Peritos de computação atuam em operações da GCCO e Defaz

A Gerência de Perícias em Computação Forense da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) deu suporte a duas operações deflagradas pela Polícia Judiciária Civil, na última quarta-feira (24.04). O trabalho dos peritos consiste na análise de equipamentos eletrônicos de empresas alvos da operação, para a extração e análise de dados requisitados na investigação.

Com o trabalho da perícia no local, não é necessária a apreensão dos equipamentos. Os dados extraídos serão encaminhados para as autoridades, e as análises de conteúdo serão disponibilizadas nos laudos periciais.

Os peritos atuaram na Operação da Delegacia Especializada de Combate aos Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), denominada “Rota Final”, que investiga fraudes no transporte intermunicipal em Mato Grosso.

E na Operação “Regressus” (retornar ao sistema), que investiga esquemas de fraudes em processos de progressão de regime de presos. A investigação é coordenada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e teve  a cooperação da Subsecretaria de Inteligência do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

A investigação é sedimentada em três inquéritos instaurados na Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que apuram fraudes processuais para obtenção de progressão de regime, peculato e também lavagem de capitais de reeducandos que progrediram usando documentos falsos.

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Instituto de DNA Criminal de Rondônia forma acervo e avança para fazer parte do Banco Nacional

E fazer parte do Banco Nacional de DNA significa poder compartilhar dados de todo o país, ter acesso a informações fundamentais para fazer justiça.

Falta pouco para que o IDNA seja incluído na Rede Integrada de Perfil Genético. “Aguardamos o resultado de uma avaliação de controle de qualidade, que deve ser anunciada ainda no primeiro semestre deste ano”, explica o perito criminal Adaylton Fortunato Figueiredo, o diretor geral do IDNAC.

A avaliação foi feita pela Academia Iberoamericana de Criminalística e Estudos Forenses da Universidade de Granada, Espanha.

A coleta de material biológico (sangue e amostra de mucosa oral) dos futuros peritos criminais e agentes de criminalística servirá para constituir um arquivo que será confrontado nas ações futuras de perícia. Como são voluntários, cada um firmou termo de cedência do material.

Se, por acidente, algum perito deixar amostra de sangue ou suor, por exemplo, o material não será confundido com o do suspeito e será eliminado das investigações.

O diretor geral do instituto explica que foi professor dos alunos que doaram material genético. Na academia, ele a colega Jemímia Valéria Santos Barbosa, transmitiram informações sobre como utilizar os equipamentos de proteção individual para evitar contaminação nos locais de crimes.

Futuramente, todos os peritos criminais que atuam em locais de crimes também deixarão material biológico no IDNAC. O material é tido como amostra de referência e não faz parte do banco de DNA.

REFORÇO

Nos próximos meses, o instituto receberá mais dois peritos criminais que se juntarão aos outros dois já existentes no quadro, número mínimo para que o órgão faça parte do Banco Nacional de DNA.

O banco de DNA é composto por amostras colhidas nos locais dos crimes e, por determinação legal, de suspeitos de crimes. Mas, ainda em 2018, vai incorporar material genético de todos os apenados do sistema prisional da capital.

Neste caso, o material poderá ser confrontado nas ocorrências em que o suspeito estiver em liberdade por indulto, cumprindo pena no regime semiaberto ou for egresso do sistema prisional.

Também compõe o acervo do banco o material coletado de restos mortais de vítimas de crime e de seus familiares.

Suspeitos de crimes, por determinação do delegado que preside o inquérito, podem ceder ou não, material biológico para confrontação. Entretanto, a coleta não pode ser invasiva, ou seja, não pode incluir, por exemplo, coleta de sangue.

JUSTIÇA

Adaylton e Jamímia são farmacêuticos bioquímicos por formação e, como peritos criminais, compartilham entusiasmo com a possibilidade contribuir para que a justiça seja feita.

“Sabemos que é uma área que exige estudo continuo que a cada dia vamos nos encontrar novos acontecimentos, novos desafios”, diz Jamília.

A profissão exige que os peritos encontrem amostras que possam levar à autoria do crime. Jamímia observa que ao profissional compete “enxergar o que o que o homem mediano não enxerga”, o que significa encontrar vestígios que são invisíveis ao olhar comum.

“É assim que contribuímos para fazer justiça, para evitar que inocentes sejam culpados”, conclui orgulhosa.

A Superintendência de Polícia Técnico-Científica (Politec), que abriga o IDNAC em sua estrutura, será reforçada com nove profissionais das áreas de contabilidade, química, geologia, engenharia florestal, engenharia civil e engenharia de computação.

São alunos estão na fase final do curso preparatório na Academia de Polícia Civil, em Porto Velho. O reforço no quadro é comemorado pelo superintendente Sandro Micheletti

É a tecnologia que fará com que a polícia técnico-científica apresente mais avanços futuramente. Além de equipamentos de ponta que foram adquiridos nos últimos quatro anos, especialistas da Politec produzem programas inovadores que servirão como referência no país.

MULTIBIOMÉTRICO

O mais significativo em andamento, conforme Micheletti, é o Sistema Multibiométrico, que vai utilizar dados de voz, grafia, identificação facial, impressão digital e DNA num mesmo banco e que poderá ser acessado através da um aplicativo no telefone celular. Uma vez disponível, facilitará aos policiais que atuam em abordagens para que confiram com rapidez eventuais autores de crimes.

O sistema, segundo o superintendente da Politec, está sendo desenvolvido por dois peritos criminais e tem como base a coordenadoria regional de Vilhena. Para ser completo, o bando de dados necessita da parceria com outros órgãos públicos. “São caminhos buscados para reduzir a impunibilidade”, explica Micheletti.

Original em: http://portalespigao.com.br

 

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Novos gestores tomam posse na Politec

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizou nesta terça-feira (06.02) a solenidade de posse de dois novos diretores da instituição. Na ocasião, tomaram posse o diretor metropolitano de Laboratório Forense, Paulo Sérgio Vasconselos de Oliveira e o diretor de Interiorização, Marcos Antonio Contel Secco.

A gestão da Politec passar a contar, também, com outros três gestores no interior, com a troca de coordenador de Barra do Garças e do coordenador e gerente de Rondonópolis. Agora, passam a assumir a gestão, a coordenadora regional de Barra do Garças, Cristiane de Castro Pernet Hara, a coordenadora regional de Rondonópolis, Ariadne Nunes Ferreira Matos e o Gerente Regional de Criminalística, Luiz Gustavo Sousa Vasconcelos.

Durante a cerimônia, os novos diretores foram apresentados e os anteriores homenageados com uma placa de agradecimento pelos serviços prestados. O diretor-geral da Politec fez um discurso agradecendo pelo tempo de serviço dedicados à gestão dos peritos criminais, Késia Renata Lopes Lemos Melo (ex-diretora de interiorização) e Jaime Trevizan Teixeira (ex-diretor metropolitano de Laboratório Forense), que ocuparam os cargos durante uma ano.

A solenidade contou com apresentação do Corpo Musical da Polícia Militar que conduziu a execução do Hino Nacional Brasileiro, além de outras três canções.

“Me orgulho de poder participar deste momento que considero não um rito de passagem, mas uma cerimônia de agradecimento a dois grandes gestores que a Politec teve a honra de ter em seu quadro. Acredito que plantamos uma semente para criar uma cultura de valorização dos gestores”, pontuou o diretor. Reginaldo completou o discurso citando as qualidades dos servidores que deixam e os que assumem os cargos.

O evento contou com a participação de servidores da Politec e autoridades de Segurança Pública. Entre eles, representantes do Corpo de Bombeiros Militar, o Comandante Geral da Polícia Militar, e da Polícia Judiciária Civil.

Para o diretor Mmtropolitano de Laboratório Forense, Paulo Sérgio Vasconselos, o foco de gestão será a valorização e atualização da gestão de estoque de materiais, para melhorar o atendimento aos cidadãos, garantido o provimento de materiais e insumos necessários ao pleno funcionamento da Diretoria.

O atual diretor de interiorização, Marcos Antonio Contel Secco, disse fará um levantamento das demandas de cada unidade para traçar um planejamento das ações em sua gestão. “O foco será a melhoria no atendimento aos cidadãos, onde para tal, juntamente com a equipe de gestores ligado a pasta, buscarão realizar o levantamento dos problemas de cada unidade no interior e desenvolver um planejamento estratégico de execução de forma a manter o funcionamento e se possível, a expansão do atendimento”, anunciou.

Curriculos

O perito criminal Paulo Sérgio Vasconcelos de Oliveira é natural de Várzea Grande-MT, graduado em Química pela Universidade Federal de Mato Grosso. Especialista em Ensino de Ciências da Natureza. No ano de 2008 concluiu o mestrado em Ensino de Ciências. Em 2014 tomou posse como perito oficial criminal sendo lotado na Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, tendo assumido posteriormente os cargos de gerente de perícias em Química Forense e de coordenador do laboratório de materiais.

O perito criminal Marcos Antonio Contel Secco é natural de Birigui (SP). Graduou-se em Bacharelado em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

Em 2007 adquiriu título de mestre em Física Aplicada – Ciência de Materiais pela UFMS. Em 2011, tomou posse como perito oficial criminal sendo lotado na Gerência de Criminalística de Barra do Garças-MT. Ocupou os cargos de gerente e de coordenador de Criminalística de Barra do Garças-MT.

Em 2015, foi eleito conselheiro da associação brasileira de criminalística (ABC) no XXIII Congresso Nacional de Criminalística e VI Congresso Internacional de Perícia Criminal em Búzios (RJ). Desde 2015 vem sendo intermediador pela implantação do sistema de laudos (Politec Online) no interior e participou do curso da Academia de Líderes (Sesp) em 2017.

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Instituto de DNA Criminal de Rondônia tem qualidade avaliada por universidade da Espanha

Apesar do pouco tempo de atividades, o Instituto de DNA Criminal (Idnac) da Superintendência de Polícia Técnico-Científica de Rondônia (Politec), em Porto Velho, aguarda com expectativa para o segundo semestre deste ano o resultado da pesquisa de controle de qualidade internacional promovida pela Academia Iberoamericana de Criminalística e Estudos Forenses da Universidade de Granada, na Espanha. A análise que vai atestar a qualidade do trabalho do Instituto foi concluída no final de janeiro deste ano, conforme revelou o perito Adayrton Fortunato Figueiredo, farmacêutico-bioquímico que dirige o órgão.

Segundo Adayrton Fortunato, em um ano de funcionamento foram emitidos pelo menos 340 laudos, dos quais 260 biológicos (pré-DNA) e 80 de DNA (sigla em português para ácido desoxirribonucleico, um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos). Até janeiro de 2017 esses exames eram feitos em outras capitais, como Manaus (AM), o que representava mais custos para o governo de Rondônia com diárias e passagens aéreas para o técnico que conduzia o material a ser pesquisado. Economia também acontece no tempo para emissão do laudo que caiu de cerca de meses para uma média de 15 dias.

“No caso do laudo de paternidade criminal, que é feito quando há suspeita de estupro, o resultado sai em uma semana, isso quando todas as amostras de referências estão adequadas para exames; alguns laudos a partir de vestígios de sangue em local de crime, em dez dias; já o do osso é mais demorado”, disse Adayrton Fortunato, que trabalha com a perita Jemímia Valéria, também farmacêutica-bioquímica, e existe ainda a perspectiva que mais dois peritos sejam lotados no Instituto após o término da Academia de Polícia que atualmente está acontecendo para reforçar a equipe.

O Instituto realiza exames de DNA a partir de vestígios biológicos encontrados pelos peritos em local de crime, como também identificação de corpos e ossadas, que até 15 de dezembro de 2017 tinham sido realizados 34 laudos de confronto de vestígios; 14 de crimes sexuais, 26 de identificação humana e 6 de paternidade criminal. Já os laudos biológicos (pré-DNA) exames de PSA, um total de (329) no ano passado; pesquisa de espermatozoide (352), pesquisa de sangue humano (72) e HCG para detecção de gravidez (29).

O diretor garantiu que o Idnac trabalha com equipamentos modernos que garantem resultados com qualidade e precisão, como o Automate Express instalado no Laboratório de Extração do DNA. Neste local é onde tudo se inicia com o recebimento do material e catalogação. Após a extração é realizada uma análise quantitativa do DNA através do equipamento Roter Gene (Tempo Real), enquanto na Sala Pré-PCR são preparados os reagentes (Mix) que receberão a quantidade ideal do produto de extração “DNA” para que no Laboratório de PCR, através do equipamento Termociclador, seja realizada a amplificação de regiões específicas (regiões alvo) do DNA, reação esta composta de três etapas distintas: desnaturação, anelamento e extensão. Após o término desta reação, ocorre uma amplificação de cerca de um bilhão de vezes a sequência específica do DNA. Depois de feita a amplificação, em seguida é realizada a Eletroforese capilar pelo equipamento “3500 Series Genetic Analyzer” para separação e detecção dos produtos de amplificação por fluorescência, por fim os resultados são interpretados e analisados em software específico.

Para o ano de 2018, a meta do Instituto, conforme o diretor, é iniciar a coleta de material biológico para obtenção do perfil genético de todos os apenados envolvidos em crime contra a vida e crimes classificados como hediondos, em parceria com a Vara de Execuções Penais, tendo como amparo a Lei 7.210/84 modificada pela Lei 12.654/12, para que sejam adicionados ao banco de perfis genéticos local. “Outra meta é que o Instituto ingresse na Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), que facilitará a identificação de criminosos que cometeram crimes em outros estados da Federação”, observou. Termo de cooperação técnica já foi assinado pelo governo estadual por meio da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), com o Departamento de Polícia Federal e a Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça.

Original em: http://portalespigao.com.br

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Resultado final da 1ª fase do concurso para médico legista da Politec é divulgada no AP

Lista dos aprovados no concurso da Politec Amapá foi divulgada nesta quinta-feira (4) (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Lista dos aprovados no concurso da Politec Amapá foi divulgada nesta quinta-feira (4) (Foto: Abinoan Santiago/G1)

A Fundação Carlos Chagas (FCC) divulgou nesta quinta-feira (4) o resultado definitivo do concurso público que oferta 18 vagas para médico legista e 2 para perito médico legista com especialização em psiquiatria para atuaram na Polícia Técnico-Científica (Politec) do Amapá.

Os aprovados ainda terão que passar pela avaliação documental e de saúde, além de programa de formação. As fases são eliminatórias. O salário inicial chega a R$ 10.067,96, mais as gratificações disponibilizadas para o cargo.

O concurso também prevê 60 cadastros reservas, sendo 52 para médico legista e 8 para perito médico legista com especialização em psiquiatria. Os aprovados serão lotados em uma das três regiões dentro do estado, especificadas no edital e optadas previamente pelos candidatos.

De acordo com a Secretaria de Estado da Administração (Sead) essa fase encerra a participação da FCC, que foi responsável pelo certame. As demais avaliações ficarão sob a responsabilidade da secretaria.

Por:  Rita Torrinha

Original em:https://g1.globo.com

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Politec encerra o ano com unidades reestruturadas e modernização dos serviços

Uns dos destaques é a mudança no modelo de RG, implantada em fevereiro, as reformas das unidades, e a realização de concurso público para as áreas finalísticas.

“A avaliação deve sempre ser feita de forma comparativa sobre o que foi possível fazer com os recursos disponíveis. Neste sentido, não podemos esquecer que 2017 foi um ano de grande dificuldade econômica, mesmo assim, o nosso resultado foi extremamente positivo. Iniciamos a confecção do novo modelo de carteira de identidade, que trouxe novos elementos de segurança, o que deu mais tranquilidade para o usuário final e para o comércio, que pôde contar com um documento mais seguro. Ele já foi elaborado pensando nas novas tecnologias que estão sendo implantadas, tais como, coleta das impressões digitais e a fotografia via kit biométrico”, analisou o diretor-geral da Politec, Reginaldo Rossi do Carmo.

Em função da dificuldade econômica que o Estado enfrenta, a busca por novas soluções que resolvam as questões estruturais das instituições foi o foco da gestão em 2017. “Buscamos o fortalecimento de parcerias com os setores público e privado, e com isso conseguimos, por exemplo, realizar a reforma da unidade de Barra do Garças, que há muito tempo necessitava de uma ampliação para atender melhor a demanda crescente da região. Também captamos recursos para a construção da nova unidade de Pontes e Lacerda, que contará com um espaço planejado para o atendimento dos serviços de criminalística, medicina legal e identificação técnica. Investimentos na perícia ambiental de Pontes e Lacerda, com aquisição de drones e outros equipamentos próprios para esse tipo de perícia”, destacou.

Recursos Humanos

Dentre as ações iniciadas em 2017 e que serão consolidadas no próximo ano, o diretor-geral mencionou o concurso para novos profissionais aos cargos de papiloscopista e técnico em necropsia, e incremento de profissionais do cadastro de reserva em áreas que mais precisam.

“Estamos implementando parcerias para a melhoria da Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, que hoje conta com uma estrutura da década de 90 e que não suporta mais a demanda atual e uma nova unidade para a Coordenadoria de Criminalística de Rondonópolis, que também há anos clama por uma nova sede”, frisou Reginaldo Rossi.

Produtividade

Mais de 153 mil processos de emissão de carteiras de identidade foram recebidos pela Politec até setembro de 2017. A estimativa é que até dezembro sejam confeccionados 184 mil RGs.

Outro documento bastante requisitado para a Diretoria Metropolitana de Identificação são as certidões de antecedentes criminais. A estimativa é que até o final deste ano 54.520 documentos sejam emitidos em todo estado. Até outubro o número de solicitações de certidões chegou a 40.890.

Também até outubro, a Politec emitiu 60.299 laudos periciais nas áreas de Criminalística e de Medicina Legal, no estado.  A estimativa é que até o final do ano este número chegue à marca de 72.359 laudos produzidos.

O serviço de Medicina Legal, em todo estado, produziu 34.647 laudos até outubro de 2017. Deste total, cerca de 90% correspondem ao atendimento em vivos, e outros 10% relacionados a mortos.

Somente a Diretoria Metropolitana de Medicina Legal (DMML), que abrange o atendimento na capital e mais 12 municípios da baixada cuiabana, registrou até outubro de 2017, 13.118 laudos de atendimentos periciais em vivos, sendo 90% correspondentes a exames de lesões corporais e 5% exames em vítimas de violência sexual, aproximadamente. Já em relação ao total de perícias em mortos na DMML, cerca de 65,7% correspondem a necropsias, 31,4% à Odontologia Legal e 2,8% à Gerência de Antropologia Forense.

“Agradecemos o empenho empreendido pelos servidores da Politec, mesmo diante das mais diversas dificuldades enfrentadas durante o ano. Passar por uma crise da intensidade que passamos não foi uma escolha, mas ficar passivo diante dela ou trabalhar para que causasse o menor dano possível foi uma escolha, e a nossa opção foi trabalhar para superá-la. O ano 2018 traz em sua esteira a esperança renovada pela melhoria do cenário econômico, e a certeza de que todo o trabalho e planejamento implementado este ano comece a gerar bons frutos”, finalizou o diretor-geral.

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Estado divulga resultado final do concurso da Politec

Foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) que circula nesta sexta-feira (22) o resultado final do concurso público para cadastro de reserva para papiloscopista e técnico em necropsia. O edital nº 018/2017 foi assinado na quinta-feira (21) pelos secretários de Estado de Segurança Pública e de Gestão, Gustavo Garcia e Júlio Modesto, respectivamente.

Foram classificados 344 pessoas dentre os 13.649 inscritos, que fizeram as provas em maio deste ano, no processo seletivo organizado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). As vagas destinam-se ao preenchimento de equipes nos polos da Politec de Cuiabá, Barra do Garças, Cáceres, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.

Conforme a Secretaria de Estado de Gestão (Seges), não há previsão para as nomeações, que dependem do planejamento estratégico do órgão, responsável por solicitar as convocações ao governador Pedro Taques (PSDB).

Atualmente, conforme lotacionograma divulgado pelo Estado, existem 112 cargos vagos para papiloscopistas. São 238 cargos criados, sendo apenas 126 ocupados. Para o cargo de técnico em necropsia, são 44 vagas para completar o total de 86 cargos criados.

O grande número de cargos a serem ocupados se deve ao fato de muitos servidores terem se aposentado nos últimos anos.

Para além dos cargos contemplados no concurso, a maior defasagem vivida pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) atualmente se dá na área administrativa. São 227 cargos vagos para o cargo de técnico de desenvolvimento econômico e social. Outras vagas existentes são 9 para apoio de desenvolvimento econômico e social, 8 para perito oficial odonto legista, 7 para analista de desenvolvimento econômico e social, 5 para perito criminal nível 2. A Politec conta hoje com 6 servidores cedidos das Secretarias de Estado de Educação, Saúde, Gestão e Infraestrutura.

Os cargos

Os papiloscopistas poderão atuar nas áreas da identificação civil ou criminal. No processamento da emissão do documento de identidade civil, no processamento da emissão de atestados, certidões e informações civis, na coleta das impressões digitais, bem como sua classificação e pesquisa, arquivamento dos prontuários e documentação. Atuar na coleta das impressões digitais de cadáveres, classificando e catalogando-as em arquivo próprio e criminal, devendo após o estágio probatório. Os servidores poderão optar por uma das áreas de atuação, observada a necessidade do serviço público, determinada pela Coordenadoria Geral de Identificação.

Já os técnicos em necropsia atuam na área de Medicina Legal, na preparação do cadáver para o ato de necropsia, no auxílio ao Perito Oficial nos exames periciais, realizando a abertura do cadáver sob a orientação do Médico Legista, bem como auxiliá-lo na necropsia, afastando órgãos, removendo vísceras e coletando material necessário para exames complementares ou que deverão seguir com o laudo pericial, entre outras atribuições.

O regime jurídico é estatutário e os salários iniciais de carreira são de R$ 2.898,11 (Classe A- Nível 1- 30 horas) e de R$ 3.864,16 (Classe A- Nível 1- 40 horas). O concurso foi composto por quatro fases: Prova Objetiva, Avaliação Psicológica, Avaliação de Títulos, e Investigação Social. Os candidatos aprovados passarão por curso de formação ao entrarem em efetivo exercício.

Original em: http://www.folhamax.com.br/

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Nova sede da gerência de criminalística será inaugurada em janeiro

Mais segurança, melhor infraestrutura e localização estratégica. Estas são as principais características do novo imóvel que vai abrigar a gerência de criminalística de Rondonópolis (215 km ao Sul de Cuiabá). O proprietário do espaço já está fazendo as últimas adequações necessárias e a inauguração está prevista para 30 de janeiro de 2018. Desde o início deste ano, a direção da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec-MT) estuda uma solução a curto prazo para resolver os problemas da sede atual.

A construção de uma nova estrutura levaria pelo menos dois anos, por isso a locação de um imóvel foi a medida mais viável no momento, conforme explica o diretor-geral da Politec-MT, Reginaldo Rossi do Carmo. “Este foi o caminho que encontramos devido à urgência que o caso exige, pois o processo licitatório é longo e a sede atual está em condições ruins. A prioridade é oferecer melhor ambiente de trabalho aos servidores e, consequentemente, melhor atendimento à população”.

Atualmente, o local que abriga a gerência de criminalística de Rondonópolis e a coordenadoria regional da Politec conta com cerca de 40 profissionais, sendo que 27 são peritos. Thiago Romano Pigari integra a equipe de peritos há mais de três anos e ressalta que os servidores estão ansiosos com a mudança. “Além de melhorar a infraestrutura e ter a segurança reforçada, a nova sede está localizada próxima ao CISC (Centro Integrado de Segurança e Cidadania), que gera muitas demandas e ao entroncamento das BRs 163 e 364, onde atendemos muitas ocorrências também”.

O servidor também destaca as adequações técnicas que estão sendo feitas e resultarão em melhor qualidade das perícias. “A iluminação fará grande diferença no nosso dia a dia, pois é um trabalho minucioso e feito em regime de plantão, durante 24 horas”. O coordenador regional da Politec, Geraldo Rambo, frisa que a unidade atual já não comporta mais essas melhorias elétricas e qualquer investimento seria desperdício de dinheiro. “O principal ganho desta nova sede será a valorização do servidor, o bem-estar e a segurança para que ele possa trabalhar com tranquilidade”.

O novo espaço será entregue com todos os móveis e as especificações necessárias ao desenvolvimento do trabalho de criminalística. A estrutura terá laboratório para realização de exames diversos, salas para a produção dos laudos, setor de documentoscopia (perícias para constatar fraudes em documentos), local para exames de identificação veicular, mini estande de balística com parede de concreto que possui 30 cm de espessura, alojamentos e refeitórios.

Para o gerente de criminalística de Rondonópolis, Kairo Diego Araújo, o principal objetivo é que os servidores fiquem mais motivados com a mudança. “Quando temos condições favoráveis para trabalhar, ganhamos mais ânimo e isso reflete na boa prestação do serviço público também”, salienta.

Outras melhorias

O andamento das adequações do prédio foi checada pelo diretor-geral da Politec durante visita ao local, na sexta-feira (15.12). Ainda em Rondonópolis, ele também visitou a sede do Instituo de Medicina Legal (IML), que foi reformada este ano. Uma das mudanças, por exemplo, foi a construção de um muro junto ao portão de entrada do veículo que transporta corpos, o chamado rabecão. Antes havia apenas uma cerca, o que acabava expondo o traslado dos cadáveres do veículo ao centro de necropsia. A unidade também foi contemplada com a contratação de mais quatro técnicos de necropsia, somando seis no total, e com um novo rabecão, pois o anterior estava muito velho.

Original em: https://www.cenariomt.com.br/

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Edital para cem vagas de papiloscopista em MT deve ser lançado até abril; provas em junho

O edital do concurso público para o cargo de papiloscopista da Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) em Mato Grosso deverá ser publicado até o próximo mês, ou seja, abril, segundo assessoria do órgão. A perspectiva é de que até o mês de junho, o Governo do Estado realize as provas. No total, devem ser ofertadas cem vagas em um ação para recomposição do efetivo das forças de segurança pública em Mato Grosso (Sesp).

Leia Mais:
Segurança ‘fecha’ delegacias e coloca três mil policiais nas ruas na ‘Carga Máxima’

Uma comissão que irá elaborar o concurso para os cargos de papiloscopia e técnico de necropsia da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi criada para deliberar quanto às datas do Edital.

Segundo o secretário de Segurança Pública, todos os planejamentos para execução de concursos públicos da Segurança têm sido elaborado pela Sesp em conjunto com a Secretaria de Estado de Planejamento e Secretaria de Gestão.

O incremento de mais profissionais faz parte do programa de recomposição do efetivo da Segurança Pública. Em janeiro de 2015, a Segurança Pública contava com apenas 40% do quadro funcional ideal da Polícia Militar, a Polícia Judiciária Civil com 42%, o Corpo de Bombeiros com 24% e a Politec com 50%.

Pelo plano de recomposição de efetivo que está sendo executado pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Segurança Pública (Sesp) desde de 2015, já ingressaram nas carreiras da Segurança Pública 3.498 novos profissionais, sendo 1.952 soldados para a Polícia Militar, 1.084 escrivães e investigadores para a Polícia Judiciária Civil, 449 soldados para o Corpo de Bombeiros, 09 peritos e 04 médicos legistas para a Politec.

Por: Notícias Concurso

Original em: http://www.olhardireto.com.br

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Perfil Químico da Cocaína é estudado por perito criminal da Politec

O estudo analisou a percentagem de substâncias ilícitas e controladas, utilizadas como insumos para mistura e refino, que podem causar sérios riscos à saúde

Um artigo científico desenvolvido pelo perito criminal da Politec, Leonardo Baird Kasakoff, analisou amostras de cocaína apreendidas no tráfico local em ruas de diversos Estados do país, para determinar características de consumo e o perfil químico das amostras. O artigo foi desenvolvido em conjunto com Peritos Criminais Federais e dos Estados da BA, GO, ES e DF.

O estudo analisou a percentagem de substâncias ilícitas e controladas, utilizadas como insumos para mistura e refino, que podem causar sérios riscos à saúde.

O trabalho foi publicado na revista científica Journal of the Brazilian Chemical Society (JBCS) da Sociedade Brasileira de Química, e utilizado na sua dissertação de mestrado na Universidade Federal do Acre (UFAC). As informações preliminares também foram apresentadas no XXII Congresso de Criminalística, no início do mês.

Foram analisadas 642 amostras de cocaína apreendidas em cinco estados brasileiros diferentes entre 2011 e 2014.

As análises focaram em determinar o percentual de cocaína nas amostras, bem como seus principais adulterantes, além do grau de oxidação e formas de apresentação da droga (pasta base, cocaína base, cloridrato de cocaína).

De acordo com o perito, os dados levantados durante a pesquisa poderão contribuir para o desenvolvimento de ações nas áreas de saúde e segurança. “Pois se determina quais substâncias químicas estão sendo usadas pelos dependentes químicos além da própria cocaína, e a partir do monitoramento da venda destas substâncias controladas pode se determinar grupos criminosos que atuam no tráfico de drogas fornecendo os insumos para mistura e refino” pontuou.

Conforme o perito, a próxima fase dos estudos será a análise das amostras recebidas pela Gerência de Criminalística de Primavera do Leste e região, onde está lotado.

Por: GCOM/MT

Original em: http://www.midianews.com.br

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