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Uberlândia é pioneira em MG no Banco de DNA de criminosos

Os condenados por crimes hediondos, como homicídio e estupro, do Presídio Jacy de Assis e da Penitenciária Pimenta da Veiga, farão parte do Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). Ao todo, 270 detentos terão o material genético coletado a partir deste mês, cumprindo o determinado pela Lei 12.654 de 2012, que cria o banco de DNA de criminosos. A medida é pioneira no Estado e tem como objetivo auxiliar as investigações de crimes abertos, ou seja, sem suspeitos.

Dos detentos, será colhida saliva de onde é extraído, após análise, o mapeamento genético. As informações podem ser acessadas pelos órgãos de polícia científica, a partir do programa Codis, software fornecido gratuitamente em 2012 pelo FBI, a polícia federal norte-americana.

A coleta do DNA é feita pela Polícia Federal (PF) e, segundo o delegado chefe da PF em Uberlândia, Carlos Henrique D’Ângelo, a principal mudança será a rapidez e certificação nas investigações. “Tivemos sucesso em casos em que foram encontrados fragmentos humanos e, quando comparados com material genético do suspeito, foi comprovada a autoria. Mas esse foi um caso fechado, que já tinha um suspeito. Com o banco de dados, o material encontrado será lançado no programa que localizará o criminoso caso ele esteja cadastrado”, disse D’Ângelo. Os casos citados são de duas explosões de caixas eletrônicos e um roubo.

O diretor referência da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), coronel Adanil Firmino, considera a medida uma importante ferramenta contra a reincidência. Ele espera que, no futuro, a coleta e cadastramento possam ser feitos pelos agentes do sistema prisional. Atualmente, é responsabilidade da Suapi cadastrar com foto e registros digitais cada nova entrada de detento para quaisquer crimes.

Estado é o 3º que mais contribui

Minas Gerais foi o terceiro Estado que mais contribuiu, neste ano, para o recolhimento dos perfis genéticos em todo o País. Desde 2011, Minas já fazia o mapeamento de criminosos sexuais. No último ano, o Estado contribuiu com 160 perfis, sendo 42 de condenados. As informações do banco auxiliaram, desde sua criação, a quatro investigações mineiras, duas deles confirmando a autoria do crime.

Iniciativa agrada, mas esbarra nas condições técnicas

Para o chefe da perícia da Polícia Civil em Uberlândia, Eduardo Siquieroli, o mapeamento genético e o cadastramento no Banco Nacional de DNA vão possibilitar a localização de criminosos de forma facilitada. Ele alerta, porém, que a dinâmica da investigação não mudará no âmbito local. “Mesmo com o banco de dados, o material coletado aqui será enviado para Belo Horizonte, onde será feita a comparação. Um procedimento que demora, já que cada nova demanda entra em um fila de atendimento e não deve mudar”, afirmou Siquieroli.

Segundo o perito, a demanda de pessoal e equipamentos no Instituto de Criminalística e nos postos de perícia da PC pode dificultar a plena utilização do banco de dados. O Instituto de Criminalística em BH confirmou a falta de recursos e afirmou também que a qualidade do material coletado também influencia no tempo de processamento do mapa genético.

Por: Diogo Machado

Original em: http://www.correiodeuberlandia.com.

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Notícia da Manhã lista concursos; destaque para área de segurança

O Notícia da Manhã, desta quinta(29), destacou vários concursos públicos, a maioria na área de segurança. O concurso da Polícia Federal, que não deve entrar nos cortes do Governo, é um deles.

A PF abrirá 558 vagas para os cargos de delegado e perito. O concurso exige dos concorrentes graduação em Direito e três anos de exercício de atividade jurídica ou policial. Para Perito será necessário ter nível superior em áreas específicas. A remuneração inicial, nos dois cargos, é de R$ 16.830,85.

Já a Polícia Civil do Pará já tem organizadora definida para o seu concurso, será a Fundação Carlos Augusto Bitencourt (Funcab). Serão 650 vagas disponbilizadas para os cargos de delegado, investigador, escrivão e papiloscopista. A remuneração é de até R$ 11,5 mil.

E as polícias militar do Pará e do Pernambuco também farão concurso. O certame do Pará, já autorizado, vai ofertar 2.194 vagas, para nível médio e superior. Serão 2 mil vagas para soldado, com salário de R$ 2.461,60, e 194 vagas para oficial, com vencimento de R$ 5.489,43.

Em Pernambuco, o concurso da PM, também autorizado, aguarda definição da organizadora e abrirá 1.500 vagas para soldado, com salário de R$ 3.066,28. O edital deve ser publicado até dezembro de 2015.

Para outras áreas foi divulgado o concurso da Secretaria de Educação do Maranhão, que deve oferecer 1.230 vagas de nível superior para o cargo de professor classe A, com remuneração de até R$ 2,3 mil. A organizadora será a Fundação Sousândrade de Apoio ao Desenvolvimento, ligada a UFMA. A taxa de inscrição é R$ 56,20 e o edital deve sair em novembro de 2015.

E o Tribunal Regional do Trabalho – 8ª região vai promover concurso para os estados do Pará e Amapá. A organização será do Cespe/UnB. Serão 31 vagas mais cadastro de reserva para os cargos de Analista Judiciário e Técnico Judiciário, nível médio e superior, com remuneração inicial de até R$ 9.573,84. O edital deve sair até dezembro de 2015.

Veja mais detalhes sobre os concursos e ainda o cronograma do Governo do Estado do Piauí para convocar os aprovados em concursos a partir de 2016!

Por: Marcelo Lopes

marcelolopes@cidadeverde.com

Original em: http://cidadeverde.com

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MPF-AM entra com ação para PF aceitar tecnólogo como perito

Na ação, o MPF exige que, nos futuros editais destinados ao preenchimento dos cargos de perito criminal federal, a PF admita a contratação de tecnólogos

Manaus – O Ministério Federal do Amazonas (MPF-AM) entrou com uma ação civil pública na 1ª Vara Federal com pedido de liminar para obrigar a Polícia Federal (PF), a admitir técnico de nível Superior nos quadros da instituição para o cargo de perito. No concurso de 2012, a PF abriu 600 vagas, com oportunidades para o Amazonas, para o cargo de papiloscopista.

Na ação, o MPF-AM exige que, nos futuros editais destinados ao preenchimento dos cargos de perito criminal federal, a PF admita a contratação de tecnólogos, assim entendidos aqueles com diploma de nível Superior de educação, em igualdade de condições com bacharéis e licenciados, na medida em que haja correspondência dos cargos disponíveis com as áreas profissionais de tecnologia.

O texto da ação cita a “inconstitucionalidade e ilegalidade na exclusão dos candidatos portadores desse tipo de diploma. No mais, é importante rechaçar a interpretação conferida pela Polícia Federal de que, a determinação prevista no edital que exclui a graduação de tecnólogo seria fruto do legítimo exercício do juízo de conveniência e oportunidade da administração pública”.

O MPF aponta entendimento do próprio Supremo Tribunal Federal (STF) que somente a lei pode restringir, obedecidos aos princípios da isonomia e da razoabilidade, o acesso a cargos públicos. Para o MPF, foi a própria lei quem entendeu que, para o preenchimento do cargo de perito criminal federal, eram necessários profissionais formados em Engenharia Florestal, mas que não eram necessários profissionais formados em Artes Plásticas, Psiquiatria, Biblioteconomia ou Direito, segundo o exemplo contido no texto da ação.

“Portanto, sob os mais variados prismas, a postura da Polícia Federal, ao negar a possibilidade de acesso dos tecnólogos aos cargos de Perito Criminal Federal por suposta insuficiência de conhecimentos destes profissionais, é inadmissível, por incorrer em inconstitucionalidades, ilegalidades e preconceitos com relação à educação tecnológica, o que merece ser combatido pela via judicial”, diz o texto da ação, que pede multa de R$ 100 mil por dia, para o caso de descumprimento.

Original em: http://new.d24am.com

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Polícia Federal terá concurso com 558 vagas e salários de R$17.203

Do total de oportunidades, 491 vagas são para delegado e 67 para perito.

A Polícia Federal (PF) aguarda a autorização do Ministério do Planejamento para a realização do concurso com 558 vagas, sendo 491 para delegado e 67 para perito, ambos de nível superior, com remuneração inicial de R$17.203,85.

De acordo com o Folha Dirigida, a expectativa é que a resposta do ministério seja divulgada em maio.

Para o cargo de delegado, é preciso ter bacharelado em Direito. A função também exige experiência mínima de três anos em atividades jurídicas ou policiais. No caso de perito, a formação necessária irá variar conforme a área de atuação.

Para ambos os cargos, é exigida ainda a carteira de habilitação na categoria B ou superior. As contratações são pelo regime estatutário, que prevê estabilidade e benefícios, como o auxílio-alimentação, de R$373 (já incluído na remuneração informada).

Por: Redação iBahia

Original em: www.correio24horas.com.br/

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Segurança Pública: Mais de 2 mil vagas ainda este ano

Boas remunerações, estabilidade, benefícios e provas aplicadas em todas as capitais. Os atrativos são muitos para quem deseja concorrer a uma das 258 vagas autorizadas para o concurso do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). A previsão inicial era definir a organizadora até o fim de março. No entanto, segundo o órgão, a instituição será anunciada ainda esta semana. Feito isso, os esforços serão voltados para que o edital seja publicado nos próximos dias.

Das oportunidades, 240 são para agente penitenciário federal. A atrativa carreira exige o antigo 2º grau e proporciona remuneração de R$5.403,95, incluindo o auxílio-alimentação, no valor de R$373. O cargo também exige carteira de habilitação na categoria B ou superior. Para auxiliar os futuros candidatos que querem iniciar a preparação antes de o edital sair, FOLHA DIRIGIDA Online tem publicado o programa para agente, que serve de base para os estudos dos interessados.

Há vagas, ainda, para as carreiras de técnico (médio/técnico) e de especialista (superior) em assistência penitenciária, com ganhos de R$3.679,20 e R$5.254,88, respectivamente. Os valores já incluem os R$373 referentes ao auxílio-alimentação. Os servidores recebem também auxílio-transporte, gratificação natalina, adicionais noturno e de insalubridade (cerca de R$1 mil, cada) e ressarcimento do auxílio-saúde, de aproximadamente R$80 por dependente. A carga de trabalho é de 40 horas semanais, e a contratação é sob o regime estatutário, isto é, com garantia de estabilidade.

Segundo a presidente da comissão do concurso, Juciane Prado, as provas escritas serão aplicadas em todas as capitais. A primeira fase terá ainda testes de aptidão física, avaliações psicológica e médica e investigação social. O curso de formação profissional dos aprovados corresponde à segunda etapa da seleção. Os novos servidores serão lotados nas penitenciárias de Porto Velho/RO, Mossoró/RN, Catanduvas/PR e Campo Grande/MS, e também na sede, em Brasília, que inaugurará a quinta penitenciária este ano, sendo o marco temporal que orienta o provimento dos cargos.

PF: projeto de abrir 558 vagas este ano
A Polícia Federal (PF) programa para este ano a realização de concurso para 558 vagas, sendo 491 de delegado e 67 de perito. Ambos os cargos são de nível superior e têm remuneração inicial de R$17.203,85, já com o auxílio-alimentação, de R$373. As contratações são pelo regime estatutário, que prevê estabilidade. Para abrir o concurso, o departamento aguarda confirmação do Ministério do Planejamento quanto à disponibilidade orçamentária para o preenchimento das vagas. Desde outubro do ano passado, a PF não precisa de autorização do Planejamento para promover concursos para cargos policiais.

A alteração foi estabelecida por meio do Decreto 8.326/14, que instituiu a necessidade de experiência mínima de três anos em atividade jurídica ou policial para o ingresso no cargo de delegado, que ainda tem como requisito básico o bacharelado em Direito. A formação superior necessária para o cargo de perito varia conforme a área de atuação (são 18 áreas possíveis). Para os dois cargos, também é preciso ter carteira de habilitação, na categoria B ou superior.

Os últimos concursos para delegado e para perito foram realizados em 2012, tendo o Cespe/UnB como organizador. No caso do primeiro, as provas foram sobre os direitos Constitucional, Administrativo, Penal, Processual Penal, Civil, Processual Civil, Previdenciário, Financeiro e Tributário, Internacional Público, Empresarial, além de Criminologia.

PRF: até 1.500 vagas para policiais
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deverá realizar este ano concurso para o preenchimento de até 1.500 vagas de policial rodoviário federal. O cargo, que é aberto a quem possui o ensino superior completo em qualquer área e carteira de habilitação (categoria B ou superior), garante remuneração de R$7.092,91 (incluindo o auxílio-alimentação, de R$373) já no início da carreira e ainda prevê estabilidade, devido à contratação pelo regime estatutário.

O reforço da presença nas fronteiras para o combate ao tráfico de armas e drogas foi um compromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff ao tomar posse no início deste ano para o seu segundo mandato, o que deve favorecer o atendimento do pleito do departamento. A solicitação foi feita no ano passado e devolvida ao Ministério da Justiça em dezembro, com a pasta prometendo reencaminhá-la ainda no início deste ano. A PRF busca ainda a nomeação de 766 excedentes do atual concurso, cuja validade expira em junho deste ano, mas pode ser prorrogada por um ano.

A seleção em vigor foi aberta em 2013, para mil vagas, com os candidatos sendo testados quanto às seguintes disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, Ética no Serviço Público, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Direito Processual Penal, Legislação Especial, Direitos Humanos e Cidadania, Legislação Relativa à PRF e Física Aplicada à Perícia de Acidentes Rodoviários. O concurso foi organizado pelo Cespe/UnB e teve 109.769 inscritos.

Informações da Folha Dirigida

Original em: http://blog.euvoupassar.com.br

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A crise na Polícia Federal e da Segurança Pública Brasileira

O Brasil adotou um complicado sistema de segurança pública e hoje a sociedade paga esse prejuízo: a ineficiência das policias e a impunidade decorrente da má conjunção entre Polícias, Ministério Público e Poder Judiciário conjugados com uma legislação permissiva.

A metodologia investigativa adotada em nosso país é anacrônica e cartorialista. Tem como base o excesso de burocracia, com a exigência de um sem número de formalidades. O que deveria ser o objetivo de todo policial e, por consequência, das investigações – resolver o crime, indícios de autoria e materialidade – torna-se secundário. Número elevado de policiais são deslocados para suprir o excesso de burocracia. Fabricar papel. ?

Em todos os países em que o direito à segurança pública é bem prestado pelo governo temos, inevitavelmente, a aproximação do titular da ação penal (no Brasil, o Ministério Público) com os “produtores das provas”, os investigadores (na Polícia Federal, os agentes, escrivães, papiloscopistas e peritos). Daí surgiu a necessidade de diálogos e reuniões que tratam do tema segurança pública, buscando alternativas para sua melhoria. Para a prestação do serviço público de forma minimamente eficiente, ampla e afirmativa.

 Os frutos desse intenso trabalho começam a surgir. Basta pequena busca nos pleitos em andamento no legislativo. Enquanto os representantes dos agentes e dos promotores buscam alternativas e soluções para a crescente impunidade e falta de segurança: (Propostas de Emendas à Constituição (PEC) 51/13 -cria o ciclo completo de polícia, desmilitarização, carreira única, corregedoria externa; PECs 361/13 e 73/13 – estabelecem a meritocracia na Polícia Federal, por meio do ingresso único; PL 7402/14 – moderniza a investigação criminal e aproxima o MP dos policiais durante a investigação). As representações dos delegados buscam regalias e prerrogativas (PEC 549/06 – equipara o salário do delegado ao do MP; PEC 37/11 – apelidada de PEC da impunidade, proíbe o MP de investigar; PL 7193/10 – estabelece autonomia e livre convencimento ao delegado; PLS 124/2011 – autonomia, inamovibilidade, carreira jurídica e pronome de tratamento “excelência” para delegados). Será que vivemos em países distintos?

Em 2012, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) editou um estudo denominado “Diagnóstico da Investigação de Homicídios no Brasil” que constatou: apenas 5% a 8% dos inquéritos abertos para determinar a autoria de crimes contra a vida no país resultam em denúncia (média nacional). Ou seja, mais de 92% dos assassinos ficam impunes.

 Para fins comparativos, apresentamos a taxa de homicídios de vários países em 2010. A ONU considera de violência endêmica os países com índices superiores a 10 homicídios por 100 mil habitantes: Brasil, 22,4; Egito 2,3; Canadá, 1,4; EUA, 4,7; Bolivia 8,0; Chile, 3,2; Paraguai 11,4; Japão, 0,4; Paquistão, 7,6; Israel, 2,0; Portugal, 1,2; Alemanha, 0,8.

 A crise da Polícia Federal é a mesma vivida por toda a segurança pública brasileira. Prestação de serviço que vem se demonstrando falho. Temos menos de 4% de eficiência nas investigações da PF, conforme pesquisa recente do CNMP. Precisaremos entrar em colapso para discutir e debater segurança pública de forma séria? Ou vamos continuar lançando cortinas de fumaça, operações midiáticas e, em pouco tempo, todos estarão soltos e se locupletando dos crimes cometidos.

 Recente pesquisa demonstrou que menos de 5% dos policiais federais vêm na figura do delegado federal um progresso na carreira. A burocracia, a inexperiência e a possibilidade de o crime organizado infiltrar pessoas formadas em Direito na Polícia Federal, já tomando posse e assumindo a presidência de inquéritos, são itens de extrema relevância para que se estabeleça uma porta única de entrada na corporação.

 A população e os verdadeiros policiais querem mudanças, querem e devem ser informados. Mas acima disso está a necessidade de um combate efetivo à corrupção, o fim da impunidade e uma lei que realmente tenha aplicabilidade para todos e por todos.

 E isso começa pela construção de uma polícia democrática e cidadã. Esse modelo já demonstrou sua falência e seus defensores não poderão fugir das discussões em torno do que é melhor e possível para dar segurança real ao cidadão brasileiro.

Por: Luis de Araújo Boudens (agente de Polícia Federal e vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais).

Original em: http://blogs.estadao.com.br/

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Teste de barra fixa não é obrigatório para mulheres em concurso público

Teste de barra fixa não é obrigatório para mulheres em concurso público

Teste de barra fixa não é obrigatório para mulheres em concurso público

Candidata ao cargo de Papiloscopista da Polícia Federal tem direito a participar das demais etapas do concurso público, independentemente de sua reprovação no Teste de Aptidão Física (TAF). Esse foi o entendimento unânime da 5.ª Turma do TRF da 1.ª Região, ao analisar apelação interposta pela requerente contra sentença da 7.ª Vara Federal do Distrito Federal, que julgou improcedente o seu pedido para prosseguir no certame.

A apelante defende que, conforme entendimento jurisprudencial dos tribunais brasileiros sobre a matéria, a exigência de realização do teste de barra fixa, na modalidade dinâmica, para mulheres, viola o princípio da isonomia, na medida em que é incompatível com a condição fisiológica feminina.

Em seu voto, o relator do processo na 5.ª Turma concordou com o argumento da requerente e afirmou que a exigência viola os princípios da isonomia, da razoabilidade e da proporcionalidade, pois é manifesta a diferença entre o homem e a mulher em sua constituição e aptidão físicas, revelando como inteiramente desarrazoada e desproporcional a exigência do teste na modalidade dinâmica para candidatas do sexo feminino.

O colegiado acompanhou, de forma unânime, o voto do desembargador, seguindo jurisprudência do TRF1 no sentido de que “tal diferença, notadamente no que tange à força física, revela-se apta a justificar a disparidade de tratamento entre pessoas do sexo masculino e feminino, como forma a dar efetividade ao preceito constitucional da isonomia. A exigência desse teste só não seria inconstitucional se justificada por inafastável necessidade para o exercício da função policial (AG 2005.01.00.029810-0/DF. Relator p/ acórdão: Desembargador Federal Fagundes de Deus. DJ de 10.8.2006, p. 103; AC 0039113-39.2004.4.01.3400/DF, Rel. Desembargador Federal João Batista Moreira, Quinta Turma, e-DJF1 p. 194 de 24/06/2011).

Assim, o relator afastou a exigência do teste para as mulheres e assegurou a participação da candidata nas demais etapas do concurso.

Processo n.º 0037107-78.2012.4.01.3400

Fonte: Âmbito Jurídico

Saiba mais no SOS Concurseiro

Original em: http://blog.euvoupassar.com.br

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Autorizadas 600 vagas para agente PF

Após realizarem diversos protestos por melhores condições de trabalho, sem prejuízo aos serviços prestados à população, agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal ameaçaram promover uma paralisação total, inclusive durante a Copa do Mundo, caso as negociações com o governo não fossem retomadas. A pressão parece ter surtido algum efeito. O Diário Oficial da União desta quinta, dia 27 de março, trouxe a portaria do Ministério do Planejamento que autoriza a realização de concurso para 600 vagas de agente, e estabelece o prazo de até seis meses para a publicação do edital de abertura da seleção (veja no anexo abaixo).
 
O pedido de concurso, feito pela PF ao Ministério do Planejamento, solicitava 600 vagas de agente, 450 de escrivão e 150 de delegado – a expectativa agora é pela autorização de abertura de concurso para essas duas últimas carreiras. Os requisitos básicos para os três cargos são o ensino superior completo (bacharelado em Direito no caso de delegado) e a carteira de habilitação (categoria B ou superior). A remuneração inicial oferecida é de R$15.743,64 (delegado) e R$7.887,33  (agente e escrivão), incluindo o auxílio-alimentação, de R$373.
O último concurso promovido pela PF, para 600 vagas de escrivão, delegado e perito foi aberto em 2012 e encontra-se em fase de curso de formação, com término previsto para 20 de junho. A seleção ficou paralisada durante dez meses, em função da inicial falta de reserva de vagas para deficientes, o que pode ter atrasado a abertura do novo concurso, que chegou a estar confirmado para 2013 pelo Ministério da Justiça. Questionado sobre o que de fato motivou o atraso e sobre as perspectivas de sua realização, o Ministério da Justiça não deu retorno até o momento.
 
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PF divulga resultado final de primeira etapa para candidatos a escrivão

A segunda etapa do concurso público consistirá de curso de formação profissional, de caráter eliminatório, de responsabilidade da Academia Nacional de Polícia, a ser realizado no Distrito Federal.

A Polícia Federal (PF) divulgou, no Diário Oficial da União de quinta-feira (24/1), o resultado final na primeira etapa do concurso para escrivão. Os nomes dos aprovados podem ser conferidos a partir da página 116, seção 3. A segunda etapa do concurso público consistirá de curso de formação profissional, de caráter eliminatório, de responsabilidade da Academia Nacional de Polícia, a ser realizado no Distrito Federal.

No total, a seleção oferta 100 vagas para o cargo de perito criminal, 150 de delegado e 350 para escrivão. No total, 166.052 pessoas se inscrevem para a primeira etapa da seleção. A concorrência para perito foi de 35.800 pessoas (358 pessoas por vaga), 46.633 tentam o posto de delegado (310 por vaga) e 83.619 disputam o cargo escrivão (238 por vaga). O certame reserva cinco por cento das chances a pessoas com deficiência.

Para concorrer ao posto de delegado, o candidato devia possuir nível superior em direito. Para escrivão, foi exigido diploma de graduação em qualquer curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Já a função de perito demandou graduação nas áreas de ciências contábeis, ciências econômicas, engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia de telecomunicações, engenharia de redes de comunicação, ciências da computação, informática, análise de sistemas, engenharia da computação, engenharia agronômica, geologia, engenharia química, química industrial, química, engenharia civil, medicina, entre outros. Todos os candidatos precisam ter carteira de habilitação na categoria B.

Autor: Do CorreioWeb 
Fonte: TERRA
Original em: http://www.onortao.com.br por Lorena Pacheco – Do CorreioWeb
 
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PF divulga resultado final da primeira etapa do concurso para 600 vagas

A Polícia Federal divulgou o resultado final da primeira etapa e a convocação para a matrícula na segunda etapa – curso de formação profissional do concurso para 600 vagas de perito, delegado e escrivão.

Os candidatos convocados conforme deverão se apresentar para matrícula em curso de formação profissional nos dias 30 de janeiro (quinta-feira), das 8h às 16 h e 31 de janeiro (sexta-feira), das 8h às 14h.

Em eventual segunda chamada, para suprir as vagas resultantes da não
apresentação de candidatos classificados, na primeira etapa do concurso, deverão se apresentar, para matrícula no curso de formação profissional, nos dias 1º de fevereiro (sábado), das 8h às 16h e 2 de fevereiro (domingo), das 8h às 14h.

Poderão ser realizadas, até o dia 7 de fevereiro, novas convocações para suprir eventuais vagas resultantes da não apresentação de candidatos.

O curso de formação profissional será realizado na Academia Nacional de Polícia, em Brasília, em regime de internato, exigindo-se do aluno tempo integral com frequência obrigatória e dedicação exclusiva, no período provável de 3 de fevereiro a 20 de junho de 2014, das 7h30 de segunda-feira às 18h de sábado.

O concurso terá como prazo de validade 30 dias, prorrogáveis uma única vez por igual período, contados a partir da data de publicação da portaria de homologação do resultado final do Curso de Formação Profissional.

Veja os resultados aqui

Original em: http://180graus.com/ por Fábio Carvalho

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