Justiça determina que Estado contrate psiquiatras forenses

A Justiça acatou pedido do Ministério Público Estadual e concedeu liminar obrigando o Estado de Mato Grosso, no prazo máximo de 12 meses, a realizar concurso público e dar posse, a no mínimo três vagas, para o cargo de psiquiatra forense que atuarão na Polícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Na decisão, como forma imediata de resolver a situação precária em que se encontra o serviço oferecido pela Politec, o Estado terá quatro meses para realizar contratação temporária de pelo menos três peritos oficiais médicos legistas.

Os profissionais serão responsáveis em realizar exames de sanidade mental e periculosidade aos recuperandos e presos provisórios no Estado.

De acordo com o promotor de Justiça Alexandre de Matos Guedes foi constatado que a psiquiatria forense do IML de Cuiabá conta hoje com apenas um perito que é responsável por atender todo o Estado em cinco naturezas distintas.

Segundo ele, dois peritos que trabalhavam anteriormente pediram exoneração e a agenda deles teve que ser remanejada para o único profissional tornando o atendimento insuficiente.

A contratação também se dará por meio de processo seletivo simplificado e terá efeito apenas até a nomeação dos servidores públicos eventualmente aprovados no concurso público a ser realizado.

Na ação, o promotor explica que em novembro de 2017 o MPE expediu notificação ao governador, o documento relatava a situação precária do atendimento e recomendava que, no prazo de 90 dias, fosse formalizado processo emergencial de seleção temporária de médicos especialistas na avaliação da saúde mental dos presos no Estado, porém na época não houve nenhum tipo de providência.

Guedes explica que a falta ou demora na elaboração de laudos médicos forenses pode resultar em nulidades e prejuízos aos inquéritos e processos judiciais, especialmente os criminais, contribuindo negativamente para a eficiência do Sistema Judicial e prejudicando o curso normal de metas de julgamento.

“Vale salientar que a existência de apenas um perito médico psiquiatra, para atender todo o território estadual, além de ser uma situação grave resulta em sobrecarga de trabalho para o profissional em atividade, prejudicando assim a qualidade dos laudos emitidos,” afirmou o promotor.

Caso a determinação judicial não seja cumprida a Justiça fixou multa diária ao agente público responsável por cumprir a decisão no valor de R$ 50 mil. O montante será revertido em favor do Fundo Estadual do Ministério Público.

Original em: http://midianews.com.br

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Com diferentes especialidades, Polícia Técnica é essencial para a resolução de crimes em Rondônia

Com diferentes especialidades, Polícia Técnica é essencial para a resolução de crimes em Rondônia

Mas um dos principais trabalhos também tem espaço reservado no prédio: o do Instituto de DNA Criminal.

Peritos de genética fazem a extração, quantificação, amplificação e análise de DNA

Criada em julho de 2015, a Superintendência de Polícia Técnica (Politec), em Porto Velho, está dividida por atividades, tendo maior número de peritos o Instituto de Criminalística, com 32 profissionais do total de 98 especialistas ativos em toda a Politec. Na sede está a direção geral, administrativa e recursos humanos, além da corregedoria e Conselho de Gestão. Mas um dos principais trabalhos também tem espaço reservado no prédio: o do Instituto de DNA Criminal.

Oito coordenadorias regionais de Criminalista estão no interior do estado: Guajará-Mirim, Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena, Rolim de Moura e São Miguel do Guaporé. Ao contrário do que muitos imaginam, que a Politec seja responsável apenas por trabalhos externos, como a perícia de acidentes de trânsito, ocorrências de morte, ou crimes contra o patrimônio, o diretor-geral, Sandro Micheletti, explica a complexidade do serviço e a amplitude e eficiência para resultados.

No Instituto de DNA o trabalho deles é relacionado à genética forense, fazendo análise de todo material de DNA colhido. No Laboratorial trabalha-se com a parte química e biológica (vestígios de sangue, secreção, envenenamento, exames toxicológicos, etc.). Já no Instituto de Criminalística, existem as seções, como a de Eficiência de Armas e de Instrumentos Vulnerantes (facas, ferros cortantes) e todos os objetos passam por exame para da eficiência no crime. A balística forense analisa arma de fogo com o projétil através de um microcomparador balístico, que identifica de que arma a bala foi disparada através das microestrias que marcam o projétil ao passar pelo cano da arma.

O setor de avaliação merceológica e contabilidade avalia todo produto de furto quanto ao seu valor ou em casos de perícias de fraudes contáveis. A seção de Informática forense analisa todo tipo de crime cibernéticos, onde com equipamentos próprios para o serviço são extraídas todas as informações armazenadas em um celular ou computador, identificando o IP utilizado por pedófilos em crimes de pedofilia pela internet, por exemplo. Já o setor de identificação veicular faz a análise das numerações identificadoras que existem em diversas peças do veículo, como chassi, motor, e câmbio, e também em arma de fogo. “Mesmo quando estão totalmente lixadas nós temos reagentes que revelam a numeração”, completa o diretor da Politec.

O laboratório de DNA é isolado de contaminação

Existe ainda a fonética forense, que verifica a voz gravada através de escutas telefônicas, fazendo a comparação com a voz de suspeitos. “É feita toda a transcrição fonográfica da peça questionada, coleta o áudio padrão do suspeito e faz a comparação, através de várias técnicas, com análises articulatórias, sociolinguísticas, características, regionalismo e acústica com um trabalho bastante específico e complexo para poder chegar a uma conclusão”, completa Micheletti.

A documentoscopia avalia a originalidade de documentos, com suspeita de adulteração. “Aqui, na Politec, temos quase todos os tipos engenharias: florestal, civil, computação, contadores, economistas, administradores, geólogos, geógrafos, bioquímicos, químicos, todos pelo menos bacharelados, fazendo uma gama diversa fazendo as perícias genéricas, com as instruções que o perito aprendeu na academia, e temos as específicas, com profissionais de conhecimentos de formação superior específica”, conclui

Micheletti acrescenta que a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com a Secretaria Estadual de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), está investindo constantemente na polícia técnica, e espera que até o próximo ano, a Politec esteja conectada ao cadastro nacional banco de dados, para inclusão e confronto de informações de DNAs colhidos em Rondônia, dando ainda mais agilidade e ampliando as possibilidades de identificação de suspeitos.

Por: Vanessa Farias

Original em: http://tudorondonia.comdiferentes-especialidades-policia-tecnica-e-essencial-para-a-resolucao-de-crimes-em-rondonia,17035.shtml

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AVANÇO: Curso vai garantir resultados mais eficientes nas perícias criminais de Rondônia

AVANÇO: Curso vai garantir resultados mais eficientes nas perícias criminais de Rondônia

FOTO: (Secom – Governo de Rondônia)

 

Com o objetivo de conhecer novos estudos e experiências que estão sendo desenvolvidas no campo da tecnologia do DNA Forense, que impactarão na otimização dos resultados de perícias na área da genética forense, consequentemente, na confecção de provas mais contundentes no processo investigativo, o diretor do Instituto de DNA Criminal (Idnac) da Superintendência de Polícia Técnico-Científica (Politec) de Rondônia, Adayrton Fortunato, participou de 11 a 15 deste mês do Curso Avançado em Análise Genética de Amostras Complexas STRs e DNA Mitocondrial, na sede da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), em Fortaleza. O evento realizado em parceria com a Academia Estadual de Segurança Pública (Aesp) reuniu cerca de 60 peritos de 15 estados brasileiros (Rondônia, Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Santa Catarina).

Para o representante de Rondônia, o curso foi importante não só para o Idnac, mas para toda a Politec, considerando que por meio do conhecimento adquirido será possível implantar novas metodologias de análise e interpretação dos resultados de exames atualmente realizados no estado. “Esse aprimoramento  representará um aumento da eficiência e eficácia, principalmente dos exames que envolvem misturas complexas de perfis genéticos, em que é necessário separar e individualizar cada perfil genético que compõe a mistura.

As misturas complexas são comuns em vestígios arrecadados pelos peritos criminais nos locais de crime, quer seja pela participação de mais de um autor, quer seja pela interferência de terceiros, devido a um isolamento e preservação ineficientes”, disse, completando que isso permitirá apresentar resultados que antes não eram possíveis com as metodologias convencionais, impactando diretamente no esclarecimento de crimes e na robustez da prova apresentada ao Poder Judiciário. “Representa não só um grande avanço na qualidade dos exames realizados, como um  também na própria persecução penal no âmbito do Estado de Rondônia, visto que a prova produzida é um dos elementos utilizados pelo juízo para formar a sua convicção ao decidir pela condenação ou absolvição do réu”, reforçou.

O curso foi ministrado pelos peritos especializados: Jorge Freitas, bacharel em bioquímica, mestre e doutor em bioquímica e imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que atua desde 2006 com genética forense e desde 2009 como perito criminal federal no Instituto Nacional de Criminalística em Brasília; e Silvana Magna Cavalcante do Monte, bióloga, mestre em genética pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), doutoranda em genética e genômica humana pela Universidade de Granada (Espanha), perita criminal classe especial do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB), responsável pelas análises de DNA mitocondrial e gestão da qualidade no Laboratório de DNA do IPC-PB, membro da Comissão de Qualidade da Rede Integrada de Banco de Perfis Genéticos e coordenadora do Programa Internacional DNA-Prokids na Paraíba.

Original emhttp://www.rondoniaovivo.com

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Peritos de computação atuam em operações da GCCO e Defaz

A Gerência de Perícias em Computação Forense da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) deu suporte a duas operações deflagradas pela Polícia Judiciária Civil, na última quarta-feira (24.04). O trabalho dos peritos consiste na análise de equipamentos eletrônicos de empresas alvos da operação, para a extração e análise de dados requisitados na investigação.

Com o trabalho da perícia no local, não é necessária a apreensão dos equipamentos. Os dados extraídos serão encaminhados para as autoridades, e as análises de conteúdo serão disponibilizadas nos laudos periciais.

Os peritos atuaram na Operação da Delegacia Especializada de Combate aos Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), denominada “Rota Final”, que investiga fraudes no transporte intermunicipal em Mato Grosso.

E na Operação “Regressus” (retornar ao sistema), que investiga esquemas de fraudes em processos de progressão de regime de presos. A investigação é coordenada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e teve  a cooperação da Subsecretaria de Inteligência do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

A investigação é sedimentada em três inquéritos instaurados na Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que apuram fraudes processuais para obtenção de progressão de regime, peculato e também lavagem de capitais de reeducandos que progrediram usando documentos falsos.

Original em: https://www.24horasnews.com.br

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Instituto de DNA Criminal de Rondônia forma acervo e avança para fazer parte do Banco Nacional

E fazer parte do Banco Nacional de DNA significa poder compartilhar dados de todo o país, ter acesso a informações fundamentais para fazer justiça.

Falta pouco para que o IDNA seja incluído na Rede Integrada de Perfil Genético. “Aguardamos o resultado de uma avaliação de controle de qualidade, que deve ser anunciada ainda no primeiro semestre deste ano”, explica o perito criminal Adaylton Fortunato Figueiredo, o diretor geral do IDNAC.

A avaliação foi feita pela Academia Iberoamericana de Criminalística e Estudos Forenses da Universidade de Granada, Espanha.

A coleta de material biológico (sangue e amostra de mucosa oral) dos futuros peritos criminais e agentes de criminalística servirá para constituir um arquivo que será confrontado nas ações futuras de perícia. Como são voluntários, cada um firmou termo de cedência do material.

Se, por acidente, algum perito deixar amostra de sangue ou suor, por exemplo, o material não será confundido com o do suspeito e será eliminado das investigações.

O diretor geral do instituto explica que foi professor dos alunos que doaram material genético. Na academia, ele a colega Jemímia Valéria Santos Barbosa, transmitiram informações sobre como utilizar os equipamentos de proteção individual para evitar contaminação nos locais de crimes.

Futuramente, todos os peritos criminais que atuam em locais de crimes também deixarão material biológico no IDNAC. O material é tido como amostra de referência e não faz parte do banco de DNA.

REFORÇO

Nos próximos meses, o instituto receberá mais dois peritos criminais que se juntarão aos outros dois já existentes no quadro, número mínimo para que o órgão faça parte do Banco Nacional de DNA.

O banco de DNA é composto por amostras colhidas nos locais dos crimes e, por determinação legal, de suspeitos de crimes. Mas, ainda em 2018, vai incorporar material genético de todos os apenados do sistema prisional da capital.

Neste caso, o material poderá ser confrontado nas ocorrências em que o suspeito estiver em liberdade por indulto, cumprindo pena no regime semiaberto ou for egresso do sistema prisional.

Também compõe o acervo do banco o material coletado de restos mortais de vítimas de crime e de seus familiares.

Suspeitos de crimes, por determinação do delegado que preside o inquérito, podem ceder ou não, material biológico para confrontação. Entretanto, a coleta não pode ser invasiva, ou seja, não pode incluir, por exemplo, coleta de sangue.

JUSTIÇA

Adaylton e Jamímia são farmacêuticos bioquímicos por formação e, como peritos criminais, compartilham entusiasmo com a possibilidade contribuir para que a justiça seja feita.

“Sabemos que é uma área que exige estudo continuo que a cada dia vamos nos encontrar novos acontecimentos, novos desafios”, diz Jamília.

A profissão exige que os peritos encontrem amostras que possam levar à autoria do crime. Jamímia observa que ao profissional compete “enxergar o que o que o homem mediano não enxerga”, o que significa encontrar vestígios que são invisíveis ao olhar comum.

“É assim que contribuímos para fazer justiça, para evitar que inocentes sejam culpados”, conclui orgulhosa.

A Superintendência de Polícia Técnico-Científica (Politec), que abriga o IDNAC em sua estrutura, será reforçada com nove profissionais das áreas de contabilidade, química, geologia, engenharia florestal, engenharia civil e engenharia de computação.

São alunos estão na fase final do curso preparatório na Academia de Polícia Civil, em Porto Velho. O reforço no quadro é comemorado pelo superintendente Sandro Micheletti

É a tecnologia que fará com que a polícia técnico-científica apresente mais avanços futuramente. Além de equipamentos de ponta que foram adquiridos nos últimos quatro anos, especialistas da Politec produzem programas inovadores que servirão como referência no país.

MULTIBIOMÉTRICO

O mais significativo em andamento, conforme Micheletti, é o Sistema Multibiométrico, que vai utilizar dados de voz, grafia, identificação facial, impressão digital e DNA num mesmo banco e que poderá ser acessado através da um aplicativo no telefone celular. Uma vez disponível, facilitará aos policiais que atuam em abordagens para que confiram com rapidez eventuais autores de crimes.

O sistema, segundo o superintendente da Politec, está sendo desenvolvido por dois peritos criminais e tem como base a coordenadoria regional de Vilhena. Para ser completo, o bando de dados necessita da parceria com outros órgãos públicos. “São caminhos buscados para reduzir a impunibilidade”, explica Micheletti.

Original em: http://portalespigao.com.br

 

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Novos gestores tomam posse na Politec

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizou nesta terça-feira (06.02) a solenidade de posse de dois novos diretores da instituição. Na ocasião, tomaram posse o diretor metropolitano de Laboratório Forense, Paulo Sérgio Vasconselos de Oliveira e o diretor de Interiorização, Marcos Antonio Contel Secco.

A gestão da Politec passar a contar, também, com outros três gestores no interior, com a troca de coordenador de Barra do Garças e do coordenador e gerente de Rondonópolis. Agora, passam a assumir a gestão, a coordenadora regional de Barra do Garças, Cristiane de Castro Pernet Hara, a coordenadora regional de Rondonópolis, Ariadne Nunes Ferreira Matos e o Gerente Regional de Criminalística, Luiz Gustavo Sousa Vasconcelos.

Durante a cerimônia, os novos diretores foram apresentados e os anteriores homenageados com uma placa de agradecimento pelos serviços prestados. O diretor-geral da Politec fez um discurso agradecendo pelo tempo de serviço dedicados à gestão dos peritos criminais, Késia Renata Lopes Lemos Melo (ex-diretora de interiorização) e Jaime Trevizan Teixeira (ex-diretor metropolitano de Laboratório Forense), que ocuparam os cargos durante uma ano.

A solenidade contou com apresentação do Corpo Musical da Polícia Militar que conduziu a execução do Hino Nacional Brasileiro, além de outras três canções.

“Me orgulho de poder participar deste momento que considero não um rito de passagem, mas uma cerimônia de agradecimento a dois grandes gestores que a Politec teve a honra de ter em seu quadro. Acredito que plantamos uma semente para criar uma cultura de valorização dos gestores”, pontuou o diretor. Reginaldo completou o discurso citando as qualidades dos servidores que deixam e os que assumem os cargos.

O evento contou com a participação de servidores da Politec e autoridades de Segurança Pública. Entre eles, representantes do Corpo de Bombeiros Militar, o Comandante Geral da Polícia Militar, e da Polícia Judiciária Civil.

Para o diretor Mmtropolitano de Laboratório Forense, Paulo Sérgio Vasconselos, o foco de gestão será a valorização e atualização da gestão de estoque de materiais, para melhorar o atendimento aos cidadãos, garantido o provimento de materiais e insumos necessários ao pleno funcionamento da Diretoria.

O atual diretor de interiorização, Marcos Antonio Contel Secco, disse fará um levantamento das demandas de cada unidade para traçar um planejamento das ações em sua gestão. “O foco será a melhoria no atendimento aos cidadãos, onde para tal, juntamente com a equipe de gestores ligado a pasta, buscarão realizar o levantamento dos problemas de cada unidade no interior e desenvolver um planejamento estratégico de execução de forma a manter o funcionamento e se possível, a expansão do atendimento”, anunciou.

Curriculos

O perito criminal Paulo Sérgio Vasconcelos de Oliveira é natural de Várzea Grande-MT, graduado em Química pela Universidade Federal de Mato Grosso. Especialista em Ensino de Ciências da Natureza. No ano de 2008 concluiu o mestrado em Ensino de Ciências. Em 2014 tomou posse como perito oficial criminal sendo lotado na Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, tendo assumido posteriormente os cargos de gerente de perícias em Química Forense e de coordenador do laboratório de materiais.

O perito criminal Marcos Antonio Contel Secco é natural de Birigui (SP). Graduou-se em Bacharelado em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

Em 2007 adquiriu título de mestre em Física Aplicada – Ciência de Materiais pela UFMS. Em 2011, tomou posse como perito oficial criminal sendo lotado na Gerência de Criminalística de Barra do Garças-MT. Ocupou os cargos de gerente e de coordenador de Criminalística de Barra do Garças-MT.

Em 2015, foi eleito conselheiro da associação brasileira de criminalística (ABC) no XXIII Congresso Nacional de Criminalística e VI Congresso Internacional de Perícia Criminal em Búzios (RJ). Desde 2015 vem sendo intermediador pela implantação do sistema de laudos (Politec Online) no interior e participou do curso da Academia de Líderes (Sesp) em 2017.

Original em: http://www.folhamax.com.br

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Instituto de DNA Criminal de Rondônia tem qualidade avaliada por universidade da Espanha

Apesar do pouco tempo de atividades, o Instituto de DNA Criminal (Idnac) da Superintendência de Polícia Técnico-Científica de Rondônia (Politec), em Porto Velho, aguarda com expectativa para o segundo semestre deste ano o resultado da pesquisa de controle de qualidade internacional promovida pela Academia Iberoamericana de Criminalística e Estudos Forenses da Universidade de Granada, na Espanha. A análise que vai atestar a qualidade do trabalho do Instituto foi concluída no final de janeiro deste ano, conforme revelou o perito Adayrton Fortunato Figueiredo, farmacêutico-bioquímico que dirige o órgão.

Segundo Adayrton Fortunato, em um ano de funcionamento foram emitidos pelo menos 340 laudos, dos quais 260 biológicos (pré-DNA) e 80 de DNA (sigla em português para ácido desoxirribonucleico, um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos). Até janeiro de 2017 esses exames eram feitos em outras capitais, como Manaus (AM), o que representava mais custos para o governo de Rondônia com diárias e passagens aéreas para o técnico que conduzia o material a ser pesquisado. Economia também acontece no tempo para emissão do laudo que caiu de cerca de meses para uma média de 15 dias.

“No caso do laudo de paternidade criminal, que é feito quando há suspeita de estupro, o resultado sai em uma semana, isso quando todas as amostras de referências estão adequadas para exames; alguns laudos a partir de vestígios de sangue em local de crime, em dez dias; já o do osso é mais demorado”, disse Adayrton Fortunato, que trabalha com a perita Jemímia Valéria, também farmacêutica-bioquímica, e existe ainda a perspectiva que mais dois peritos sejam lotados no Instituto após o término da Academia de Polícia que atualmente está acontecendo para reforçar a equipe.

O Instituto realiza exames de DNA a partir de vestígios biológicos encontrados pelos peritos em local de crime, como também identificação de corpos e ossadas, que até 15 de dezembro de 2017 tinham sido realizados 34 laudos de confronto de vestígios; 14 de crimes sexuais, 26 de identificação humana e 6 de paternidade criminal. Já os laudos biológicos (pré-DNA) exames de PSA, um total de (329) no ano passado; pesquisa de espermatozoide (352), pesquisa de sangue humano (72) e HCG para detecção de gravidez (29).

O diretor garantiu que o Idnac trabalha com equipamentos modernos que garantem resultados com qualidade e precisão, como o Automate Express instalado no Laboratório de Extração do DNA. Neste local é onde tudo se inicia com o recebimento do material e catalogação. Após a extração é realizada uma análise quantitativa do DNA através do equipamento Roter Gene (Tempo Real), enquanto na Sala Pré-PCR são preparados os reagentes (Mix) que receberão a quantidade ideal do produto de extração “DNA” para que no Laboratório de PCR, através do equipamento Termociclador, seja realizada a amplificação de regiões específicas (regiões alvo) do DNA, reação esta composta de três etapas distintas: desnaturação, anelamento e extensão. Após o término desta reação, ocorre uma amplificação de cerca de um bilhão de vezes a sequência específica do DNA. Depois de feita a amplificação, em seguida é realizada a Eletroforese capilar pelo equipamento “3500 Series Genetic Analyzer” para separação e detecção dos produtos de amplificação por fluorescência, por fim os resultados são interpretados e analisados em software específico.

Para o ano de 2018, a meta do Instituto, conforme o diretor, é iniciar a coleta de material biológico para obtenção do perfil genético de todos os apenados envolvidos em crime contra a vida e crimes classificados como hediondos, em parceria com a Vara de Execuções Penais, tendo como amparo a Lei 7.210/84 modificada pela Lei 12.654/12, para que sejam adicionados ao banco de perfis genéticos local. “Outra meta é que o Instituto ingresse na Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), que facilitará a identificação de criminosos que cometeram crimes em outros estados da Federação”, observou. Termo de cooperação técnica já foi assinado pelo governo estadual por meio da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), com o Departamento de Polícia Federal e a Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça.

Original em: http://portalespigao.com.br

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Resultado final da 1ª fase do concurso para médico legista da Politec é divulgada no AP

Lista dos aprovados no concurso da Politec Amapá foi divulgada nesta quinta-feira (4) (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Lista dos aprovados no concurso da Politec Amapá foi divulgada nesta quinta-feira (4) (Foto: Abinoan Santiago/G1)

A Fundação Carlos Chagas (FCC) divulgou nesta quinta-feira (4) o resultado definitivo do concurso público que oferta 18 vagas para médico legista e 2 para perito médico legista com especialização em psiquiatria para atuaram na Polícia Técnico-Científica (Politec) do Amapá.

Os aprovados ainda terão que passar pela avaliação documental e de saúde, além de programa de formação. As fases são eliminatórias. O salário inicial chega a R$ 10.067,96, mais as gratificações disponibilizadas para o cargo.

O concurso também prevê 60 cadastros reservas, sendo 52 para médico legista e 8 para perito médico legista com especialização em psiquiatria. Os aprovados serão lotados em uma das três regiões dentro do estado, especificadas no edital e optadas previamente pelos candidatos.

De acordo com a Secretaria de Estado da Administração (Sead) essa fase encerra a participação da FCC, que foi responsável pelo certame. As demais avaliações ficarão sob a responsabilidade da secretaria.

Por:  Rita Torrinha

Original em:https://g1.globo.com

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Politec encerra o ano com unidades reestruturadas e modernização dos serviços

Uns dos destaques é a mudança no modelo de RG, implantada em fevereiro, as reformas das unidades, e a realização de concurso público para as áreas finalísticas.

“A avaliação deve sempre ser feita de forma comparativa sobre o que foi possível fazer com os recursos disponíveis. Neste sentido, não podemos esquecer que 2017 foi um ano de grande dificuldade econômica, mesmo assim, o nosso resultado foi extremamente positivo. Iniciamos a confecção do novo modelo de carteira de identidade, que trouxe novos elementos de segurança, o que deu mais tranquilidade para o usuário final e para o comércio, que pôde contar com um documento mais seguro. Ele já foi elaborado pensando nas novas tecnologias que estão sendo implantadas, tais como, coleta das impressões digitais e a fotografia via kit biométrico”, analisou o diretor-geral da Politec, Reginaldo Rossi do Carmo.

Em função da dificuldade econômica que o Estado enfrenta, a busca por novas soluções que resolvam as questões estruturais das instituições foi o foco da gestão em 2017. “Buscamos o fortalecimento de parcerias com os setores público e privado, e com isso conseguimos, por exemplo, realizar a reforma da unidade de Barra do Garças, que há muito tempo necessitava de uma ampliação para atender melhor a demanda crescente da região. Também captamos recursos para a construção da nova unidade de Pontes e Lacerda, que contará com um espaço planejado para o atendimento dos serviços de criminalística, medicina legal e identificação técnica. Investimentos na perícia ambiental de Pontes e Lacerda, com aquisição de drones e outros equipamentos próprios para esse tipo de perícia”, destacou.

Recursos Humanos

Dentre as ações iniciadas em 2017 e que serão consolidadas no próximo ano, o diretor-geral mencionou o concurso para novos profissionais aos cargos de papiloscopista e técnico em necropsia, e incremento de profissionais do cadastro de reserva em áreas que mais precisam.

“Estamos implementando parcerias para a melhoria da Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, que hoje conta com uma estrutura da década de 90 e que não suporta mais a demanda atual e uma nova unidade para a Coordenadoria de Criminalística de Rondonópolis, que também há anos clama por uma nova sede”, frisou Reginaldo Rossi.

Produtividade

Mais de 153 mil processos de emissão de carteiras de identidade foram recebidos pela Politec até setembro de 2017. A estimativa é que até dezembro sejam confeccionados 184 mil RGs.

Outro documento bastante requisitado para a Diretoria Metropolitana de Identificação são as certidões de antecedentes criminais. A estimativa é que até o final deste ano 54.520 documentos sejam emitidos em todo estado. Até outubro o número de solicitações de certidões chegou a 40.890.

Também até outubro, a Politec emitiu 60.299 laudos periciais nas áreas de Criminalística e de Medicina Legal, no estado.  A estimativa é que até o final do ano este número chegue à marca de 72.359 laudos produzidos.

O serviço de Medicina Legal, em todo estado, produziu 34.647 laudos até outubro de 2017. Deste total, cerca de 90% correspondem ao atendimento em vivos, e outros 10% relacionados a mortos.

Somente a Diretoria Metropolitana de Medicina Legal (DMML), que abrange o atendimento na capital e mais 12 municípios da baixada cuiabana, registrou até outubro de 2017, 13.118 laudos de atendimentos periciais em vivos, sendo 90% correspondentes a exames de lesões corporais e 5% exames em vítimas de violência sexual, aproximadamente. Já em relação ao total de perícias em mortos na DMML, cerca de 65,7% correspondem a necropsias, 31,4% à Odontologia Legal e 2,8% à Gerência de Antropologia Forense.

“Agradecemos o empenho empreendido pelos servidores da Politec, mesmo diante das mais diversas dificuldades enfrentadas durante o ano. Passar por uma crise da intensidade que passamos não foi uma escolha, mas ficar passivo diante dela ou trabalhar para que causasse o menor dano possível foi uma escolha, e a nossa opção foi trabalhar para superá-la. O ano 2018 traz em sua esteira a esperança renovada pela melhoria do cenário econômico, e a certeza de que todo o trabalho e planejamento implementado este ano comece a gerar bons frutos”, finalizou o diretor-geral.

Original em: https://www.24horasnews.com.br/

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Estado divulga resultado final do concurso da Politec

Foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) que circula nesta sexta-feira (22) o resultado final do concurso público para cadastro de reserva para papiloscopista e técnico em necropsia. O edital nº 018/2017 foi assinado na quinta-feira (21) pelos secretários de Estado de Segurança Pública e de Gestão, Gustavo Garcia e Júlio Modesto, respectivamente.

Foram classificados 344 pessoas dentre os 13.649 inscritos, que fizeram as provas em maio deste ano, no processo seletivo organizado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). As vagas destinam-se ao preenchimento de equipes nos polos da Politec de Cuiabá, Barra do Garças, Cáceres, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.

Conforme a Secretaria de Estado de Gestão (Seges), não há previsão para as nomeações, que dependem do planejamento estratégico do órgão, responsável por solicitar as convocações ao governador Pedro Taques (PSDB).

Atualmente, conforme lotacionograma divulgado pelo Estado, existem 112 cargos vagos para papiloscopistas. São 238 cargos criados, sendo apenas 126 ocupados. Para o cargo de técnico em necropsia, são 44 vagas para completar o total de 86 cargos criados.

O grande número de cargos a serem ocupados se deve ao fato de muitos servidores terem se aposentado nos últimos anos.

Para além dos cargos contemplados no concurso, a maior defasagem vivida pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) atualmente se dá na área administrativa. São 227 cargos vagos para o cargo de técnico de desenvolvimento econômico e social. Outras vagas existentes são 9 para apoio de desenvolvimento econômico e social, 8 para perito oficial odonto legista, 7 para analista de desenvolvimento econômico e social, 5 para perito criminal nível 2. A Politec conta hoje com 6 servidores cedidos das Secretarias de Estado de Educação, Saúde, Gestão e Infraestrutura.

Os cargos

Os papiloscopistas poderão atuar nas áreas da identificação civil ou criminal. No processamento da emissão do documento de identidade civil, no processamento da emissão de atestados, certidões e informações civis, na coleta das impressões digitais, bem como sua classificação e pesquisa, arquivamento dos prontuários e documentação. Atuar na coleta das impressões digitais de cadáveres, classificando e catalogando-as em arquivo próprio e criminal, devendo após o estágio probatório. Os servidores poderão optar por uma das áreas de atuação, observada a necessidade do serviço público, determinada pela Coordenadoria Geral de Identificação.

Já os técnicos em necropsia atuam na área de Medicina Legal, na preparação do cadáver para o ato de necropsia, no auxílio ao Perito Oficial nos exames periciais, realizando a abertura do cadáver sob a orientação do Médico Legista, bem como auxiliá-lo na necropsia, afastando órgãos, removendo vísceras e coletando material necessário para exames complementares ou que deverão seguir com o laudo pericial, entre outras atribuições.

O regime jurídico é estatutário e os salários iniciais de carreira são de R$ 2.898,11 (Classe A- Nível 1- 30 horas) e de R$ 3.864,16 (Classe A- Nível 1- 40 horas). O concurso foi composto por quatro fases: Prova Objetiva, Avaliação Psicológica, Avaliação de Títulos, e Investigação Social. Os candidatos aprovados passarão por curso de formação ao entrarem em efetivo exercício.

Original em: http://www.folhamax.com.br/

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