Politec reivindica na Assembleia reestruturação na infraestrutura e de pessoal

Os problemas relacionados ao setor de Segurança Pública do estado voltaram à tona na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (31). Desta vez, o presidente José Riva recebeu representantes da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec). Eles reivindicam reestruturação na infraestrutura e de pessoal. Órgão trabalha com dificuldade, principalmente, pela falta de efetivo.

Na busca por ações que atendam a categoria, Riva convidou a diretora da Politec, Patrícia Fachone para explanar as dificuldades do órgão, na reunião do Colégio de Líderes. Antes, o parlamentar se reunirá com os representantes na sede da entidade. Riva quer conhecer todo o funcionamento da entidade. A data para os dois encontros ainda não foi marcada. Riva também os convidou a participar do congresso do Parlamento Amazônico, que deve acontecer no final de abril.

“Tivemos um crescimento na demanda muito grande, mas a infraestrutura e o efetivo não acompanharam esse processo. Por isso, entregamos o nosso plano de enfrentamento ao presidente para pedir o apoio na sua implementação”, explicou a diretora. Para se ter uma idéia, hoje a Medicina Legal realiza aproximadamente 16 mil laudos. Esse volume, segundo Patrícia, triplicou nos últimos anos. Com a reestruturação, a categoria quer também melhorar as unidades existentes no interior do estado. “Vamos regionalizar os serviços que terão sempre o apoio técnico da Capital”, disse Patrícia.

Ela chamou a atenção sobre a necessidade de investimentos fortemente na Capital, especialmente, para a Copa do Mundo, já que o estado não está preparado para possíveis desastres em massa. “Esperamos que nenhum desastre em massa aconteça, pois se acontecer passaremos vergonha pela falta de efetivo e estrutura”.

No plano de ação, a categoria destaca a necessidade de aumentar o efetivo de peritos criminais de 79 para 140; médicos legistas para 82; técnicos de necropsia para 50 e papiloscopistas para 163. A diretora defende que o governo atenda a Lei 8.321, de 2005, que dispõe sobre a criação da Carreira dos Profissionais da Perícia Oficial e Identificação Técnica do Estado de Mato Grosso. “O ideal seria a revisão do lotacionograma”.

O diretor Metropolitano de Criminalística, Pierre Biancardini Junior disse que com o trabalho integrado do setor e a regulamentação de leis a demanda aumenta significativamente. O que não acontece com o efetivo. É o caso, por exemplo, da lei que regulamenta o porte de armas, nos primeiros cinco anos após a regulamentação, aumentou de 100 para 1,3 mil exames de Eficiência em Armas de Fogo, feito pelo setor de balística. O mesmo aconteceu com a regulamentação da Lei Maria da Penha, dentre outras.

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Atraso nos laudos criminais é culpa do Estado, afima Sindicato dos Peritos Criminais de MT

O presidente do Sindicato dos Peritos Oficiais Criminais do Estado de Mato Grosso (Sindpeco/MT), Márcio Godoy, afirma que a entidade alerta o Poder Público há anos sobre os problemas enfrentados pelos profissionais da perícia criminal que, consequentemente, afetam o andamento dos processos criminais no estado. Há mais de dez anos o Estado não nomeia novos peritos. 

Atualmente, Mato Grosso tem 87 profissionais que devem atender todos os 141 municípios. “Hoje nós temos apenas cinco pólos com peritos criminais em todo o estado: Cuiabá, Rondonópolis, Cáceres, Sinop e Barra do Garças. Vários outros municípios pólo como Tangará da Serra, Juína, Diamantino, Pontes de Lacerda, Alta Floresta e Água Boa, não têm peritos criminais lotados. Muitas vezes os peritos têm que descobrir o seu pólo para atender essas regiões que não têm profissionais”, aponta Godoy. 

Segundo estudo realizado pela Associação Brasileira de Criminalística (ABC), o ideal é que haja um perito criminal para cada cinco mil habitantes, levando em consideração o número de habitantes, tamanho territorial, comarcas da justiça, entre outros. Assim, para atender a esta meta, de acordo com Godoy, o Estado precisaria contratar hoje 600 peritos criminais para atender a demanda. “Mesmo que nós considerássemos um perito para cada dez mil habitantes, precisaríamos de 300, o que daria para continuar com os trabalhos, mas ainda não seria o indicado pela ABC”.

Com o número reduzido de profissionais, o acúmulo de trabalho acaba gerando outros problemas como doenças relacionadas ao estresse e falta de interesse dos peritos em permanecerem na profissão. “Em virtude da complexidade do trabalho e melhor remuneração em outros cargos, estamos perdendo profissionais que preferem fazer outros concursos. Alguns até com menor salário, mas com menor responsabilidade”, pontua o presidente.

“Além da falta de peritos, temos dificuldades também na nossa estrutura. Falta de equipamentos, falta de manutenção, precisamos de novos prédios, até maquina fotográfica está faltando, a ponto dos peritos plantonistas terem que comprar esses equipamentos. Por isso, assim como delegados, juízes e promotores, os peritos acabam tendo que trabalhar em cima de casos que têm cobrança judicial, chamados prioritários”. 

Também a carga horária dos peritos é diferenciada pelo tipo de trabalho realizado. “Muitas vezes nós temos que retornar ao local de crime, fazer outras diligências, fazer pesquisas, cursos, treinamentos, levar serviços para casa. Não podemos ficar dentro do órgão o tempo inteiro. Se for somar a carga horária final, o Estado terá que nos pagar horas extras”, explica. 

Sobre a questão da emissão de laudos pelos papiloscopistas, Márcio fala que eles não têm atribuição legal para realizar perícia (conforme o Código de Processo Penal e a Lei Federal 12030, de 2009) e, além disso, a maior demanda destes profissionais é confeccionar carteira de identidade e auxiliar os peritos no local do crime. São os peritos que fazem o trabalho de confronto de todos os fragmentos encontrados no local e com os suspeitos na seção de criminalística, de acordo com as suas especializações. Segundo ele, a legislação estadual está em conformidade com as leis federais.

O presidente afirma ainda que o sindicato está trabalhando e deve continuar os trabalhos para sensibilizar o governo quanto a nomeação dos novos peritos e investir na pericia, realizando novos concursos, considerando que os 60 profissionais que devem ser nomeados, com o último concurso realizado no ano passado, não serão o suficiente para atender a demanda. “Precisamos que os novos peritos tomem posse urgentemente, caso contrário, seremos obrigados a fechar alguns pólos de seção. E depois da nomeação o Governo deve iniciar imediatamente outro processo seletivo para aumentar o efetivo, porque alguns colegas podem se aposentar em alguns anos e o problema vai continuar”, alertou Godoy.

“Recentemente a imprensa publicou matérias sobre as deficiências na Defensoria Pública da Polícia Civil. Com a perícia não é diferente. Nos últimos oito anos até houve algum investimento na instituição, no entanto, se faz necessária uma atenção especial do poder público à perícia criminal”, concluiu Márcio.

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Zeca Viana cobra infraestrutura para IML de Primavera do Leste

O imbróglio sobre a compra da câmara fria para o Instituto Médico Legal (IML) de Primavera do Leste (a 240 km de Cuiabá) está perto do fim. Nesta terça-feira (02.03), o deputado estadual Zeca Viana (PDT) voltou a fazer a cobrança do equipamento ao Governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública (Sesp).
Desta vez, o deputado se reuniu com o secretário Diógenes Curado e com a diretora geral da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec), Patrícia Fachone, na sede da Sesp, no intuito de chegar a uma solução para a situação do IML que funciona desde 2007 sem o equipamento apropriado para colocar cadáveres.

Diógenes garantiu ao deputado que vai encaixar a demanda no projeto de recursos do Governo Federal que será liberado ao Governo de Mato Grosso a partir do dia 15 de março. “Não sabemos ainda da onde sairão os recursos para a compra da câmara fria, mas vamos dar uma solução”, garantiu Curado.

Zeca Viana tem chamado a atenção do Executivo Estadual para a situação do IML de Primavera do Leste, desde fevereiro. Ele já havia encaminhado à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa uma indicação ao Governo cobrando a aquisição da câmara fria.

Isto porque, o IML foi inaugurado em 2007 e a compra da câmara ficou sob a responsabilidade da Sesp. Na época, a Prefeitura devolveu aos cofres estaduais a importância de R$ 38,8 mil – mais de 50% do valor do equipamento. Hoje, uma câmara fria custa aproximadamente R$ 60 mil.

Na reunião, Zeca Viana ainda solicitou a compra de um carro rabecão para atender Primavera do Leste e cidades circunvizinhas. “Precisando do atendimento, Primavera do Leste precisa solicitar o carro de Rondonópolis que fica a 120 quilômetros”, explicou Viana. Nesse sentido, a diretora da Politec disse que também incluirá a aquisição do rabecão para o município no projeto de recursos federais. O carro custo em torno de R$ 100 mil.

POLO DA POLITEC – O município Primavera do Leste está subordinado à macrorregião da Politec que fica localizada em Rondonópolis. Mas já existe um estudo de divisão das regionais da Politec que elevaria Primavera do Leste a pólo. “Mato Grosso cresce de forma assustadora. E essa medida tem que ser levada adiante, pois corremos o risco de deixar municípios que ficam mais afastados sem atendimento”, alertou Viana.

Atualmente a Politec está em sete pólos: Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Tangará da Serra, Cáceres, Barra do Garças e Rondonópolis. Com o projeto de reestruturação de regional da Politec o atendimento se estenderia a 18 regiões.

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Peritos Criminais são homenageados em sessão solene

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso homenageou, por meio de uma sessão solene realizada na última sexta-feira (03), os peritos criminais estaduais e federais que atuam no estado. Dos 107 profissionais, apenas três não puderam comparecer à homenagem que antecipou a comemoração do Dia Nacional do Perito Criminal (04/12) instituído pela Lei Federal 11.654 de 15 de abril de 2008, de autoria da Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT).

Presidida pela deputada estadual Chica Nunes (PSDB), a Sessão Solene é de autoria do presidente do Legislativo, deputado Mauro Savi (PR), que não pode comparecer devido a compromissos de última hora.

“O Perito Criminal é um servidor público, com formação de nível superior, que possui a atribuição legal de realizar as perícias na área da Criminalística, cujo resultado é expresso em um laudo pericial, peça caracterizada como um poderoso instrumento para a realização da justiça, tendo em vista seu caráter técnico e científico”, definiu a deputada ao dar início à solenidade.

O presidente do Sindicato dos Peritos Oficiais Criminais do Estado de Mato Grosso (Sindpeco/MT), Márcio Corrêa Godoy, agradeceu o deputado Mauro Savi pela iniciativa e frisou que esta é a primeira homenagem recebida pela Assembleia Legislativa. “É uma homenagem justa e importante para uma categoria que a sociedade pouco conhece. A Assembleia está fazendo um papel importante, sempre tratou a nossa categoria com respeito e tem dado respaldo aos nossos pleitos”, frisou.

De acordo com Márcio Godoy, 81 peritos formam o quadro estadual e mais 68 novos concursados, que já passaram pela formação, devem ser convocados em breve para assumir o cargo. “Porém, a demanda do Estado é de pelo menos 300 peritos”, explicou o presidente ao ressaltar que a legislação prevê 240. “O ideal seria um perito para cada 5 mil habitantes, mas se tivermos um perito para cada 10 mil habitantes já conseguiríamos dar conta da demanda”, ponderou.

Ainda conforme o presidente do Sindicato, o salário de um profissional em início de carreira é de R$ 5 mil para uma carga horária de 44 horas semanais.

Para o diretor regional da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, João Luiz Freixo, o trabalho do perito criminal é fundamental para elucidação dos mais diversos crimes. “É um trabalho técnico científico que reúne provas em busca da verdade real, diferente do testemunho, que pode ser mudado a qualquer momento”, frisou ao destacar que o laudo pericial serve de base para instrução de inquérito e também na resolução dos crimes.

Para a diretora geral da Politec, Patrícia Valéria de Cássio Fachone, que representou o secretário de Justiça e Segurança Pública do Estado, Diógenes Curado, além da questão técnica inerente à profissão, é preciso destacar o lado humanístico dos preitos. “Um perito precisa ter capacidade intelectual e para isso é necessário uma capacitação continuada; autocontrole emocional para aplicar o conhecimento crítico; superar o desgaste físico, e ter ética, que nesse caso não é algo que se espera, é obrigação. Porque a ética nesse caso é fundamento de todo um processo que mudará a vida de uma pessoa”, frisou.

A deputada Chica Nunes entregou Moção de Congratulação aos 103 peritos, sendo 78 estaduais e 26 federais, que compareceram à solenidade. Na mesma ocasião, o Sindpeco/MT realizou uma homenagem póstuma ao perito Nilson Damião da Silva, um dos fundadores do Sindicato. A homenagem foi recebida pela viúva Eliane Maria Estrela Fernandes.

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Peritos criminais de Mato Grosso serão homenageados na próxima sexta-feira

Peritos criminais oficiais que trabalham no estado serão homenageados na próxima sexta-feira (03), às 8h30, em sessão solene organizada pela Assembléia Legislativa de Mato Grosso, por iniciativa do presidente da Casa, deputado Mauri Savi (PR/MT). O evento antecipa o dia quatro de dezembro, Dia Nacional do Perito Criminal.

Além do reconhecimento do poder público, o Sindicato dos Peritos Oficiais Criminais do Estado de Mato Grosso (Sindpeco/MT) realiza outras atividades para reflexão e confraternização dos profissionais nos dias três e quatro.

A data é oficial há dois anos, mas os profissionais a elegeram em 1979, durante o V Congresso Nacional de Criminalística, realizado em Curitiba (PR). Três anos antes, o perito criminal mineiro Otacílio de Souza Filho morreu durante uma perícia no interior de Minas Gerais, em local de difícil acesso. Para homenageá-lo, os peritos presentes no Congresso escolheram o dia do seu aniversário, quatro de dezembro, para simbolizar o dia da categoria.

Somente em 2008 os peritos conseguiram oficializar a data. O projeto 11.654, de 14 de abril, elaborado pela então senadora Serys Slhessarenko (PT/MT) diz que este “tem por objetivo contribuir de forma significativa para que se torne mais visível para a sociedade brasileira a importância do trabalho técnico realizado por esses profissionais, que exercem função essencial à prestação da Justiça. Seus laudos transitam em todas as instâncias do processo criminal: no inquérito policial, na denúncia do Ministério Público, prosseguindo até que o processo seja julgado em última instância”.

“Essa homenagem é muito importante para divulgar o trabalho pericial que é muito complexo, demanda muito trabalho e estudo”, afirma o presidente do Sindpeco/MT, Márcio Corrêa Godoy. Márcio acredita que o número de peritos no estado ainda é muito baixo – 86 no total -, mas espera que a sobrecarga atual seja amenizada com a entrada de mais 68 profissionais selecionados no último concurso público feito no estado.

O que faz um perito criminal oficial?

O perito oficial criminal é um técnico concursado e com formação superior em determinadas áreas, que tem função fundamental no processo de investigação de crimes, sejam eles homicídios, suicídios, afogamentos, desabamentos, acidentes de tráfego, arrombamentos, danos ao meio ambiente, furtos de veículos, furtos de energia elétrica, reproduções simuladas dos fatos, entre outros. É ele quem estuda o caso e emite o laudo oficial que acompanhará o processo até que seja julgado em última instância.

A formação pode ser em diversas áreas, preferencialmente as de engenharia, biologia, química, física, geologia, odontologia, medicina, ciências contábeis, farmácia e bioquímica, Ciências da Computação etc., porque as perícias são direcionadas de acordo com a especialidade do profissional.

O tempo de uma investigação criminal pode variar, dependendo da complexidade do caso, mas o Código do Processo Penal determina que um laudo deve ser emitido em dez dias. Ele deve relatar minuciosamente tudo o que puder ver, coletar, ouvir, fotografar, enfim, tudo o que tiver relação com o crime enquanto investiga. É comum que um grupo de peritos trabalhe junto em um mesmo caso.

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Adolescente tem queda misteriosa

 

A vítima participava de um churrasco no térreo; imagens do circuito de segurança serão analisadas

O Edifício Dunhill passará por perícia para identificar se a queda do estudante J.V.L., 16, foi acidental ou intencional. O adolescente caiu do 4º andar do prédio de alto padrão, localizado na avenida Ipiranga, em Cuiabá, durante uma festa entre amigos na madrugada de ontem, logo após a meia-noite. A Polícia Civil, que investiga o caso, já pediu que a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) preserve o local e faça os procedimentos de análise.

 

Logo após o acidente testemunhas informaram à Polícia Militar que a vítima e os amigos participavam de um churrasco no térreo do prédio, quando o adolescente subiu em um dos apartamentos sem que ninguém visse e caiu em cima de uma estrutura metálica coberta por vidro. O estudante teve politraumatismos e sofreu várias escoriações pelo corpo.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e esteve no local para socorrer a vítima, encaminhada inicialmente para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC), onde recebeu os primeiros cuidados médicos. O estudante foi transferido horas depois para o Hospital Santa Rosa, que informará o quadro de saúde do adolescente somente nesta segunda-feira (29).

A família de J.V.L. passou a tarde no hospital, mas não quis comentar o ocorrido. Um amigo dos pais do rapaz informou que eles estão bastante abalados e passaram o dia rezando pela melhora do estudante, que está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

Embora o Boletim de Ocorrência da PM tenha sido registrado como tentativa de suicídio, a Polícia Civil terá outras linhas de investigação para averiguar se alguém teria empurrado o jovem do prédio. As imagens do circuito de segurança do Dunhill, verificadas na noite da queda, não mostraram nenhum fato comprometedor ou revelador, mas passarão por nova avaliação policial.

Procurados pela imprensa os porteiros do prédio onde ocorreu a queda informaram que não estavam autorizados a comentar o assunto e afirmaram “não saber de nada”. Somente o síndico comentaria o ocorrido, mas ele não estava no local.

J.V.L. é estudante do segundo ano do ensino médio em uma escola particular de Cuiabá.

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Candidatos concluem última fase do concurso

Será nesta sexta-feira (15.10), a formatura dos alunos dos cursos de formação de Técnico em Necropsia e Perito Oficial Criminal, terceira e última etapa do concurso público par provimento de cargos efetivos do Estado. A cerimônia acontecerá no Salão Nobre do Palácio Paiaguás, em Cuiabá, a partir das 9h00. 

Ao todo, 68 candidatos a Perito Criminal e 22 a Técnico de Necropsia participaram dessa fase, de caráter classificatório e eliminatório. Os cursos tiveram carga horária de 400 horas, incluindo aulas teóricas e práticas, com a finalidade de avaliar a aptidão e conhecimento técnico do candidato para desempenhar as atribuições do cargo. 

As atividades foram desenvolvidas pela Universidade do Estado de Mato Grosso, em parceria com Perícia Oficial de Identificação Técnica do Estado de Mato Grosso (Politec) e Instituto Médico Legal (IML).

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Olimpíadas Integradas da Segurança Pública serão em novembro em Cuiabá

Será realizada em Cuiabá, a primeira Olimpíadas Integradas da Segurança Pública do Estado. A abertura oficial dos jogos será no dia 21 de novembro, no Ginásio Aecim Tocantins, na capital.

Participam do evento representantes da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros, Exército Brasileiro, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Sistema Prisional e Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Os Atletas irão competir nas modalidades de Atletismo (Corrida e Salto em distância), Natação, Xadrez, Cabo de Guerra, Prova de Orientação, Tiro, Futsal, Futebol de Campo, Futebol Society, Vôlei de Quadra e de Areia, Truco e Bozó.

De acordo com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso (Sejusp), responsável pela organização das Olimpíadas, o objetivo do evento é desenvolver a integração por meio do esporte, propiciando o aprimoramento do condicionamento físico dos servidores que compõe as Forças de Segurança em Mato Grosso.

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Sejusp realiza primeira Olimpíadas Integradas

Representantes da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros, Exército Brasileiro, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Sistema Prisional e Agência Brasileira de Inteligência (Abin) se reuniram na manhã desta sexta-feira (08) para elaborar a primeira Olimpíadas Integradas da Segurança Pública. 

A abertura oficial dos jogos será no dia 21 de novembro, no Ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá. Na solenidade, os atletas de cada delegação irão desfilar se apresentando para os jogos. Além do desfile das delegações serão realizadas apresentações culturais na solenidade de abertura. 

O objetivo do evento é desenvolver a integração por meio do esporte, propiciando o congraçamento e o aprimoramento do condicionamento físico dos servidores que compõe as Forças de Segurança em Mato Grosso. 

Os Atletas irão competir nas modalidades de Atletismo (Corrida e Salto em distância), Natação, Xadrez, Cabo de Guerra, Prova de Orientação, Tiro, Futsal, Futebol de Campo, Futebol Society, Vôlei de Quadra e de Areia, Truco e Bozó.

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Planejamento das eleições e estudos da Politec são temas da reunião do GGI

O Gabinete de Gestão Integrada (GGI) se reuniu na manhã desta terça-feira (28.09), na sede da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), em Cuiabá, para tratar de assuntos relacionados ao planejamento estratégico das eleições 2010 e apresentação da Comissão de Estudo Especial 137 “Ciência Forense ABNT”, feito pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

A reunião teve início com o secretário de Justiça e Segurança Pública, Diógenes Curado Filho, que explicou que todos os municípios do Estado, exceto os que possuem unidades da Polícia Federal, terão atendimento da Polícia Judiciária Civil durante o pleito eleitoral do dia 3 de outubro. Ao todos serão 135 delegados, 208 escrivães e 920 investigadores atuando no dia das eleições, totalizando 1.263 policiais civis envolvidos.

O secretário disse também que a Polícia Militar vai disponibilizar 4.128 policiais militares e empenhar 320 viaturas, sendo 291 carros e 29 motos. Do total de militares, 2.357 estarão envolvidos diretamente nos locais de votação. O restante, 1.771, estarão nas ruas e também darão apoio nas ocorrências relacionadas ao dia da votação. Além do policiamento ostensivo, a Polícia Militar vai disponibilizar 47 agentes de Inteligência que estarão trabalhando de forma velada para detectar possíveis crimes eleitorais.

Diógenes destacou ainda que o Corpo de Bombeiros vai disponibilizar 126 militares que estarão distribuídos nas seções de Cuiabá e Várzea Grande com maior número de eleitores, realizando a prevenção contra incêndio e pânico, auxílio, orientação e primeiros socorros. Em todo Estado serão 268 bombeiros empenhados no dia das eleições.

Durante a reunião foi apresentado também, pela diretora da Politec, Patrícia Fachone, um panorama geral sobre a normalização em Ciência Forense no Brasil quanto a gestão da qualidade na perícia. Patrícia começou explicando sobre o papel da ABNT que é um órgão normalizador no Brasil, e dentro da ABNT existe uma comissão de número 137 que faz as normas para a Ciência Forense.

Esclareceu também que dentro da comissão de estudos existem grupos de trabalhos voltados para as minutas de norma para local de crime, toxicologia forense, química foresense, entre outras. Disse também que um desses trabalhos é coordenado por ela, que é o GT- Gestão na Perícia, que aborda a qualidade realizada nas perícias.

Este grupo de trabalho aborda no momento o tema de cadeia de custódia de evidencias. E a estratégia do grupo de trabalho foi buscar normas que já são realidades em outro local do mundo, como as normas da American Society for Testing and Materials (ASTM).

Na seqüência, apresentou o trabalho que está sendo desenvolvido pela Politec que teve início no começo do ano passado, mas que teve maior ritmo só neste ano. Falou que é um processo novo no Brasil, e que a Politec está participando do trabalho para fazer as normas da Ciência Forense a serem implantadas no Brasil. “As normas não têm um cunho obrigatório, é voluntário, mas é muito importante que a siga, pois são as boas práticas as melhores formas de fazer o trabalho do perito” afirmou Patrícia.

As reuniões do Gabinete de Gestão Integrada acontecem mensalmente e têm como objetivo reunir e integrar os órgãos e instituições da Segurança Pública que o compõem.

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