O que faz o perito criminal?

Concurseiros da área policial bem sabem que, entre as tantas carreiras disponibilizadas nos editais, está a de perito criminal. Como exemplo, podemos citar a oferta de 60 oportunidades no último concurso da Polícia Federal (Concurso PF).

Sendo assim, percebe-se que cargo compõe a estrutura funcional tanto desta corporação quanto da Polícia Civil. A função é de suma importância para a realização das atividades investigativas pois, o profissional está diretamente ligado à análise de provas.

Exatamente, quais são as atribuições do perito criminal? O que preciso para me tornar um perito criminal? Qual o grau de escolaridade exigido e o salário esperado para o cargo? Confira, a seguir, informações mais detalhadas sobre a função e prepare-se!

Atribuições do perito criminal

De modo geral, a principal função do perito criminal é dirigir-se ao local do crime para a coleta de indícios e, posteriormente, realizar exames laboratoriais como DNA. Também é responsável pela coordenação do trabalho dos auxiliares de perícia.

Em sua rotina, deve planejar, ordenar e elaborar perícias criminalísticas, tanto dentro do laboratório quanto em locais externos, incluindo o local de ocorrência, como comentamos. As provas coletadas e analisadas podem pertencer a crimes de qualquer natureza.

Outra função pertinente ao cargo é o desenho de retrato falado e redação, revisão e emissão dos laudos e pareceres periciais. Porém, as atribuições não param por aí! Faz parte do trabalho do perito criminal examinar armas e munições.

O objetivo é identificar, tanto o objeto quanto seu funcionamento, bem como efetuar a comparação microscópica das marcas deixar nos projéteis e estojos.

Quais as atribuições do perito criminal federal?

No que toca à função de perito criminal federal, trata-se de cargo encarregado de conhecimentos técnicos e científicos responsável pelo cuidado com as provas materiais. Entre suas atribuições, estão:

  • exames periciais nos locais de infração e instrumentos utilizados
  • realizar pesquisas de interesses de serviço
  • coleta de dados e informações complementares aos exames
  • execução das medidas de segurança orgânica
  • atividades de apoio técnico e administrativo

Qual o perfil profissional esperado?

As atividades do perito são consideradas de grande complexidade e cobertas de responsabilidade e formação. Por isso, o profissional deve ter excelência de conhecimento na área de atuação, além de pesquisar bastante e ser atento a pequenos detalhes.

Área de atuação do perito criminal

O perito criminal pode atuar em clínicas especializadas mas, a área de atuação mais abrangente é a policial, especialmente, Civil e Federal. A investidura nas corporações depende da aprovação em concurso público.

Nas unidades, poderá ser chamado para prestar atendimento em acidentes de trânsito, roubos, homicídios, explosões e análise de documentos.

Qual o grau de escolaridade esperado?

O cargo de perito criminal exige formação de nível superior na área específica de atuação. Entre as áreas destinadas à perícia criminal civil ou federal, estão:

  • Ciências Contábeis
  • Engenharia e suas áreas
  • Informática
  • Geologia
  • Ciências Biológicas
  • Medicina
  • Medicina Veterinária
  • Odontologia
  • Farmácia
  • Física
  • Fotografia
  • Química

Quanto ganha um perito criminal?

A média salarial de um perito criminal, baseado em editais recentes, é de R$ 16.000,00. Porém, para a Polícia Federal, o salário inicial para o cargo é de R$ 22.672,48 segundo o último regulamento.

 

Original em: https://editalconcursosbrasil.com.br

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Aposentadorias na perícia criminal do TO aumentam déficit do quadro da Polícia Civil

Com uma estrutura prevista em lei que soma 2344 cargos, a Perícia Criminal da Polícia Civil do Tocantins, com 217 peritos no quadro organizacional, apresenta atualmente um déficit de 34 profissionais. São 34 vagas em vacância. Para piorar, está previsto só para este ano a aposentadoria de mais 25 profissionais.

Há defasagem em toda a composição da perícia atualmente. Na disposição, por lei, a área conta com 309 cargos, 217 para peritos e 92 postos para médicos legistas. Destes, apenas 71 estão preenchidos.

Enquanto a perícia contabiliza aposentadorias e falta de profissionais, 80 candidatos, de todos os cargos, que foram aprovados no concurso da polícia civil realizado em 2014 e formados pela Acadepol esperam a nomeação para entrar em serviço.

De acordo com um levantamento feito pela Comissão de Aprovados no Concurso da Polícia Civil para o cargo de Perito Criminal, dados divulgados no Portal da Transparência apontam que esses servidores aptos a aposentarem tem uma média salarial de R$ 22.801,34, somando um total de R$ 570.033,50 de despesa para o Estado em pagamento de salários.

Conforme a tabela de vencimentos destes profissionais, um perito em início de carreira ganha em torno de R$ 12.227,78, valor inferior aos que estão se aposentando. A conta então passa a ser óbvia: há espaço e dinheiro sobrando para convocação.

Segundo um dos membros da comissão, Kayto Muriel Sousa, a soma total dos subsídios dos 25 peritos aptos à aposentadoria (R$ 570.033,50) é bem superior aos R$ 305.694,50 necessários para nomear os 25 aprovados para o mesmo cargo.

“Com a convocação o Estado ainda terá recursos retornando aos cofres públicos pela redução da folha de pagamento. O déficit no quadro de Perito Oficial permanecerá alto com mais aposentadorias, sendo necessário realizar um novo concurso. Vamos torcer para que o próximo não demore quatro anos novamente ou mais, pois a demanda de Peritos Oficiais tende a triplicar”, menciona.

Sindicato

Para o vice-presidente do Sindicato de Peritos Oficiais do Estado do Tocantins (Sindiperito) Silvio Marinho Jaca, todos os peritos aptos a se aposentarem na polícia devem entrar com pedido ainda esse ano, o que vai aumentar o déficit existente hoje na instituição.

“A defasagem já existe. Só para ter ideia 14 delegados tomaram posse na cidade Araguaína e apenas um perito foi pra lá, sendo que o número de peritos existentes no município, que eram nove, já era insuficiente para atender a demanda de delegados, ou seja, há poucos profissionais para tantas demandas”, observa.

O vice-presidente destaca que as aposentadorias, além de representarem um déficit numérico para a perícia, também implica na perda de conhecimento técnico. “Se esses profissionais se aposentarem antes dos novos concursados serem chamados, esses peritos não terão como repassar as experiências do trabalho, que são necessárias, aos novos agentes públicos”, frisou.

Jaca ainda pontuou que existem regionais no Estado, como por exemplo, na cidade de Araguatins, que tem quatro peritos, e destes, dois, irão se aposentar neste ano.

“Isso significa dizer que a população ficará menos assistida em relação à emissão dos laudos periciais e a demora em atender as ocorrências, isso porque terá apenas um profissional para atuar nos casos. Hoje na perícia não há profissionais suficientes para atender a demanda, atendemos como é possível com atrasos nas ocorrências. Isso atrasa a emissão do laudo porque tem que pedir dilação de prazo, que são 10 dias, que é uma extensão do prazo na entrega do resultado. E a situação tende a piorar com estas aposentadorias”, enfatizou.

O sindicato lembra que no concurso de 2014 foram ofertadas apenas 60 vagas diretas e 20 para cadastro reserva, destas 55 tomaram posse. De acordo com ele, esse número é praticamente o quantitativo de aposentados de 2014. “O estado deveria nomear os 25 peritos que faltam para dar um socorro para a gente e preparar já um novo concurso pelo menos para 2020, porque esse concurso foi apenas para repor os aposentados que ingressaram em 2003 na polícia e vão se aposentar agora. Muitos já entraram com carreira formada, por isso a aposentadoria mais rápida na perícia”.

Concurso
Em fevereiro passado, o concurso completou quatro anos desde que foi lançado. O certame foi retomado em 2016 com a realização da Academia de Polícia e as convocações vem sendo realizadas pelo Governo lentamente. Na primeira chamada, em maio de 2017, o Executivo convocou 53 candidatos para o provimento dos cargos de delegado, 13 médicos legistas, 35 peritos, 63 escrivães, 44 agentes e 26 necrotomistas.

Já no segundo semestre, o Estado nomeou cinco peritos, 31 delegados e 50 escrivães. Com as nomeações de maio somam um total de 96 remanescentes. Todos os aprovados já fizeram o curso da formação na Academia de Polícia e estão aptos para serem empossados.

Por:  Cênicas Comunicação

Original em: http://surgiu.com.br

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Governo do Estado amplia Instituto de Criminalística em Taboão da Serra

A Polícia Civil de Taboão da Serra encerrou nesta semana a reforma e ampliação do Instituto de Criminalística, obra custeada pelo Governo do Estado e que contou com o apoio da prefeitura.
O Estado investiu R$ 358,9 mil nas obras de reforma e ampliação da sede da Equipe de Perícias Criminalísticas que passou a utilizar, além do prédio principal, um anexo. A prefeitura doou um terreno para a ampliação da unidade.

Segundo o secretário de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa, a obra de ampliação é “mais uma parceria do Governo do Estado com a prefeitura. Ampliamos o IC para possibilitar que as investigações criminais ganhem uma agilidade maior ainda em Taboão, que passa a atender também toda a região”.

A deputada estadual Analice Fernandes destacou que os investimentos em segurança realizados pelo Estado vêm sendo ampliados na região. “Nos últimos anos inauguramos o 2º distrito policial do Pirajuçara, chegaram novas viaturas e agora essa boa notícia, a ampliação do IC que irá beneficiar toda a região”.

Com as obras, foram acrescidos 180 m² de área predial e 500 m² de área útil. O prédio principal da unidade tem dois andares e conta com salas de chefia, recepção, espaço para armazenamento de peças, almoxarifado, plantão, alojamentos, laboratório, arquivo e banheiros.

No outro imóvel, há um andar com recepção, banheiro adaptado, cozinha, e diversas salas, entre elas, para exames veiculares e de peças automotivas, para testes de balística, equipe de engenharia e para impressão e servidor fotográfico.

A reforma possibilitou a instalação de rede elétrica e de computadores, pintura, colocação de novo piso, além de reformulação da rede hidráulica da unidade.

A Equipe de Perícias Criminalísticas de Taboão é comandada pelo perito Luis Orlando Aponte Ruiz e, além do município, é responsável por Cotia, Vargem Grande Paulista, Embu das Artes, Itapecerica da Serra, São Lourenço da Serra, Juquitiba e Embu-Guaçu.

A unidade tem dois acessos – um principal pela Rua Jovina de Carvalho Dau, 233, e outro na Rua Comendador Ângelo Rinaldi, 135, no bairro Parque Santos Dumont, região central da cidade.

Estado

O Governo de São Paulo investe no reforço dos recursos das polícias. Desde 2011, foram contratados 1.935 novos soldados e adquiridas 608 viaturas para o Corpo de Bombeiros do Estado. O investimento na compra dos veículos foi de R$ 118,8 milhões.

No mesmo período, a Polícia Técnico-Científica recebeu 904 novos policiais e 487 viaturas, compradas por R$ 36,1 milhões.

Além disso, estão em formação nas academias das polícias 243 futuros policiais técnico-científicos e 2.502 policiais militares. Também há concursos em andamento para preencher 2.200 vagas de soldado, 74 de tenente-médico e 221 de aluno-oficial da Polícia Militar.

Original em: http://www.otaboanense.com.br

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Governador anuncia nomeação de peritos para o IC de Arapiraca

? (Foto: Davi Salsa)

Em entrevista coletiva, concedida na manhã desta segunda-feira (8), em Arapiraca, o governador Renan Filho (PMDB) disse que, nos próximos dias, serão nomeados 15 novos peritos criminais, aprovados no último concurso e que aguardam a convocação.

Ele adiantou que a maioria dos novos servidores será para o Instituto de Criminalística (IC) de Arapiraca.

O instituto aguarda a chegada das equipes para ser finalmente inaugurado.

‘Já convocamos a reserva técnica para a Secretaria de Educação e para as polícias Civil e Militar. Agora, em outra etapa, vamos nomear os peritos para o IC de Arapiraca”, salientou Renan Filho.

A instalação do IC dependia da Prefeitura de Arapiraca, que ficou de dar uma contrapartida com o reforço de pessoal de apoio técnico e administrativo, mas até o momento o prefeito Rogério Teófilo (PSDB) não cedeu os servidores.

A proposta do governo de Alagoas é de que o Instituto de Criminalística tenha duas equipes de peritos por turno de trabalho, veículo, toda infraestrutura necessária, além da polícia científica.

Duplicação até Maceió

Ainda na entrevista coletiva, Renan Filho falou do andamento das obras de duplicação da AL-110, no perímetro urbano de Arapiraca.

“Já está quase pronta. Havia dois problemas de desapropriação que já foram sanados. A obra será finalizada até o início de fevereiro. Essa obra vai significar o início do ciclo de duplicação para Arapiraca, que integrará o município a Maceió. Isso vai garantir desenvolvimento integrado para as duas regiões mais pujantes do Estado”, avaliou o governador.

Ele recordou que o Governo do Estado iniciou a duplicação da AL-220, entre Maceió a Arapiraca. A obra segue em ritmo acelerado no trecho entre a Barra de São Miguel e São Miguel dos Campos.

“Assinei a homologação da licitação e vamos dar a ordem de serviço para o trecho de São Miguel dos Campos até Campo Alegre e também, nos próximos dias, vamos dar ordem de serviço do terceiro trecho, de Arapiraca até Campo Alegre, integrando a duplicação de Maceió até Arapiraca. Faremos, ainda, a duplicação de Arapiraca até São Sebastião”, acrescentou Renan Filho.

HE do Agreste

Outro assunto abordado durante a coletiva foi a triplicação do Hospital de Emergência  do Agreste, que teve a quantidade de leitos ampliada de 40 para 120, bem como a elevação de 7 para 21 leitos de UTI.

“Fizemos acordo de procedimentos com o Ministério Público, para fazer a seleção e contratação de novos profissionais de saúde. Vamos soltar o edital nos próximos dias. Serão 200 vagas para as pessoas da região que vão trabalhar no hospital”, citou.

Original em:http://tribunahoje.com

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Governador vai á PGE para viabilizar convocação da reserva técnica da PC e pericia oficial

40680633 045e 4d09 a0eb 0a94207a0360Os aprovados no concurso público da Polícia Civil e da Perícia Oficial realizado em 2012 poderão ser convocados. A confirmação foi feita nesta quarta-feira, dia 27, pelo governador Renan Filho durante a inauguração do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) do município de Igaci, no Agreste do Estado. Segundo o governador  “a Procuradoria-Geral do Estado tinha um entendimento um pouco diferente, mas vou conversar com eles hoje à tarde para viabilizar a convocação da reserva técnica  da Polícia Civil e da Perícia Oficial para que possamos seguir avançando com as ações na Segurança Pública. A gente já fez muita coisa e precisa fazer muito mais”.

Segundo Diego Melo, 33 anos, que prestou concurso para agente da Polícia Civil em 2012, a validade do certame expira no dia 24 de janeiro de 2018, por isso – diz ele – a expectativa é grande para a convocação.

“Isso nos alivia. Embora havendo um parecer contrário da PGE, a gente sabe que isso será viabilizado, porque há chances de ser revertido, uma vez que o Governo tem a vontade de convocar”, afirmou Diego Melo, que compareceu à solenidade de inauguração do Cisp de Igaci. Ele vestia uma camisa que faz alusão à convocação da reserva técnica, junto a outros colegas.

De acordo com o secretário executivo de Segurança Pública, Manoel Acácio Júnior, a validade do concurso para a Perícia Oficial termina em junho do próximo ano.

Investimentos

Renan Filho lembrou que, em 2017, foram investidos mais R$ 35 milhões em novos equipamentos para a Segurança Pública de Alagoas. “Só aqui em Igaci, com esse Centro Integrado, vamos aumentar o custeio em R$ 70 mil por mês. São novos carros e mais policiais atuando”, acrescentou.

O Cisp de Igaci foi o 11° Centro Integrado de Segurança Pública entregue em Alagoas. Segundo o governador, as unidades já cobrem uma população de mais de 400 mil habitantes, elevando o policiamento ostensivo da PM e a capacidade de investigação da Polícia Civil.

De acordo com o secretário de Estado da Segurança Pública, coronel Lima Júnior, foram investidos R$ 1,4 milhão em recursos próprios do Governo do Estado na construção do Cisp de Igaci. A unidade permite a integração dos trabalhos das polícias Civil e Militar em um mesmo ambiente moderno e confortável.

“O Cisp de Igaci irá combater, entre outros crimes, os roubos que vêm acontecendo na região, além de reforçar a ostensividade e o poder de investigação da Polícia Civil. Lembro quando viemos assinar a ordem de serviço e muitos se questionavam se a obra seria realizada. Hoje comprovamos mais uma vez o compromisso do governador com a população e com a segurança pública. Este é o décimo primeiro Cisp inaugurado e, tenho certeza, que irá contribuir para reduzir a criminalidade em Igaci”, afirmou Lima Júnior.

Além do Cisp, foram entregues, em Igaci, três viaturas (caminhonetes) à PM e uma à Polícia Civil. “A expectativa é que a violência seja reduzida não só aqui em Igaci, mas em toda a região. Acreditamos que, com a polícia mais presente, a gente terá uma melhoria grande na Segurança Pública”, avaliou o prefeito do município, Oliveiro Pianco.

Além de Igaci, já estão em funcionamento os Cisps de Boca da Mata, Cajueiro, Girau do Ponciano, Junqueiro, Murici, Ouro Branco, São José da laje, São José da Tapera, São Luís do Quitunde e Viçosa.

“Esse é o segundo Cisp entregue no Agreste. Nós já temos em funcionamento o de Girau do Ponciano, com grandes resultados: redução de mais de 60% do número de homicídios naquela cidade. Trata-se de uma política pública que dá certo, que avança a cada dia. Só neste final de ano, entregamos o Cisp de São Luís do Quitunde e de Igaci e está pronto o de Pão de Açúcar. Vamos, agora, iniciar o de São Miguel dos Milagres. No próximo ano, a ideia é chegar a 20 Centros Integrados de Segurança Pública em Alagoas”, revelou o governador.

Cestas

Após a solenidade, a comitiva seguiu para o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), onde foram distribuídas 254 cestas nutricionais, por meio do Programa Estadual de Complementação Alimentar e Nutricional para Gestantes, Nutrizes e Crianças em Situação de Vulnerabilidade Social. Foram entregues, ainda, 150 cadeiras de roda.

Original em:http://www.cadaminuto.com.br

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Policiais civis conseguem aprovar emendas em projeto do governo que reestrutura perícia

   Em sessão extraordinária nesta terça-feira (19), após quatro horas e meia de seguidas discussões e votações de um pacote de projetos de lei do governo estadual, os deputados estaduais atenderam ao pleito dos policiais civis e apresentaram emendas para adequar o Projeto de Lei Complementar (PLC) 46/2017, do Executivo, às demandas da categoria. Na noite desta terça, a votação foi nominal, por se tratar de PLC, e se encerrou com o placar 22 votos sim e nenhum não. O Projeto foi aprovado em todas as comissões pelas quais passou: Justiça, Cidadania, Segurança e Finanças. Mas, devido às emendas, a redação final ainda será concluída pela Comissão de Constituição e Justiça, e o texto votado na manhã desta quarta-feira (20).
Foram apresentadas, ao todo, oito emendas, todas acatadas pelo relator Gilsinho Lopes (PR). O deputado Euclério Sampaio (PDT) apresentou mais uma emenda, mas ela foi rejeitada pelo colega.
Uma delas deixa clara a divisão dos cargos da carreira da Polícia Civil em três grupos. Possuem natureza policial os cargos de delegado, escrivão, investigador e agente; natureza policial profissional os de médico legista, psicólogo, assistente social e perito oficial criminal; e natureza técnico-policial os de fotógrafo criminal e auxiliar de perícia médico-legal.
Outra garante como requisito para o concurso de perito criminal conclusão de curso superior na área da respectiva especialidade exigida e atuação compatível com a formação acadêmica e profissional. Além disso, os ocupantes deste cargo deverão ter habilitação para condução de veículos automotores na categoria B ou superior.
Também foi incluída emenda que garante a conclusão de nível superior no curso de Direito para escrivão e nível superior para investigador de polícia. Por fim, ficou acetado que o cargo de superintendente de Polícia Técnico-Científica será exercido por servidores das carreiras de perito criminal e médico legista da última classe da respectiva carreira.
O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES) marcou forte presença durante a votação, levando vários policiais para conversarem com os deputados e sensibilizá-los para o pleito da categoria.
Na convocação feita em seu site, o chamado foi para “manifestar toda indignação da categoria contra a retirada do nível superior dos Investigadores de polícia, contra a retirada do bacharelado em direito para os Escrivães, contra a extinção do cargo de Fotógrafo Criminal, contra as pegadinhas, “bode na sala” e calda legal que retira direitos. O movimento também tem como objetivo lutar pela reestruturação dos cargos de perícia e de investigação da Polícia Civil capixaba”.
O presidente do Sindipol/ES, Jorge Emílio Leal, diz que a Polícia Civil sofre de “desidratação por ausência de investimentos”. “É fato, o Governo não investe. Por isso as delegacias estão fechando, os inquéritos estão parados e há essa explosão de criminalidade”, explica.
Jorge Emílio conta que o efetivo hoje é menor do que o da década de 1990, enquanto a população dobrou de tamanho. “Eram aproximadamente 3.800 policiais para dois milhões de habitantes. Hoje são 2.200 para mais de quatro milhões”, informa.
Sobre o PLC, o líder sindical usa a expressão “colocou o bode na sala”, em que o Governo estadual criou um problema, no caso o rebaixamento de escrivães e investigadores, e, ao solucioná-lo, se faz passar por “bonzinho” e desvia a categoria da sua verdadeira luta, que é reivindicar seus direitos por concurso público, reajuste salarial – que não é dado a quatro anos – e melhores condições de trabalho nas delegacias. “Ele quis tirar energia das outras lutas, desviando contra um problema que ele mesmo criou. É uma pegadinha que quer arrancar direitos reconhecidos pelo Tribunal de Justiça”, protestou antes da votação.
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Concurso Polícia Civil-RJ 2014: MP-RJ entra com ação cobrando nomeação de 96 papiloscopistas

Mudança de escolaridade do investigador da Polícia Civil-RJ, que terá concurso em breve, não deverá ir para frente

Aprovados do concurso de papiloscopista da Polícia Civil-RJ aguardam convocação (Foto: Arquivo)

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ingressou, na última terça-feira, dia 28, com ação civil pública cobrando a nomeação e posse imediata dos 96 papiloscopistas aprovados no concurso Polícia Civil-RJ 2014.
Na petição, segundo informou o Jornal Extra, o MP-RJ reforça a importância da convocação da chamada dos aprovados diante da limitação do efetivo atual da corporação, mencionando também os danos causados aos concursados que aguardam nomeação.
A função de papiloscopista exige graduação em qualquer área e carteira de habilitação na categoria B em diante. Os novos servidores terão rendimentos de R$5.637,32. O regime de contratação é o estatutário, que assegura a estabilidade.
O governo aguarda a ajuda da União para contratar os aprovados da Polícia Civil e da Polícia Militar do Rio.
Integrantes do governo informaram que a previsão mais realista considera o ingresso de 500 novos agentes, divididos entre as duas corporações, até o fim deste ano. Os mais otimistas já apostam na convocação de até mil aprovados nas últimas seleções.
Na PM-RJ são mais de quatro mil concursados que aguardam convocação desde 2014. Na Polícia Civil, oficiais de cartório também aguardam a chamada. No caso de 96 papiloscopistas, falta apenas a nomeação por parte da Casa Civil, pois os selecionados já fizeram o curso de formação.
Regularizando os salários dos servidores e chamando aprovados de seleções realizadas, novos concursos deverão entrar no radar do governo. Isso porque o déficit de pessoal é grande, sobretudo na Polícia Civil. A corporação sofre com a carência de mais de 10 mil servidores. As seleções necessárias, segundo o chefe da Polícia Civil, Carlos Leba, são para  delegado, investigador e perito legista.
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Polícia Civil/DF prorroga inscrições para perito

O concurso público da Polícia Civil do Distrito Federal (PC/DF) vai selecionar profissionais de nível superior (em diversas áreas) para oportunidades com salário de R$ 16,8 mil.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PC/DF) prorrogou, até as 22h do dia 16 de maio, o prazo das inscrições do concurso público que oferece 100 vagas, sendo 20 imediatas e 80 para formação de cadastro reserva (CR), no cargo de perito criminal.
A carreira requer nível superior nos seguintes cursos: ciências biológicas (2 + 9 CR), ciências contábeis (2 + 5 CR), ciência da computação/informática (2 + 10 CR), engenharia (7 + 32 CR), farmácia/bioquímica (1 + 4 CR), física (2 + 10 CR), geologia (1 + 3 CR), odontologia (1 + 1 CR) e química (2 + 6 CR).
O salário inicial é de R$ 16.830,35 para jornada de trabalho de 40 horas por semana.

Como participar do concurso
As inscrições do concurso da Polícia Civil serão recebidas pelo endereço eletrônico do Instituto Americano de Desenvolvimento – IADES (www.iades.com.br), organizador do processo seletivo.
O valor da taxa de participação é de R$ 210 e poderá ser pago até 11 de maio.

Etapas do concurso
O concurso da Polícia Civil envolverá prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos, de caráter eliminatório e classificatório; prova discursiva de conhecimentos gerais e específicos, de caráter eliminatório e classificatório; sindicância de vida pregressa e investigação social, de caráter unicamente eliminatório; exames biométricos e avaliação médica, de caráter unicamente eliminatório; prova de capacidade física, de caráter unicamente eliminatório; avaliação psicológica, de caráter unicamente eliminatório; prova de títulos, de caráter meramente classificatório; e curso de formação profissional, de caráter eliminatório e classificatório, a ser realizado na Academia de Polícia Civil do Distrito Federal (APCDF).

Com cinco horas de duração, as avaliações objetiva e discursiva serão aplicadas em data, locais e horários a serem divulgados no dia 8 de junho no site das inscrições.

Original em: http://www.onortao.com.br/

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Governo realiza curso de investigação de homicídios em parceria com Ministério da Justiça e embaixada dos EUA

A Academia de Polícia Civil da Paraíba (Acadepol) realiza, a partir de segunda-feira (28) até o dia 1º de abril, a 7ª edição do curso de Investigação de Homicídios, promovido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ), em parceria com a embaixada dos Estados Unidos (EUA). Participam do curso, 24 policiais civis paraibanos e ainda representantes da Polícia Civil de 13 estados brasileiros. As aulas, divididas entre teóricas e práticas, serão ministradas por policiais norte-americanos do Departamento de Homicídios de Miami (EUA) e terão tradução simultânea.

A abertura do curso foi realizada pelo secretário de Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima, que explicou a importância da troca de informações, que servirão para um aperfeiçoamento dos policiais civis paraibanos. “Esse tipo de curso proporciona um trabalho ainda mais complexo das equipes de investigação de homicídios que atuam no Estado da Paraíba. Quanto mais conhecimento mais isso será aplicado no enfrentamento aos crimes violentos. O objetivo é investir em Segurança Pública”, frisou Cláudio Lima.

De acordo com o diretor da Acadepol, delegado Severiano Pedro, o curso é uma oportunidade de conhecer formas de investigação administradas por policiais de outro país. “O intuito é o aperfeiçoamento de técnicas que possam contribuir com o trabalho desenvolvido pelos policiais civis quando chegam a um local de crime. Essa capacitação é muito importante e mostra o comprometimento da Secretaria da Segurança Pública da Paraíba. O conhecimento é necessário para a realização de um trabalho policial bem feito e que está diretamente relacionado à elucidação de crimes”, disse.

O objetivo do curso é contribuir para o fortalecimento de uma investigação efetiva de homicídios e acontece em várias cidades brasileiras. Durante as aulas, os alunos aprenderão desde coleta de indícios no local de crime até técnicas de abordagens aos suspeitos, orientações de procedimento de interrogatório e dicas para a preservação do local onde o assassinato aconteceu.

O delegado geral da Polícia Civil da Paraíba, João Alves de Albuquerque, ressaltou que esse tipo de investimento é essencial para o aperfeiçoamento das equipes que trabalham diretamente com a investigação de homicídios. “Tivemos a preocupação de proporcionar o acréscimo de conhecimento específico a esses policiais para que eles sejam multiplicadores do conteúdo que foi aprendido no curso. O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Segurança e Defesa Social (Seds), organizou todo um esquema para que esses alunos pudessem ser recebidos e acolhidos na Acadepol, e isso só demonstra o investimento na área de Segurança Pública e traz benefícios para a Polícia Civil”, finalizou João Alves.

Iniciativa do Governo Federal – A ação que está sendo realizada em João Pessoa faz parte do Programa Brasil Mais Seguro, o Governo Federal. O objetivo é que detetives da polícia investigativa dos Estados Unidos treinem agentes, escrivães e delegados da Polícia Civil durante o curso Técnicas para Elucidação de Homicídios, realizado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ) em parceria com a Secretaria da Segurança Pública do Estado e a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

Por: Secom PB

Original em: http://www.paraiba.com.br

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Foz do Iguaçu: Imagem de vela ‘aparece’ em local de crime com morte

A cena chamou a atenção. O desenho de uma vela se formou em um monitor de televisão, dentro de um quarto, onde um rapaz foi executado a tiros, na noite deste último sábado (12), em Foz do Iguaçu.

A imagem da vela se formou depois que o aparelho foi atingido por um dos tiros. Já a vítima, caiu bem ao lado da cama e não teve a menor chance de se defender.

O crime aconteceu em uma casa, na rua Arapiraca, no Bairro Parque Presidente. Equipes do Siate chegaram a ser acionadas, mas apenas constataram a morte do rapaz.

Leandro Nogueira, 21 anos, foi executado com pelo menos seis tiros, um acertou a nuca do rapaz, os outros, acertaram o braço e o tórax.

Equipes da Polícia Militar e Civil também foram chamadas para apurar o caso. A Criminalística foi chamada e segundo o perito, há indícios de que o rapaz foi morto enquanto estava ajoelhado.

Testemunhas contaram aos policiais que três homens armados chegaram ao endereço. Dois deles estavam encapuzados.

O trio executou Leandro. Pelos levantamentos iniciais, os investigadores não descartam que o crime pode ter sido cometido por vingança.

O caso segue em investigação. O corpo foi levado ao IML de Foz do Iguaçu.

Por: MassaNews
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