Novos peritos reforçam atuação e ampliam serviços do Instituto de Criminalística

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Campo Grande (MS) – O Instituto de Criminalística (IC), ligado à Coordenadoria-Geral de Perícias (CGP), recebeu em outubro 33 novos peritos criminais, que passarão a atuar em seus diversos núcleos, na capital e no interior. Os novos policiais civis terminaram a academia em setembro, e no começo de outubro receberam a nomeação do governador André Puccinelli.

Pela primeira vez, o concurso público para as vagas de perito criminal dividiu os candidatos por sua formação superior específica, segmentando a atuação de cada profissional e permitindo que o IC desenvolva novas atividades dentro de sua área.

“Os novos peritos vieram reforçar os núcleos de perícia em informática, audiovisual forense e contábil. As áreas de informática e audiovisual são algumas das mais requisitadas dentro do Instituto, e a contábil é inédita no Estado”, comenta Orivaldo José da Silva Júnior, diretor do IC.

Na perícia de informática, os profissionais analisam provas em crimes como pedofilia na internet, roubo de senhas, ofensa pessoal em sites de relacionamento, desvio fiscal, e jogos eletrônicos. Sobre audiovisual, as análises podem ser feitas em gravações de câmeras de segurança e escutas telefônicas.

“Hoje a tecnologia é uma forte aliada do perito criminal. Estamos recebendo um equipamento que recupera dados de discos rígidos de computadores (os chamados HDs), mesmo que ele tenha sido danificado ou formatado”, complementa Orivaldo.

O núcleo de perícia contábil, muito útil na investigação de crimes financeiros em nível estadual, deve começar a funcionar em março de 2010. Outra área a ser desenvolvida no IC é a perícia ambiental, para tratar dos crimes contra o meio ambiente, como pesca predatória, derrubada de florestas, queimadas e outros delitos.

Orivaldo relata que os novos peritos passam por um período de adaptação até o final do ano. “Os profissionais vão para a academia cheios de teoria da universidade. E na academia, recebem os preceitos principais, mas é na vivência do dia-a-dia que eles aprendem como fazer e se comportar”, diz o diretor.

Segundo ele, os peritos recebem noções sobre ética e responsabilidade, e sobre seu papel dentro das investigações da polícia. “A resolução de um crime é resultado de um conjunto de ações. Qualquer situação ou prova que não for coletada corretamente, pode prejudicar na solução do fato”, explica Orivaldo.

Além de Campo Grande, 19 peritos foram destacados para o interior, em cidades polo, como Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Aquidauana, Jardim, Coxim, Paranaíba, Nova Andradina e Fátima do Sul.

Original em: http://www.pantanalnews.com.br

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Novos peritos reforçam atuação e ampliam serviços

O Instituto de Criminalística (IC), ligado à Coordenadoria-Geral de Perícias (CGP), recebeu em outubro 33 novos peritos criminais, que passarão a atuar em seus diversos núcleos, na capital e no interior. Os novos policiais civis terminaram a academia em setembro, e no começo de outubro receberam a nomeação do governador André Puccinelli.

Pela primeira vez, o concurso público para as vagas de perito criminal dividiu os candidatos por sua formação superior específica, segmentando a atuação de cada profissional e permitindo que o IC desenvolva novas atividades dentro de sua área.

“Os novos peritos vieram reforçar os núcleos de perícia em informática, audiovisual forense e contábil. As áreas de informática e audiovisual são algumas das mais requisitadas dentro do Instituto, e a contábil é inédita no Estado”, comenta Orivaldo José da Silva Júnior, diretor do IC.

Na perícia de informática, os profissionais analisam provas em crimes como pedofilia na internet, roubo de senhas, ofensa pessoal em sites de relacionamento, desvio fiscal, e jogos eletrônicos. Sobre audiovisual, as análises podem ser feitas em gravações de câmeras de segurança e escutas telefônicas.

“Hoje a tecnologia é uma forte aliada do perito criminal. Estamos recebendo um equipamento que recupera dados de discos rígidos de computadores (os chamados HDs), mesmo que ele tenha sido danificado ou formatado”, complementa Orivaldo.

O núcleo de perícia contábil, muito útil na investigação de crimes financeiros em nível estadual, deve começar a funcionar em março de 2010. Outra área a ser desenvolvida no IC é a perícia ambiental, para tratar dos crimes contra o meio ambiente, como pesca predatória, derrubada de florestas, queimadas e outros delitos.

Orivaldo relata que os novos peritos passam por um período de adaptação até o final do ano. “Os profissionais vão para a academia cheios de teoria da universidade. E na academia, recebem os preceitos principais, mas é na vivência do dia-a-dia que eles aprendem como fazer e se comportar”, diz o diretor.

Segundo ele, os peritos recebem noções sobre ética e responsabilidade, e sobre seu papel dentro das investigações da polícia. “A resolução de um crime é resultado de um conjunto de ações. Qualquer situação ou prova que não for coletada corretamente, pode prejudicar na solução do fato”, explica Orivaldo.

Além de Campo Grande, 19 peritos foram destacados para o interior, em cidades polo, como Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Aquidauana, Jardim, Coxim, Paranaíba, Nova Andradina e Fátima do Sul.

Original em: http://www.msnoticias.com.br

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Comissão da Câmara vem ao MS acompanhar investigação em Paranhos

O presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Federal, Luiz Couto, deverá vir à Campo Grande para reunir-se com autoridades a respeito da situação de violência contra os índios na região Sul do Estado. A informação foi repassada ao Midiamax pela deputada federal Irini Lopes (PT-ES), que está na Capital e em seu relatório vai pedir a vinda imediata da comissão e seus 18 membros ao Estado.

“Mato Grosso do Sul tem histórico de homicídios, de desaparecimentos de indígenas. É preocupante. Vamos acompanhar a situação da Região Sul enquanto não tiver elucidada a situação em Paranhos”, detalha Irini Lopes que às 17 horas vai reunir-se com o superintendente da PF (Polícia Federal) em Mato Grosso do Sul, José Rita Martins Lara.

Ela explica que a sua vinda foi uma resposta aos movimentos sociais do Estado.

Em Paranhos, a PF investiga a suspeita de que dois professores indígenas foram assassinados e vítimas de pistolagem. O corpo, que seria de Genivaldo Verá, foi encontrado em um córrego do município. O pai dele identificou o filho por foto, mas o Instituto de Criminalística faz o confronto das digitais e do material genético com o coletado dos pais da vítima pela PF.

O primo, Rolindo Verá continua desaparecido.

Eles foram expulsos junto com outros 16 índios da Fazenda São Luiz na madrugada de 2 de novembro e desde então estavam sumidos.

Desde que o caso tornou-se público é a primeira parlamentar em âmbito federal a se posicionar sobre o risco de confronto por conta da disputa da terra no Estado.

O deputado estadual Pedro Kemp (PT) entregou à parlamentar um dossiê sobre a questão indígena. Os produtores rurais da região negam que tenha havido contratação de seguranças armados no dia em que os professores desapareceram.

Original em: http://www.midiamax.com

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Perícia aguarda carteiras da Funai de índios para confrontar com digitais de corpo

Peritos do Instituto de Criminalística de Campo Grande aguardam a chegada das carteiras indígenas da Funai (Fundação Nacional do Índio) dos professores Genivaldo Verá e Rolindo Verá, desaparecidos desde o dia 2 de novembro em Paranhos. Já foram coletadas as digitais de um corpo encontrado no sábado (7) no córrego Ypoi. Há suspeita de que o corpo seja de um dos desaparecidos.

O fato é que o banco de dados de Mato Grosso do Sul, que reúne todos os dados de quem tem carteira de identidade local, não tem as impressões digitais de Genivaldo e Rolindo Verá. Mas, os indígenas têm a carteira da Funai e nela, há a impressão digital.

A Funai encaminha as documentações e os peritos esperam a chegada das carteirinhas com as impressões digitais para poderem dizer ou não se o corpo que está em Campo Grande e foi trazido de Paranhos é do professor Genivaldo ou de Rolindo. Uma outra questão diz respeito a localidade. Paranhos faz fronteira com o Paraguai e no caso do corpo não ser indígena pode ser de algum cidadão do País vizinho.

Genivaldo e Rolindo têm respectivamente, 21 e 28 anos.

Segundo informações apuradas pelo Midiamax junto ao governo estadual, o corpo passou por necropsia e não foram constatadas perfurações por tiro ou faca nem tampouco os ossos foram quebrados. A causa da morte não pôde ser elucidada pelo avançado estágio de putrefação.

A PF (Polícia Federal) acompanha o caso.

Exigência

O corpo do homem achado ontem à tarde no córrego Ypoi, em Paranhos, foi trazido para o IML (Instituto Médico Legal) de Campo Grande por determinação do secretário Jacini Wantuir (segurança pública), segundo fontes do governo estadual.

A Polícia Civil de Paranhos entregou o corpo no IML ontem por volta das 7 horas.

O local do confronto entre índios e seguranças foi na fazenda São Luiz, por onde cruza o rio. Os professores índios Genivaldo e Rolindo Verá sumiram e até agora não foram localizados.

A vinda do corpo para cá teria ocorrido porque o IML de Ponta Porã não possui equipamento raio-x e também por conta da pressão do Ministério da Justiça. Campo Grande teria mais estrutura para a necropsia e o ministro da Justiça, Tarso Genro teria exigido empenho do governo e da PF (Polícia Federal) para elucidação do caso na região Sul, conhecida internacionalmente por ser foco de violência contra os povos indígenas da etnia guarani. Estudos antropológicos têm sido barrados pelos produtores rurais na Justiça que determinou a continuidade das análises fundiárias.

Por determinação do MPF (Ministério Público Federal), homens do Exército, Polícia Federal, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, criaram uma força-tarefa para localizar os índios, que são professores das aldeias.

Os desaparecidos e outros 16 índios, segundo lideranças indígenas locais, tentaram ocupar a fazenda no final da semana passada, mas eles foram expulsos a força da propriedade.


O grupo se dispersou na mata e muitos deles retornaram às aldeias com hematomas no corpo que, segundo eles, teriam sido provocados por balas de borracha. Donos da propriedade disseram que o local é arrendado e que desconheciam que lá havia seguranças contratados.

Os índios tentam por pressão acelerar os estudos antropológicos, que deverão apontar quais áreas são indígenas e quais não são. Os produtores rurais da Região Sul brigam na Justiça para barrar o estudo.

Original em: http://www.midiamax.com

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Polícia apreende maconha hidropônica, “4 vezes mais forte”, no interior de SP

SÃO PAULO -A Polícia Civil de Jundiaí apreendeu, na noite desta quarta-feira, cerca de 220 quilos de maconha hidropônica. Do total, 100 quilos teriam sido encontrados em um carro, na Vila Marlene, em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, e os outros 120 quilos, em uma casa na cidade de Hortolândia, a 103 quilômetros da cidade de São Paulo.

A polícia afirma que o poder alucinógeno da maconha hidropônica é até quatro vezes maior que o da droga convencional. Por isso, seu valor de mercado também é superior. De acordo com o investigador-chefe do Núcleo de Apoio e Proteção à Escola (Nape), Douglas dos Santos Souza, a droga é cultivada em tonéis de terra encharcada de água, em locais adaptados para funcionar como estufas e com condições de temperatura e iluminação adequadas, e tem maior nível de THC (Tetra-Hidro-Canabinol).

Maconha apreendida foi encaminhada para perícia no IC

Droga apreendida pela Polícia Civil de Jundiaí

Cem quilos da droga teriam sido encontrados em um Honda Civic de um homem desempregado de 20 anos. Questionado, o suspeito teria afirmado que trouxe a droga de Mato Grosso do Sul e que entregaria a droga em Jundiaí. A polícia afirma que ele confessou que havia mais maconha escondida em uma residência na cidade de Hortolândia. Na casa, localizada na rua Armelindo Espúrio da Silva, os policiais encontraram mais quatro caixas de papelão com 120 quilos da maconha.
O suspeito foi preso em flagrante, levado à Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), em Jundiaí, e autuado por tráfico de drogas. Ele foi transferido para uma cadeia do município, onde permanece preso. A droga, o carro e um celular foram encaminhados à perícia no Instituto de Criminalística (IC).

Original em: http://ultimosegundo.ig.com.br

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Perícia de MS analisa ossos em curso nacional de Genética Forense

Crédito: Edemir Rodrigues

Entre os dias 27 de julho a 07 de agosto, em Brasília (DF), acontece o Curso Avançado em Genética Forense: Amostras Complexas (Ossos), onde serão realizados experimentos inspirados em situações relacionadas à pessoas desaparecidas.
O curso vai capacitar aproximadamente 20 pessoas, inclusive estrangeiros. Desse total, 13 são representantes de estados que já possuem unidade laboratorial de genética forense em pleno funcionamento: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Tocantins. Outros sete participantes são de países que integram o Mercosul, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai.

Mato Grosso do Sul será representado pela perita criminal, Thelma da Silva Conceição, servidora lotada no Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (Ialf) da Coordenadoria Geral de Perícias (CGP).

A capacitação é promovida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em conjunto com o Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA), da Polícia Civil do Distrito Federal (DF) – 1º Laboratório do Brasil a realizar exames de DNA Forenses – e sediará o curso, ficano Complexo da Polícia Civil, Sigo SAISO, bloco E – Brasília (DF).

Para a diretora do Ialf, perita criminal Josemirtes Fonseca da Silva, “esse curso é muito importante para manter o corpo técnico do nosso laboratório atualizado com as novas técnicas e procedimentos da área, tendo em vista que a extração de DNA a partir do osso humano é bastante complexa”, explica.

“No curso, que é composto não só da parte teórica, mas também da prática, o profissional executa o que apreendeu e tem a oportunidade de analisar e executar as técnicas. A perita Thelma está levando uma amostra de osso de um caso em andamento aqui no laboratório para ser analisado durante o treinamento. Temos esperanças que com o auxílio dos instrutores ou através de experiências já realizadas em outros estados, possamos obter resultados esclarecedores sobre o caso”, conclui.

Durante o curso haverá ainda exposições de renomados pesquisadores e professores universitários da especialidade de DNA Forense. A programação completa será divulgada na próxima semana.

Fonte: Noticias MS

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