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Polícia Federal prende foragido procurado desde 2008

São Paulo/SP – Policiais federais cumpriram na noite do último dia 23, quarta-feira, um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo. A ordem foi expedida em desfavor de um homem acusado de matar uma perita do Trabalho em 2008.

O foragido foi localizado em Cassilândia/MS, onde vivia com nome falso. De lá, foi levado para a Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, onde ficará à disposição da 1ª Vara Criminal Federal do Tribunal do Júri do Estado de São Paulo.

O crime ocorreu no dia 18 de dezembro de 2008, no bairro de Santo Amaro, na capital paulista, onde funcionava a empresa do acusado. Segundo os autos do processo, a vítima foi recebida pelo homem e iria analisar documentos para a elaboração de laudo pericial que instruiria uma ação trabalhista movida em 1995 por uma ex-funcionária do foragido.

De acordo com testemunhas, a perita do Trabalho havia separado o material para a conclusão dos trabalhos, momento em que houve uma discussão dentro da sala do acusado. Ao ameaçar buscar reforço policial, a vítima foi executada pelo homem, que estava foragido desde então.

Por: DPF/MJ

Original em: http://www.ariquemesonline.com.br

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Novo Concurso da Polícia Federal deve sair em 2016

Seleção deverá oferecer 558 vagas com salários de até R$ 16 mil.

Muitos estudantes tem o grande sonho de conseguir ser aprovado no concurso público da Polícia Federal, mas este é um concurso que requer muita dedicação. Apesar de o governo federal já ter feito a divulgação de que o cenário nacional é de contenção dos gastos públicos, fator este que implicou na suspensão temporária de diversos concursos públicos que estavam sendo previstos para ocorrer no ano de 2016. Porém, em contrapartida, a própria administração pública deixou bem claro que há algumas seleções que serão realizadas, em caráter de exceção, no próximo ano, situação que deve fazer com que o concurso da Polícia Federal seja priorizado e realizado.

O principal motivo para que os candidatos reforcem ainda mais os seus estudos e não dispersem do seu objetivo é o fato de que desde que houve a publicação do decreto 8.326 da presidência da república, no dia 10 de outubro do ano de 2014, para que sejam feitos os concursos da Polícia Federal, a instituição não necessita mais da autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para a realização de novos processos seletivos.

Desse modo, para que a Polícia Federal realize os seus concursos, ela só precisa de um parecer do órgão mencionado acima, o qual vale para atestar as condições financeiras favoráveis para a contratação de novos servidores.

No momento em que o governo federal fez o anúncio do pacote de medidas para que fossem contidos os gatos e, consequentemente, o adiamento do certame, a Polícia Federal já estava nesta fase de processo de solicitação de autorização para o MPOG. No entanto, a realização deste processo seletivo continuou na pauta para que pudesse ocorrer neste próximo ano de 2016.

Conforme esclarecimentos repassados pelo setor de recursos humanos, a aprovação do concurso ainda estaria dependendo do aval por parte do MPOG para que seja feita a publicação oficial do edital.

A previsão deste concurso é que sejam ofertadas o total de 558 vagas, sendo estas distribuídas da seguinte forma: 491 para a carreira de delegado e outras 67 para o cargo de perito. Cargos estes que possuem as remunerações iniciais a partir de R$ 16.830,85.

Por Adriano Oliveira

Original em: https://www.concursosatuais.com

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Concurso Polícia Federal: exercícios resolvidos para o cargo de delegado

O Concurso da Polícia Federal, que irá selecionar mais de 500 novos profissionais para os cargos de perito e delegado, deve ser autorizado o quanto antes. Para concorrer a uma das vagas de perito ou delegado é preciso ter ensino superior completo.

A concorrência para o certame será muito acirrada, por isso é bom começar a estudar o quanto antes. O portal GN Concursos separou algumas questões para você começar a se familiarizar com a prova. Confira!

1 – No que se refere à CF e ao poder constituinte originário, julgue os itens subsequentes.

A CF contempla hipótese configuradora do denominado fenômeno da recepção material das normas constitucionais, que consiste na possibilidade de a norma de uma constituição anterior ser recepcionada pela nova constituição, com status de norma constitucional.
( ) Certo ( ) Errado

2 – No sentido sociológico, a CF reflete a somatória dos fatores reais do poder em uma sociedade.
( ) Certo ( ) Errado

3 – Acerca das atribuições da Polícia Federal, julgue os itens a seguir.
A Polícia Federal dispõe de competência para proceder à investigação de infrações penais cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional, exigindo – se repressão uniforme.
( ) Certo ( ) Errado

4 – A respeito da pena pecuniária, julgue o item abaixo.

A multa aplicada cumulativamente com a pena de reclusão pode ser executada em face do espólio, quando o réu vem a óbito no curso da execução da pena, respeitando – se o limite das forças da herança.
( ) Certo ( ) Errado

5 – Acerca da custódia cautelar e suas modalidades, dos atos processuais e seus sujeitos, bem como da ação penal, julgue o item que se segue.

Em se tratando de ações penais privadas, prevalece, no processo penal, a competência de foro, com preponderância do interesse do queixoso no que diz respeito à distribuição territorial da competência.
( ) Certo ( ) Errado

6 – Julgue os itens a seguir, relacionados aos modelos teóricos da criminologia.
As ideias sociológicas que fundamentam as construções teóricas de Merton e Parsons obedecem ao modelo da denominada sociologia do conflito.
( ) Certo ( ) Errado

Mais informações sobre o certame, confira a página Concurso Polícia Federal! 

Respostas
1 – Certo
2 – Certo
3 – Certo
4 – Errado
5 – Errado
6 – Errado
Fonte: Nova Concursos

Por: Folha Nobre

Original em: http://folhanobre.com.br

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Droga alucinógena mais pontente que o LSD desafia as autoridades

 

Perito criminal Rafael Ortiz mostra equipamento usado pela Polícia Federal para detectar NBOMe e outras drogas Foto: Lauro Alves / Agência RBS

A identificação de uma nova droga coloca Santa Catarina — considerada um paraíso de drogas sintéticas — em alerta. O Estado ocupa a quarta posição (5,56%) no ranking nacional de apreensões da substância NBOMe divulgado pela Polícia Federal com números de todo o país — atrás de Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, ambos com 7,78%. A maioria é encontrada em São Paulo (31,11%) e no Paraná (13,33%).

Em uma festa no velódromo da Universidade de São Paulo, o estudante Victor Hugo dos Santos, de 20 anos, morreu após ingerir uma substância alucinógena. Já em Caxias do Sul (RS), três jovens com idades entre 17 e 20 anos compraram o pó pensando ser cocaína. Cheiraram e, de forma quase instantânea, começaram a ter convulsões. Um deles entrou em coma. Os dois casos — em setembro de 2014 em SP e no mês passado no RS — têm personagem em comum: o NBOMe.

O delegado Gustavo Trevisan, chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Federal em Florianópolis, afirma desconhecer o registro de apreensões da nova droga, o que não significa que ela não esteja sendo comercializada no Estado:

— Pode ser que tenha ocorrido a apreensão, porém, foi registrado como LSD. Costumo conferir todos os laudos e não me recordo de nenhum que tenha passado por mim com essa substância.

Identificação ocorre somente com perícia

Parte da explicação para a falta de registro de NBOMe pode estar relacionada ao fato da droga ser detectada somente por perícia.

— Nesse ano, somente nos primeiros cinco meses, o número de solicitações de perícia da PF para identificar NBOMe em apreensões foi praticamente o mesmo que em todo o ano de 2013 — aponta o farmacêutico bioquímico Carlos Alberto Wayhs, que pesquisa o perfil das apreensões da droga no Brasil.

Apesar de vendido como LSD — na maioria das vezes em selos — é mais forte, com alto nível de toxicidade. O gosto amargo é a principal diferença em relação à droga conhecida como “doce”.

— O NBOMe tem mecanismo de ação muito similar ao do LSD. É um alucinógeno, o que é buscado pelo usuário. Só que os efeitos tóxicos são muito mais graves. Há alto risco de overdose em porções menores — afirma o perito criminal da Polícia Federal Rafael Ortiz.

A concentração do princípio ativo do NBOMe, também encontrado em pó, líquido, cápsulas ou comprimidos, pode ser até 40 vezes mais alta do que no LSD, dependendo da forma como é consumido. Além disso, o tempo de ação chega a 12 horas, quase o dobro da duração média do LSD.

Produto era liberado no Brasil até 2014

O conhecimento toxicológico do NBOMe é tão recente quanto a proibição. Na Europa e nos EUA, foi vetado apenas em 2013. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) só incluiu a droga na lista de substâncias proibidas em fevereiro de 2014.

Antes disso, era conhecido como LSD “legal” ou “genérico”. Traficantes saíam impunes na Justiça, pois peritos não conseguiam atestar presença de dietilamida do ácido lisérgico nas apreensões e ainda não se sabia como identificar NBOMe.

— Com certeza, todos os casos até 2014 não foram penalizados, porque a Anvisa não considerava o NBOMe uma droga até então. A análise química das substâncias apreendidas necessita de uma certeza muito elevada, porque é a partir da comprovação no laudo que a pessoa é penalizada, configurando a materialidade do crime — sustenta o perito criminal da Polícia Federal Rafael Ortiz.

Atualmente, são conhecidos ao menos 11 tipos de compostos psicoativos do NBOMe. Quatro deles identificados no Brasil.

O alerta do risco do consumo de drogas “legais” é alertado por policiais da Decod de Florianópolis que registram o aparecimento de um grande número de novas substâncias sintéticas na Capital e a dificuldade do combate é justamente o fato de nem todas serem consideradas proibidas ou mesmo identificadas pela Anvisa.

Original em: http://dc.clicrbs.com.br

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Peritos criminais querem autonomia da polícia

Brasil – Os peritos criminais federais querem se desvincular das polícias civis e federal. O objetivo, segundo a categoria, é garantir a isenção durante investigações científicas de crimes. “A principal consequência dessa desvinculação é deixar a perícia criminal, que é a responsável pela investigação científica, equidistante da acusação e da defesa. Infelizmente, ela inserida dentro das polícias não tem esse ponto de equilíbrio”, explica o presidente da Associação de Peritos Criminais Federais (APCF), André Morisson.

Para que haja a autonomia, a APCF apoia a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 117/15, apresentada em agosto pelos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Rosângela Gomes (PRB-RJ). A PEC desvincula a perícia criminal das polícias civis e federal, elevando-a à condição de órgão de segurança. O texto foi apresentado após a conclusão dos trabalhos da CPI Jovem, que apurou na Câmara as causas, consequências e custos sociais e econômicos da violência contra jovens negros e pobres no Brasil.

O envolvimento de policiais em crimes apurados pela perícia, hoje subordinada às polícias, é um dos argumentos utilizados pelos defensores da separação. “Em muitos dos crimes que são apurados pela perícia os suspeitos são os próprios policiais, a própria corporação. E como pode a perícia produzir as provas materiais subordinada a quem ela própria está investigando cientificamente?” questiona Morisson.

“A desvinculação da perícia oficial das estruturas orgânicas das polícias civis e federal são medidas urgentes de modernização da segurança pública brasileira, como forma de incrementar sua organização, assegurando uma gestão mais qualificada e específica da sua atividade. Ações essas que contribuem para uma produção isenta e qualificada da prova material, homenageando os princípios do contraditório e da ampla defesa, assim como se harmonizam com os preceitos dos direitos humanos”, diz a justificativa da PEC 117/15, que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Questão política

A proposta é respaldada em nível internacional pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Anistia Internacional. No Brasil, está prevista no Programa Nacional de Direitos Humanos-3 (PNDH-3) e no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, que destacam a importância da produção de provas materiais isentas e imparciais. “No Brasil este já é um tema pacífico em termos conceituais. O que nós precisamos agora é vencer a questão política”, esclarece Morisson.

Atualmente 18 perícias criminais estaduais já estão desvinculadas das policias civis. Porém, Morisson explica que, apenas com uma mudança na Constituição, será possível padronizar o cenário e solucionar o problema da insegurança jurídica que algumas instituições enfrentam nessa área.

O presidente da APCF destaca que a concessão da autonomia não acarretará mais despesas para a União ou para os estados. Ele explica que a mudança será apenas de carácter organizacional. “O próprio orçamento que seria destinado para as perícias vai ser melhor utilizado e conseguiremos ter melhores resultados. O grande benefício é o aumento da eficiência da gestão voltada para a perícia”, conclui.

Com 26 anos de história, a Associação dos Peritos Criminais Federais reúne 1.200 profissionais de todo o país. A categoria dos peritos oficiais de natureza criminal abarca os médicos legistas, os odontologistas e os peritos criminais. A APCF é uma das parceiras do Prêmio Congresso em Foco 2015, que na próxima quinta-feira homenageará os parlamentares mais bem avaliados pelos internautas e pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional.

Original em: http://www.regiaonoroeste.com

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Federação dos policiais federais repudia o uso político das investigações

A Federação Nacional dos Policiais Federais – Fenapef, única entidade sindical registrada no Ministério do Trabalho e Emprego com representação trabalhista nacional de todos os integrantes da Carreira Policial Federal, vem a público esclarecer que considera execrável qualquer uso político do trabalho investigativo, num momento tão delicado para a Sociedade Brasileira.

 O complexo trabalho de análise e inteligência desempenhado pelos agentes federais na rede de ações apuradas pela operação Lava-Jato é fundamental, porém discreto, como toda investigação deve ser. E o esforço silencioso dos investigadores não pode ser apropriado por associações de classe, no intuito de que seus projetos de lei sejam aprovados no Congresso Nacional.

 Independente do cargo que ocupam, o juiz, o promotor/procurador, o agente federal, o delegado, o escrivão federal e o perito/papiloscopista são servidores públicos, e como o próprio nome diz, servem à Sociedade, que paga os seus salários e deve exigir isenção, objetividade, discrição e, sobretudo, impessoalidade.

 O juízo antecipado e o uso especulativo/espetaculoso de operações policiais é prejudicial à própria apuração dos crimes, motivo pelo qual a Federação Nacional dos Policiais Federais, em nome dos mais de 13.000 policiais federais sindicalizados em todo o Brasil, vem repudiar todo e qualquer uso político ou corporativista das investigações da operação Lava-Jato.

 

Federação Nacional dos Policiais Federais

 

Original em: Agência Fenapef

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A crise na Polícia Federal e da Segurança Pública Brasileira

O Brasil adotou um complicado sistema de segurança pública e hoje a sociedade paga esse prejuízo: a ineficiência das policias e a impunidade decorrente da má conjunção entre Polícias, Ministério Público e Poder Judiciário conjugados com uma legislação permissiva.

A metodologia investigativa adotada em nosso país é anacrônica e cartorialista. Tem como base o excesso de burocracia, com a exigência de um sem número de formalidades. O que deveria ser o objetivo de todo policial e, por consequência, das investigações – resolver o crime, indícios de autoria e materialidade – torna-se secundário. Número elevado de policiais são deslocados para suprir o excesso de burocracia. Fabricar papel. ?

Em todos os países em que o direito à segurança pública é bem prestado pelo governo temos, inevitavelmente, a aproximação do titular da ação penal (no Brasil, o Ministério Público) com os “produtores das provas”, os investigadores (na Polícia Federal, os agentes, escrivães, papiloscopistas e peritos). Daí surgiu a necessidade de diálogos e reuniões que tratam do tema segurança pública, buscando alternativas para sua melhoria. Para a prestação do serviço público de forma minimamente eficiente, ampla e afirmativa.

 Os frutos desse intenso trabalho começam a surgir. Basta pequena busca nos pleitos em andamento no legislativo. Enquanto os representantes dos agentes e dos promotores buscam alternativas e soluções para a crescente impunidade e falta de segurança: (Propostas de Emendas à Constituição (PEC) 51/13 -cria o ciclo completo de polícia, desmilitarização, carreira única, corregedoria externa; PECs 361/13 e 73/13 – estabelecem a meritocracia na Polícia Federal, por meio do ingresso único; PL 7402/14 – moderniza a investigação criminal e aproxima o MP dos policiais durante a investigação). As representações dos delegados buscam regalias e prerrogativas (PEC 549/06 – equipara o salário do delegado ao do MP; PEC 37/11 – apelidada de PEC da impunidade, proíbe o MP de investigar; PL 7193/10 – estabelece autonomia e livre convencimento ao delegado; PLS 124/2011 – autonomia, inamovibilidade, carreira jurídica e pronome de tratamento “excelência” para delegados). Será que vivemos em países distintos?

Em 2012, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) editou um estudo denominado “Diagnóstico da Investigação de Homicídios no Brasil” que constatou: apenas 5% a 8% dos inquéritos abertos para determinar a autoria de crimes contra a vida no país resultam em denúncia (média nacional). Ou seja, mais de 92% dos assassinos ficam impunes.

 Para fins comparativos, apresentamos a taxa de homicídios de vários países em 2010. A ONU considera de violência endêmica os países com índices superiores a 10 homicídios por 100 mil habitantes: Brasil, 22,4; Egito 2,3; Canadá, 1,4; EUA, 4,7; Bolivia 8,0; Chile, 3,2; Paraguai 11,4; Japão, 0,4; Paquistão, 7,6; Israel, 2,0; Portugal, 1,2; Alemanha, 0,8.

 A crise da Polícia Federal é a mesma vivida por toda a segurança pública brasileira. Prestação de serviço que vem se demonstrando falho. Temos menos de 4% de eficiência nas investigações da PF, conforme pesquisa recente do CNMP. Precisaremos entrar em colapso para discutir e debater segurança pública de forma séria? Ou vamos continuar lançando cortinas de fumaça, operações midiáticas e, em pouco tempo, todos estarão soltos e se locupletando dos crimes cometidos.

 Recente pesquisa demonstrou que menos de 5% dos policiais federais vêm na figura do delegado federal um progresso na carreira. A burocracia, a inexperiência e a possibilidade de o crime organizado infiltrar pessoas formadas em Direito na Polícia Federal, já tomando posse e assumindo a presidência de inquéritos, são itens de extrema relevância para que se estabeleça uma porta única de entrada na corporação.

 A população e os verdadeiros policiais querem mudanças, querem e devem ser informados. Mas acima disso está a necessidade de um combate efetivo à corrupção, o fim da impunidade e uma lei que realmente tenha aplicabilidade para todos e por todos.

 E isso começa pela construção de uma polícia democrática e cidadã. Esse modelo já demonstrou sua falência e seus defensores não poderão fugir das discussões em torno do que é melhor e possível para dar segurança real ao cidadão brasileiro.

Por: Luis de Araújo Boudens (agente de Polícia Federal e vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais).

Original em: http://blogs.estadao.com.br/

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Teste de barra fixa não é obrigatório para mulheres em concurso público

Teste de barra fixa não é obrigatório para mulheres em concurso público

Teste de barra fixa não é obrigatório para mulheres em concurso público

Candidata ao cargo de Papiloscopista da Polícia Federal tem direito a participar das demais etapas do concurso público, independentemente de sua reprovação no Teste de Aptidão Física (TAF). Esse foi o entendimento unânime da 5.ª Turma do TRF da 1.ª Região, ao analisar apelação interposta pela requerente contra sentença da 7.ª Vara Federal do Distrito Federal, que julgou improcedente o seu pedido para prosseguir no certame.

A apelante defende que, conforme entendimento jurisprudencial dos tribunais brasileiros sobre a matéria, a exigência de realização do teste de barra fixa, na modalidade dinâmica, para mulheres, viola o princípio da isonomia, na medida em que é incompatível com a condição fisiológica feminina.

Em seu voto, o relator do processo na 5.ª Turma concordou com o argumento da requerente e afirmou que a exigência viola os princípios da isonomia, da razoabilidade e da proporcionalidade, pois é manifesta a diferença entre o homem e a mulher em sua constituição e aptidão físicas, revelando como inteiramente desarrazoada e desproporcional a exigência do teste na modalidade dinâmica para candidatas do sexo feminino.

O colegiado acompanhou, de forma unânime, o voto do desembargador, seguindo jurisprudência do TRF1 no sentido de que “tal diferença, notadamente no que tange à força física, revela-se apta a justificar a disparidade de tratamento entre pessoas do sexo masculino e feminino, como forma a dar efetividade ao preceito constitucional da isonomia. A exigência desse teste só não seria inconstitucional se justificada por inafastável necessidade para o exercício da função policial (AG 2005.01.00.029810-0/DF. Relator p/ acórdão: Desembargador Federal Fagundes de Deus. DJ de 10.8.2006, p. 103; AC 0039113-39.2004.4.01.3400/DF, Rel. Desembargador Federal João Batista Moreira, Quinta Turma, e-DJF1 p. 194 de 24/06/2011).

Assim, o relator afastou a exigência do teste para as mulheres e assegurou a participação da candidata nas demais etapas do concurso.

Processo n.º 0037107-78.2012.4.01.3400

Fonte: Âmbito Jurídico

Saiba mais no SOS Concurseiro

Original em: http://blog.euvoupassar.com.br

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Polícia Federal divulga resultados de concurso com 600 vagas

No Diário Oficial da União, desta terça-feira (24), a Polícia Federal divulgou o resultado final da avaliação psicológica, do exame médico, da prova prática de digitação, e o resultado provisório da perícia médica dos candidatos com deficiência. O concurso oferta 600 vagas ao cargo de delegado, perito e escrivão. A lista com os nomes pode ser conferida aqui ou a partir da página 94, seção 3. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade (Cespe/UnB) é a banca organizadora.

A seleção oferta 100 vagas para o cargo de perito criminal, 150 de delegado e 350 para escrivão. No total, 166.052 pessoas se inscrevem para a primeira etapa da seleção. A concorrência para perito foi de 35.800 pessoas (358 pessoas por vaga), 46.633 tentam o posto de delegado (310 por vaga) e 83.619 disputam o cargo escrivão (238 por vaga). O certame reserva cinco por cento das chances a pessoas com deficiência.

Para concorrer ao posto de delegado, o candidato devia possuir nível superior em direito. Para escrivão, foi exigido diploma de graduação em qualquer curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Já a função de perito demandou graduação nas áreas de ciências contábeis, ciências econômicas, engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia de telecomunicações, engenharia de redes de comunicação, ciências da computação, informática, análise de sistemas, engenharia da computação, engenharia agronômica, geologia, engenharia química, química industrial, química, engenharia civil, medicina, entre outros. Todos os candidatos precisam ter carteira de habilitação na categoria B.

A remuneração varia de R$ 7.514,33 a R$ 14.037,11 para uma jornada de 40 horas de trabalho por semana. Na seleção, ainda haverá exame médico e avaliação psicológica. Aqueles que concorrem ao posto de delegado também passarão por prova oral e de títulos. Quem pleiteia a função de perito será avaliado pela experiência profissional. Escrivães terão prova prática de digitação. Aprovados em todas as etapas ainda serão submetidos ao curso de formação profissional, que será ministrado pela Academia Nacional de Polícia (ANP), em Brasília.

Original em: http://www.diariodepernambuco.com.br

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Pacote com provas do concurso do TJAM passará por perícia da Polícia Federal

O encaminhamento é uma forma de respaldo, por iniciativa do desembargador Aristóteles Thury, presidente da Comissão organizadora do concurso, em caso de denúncias.

Neste domingo (9), acontecerão as provas para analista judiciário 2 e outros cargos de nível MédioManaus – O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) encaminhou para a Superintendência da Polícia Federal um pacote de provas do concurso do Tribunal, que aconteceu no último domingo (2). O material passará por uma análise pericial porque estava rasgado.

Conforme a assessoria de comunicação do TJAM, o encaminhamento aconteceu como forma de respaldo, por iniciativa do desembargador Aristóteles Thury, presidente da Comissão organizadora do concurso, em caso de possíveis denúncias.

Ainda segundo a assessoria do Tribunal, o rasgo possivelmente aconteceu durante o transporte, mas não prejudicou a aplicação da prova. O desembargador chegou a afirmar que a prova estava sob os cuidados de uma empresa de transporte de valores.

Procurada pela equipe de reportagem do Portal D24AM, a assessoria da Polícia Federal declarou que ‘não tem conhecimento sobre os pacotes que foram submetidos à análise’.

Concurso

Neste domingo (9), acontecerão as provas para analista judiciário 2 e outros cargos de nível Médio. Ao todo, 49,3 mil candidatos participarão das provas, em 64 instituições de ensino. O gabarito deve ser divulgado dia 11 de junho.

Original em: http://www.d24am.com

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