda-feira (21) pelo delegado responsável pelas investigações, Tadeu Aparecido de Almeida, do 7º distrito policial de Campinas.

De acordo com o delegado, dois representantes do hipermercado, onde aconteceu o incidente, foram notificados para prestar depoimento nesta segunda-feira (21), mas nenhum deles compareceu na delegacia e também não justificaram a ausência.

Uma outra notificação foi feita e desta fez sob pena de serem conduzidos por políciais para a delegacia na terça-feira (01). A assessoria de imprensa do Atacadão não comentou o motivo do não comparecimento dos funcionários, mas informou que a empresa vai colaborar com as investigações e que deve enviar representantes para prestar esclarecimentos em nova data já combinada com a polícia.

Em nota enviada à redação da EPTV na época, a assessoria de imprensa do Atacadão informou que daria apoio aos familiares da garota e que a empresa estava à disposição da polícia para imediata apuração e esclarecimento dos fatos.

O caso

Uma menina de um ano e dez meses morreu eletrocutada depois de tocar em um freezer na noite do dia 21 de dezembro de 2010 no hipermercado Atacadão, em Campinas. Dois médicos, que estavam no local tentaram reanimá-la. Até o Samu foi acionado, mas a vítima não resistiu e morreu no Hospital de Clínicas da Unicamp.

Original em: http://eptv.globo.com

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Análise grafotécnica indica que bilhetes suicidas foram escrito pela adolescente

Laudo é divulgado, mas não é conclusivo sobre a causa da morte da menina de Cafelândia; para delegado do caso, ela se matou

Análise grafotécnica de bilhetes deixados por Larissa Kondo, adolescente de Cafelândia de 15 anos que morreu após apanhar dos pais, confirmaram que a letra é mesmo da menina. A ifnformação foi passada ao BOM DIA pelo delegado Adílson Carlos Vicentini Batanero, titular da delegacia de Cafelândia e que acompanha o caso.

Nestes bilhetes, ela culpa o pai pelos problemas enfrentados por ela [ele era muito severo em relação aos namoros da garota], perdoa a mãe, além de dizer adeus à alguns amigos.

“Para mim, foi suicídio”, disse o delegado ao BOM DIA.

Laudo
Saiu nesta quarta-feira o laudo que indicaria a causa da morte de Larissa Kondo.

Segundo o delegado Adílson Carlos Vicentini Batanero, o laudo não traz informações conclusivas. O IML de Bauru não enviou amostra do estomâgo de Larissa, tornando impossível comprovar se ela ingeriu algum tipo de veneno ou substância que a teria levado a morte.

O caso
Larissa Rafaela Kondo de Lima morreu no dia 24 de novembro. No dia da morte o pai da menina José Carlos de Lima, 42, foi preso por lesão corporal seguida de morte, mas foi liberado em seguida.

No dia 26 de novembro, a promotora Vivien Félix Bueno de Góis, pediu a justiça que a mãe de Larissa Márcia Kondo de Lima, 38 anos, também respondesse pela morte da menina. No mesmo dia, a justiça acatou outro pedido do Ministério Público que o caso fosse investigado como homicídio doloso e não como lesão corporal seguida de morte, como ententeu a Polícia Civil.

Pai e mãe de Larissa Kondo seguem em liberdade.

O Ministério Público informou que aguarda os autos do inquérito para decidir sobre possíveis ações. O MP informou ainda que não tem conhecimento do laudo.

Kelli Franco
Agência BOM DIA

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Laudo sobre nova busca em sítio de Bruno fica pronto nesta semana


Polícia faz novas buscas no sítio de Bruno em MinasO Instituto de Criminalística (IC) de Minas Gerais deve concluir nesta semana o laudo sobre a segunda busca realizada no sítio do goleiro Bruno, em Esmeraldas (MG), realizada na terça-feira (13). Durante o trabalho dos peritos, foram encontrados vestígios de sangue humano e fios de cabelo em um colchão. O trabalho faz parte da investigação sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, que já é considerada morta pela polícia mineira.
Bruno, que jogava no Flamengo, é suspeito de envolvimento no desaparecimento de Eliza Samudio. Ele teve um relacionamento com a jovem e ela tentava provar, na Justiça, que teve um filho do atleta. Eliza não faz contato com familiares e amigos desde o início de junho.
saiba mais

Sérgio Ribeiro, diretor do IC, disse ao G1 que também deve entregar à polícia um laudo sobre a análise feita no GPS do carro do goleiro Bruno, que foi apreendido durante uma blitz policial. “Analisamos os dados do aparelho e o relatório sobre isso deve ficar pronto em poucos dias. Além desse laudo, vamos entregar à investigação o resultado das análises sobre o que foi encontrado no sítio, na segunda varredura feita no local.”
O delegado-chefe do Departamento de Investigações de Belo Horizonte, Edosn Moreira, disse ao G1 que espera os documentos da perícia para concluir o inquérito que apura o desaparecimento de Eliza Samudio. “Temos 30 dias de prazo legal para conclusão do inquérito, mas acredito que devemos passar um pouco esse tempo, porque estamos ouvindo algumas partes e sempre surge uma nova informação. Dependendo do laudo, se for necessário vamos fazer alguma nova diligência.”

Amante de Bruno

Fernanda Gomes de Castro teria relacionamento com o goleiro Bruno (Foto: Reprodução/TV Globo)

A mulher apontada pela polícia como amante do goleiro Bruno — e que teria tomado conta do bebê de Eliza Samudio e ajudado a levá-lo para Belo Horizonte — aparece em pelo menos cinco depoimentos de testemunhas no inquérito policial que apura o desaparecimento de Eliza Samudio.
Fernanda Gomes desembarcou no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, neste sábado (17), segundo Ércio Quaresma, advogado dela.
O delegado Edson Moreira afirmou ao G1 que pretende ouvir a mulher o mais rápido possível. “Ela está em Minas Gerais e vamos ouvir o depoimento dela. O advogado dela não iria trazê-la para cá se não tivesse alguma coisa para falar.”

Investigação no Rio de Janeiro
O inquérito que apurou o sequestro de Eliza Samudio foi concluído no Rio, segundo o delegado Felipe Ettore da Divisão de Homicídios do Rio. Os três suspeitos são Bruno, o amigo dele Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e um menor que foi detido na casa do goleiro na terça-feira (6). Bruno e Macarrão se reservaram o direito de permanecer calados. O menor prestou depoimento na mesma noite em que foi detido.
Ettore disse que as investigações no Rio foram encerradas, e que o processo foi enviado à Primeira Central de Inquéritos e posteriormente à Vara Criminal competente.
De acordo com o delegado Edson Moreira, de Minas Gerais, o documento foi anexado ao inquérito sobre o desaparecimento de Eliza. “Assim que os presos [Bruno, Macarrão e o menor] foram liberados para Minas Gerais, tivemos acesso ao inquérito. Até agora, nada de novo, nada do que já sabíamos foi acrescentado ao nosso trabalho pelo documento da polícia do Rio.”

Eliza Samudio é considerada morta pela Polícia Civil de Minas Gerais (Foto: Reprodução/TV Globo)

Entenda o caso
Nascida em Foz do Iguaçu (PR), Eliza Samudio se mudou para São Paulo e posteriormente para o Rio. Em 2009, teve um relacionamento com o goleiro Bruno. Ela engravidou e afirmou que o pai de seu filho é o atleta. O bebê nasceu no início de 2010 e, agora, está com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.
A polícia mineira começou a investigar o sumiço de Eliza em 24 de junho, depois de receber denúncias de que uma mulher foi agredida e morta perto do sítio de Bruno. Os delegados já consideram Eliza morta.
Oito pessoas estão presas na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por suspeita de envolvimento no desaparecimento da jovem, incluindo Bruno. Todos negam o crime.
No Rio, o goleiro e o amigo dele, Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, são investigados por suspeita de participação no sequestro da jovem. Os dois também negam.

Glauco Araújo
Do G1, em São Paulo

Original em: http://g1.globo.com/

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Laudo aponta superlotação como motivo de naufrágio de lancha no DF

Acidente aconteceu em maio; duas jovens morreram

O laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Militar apontou como superlotação o motivo para o naufrágio de uma lancha no lago Paranoá, em Brasília (DF), em maio deste ano. No acidente, duas jovens morreram.

Na época do naufrágio, o Corpo de Bombeiros afirmou que o condutor estava embriagado na hora do acidente. Ele foi indiciado por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. A embarcação tinha 11 pessoas a bordo quando afundou.

Original em: http://noticias.r7.com

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Laudo sobre incêndio na Naval ainda não está pronto

O Instituto de Criminalística ainda não concluiu o laudo que deverá apontar as causas do incêndio que destruiu parte da Favela Naval, em Diadema, e que completará amanhã dois meses.

Segundo a secretaria da Segurança Pública, o trabalho dos peritos não foi finalizado. A expectativa é de que o documento seja apresentado até o dia 18 de agosto – três meses após o incêndio.

Localizada na divisa com São Bernardo, a Naval começou pegar fogo por volta das 14h. Rapidamente, as chamas se espalharam e terminaram por atingir cerca de 100 barracos, quase todos de frágeis paredes de madeira.

Apesar dos estrados, ninguém se feriu gravemente. Segundo moradores da comunidade e vizinhos que presenciaram o início do incêndio, o fogo começou depois de um curto-circuito na rede elétrica.

Inauguração – Durante a manhã de hoje, em evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Prefeitura de Diadema entregou as 252 unidades habitacionais que fazem parte do programa de reurbanização do núcleo.

As novas moradias foram construídas no bairro Serraria e parte na própria área da Favela Naval.

Original em: http://www.dgabc.com.br

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Lucas: concluído laudo da perícia sobre atentado na casa de promotora

O laudo da Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) sobre o atentado a casa da promotora criminal Fabiana da Costa Silva, 34 anos, será entregue hoje para a Polícia Civil. O perito Carlos Ferracioli disse, que não existe um banco de dados sobre armas para comparar os projéteis e confrontar com os recolhidos na casa (um ficou na porta e outro na parte interna). No entanto, confirmou que ação dos bandidos foi em movimento. “Quem atirou estava caminhando ou andando em algum veículo, já que o ângulo dos pontos de disparos é diferente em relação ao impacto na parede”, explicou.

O perito concluiu toda a análise e enviou o laudo para o delegado municipal que poderá ajudar nas investigações para identificar os criminosos. Além de darem dois tiros na residência, jogaram coquetel motolov (bomba artesanal preparada com combustível numa garrafa) com objetivo de incendiá-la, mas não deu certo.  “Já se passaram quase 30 dias do atentado. Continuamos apurando e devemos solicitar prorrogação por mais 60 dias que é o procedimento normal caso não se termino em um mês as investigações”, disse o delegado de Lucas, Marcelo Torhacs.

A investigação segue com várias pistas e alguns suspeitos foram interrogados, mas liberados. Os processos que a promotora vinha atuando foram analisados e estão sendo estudados para saber se quem tentou matá-la teria sido denunciado por algum crime. “Estamos trocando informações com o pessoal do Gaeco ( Grupo de Apoio e Combate ao Crime Organizado). É claro que isso causou um sentimento negativo tanto na comunidade quanto na gente, pois se trata de um atentado a uma autoridade da justiça e precisamos esclarecer isso o mais rápido possível”, finalizou o delegado.

Conforme Só Notícias já informou, três policiais do GAECO continuam protegendo a promotora que ingressou no MP em 2004 e está atuando em Lucas do Rio Verde desde agosto de 2009.

Original em: http://www.sonoticias.com.br

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Laudo aponta para suicídio no caso da morte de estudante em motel em Olinda

RECIFE – O laudo do Instituto de Criminalística, concluído neste sábado, reforça a tese de que a estudante Ionara Félix da Silva, de 22 anos, teria cometido suicídio. A versão é mesma contada pelas quatro pessoas que estavam com a estudante num motel, em Olinda. Os delegados que investigam o caso não deram mais detalhes sobre o conteúdo do trabalho realizado pelos peritos. Eles explicaram apenas que a perícia aponta para o suicídio. Os detalhes sobre o caso serão dados numa coletiva na próxima segunda-feira.

Ionara morreu na madrugada do último sábado em um motel de Olinda. Hóspedes ouviram um disparo e chamaram a polícia. A estudante de enfermagem, Ionara Félix da Silva, de 22 anos, morreu com um tiro na cabeça. O corpo, sem roupa, foi colocado na mala do carro do primo dela, o policial militar João Bosco, dono da arma do crime, um revólver 38 sem registro.

João Bosco, bem como as estudantes Dinah Cíntia de Souza Santos e Talita Maria Sodré e o garçom Jeimerson Marcelo da Silva Silvestre foram presos nesta semana depois que exames do Instituto de Criminalística mostraram que havia resíduos de chumbo nas mãos da vítima de Dinah.

As outras pessoas foram acusadas de terem ocultado o cadáver no porta-malas de um carro, depois de ter alterado o local, lavando a suíte e tirando a roupa do corpo da estudante.

Original em: http://oglobo.globo.com

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Laudo aponta desvio de droga apreendida

Para peritos da PF, havia pelo menos 30,4 kg a mais de cocaína do que equipe do Denarc diz ter achado

Laudo produzido pelo Núcleo de Criminalística da Polícia Federal em São Paulo indica que os cinco fardos de cocaína pura apreendidos por policiais do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) em setembro de 2003 no aeroclube de Itu, no interior de São Paulo, tinham entre 128,4 e 156 quilos. A quantidade estimada é no mínimo 30,4 kg maior do que a equipe chefiada pelo delegado Robert Leon Carrel diz ter encontrado no avião usado pelos traficantes (98 kg).

O policial hoje é chefe da Divisão de Administração do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), unidade responsável pelas delegacias da região metropolitana. O suposto sumiço do entorpecente levou Carrel, o também delegado Luiz Henrique de Moraes e os investigadores Ricardo Ganzerla e Cleuber Gilson Bueno para a cadeia em junho de 2008. A ordem de prisão foi expedida pela 29ª Vara Criminal da capital, que acolheu na íntegra a acusação de tráfico de drogas e peculato. Os policiais foram soltos 24 dias depois por habeas corpus do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Os peritos federais realizaram duas simulações distintas para indicar o provável peso do carregamento de entorpecente – uma com a droga não compactada e outra com o entorpecente prensado, como provavelmente foi transportado. A conclusão do primeiro ensaio é de “massa não menor que 128,4 kg”. O segundo apontou “massa não menor que 156 kg”.

A PF analisou ainda a viabilidade técnica de o monomotor Cessna 210 ter decolado com 200 kg de cocaína, peso anunciado em nota distribuída pelo Denarc no dia da apreensão e reproduzida no site da Secretaria da Segurança Pública. “Diante de tal configuração da aeronave, o transporte de 200 kg de cocaína, distante ainda cerca de 70 kg do máximo comportado, é plenamente factível”, diz o laudo, na folha 10.

O pedido de auxílio da perícia federal partiu do Ministério Público Estadual (MPE). Desde o início das investigações, defesa e acusação divergem sobre a quantidade de droga apreendida. O perito Ricardo Molina, assistente técnico do MPE, sustenta que a aeronave levava cerca de 200 kg de cocaína. O parecer de Molina foi feito por meio de comparação de imagens, tendo como referência reportagens veiculadas pelas TVs. O piloto Pierre Delannoy, um dos quatro presos na operação em Itu, afirma que o carregamento era de 300 kg.

A pedido da Corregedoria de Polícia Civil, que na ocasião instaurou procedimento para apurar a atuação dos policiais, o Instituto de Criminalística também se manifestou sobre o caso. O laudo assinado pelos peritos Osvaldo Negrini e Marcelo Voloch faz duras críticas ao trabalho de Molina. “Mensurações em imagens para comparar algo de tamanha seriedade são, no mínimo, irresponsáveis”, escreveram. O texto afirma que o assistente técnico do MPE “confundiu alhos com bugalhos”.

A técnica de comparação adotada pela PF foi a mesma de Molina. Ao contrário dele, que usou pacotes com farinha de trigo para compor o cenário da apreensão, os peritos federais tiveram autorização da Justiça para usar 100 tijolos de cocaína prensada. Simulacros com dimensão e massa idênticas aos tijolos de cocaína interceptados pelo Denarc foram confeccionados para se atingir o suposto peso da carga.

Original em: http://www.estadao.com.br

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Laudo e depoimento do médico sobre morte de jornalista são adiados

O laudo cadavérico sobre a morte da jornalista Lanusse Martins Barbosa feito pelo Instituto Médico Legal (IML) já está nas mãos da delegada Martha Vargas, da 1ª DP (Asa Sul) da Polícia Civil. Contudo, segundo Vargas, o conteúdo do exame só será divulgado às 10h desta sexta-feira (29/1), pois a delegada pretende analisá-lo com mais calma durante o dia.

Além disso, outra parte importante do caso previsto para esta quinta-feira (28/1) foi adiada. Trata-se do depoimento do médico responsável pela cirurgia, Haeckel Cabral Moraes. Ele teria apresentado um atestado médico de 15 dias para justificar a ausência na delegacia nesta quarta-feira. A expectativa, agora, é com relação ao depoimento de Maria das Graças Barbosa, mãe de Lanusse, que pode aparecer na 1ª DP ainda hoje.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

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