Arquivo

novembro 2017
S T Q Q S S D
« set    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  

Nova sede fica apenas no papel

O Ministério Público de Minas Gerais relatou que há um projeto para resolver os problemas das instalações do Instituto de Criminalística (IC) e que ele demandaria um recurso de R$ 14 milhões. “No entanto, houve um recuo do governo estadual, e o projeto ainda não foi executado”, consta no documento do MPMG.

Por meio de nota, a chefia da Polícia Civil informou que R$ 670 mil já foram investidos na elaboração dos projetos arquitetônico e executivo de um novo espaço para a perícia: o Núcleo Integrado de Perícias Criminais, que vai abrigar o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico-Legal (IML). A previsão é que ele comece a ser construído no próximo ano, ao custo de R$ 16 milhões.

“Tem mais de cinco anos que se fala nesse núcleo, e ele nunca saiu do papel. Estamos buscando algum prédio para fazer a mudança porque não tem mais condição de ficar na sede atual (no Barro Preto). A gente faz vários relatórios, há anos, desde 1997, e não vemos nenhum resultado concreto”, disse o presidente do Sindpecri, Wilton Sales.

Na semana passada, o sindicato e a Associação de Criminalística do Estado encaminharam ofícios para as comissões de Direitos Humanos e de Segurança Pública da Assembleia Legislativa solicitando uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para verificar o “sucateamento, o abandono e as condições lastimáveis de trabalho vivenciadas pela perícia”. O deputado Durval Ângelo, presidente da comissão de Direitos Humanos, disse que vai atender o pedido.

Por: Joana Suarez

Original em: http://www.otempo.com.br

GD Star Rating
loading...

Sem espaço físico, equipamento que agilizaria DNA fica na caixa

Aparelho enviado pelo governo federal custou R$ 480 mil e triplicaria a produção dos peritos

Precário. Prédio no Barro Preto abrigava uma fábrica de cigarros e foi adaptado para receber o Instituto de Criminalística, em 1994; MPMG diz que edifício está em péssimo estado

O Instituto de Criminalística de Minas Gerais recebeu nesta semana um equipamento novo, capaz de realizar com rapidez exames de DNA. Essa seria uma boa notícia se o aparelho não continuasse dentro da caixa porque o prédio que abriga a perícia do Estado, no Barro Preto, em Belo Horizonte, não tem condições de instalá-lo. Em situação precária e sem espaço físico suficiente, o local não tem uma sala de 30 m² refrigerada para colocar em funcionamento a máquina, que custou R$ 480 mil e foi enviada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

“Tem um espaço no porão do prédio, mas lá não tem como colocar ar-condicionado”, contou o presidente do Sindicato dos Peritos Criminais de Minas (Sindpecri), Wilton Ribeiro de Sales. O equipamento enviado pela órgão federal inclui um analisador, um sequenciador e um extrator de DNA. Ele possibilitaria a montagem de uma nova linha de produção de exames e triplicaria a produtividade. Por ser mais moderno, é mais fácil de operar, dar manutenção e encontrar peças de reposição.

Hoje, a seção de química tem 3.000 amostras esperando análise. No caso do setor de biologia, são cerca de 4.000 amostras de material genético relativos a crimes sexuais – pelo menos 3.000 delas estão armazenadas desde 2008.

O aparelho usado atualmente é de 1997, ano de inauguração da Divisão de Laboratório (Divlab), responsável por perícias nas áreas de química, biologia e balística – o prédio do instituto é de 1994. Naquela época, o instituto conseguia atender toda a demanda da capital e do interior e chegou a ser referência nacional.

Aparelho segue na caixa FOTO: Mariela Guimarães

Desgastado
Agora, 17 anos depois, a estrutura do local é um problema. No mês passado, uma pane elétrica desligou um dos freezers e cerca de 500 amostras de material genético podem ter sido perdidas. Também recentemente, o ar-condicionado do laboratório quebrou e parou a realização de exames – o aparelho tem um tratamento especial com filtro para não contaminar as amostras.

Conforme O TEMPO mostrou há uma semana, um documento interno, ao qual a reportagem teve acesso, apontava a defasagem estrutural do laboratório, o que prejudica o trabalho e não atende normas de segurança. Todos os setores – salas de armazenamento de drogas e de coleta, central de gases e saída de emergência – precisam de melhorias, como a instalação de um sistema de segurança com câmeras e trancas.

Um relatório do Ministério Público de Minas, de julho, também mostrado por O TEMPO, apontou que seriam necessários mais dez peritos para desafogar os laboratórios. “Contudo, com instalações físicas tão precárias, o laboratório não comporta muitos profissionais”, constava no texto.

Sem autonomia
Regras. Minas é um dos oito Estados nos quais a perícia é ligada à Polícia Civil. O Sindpecri denuncia normas que vão contra a autonomia dos peritos, como o delegado definir as escalas de trabalho deles.

As verbas
No Instituto de Criminalística não há espaço para arquivar laudos e amostras, fazendo com que o Estado não consiga atender uma portaria federal que determina como deve ser a Cadeia de Custódia – conjunto de procedimentos que garante a autenticidade da perícia. A maioria dos investimentos laboratoriais é feita por meio de convênios com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), mas os recursos podem ser cortados se as normas de segurança não forem cumpridas.

Por: Joana Suarez

Original em: http://www.otempo.com.br/

GD Star Rating
loading...

Crack vendido no sul de Minas tem até veneno de rato

Uma análise feita por peritos do Instituto de Criminalística revelou que o crack vendido no Sul de Minas contem substâncias como veneno de rato, água de bateria, remédio parara emagrecer e até produtos usados na fabricação de pão de queijo. Em alguns casos foram encontrados também produtos como sabão em pó e fermento ácido bórico. As misturas são tão frequentes que há pedras de crack que chegam a ficar coloridas. O Instituto de Criminalística realiza os exames nas substâncias apreendidas para certificar-se se são ilícitas ou não. De acordo com os peritos, algumas amostras apresentaram 60% da droga e o restante de materiais que foram misturados a droga. Alguns produtos “nem são identificados”. Os traficantes acrescentam outros materiais para aumentar a quantidade da droga e, consequentemente, os lucros. No submundo do tráfico, a medida é conhecida como “batizado”. “A mistura desenfreada de substâncias químicas torna o entorpecente vendido ao usuário cada vez mais nocivo a saúde”, informaram os peritos do instituto.

Cidade Polo

Alfenas tem sido uma das cidades que mais dissemina drogas na região. São constantes as apreensões de crack e a prisão de suspeitos de tráfico que vem até a cidade buscar os entorpecentes. 

Segundo fontes policias, a maior parte da droga que vem para Alfenas chega de Ribeirão Preto (SP). “Os manos de Ribeirão”, como são conhecidos no mundo do crime os traficantes daquela cidade paulista, seriam ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) com “células” em Alfenas. “Células” são pequenos núcleos ou representantes da facção criminosa.

Original em: http://www.correiodoslagos.com.br

GD Star Rating
loading...

Homem morre eletrocutado em tirolesa de hotel fazenda em SP

Um homem morreu com um choque elétrico na tarde deste domingo quando praticava tirolesa em um hotel fazenda que fica em Itapira, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais.

Antônio Carlos de Campos veio passar o fim de semana com a namorada, filha dos proprietários do local. No fim da tarde, a vítima decidiu percorrer os mais de cem metros da tirolesa. Antes do fim da descida, quando o corpo do tapeceiro tocou o lago, ele recebeu uma descarga elétrica e morreu na hora.

Técnicos do Instituto de Criminalística estiveram no local e periciaram o equipamento, desativado há seis meses. A suspeita é de que uma falha no motor que faz o transporte da cadeirinha até o ponto de partida tenha provocado a descarga elétrica. O laudo da perícia só deve ser concluído em 30 dias.

Original em: http://www.band.com.br

GD Star Rating
loading...

Unileste - Curso de Direito promove palestra sobre Perícia Criminal

Como parte das atividades extracurriculares previstas para este segundo semestre de 2010, o curso de Direito do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste-MG) preparou para esta sexta-feira (10), a palestra Perícia Criminal: aspectos legais e técnico-científicos. A apresentação será ministrada por Matheus Sena, perito da Polícia Civil de Minas Gerais, que abordará a importância da perícia na investigação criminal. Aberto ao público e com entrada franca, o evento tem início às 9h, no Auditório José Vicente Justino, campus de Coronel Fabriciano.
“Apesar de não constarem no currículo acadêmico, atividades como esta favorecem a formação profissional dos universitários, trazendo para a sala de aula conhecimentos teóricos e práticos que farão parte do dia a dia dos profissionais que optarem pela atuação na área de Direito Penal”, destaca Wallace Carvalho, coordenador do curso.

Os estudantes do Unileste interessados em participar poderão efetuar inscrições pelo endereço eletrônico http://sistemas.unilestemg.br/ inscricoes/. Já profissionais, alunos externos e outros interessados deverão se inscrever presencialmente, minutos antes do início da palestra. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (31) 3846-5606 e 3846-5603. As vagas são limitadas e os presentes terão direito a certificado de participação.

Atuação

Matheus Philippe Teixeira de Sena é graduado em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em Ciências Farmacêuticas pela mesma instituição. No Unileste, atua como professor nos cursos de Farmácia e pós-graduação em Enfermagem do Trabalho, Saúde da Família e Análises Clínicas.

Serviço

Palestra: Perícia Criminal: aspectos legais e técnico-científicos

Data: 10/9 (sexta-feira)
Horário: 9h
Local: Auditório José Vicente Justino, campus de Coronel Fabriciano

Entrada franca mediante inscrição

Assessoria de Comunicação Social
Centro Universitário do Leste de Minas Gerais

Original em: http://www.planetauniversitario.com

GD Star Rating
loading...

Perícia acha pistas na casa do goleiro Bruno

Polícia analisa manchas encontradas na casa e no carro do atleta, que podem ser de sangue

Contagem (MG) – Peritos do Instituto de Criminalística de Minas Gerais encontraram vestígios que podem ser de sangue na casa do goleiro do Flamengo Bruno Souza, no sítio dele, em Esmeraldas, e num dos bancos de seu carro, um jipe Range Rover. O veículo fora apreendido em blitz dia 8, na cidade mineira de Contagem. Uma bermuda e camisa masculinas foram apreendidas e também serão analisadas.

Polícia localizou vestígios que poderiam ser de sangue no jipe do goleiro, periciado no pátio do Detran de Contagem. Material será analisado

A preocupação dos investigadores é de que não haja vestígios suficientes para fazer comparação com o DNA de Eliza Silva Samudio, 25 anos, que está desaparecida há 26 dias e que pode ter sido morta, conforme O DIA mostrou com exclusividade sábado. Na perícia preliminar foram encontradas manchas avermelhadas dentro do Range Rover. As marcas apareceram com luminol — substância que faz realçar vestígios de sangue.

Segundo o chefe do Departamento de Investigação da Delegacia de Homicídios (DH), delegado Edson Moreira, perícia completa no veículo deve ser feita hoje. “Não há ainda como afirmar que é sangue”, pondera.

Eliza é mãe de um bebê de quatro meses, Bruninho, fruto do relacionamento com o goleiro. Ela tentava que Bruno reconhecesse a paternidade da criança e foi para Minas Gerais a convite do jogador. Ontem, Bruninho chegou ao Paraná com o avô, Luiz Carlos Samudio, e a mulher, Silvia. A polícia colheu amostras de DNA do bebê e de Luiz para comparação em futuros testes.

A perícia foi importante também para a DH de Contagem, que investiga o caso, tentar remontar a cena do que poderia ser o momento da morte de Eliza. As marcas, que podem ser de sangue, foram encontradas nas paredes, chão de pedra e num pedaço de mármore da sala da casa principal de Bruno, no Condomínio Turmalina. Há suposto rastro pelo chão, que poderia indicar, segundo perito, que Eliza teria sido arrastada. A grande dificuldade da perícia em estabelecer a presença de sangue é porque o local teria sido lavado.

Nas sete horas de buscas no sítio do goleiro nenhum corpo foi encontrado. Os policiais viram fraldas, mas não as recolheram. No fim da tarde, peritos voltaram ao pátio da Autarquia de Trânsito de Contagem, onde o Range Rover de Bruno estaria desde as 12h do dia 8, quando foi apreendido pelo 18º BPM de Minas por dívida de IPVA. Num dos bancos teriam sido encontrados vestígios de sangue.

O carro é alvo de outro mistério para os investigadores. No livro de registro de entrada e saída do Condomínio Turmalina, a Range Rover de Bruno está cadastrada como tendo passado pelo local às 23h do próprio dia 8. Ou seja: 11 horas depois de ter sido apreendida oficialmente pela PM de Minas. Segundo um dos porteiros, há outra entrada do mesmo veículo, dia 20, quando Bruno teria chegado dirigindo. Luiz Henrique Macarrão, outro suspeito do desaparecimento de Eliza e amigo de Bruno, teria chegado junto, num New Beatle amarelo, visto por testemunhas buscando Eliza no Hotel Transamérica, na Barra, dia 4, quando ela deixou o Rio e seguiu para Minas.

A DH-Contagem está tentando, através de cadastros de companhias aéreas, câmeras de aeroportos e pedágios da estrada entre Rio e Minas Gerais, descobrir se Eliza veio para a cidade a convite de Bruno de avião ou de carro.

Original em: http://odia.terra.com.br

GD Star Rating
loading...

Polícia encontra indícios de que estudante esteve no sítio de Bruno, goleiro do Flamengo

RIO – A Polícia Civil mineira encontrou nesta segunda-feira fortes indícios de que Eliza Samudio, de 25 anos, esteve no sítio do goleiro Bruno, do Flamengo, em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Eliza está desaparecida desde que saiu do Rio, entre 4 e 5 de junho, a caminho de Minas. A polícia suspeita que ela tenha sido morta pelo atleta por causa de uma briga pela paternidade de um filho do casal.

Os responsáveis pelas investigações conseguiram mandado judicial para entrar no sítio, no Condomínio Residencial Turmalina, e, segundo uma fonte que participa da investigação, encontraram uma fralda e uma passagem aérea, entre outros objetos, que foram encaminhados para perícia. Apesar de todas as testemunhas que estavam no sítio entre o início do mês até a madrugada do último sábado, quando o filho de Eliza foi encontrado em Contagem, também na Grande Belo Horizonte, terem negado que Eliza esteve no sítio, a polícia viu fortes indícios de sua presença no local.

A polícia não quis revelar a origem e o destino da passagem, nem em nome de quem ela foi expedida, mas um policial afirma que os objetos encontrados são indícios fortíssimos de que ela esteve no sítio. Na noite desta segunda-feira, peritos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil mineira foram ao local para aplicar o produto conhecido como luminol, que pode revelar a presença de sangue. O produto deve ser usado no Land Rover do Bruno, que foi apreendido com um amigo dele em uma blitz, dias antes do desaparecimento vir à tona. Se alguma mancha de sangue for detectada, a polícia fará exame de DNA.

A polícia conseguiu entrar no sítio no fim da tarde, e ao menos 60 pessoas participaram das buscas. Além de policiais civis e militares, no fim da tarde o Corpo de Bombeiros foi chamado ao local por causa da suspeita de que haveria um corpo em uma cisterna, mas nada havia sido encontrado até a noite.

Amigas dizem que Eliza foi a Minas

Amigas de Eliza já haviam afirmado que, na última vez em que conseguiram contato, ela estava em Minas, mas todas as testemunhas que estavam no sítio – funcionários e amigos de Bruno – negaram a presença da mulher no local.

– O Bruno não queria reconhecer paternidade (do bebê). Ao que tudo indica, ele a convidou para vir para cá. Trouxe ela para passear, para conversar. E ela desapareceu. Está desaparecida desde o dia 4 ou 5 de junho. Então, essas vertentes têm que ser investigadas e unidas uma a outra – ressalta o chefe do Departamento de Investigações da Polícia Civil mineira, delegado Edson Moreira.

Ele disse ainda que houve várias contradições nos depoimentos das pessoas ligadas ao goleiro, inclusive no de sua mulher, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, que negou até a existência do bebê. A criança foi encontrada pela polícia enquanto Dayanne ainda prestava depoimento, após a confissão de um amigo do casal, segundo o qual Dayanne tirou a criança do sítio e pediu que ele a escondesse. A mulher chegou a ser presa em flagrante por subtração de menor, mas foi liberada por ordem da Justiça. Depois, ela disse que que Eliza abandonou o filho.

A delegada Alessandra Wilke afirma que também pretende ouvir o depoimento de Bruno em Contagem, mas diz que ainda não tem previsão de quando ele será intimado a depor. Segundo a delegada, ainda é necessário fazer outros levantamentos antes de marcar o interrogatório do atleta.

– O Bruno vai ser ouvido quando for oportuno para as investigações. A gente vai ouvi-lo, mas temos que ter mais elementos. Não é interessante (interrogá-lo) agora para as investigações – declarou.

Original em: http://oglobo.globo.com

GD Star Rating
loading...

Laudos confirmam que celulares achados com maníaco de BH eram de vítimas

Natália, vítima do maníaco, tinha sido enterrada como indigente

BELO HORIZONTE – A Polícia Civil de Minas Gerais divulgou, nessa terça-feira, os laudos que comprovam que dois celulares encontrados com Marcos Antunes Trigueiro, acusado de ser o maníaco de Contagem , eram de duas mulheres que teriam sido estupradas e mortas por ele. Os celulares queimados pertenciam a Natália Cristina de Almeida e a Edna Cordeiro de Oliveira. Natália, de 27 anos, era aluna da PUC e havia desaparecido e tinha sido enterrada como indigente em um cemitério público de Ribeirão das Neves.

Os aparelhos foram encontrados na casa de Marcos Trigueiro no dia da prisão dele e estavam queimados. Os laudos do Instituto de Criminalística mostram que os números de série dos aparelhos são os mesmos que aparecem no registro de compra e venda das vítimas.

Segundo a Polícia Civil, os aparelhos de outras duas vítimas foram vendidos e recuperados durante as investigações dos crimes que o maníaco confessou ter cometido. O celular da quinta vítima estava com a mulher de Marcos Trigueiro, que chegou a ser presa, mas foi liberada no início da semana.

Trigueiro, 32 anos, pai de cinco filhos, confessou à polícia que sempre simulava assalto para abordar as vítimas, que eram surpreendidas quando o carro estava parado. No entanto, apenas os celulares eram levados. Pelo menos três delas receberam ligações em seus celulares durante a abordagem, mas não disseram que estavam em poder de um bandido porque tiveram medo e, além disso, tinham esperança de que ele apenas levasse seus pertences e fosse embora. As mulheres acreditavam que estavam sendo vítimas de um assalto, que terminaria assim que dessem seus pertences.

Todas as vítimas tinham as mesmas características físicas: altas, morenas, magras, cabelos compridos e escuros .

A polícia investiga a participação de Trigueiro em quatro outros crimes – a morte de uma criança de 3 meses (que seria enteada dele), de um tio, de um agiota no município de Contagem e de um taxista em Betim. Neste último caso, foi roubo seguido de morte, e a polícia vai averiguar porque ele foi solto.

Original em: http://oglobo.globo.com

GD Star Rating
loading...

Serial killer de Contagem pode ter matado a própria filha

Marcos Antunes Trigueiro, de 31 anos, o “Maníaco de Contagem”, pode ter matado a própria filha. A informação foi dada na tarde desta terça-feira pelo delegado Frederico Abelha. Segundo ele, a informação foi repassada a ele pela mulher do criminoso confesso. Rose Paula Teixeira Câmara disse à polícia que a menina não era enteada dele, mas filha. Mariana da Silva Trigueiro teria sido morta aos três meses e 22 dias de idade com traumas de crânio, tórax e abdômen.

Durante coletiva à imprensa o delegado também apresentou os laudos do Instituto de Criminalística que comprovam que dois celulares que tinham sido queimados e estavam enterrados na casa do maníaco eram mesmo de duas das vítimas dele: Natália Cristina de Almeida Paiva, de 27, e Edna Cordeiro de Oliveira Freitas, de 35.

Frederico Abelha mostra laudo do Instituto de Criminalística.

Os números que identificam os celulares são exatamente os que estavam no registro de compra e venda das vítimas. Para o delegado, os laudos e a forma como os celulares foram encontrados são provas cabais contra o acusado.

Outros dois aparelhos, de Adina Feitor Porto, de 34 anos, e de Ana Carolina Assunção, de 27, ainda estão sendo periciados. Eles tinham sido vendidos, mas foram recuperados com a ajuda da mulher do acusado. Já o celular da quinta vítima, Maria Helena Lopes Aguilar, de 48, um Motorola V3 preto, estava sendo usado pela própria mulher do maníaco.

O uso do aparelho enquadrou Rose no crime de recepção culposa, já que os delegados foram convencidos de que ela não sabia que o produto era roubado. Assim, ela e as pessoas que compraram os outros dois aparelhos – que também serão enquadradas na mesma situação – não podem ser presas.

A lista de crimes de Marcos Antunes Trigueiro pode ser maior do que se imagina. Ainda segundo o delegado, desde que ele foi preso, cinco mulheres procuraram a delegacia para dizer que foram vítimas do maníaco e escapuliram. Duas delas foram abordadas em áreas próximas aos locais onde aconteceram os crimes. Um dos casos ocorreu em 1997. A mulher teria sido estuprada mas conseguiu fugir. Os casos foram encaminhados para a delegacia de mulheres.

Marcos foi preso no dia 24 de Fevereiro. Ele mede 1,86m, tem olhos castanhos esverdeados, pele clara e cabelos lisos. A mulher do suspeito foi liberada nesta segunda à noite, depois de prestar depoimento à polícia. Os delegados que acompanham o caso ficaram convencidos de que ela não sabia dos crimes brutais do companheiro.

Original em: http://www.uai.com.br

GD Star Rating
loading...

Assaltante invade mansão de Marcos Valério

O empresário e publicitário mineiro Marcos Valério Fernandes

O operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza, teve sua mansão invadida por um homem armado, às 11h deste sábado, e roubados vários relógios, óculos, aparelhos de DVD portáteis, joias e uma quantia em dinheiro não revelada. No momento, apenas a funcionária Marilaine Serafim de Souza, de 37, estava na residência, no Bairro Bandeirantes, Região da Pampulha, em Belo Horizonte. Ela contou à polícia que abriu o portão para o homem, que estava disfarçado de funcionário da Prefeitura de Belo Horizonte, usando uniforme da zoonose. A mulher foi rendida e depois de algum tempo o ladrão fugiu num Siena prata, dirigido por um outro homem que aguardava do lado de fora.

Policiais militares do 34º Batalhão da PM foram chamados por Marilaine. Os PMs fizeram rastreamento em toda a região, mas não localizaram o carro com os suspeitos. Até a noite de sábado, peritos do Instituto de Criminalística estavam na residência de Marcos Valério colhendo impressões digitais do ladrão. Não foi informado se a ação do assaltante foi registrada pelas câmeras de segurança.

Segundo uma fonte ligada a Marcos Valério, que pediu para não se identificar, vários funcionários, inclusive seguranças, foram dispensados depois que a Justiça bloqueou os bens dele. “Antes, ele saía de casa com dois ou três carros com seguranças. Agora, costuma sair até sozinho”, disse a pessoa. Marcos Valério, segundo ela, passa por tratamento psiquiátrico, depois de ser agredido numa prisão do Paraná. “Ele mudou completamente sua aparência física e deixou o cabelo crescer”, acrescentou.

Marcos Valério mora no Bandeirantes há cerca de um ano. No entanto, somente sábado alguns vizinhos ficaram sabendo que era ele o dono do imóvel. “A família é muito reservada. Pela manhã, vejo o motorista de carro com uma criança”, disse uma mulher. “A casa dele vive cheia de carros na porta. Fiquei sabendo que era a casa de Marcos Valério porque o carteiro me entregou uma correspondência dele por engano”, disse outra vizinha. O assalto será apurado pela Polícia Civil.

QUEM É

O empresário e publicitário mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza tornou-se o centro das atenções em 2005, quando veio à tona o escândalo do mensalão. Segundo denúncias feitas à época, ele, que era sócio de agências de comunicação, seria o operador de um esquema de pagamento de propina a políticos. Agora Marcos Valério, que estava longe dos holofotes, deve responder a processo por crimes de peculato e lavagem de dinheiro na 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte.

Original em: http://www.correiobraziliense.com.br

GD Star Rating
loading...