Barba feita de atirador em vídeo desperta dúvidas sobre data da gravação

Polícia divulga novo vídeo em que assassino comenta plano e diz que imagens são de julho

Rio – A Polícia Civil divulgou ontem mais um vídeo gravado por Wellington Menezes de Oliveira, falando sobre o planejamento do massacre que resultou na morte de 12 adolescentes, no dia 7. Segundo a polícia, o HD (onde os dados do computador ficam armazenados) encontrado pelos agentes e periciado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) teria sido usado, pela última vez, em julho de 2010, o que indicaria que o assassino vinha tramando a matança, no mínimo, havia nove meses.

Na terça-feira, um vídeo que teria sido gravado no dia 5, ou seja, dois dias antes do crime, foi divulgado pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O diretor do Departamento de Polícia Técnico Científica (DPTC), Sérgio Henriques, entretanto, foi categórico em afirmar que as primeiras imagens não foram encontradas pela polícia. “Sobre o primeiro vídeo, estamos tomando conhecimento ainda, porque não estava em nada que nós encontramos. Este segundo, sabemos que foi feito por uma câmera Kodak e que foi gravado no ano passado, já que o HD estava inutilizado desde então. Ele foi encontrado, inclusive, numa prateleira toda cheia de poeira”.

Wellington, na verdade, tentou apagar algumas informações deste computador. O ICCE, entretanto, usou um conjunto de software chamado Incase que recupera, inclusive, dados excluídos.

Neste vídeo divulgado ontem, Wellington dá um recado macabro: “A maioria das pessoas me desrespeita, acha que sou um idiota, se aproveita de minha bondade e me julga antecipadamente. São falsas e descobrirão quem sou da maneira mais radical”.

A informação de que o vídeo é de antes de julho de 2010, entretanto, intrigou funcionários do salão onde Wellington cortava o cabelo a cada 30 dias, em Realengo, mesmo após ter se mudado para a casa de Sepetiba. “Não tem como este vídeo ter sido feito no ano passado, porque a barba dele estava muito grande e só cortou agora, dias antes do ataque”, explicou uma cabeleireira.

De fato, essa diferença de tempo também vai de encontro ao depoimento do barbeiro de Wellington, M. à Divisão de Homicídios. Ele afirmou que ‘no último ano, Wellington passou a deixar a barba crescer, atingindo o comprimento até o peito’. O criminoso esteve no salão pela última vez no dia 31. Chegou de barba feita e ainda brincou com M.: “Fiquei mais novo?”.

Macabro

“A maioria das pessoas me desrespeita, acha que sou idiota, se aproveita de minha bondade, me julga antecipadamente. São falsas, desleais. Descobrirão quem sou da maneira mais radical. Uma ação que farei pelos meus semelhantes que são humilhados, agredidos, desrespeitados em vários locais, principalmente em escolas e colégios pelo fato de serem diferentes, de não fazerem parte do grupo dos infiéis, dos desleais, dos falsos, dos corruptos, dos maus. São humilhados por serem bons”.

WELLINGTON MENEZES, o Monstro de Realengo

Original em: http://odia.terra.com.br

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Peritos vão tentar recuperar informações de computador de atirador

Wellington Oliveira queimou placa de computador que usava para dificultar acesso a informações pessoais

Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) vão analisar a placa do computador que pertencia a Wellington Menezes de Oliveira – homem que atirou contra alunos da Escola Municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, na zona oeste, na manhã dessa quinta-feira (8). No ataque, doze crianças morreram. Oliveira se matou após ser baleado por um policial militar.

A placa do computador que armazenava os últimos acessos à internet e downloads feitos pelo atirador foi encontrada por policiais da Divisão de Homicídios queimada, na casa de Oliveira, no bairro de Sepetiba, também na zona oeste. No local, os agentes também encontraram todos os eletrodomésticos quebrados.

O intuito da recuperação da placa é saber a motivação do crime e entender como Oliveira, que não tinha renda e estava desempregado, adquiriu as armas e as munições usadas no ataque.

Os policiais também procuram pistas sobre a origem dos dois revólveres usados. O de calibre .38 estava com a numeração raspada o que dificulta o rastreamento. Já o de calibre .32 os agentes conseguiram identificar o dono, que está morto. Na tarde de ontem, eles interrogaram o filho do dono da arma, que disse à polícia que o revólver havia sumido há 18 anos.

Original em: http://ultimosegundo.ig.com.br

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Polícia vasculha em Sepetiba casa onde morava atirador da tragédia de Realengo

Restos de objetos queimados por Wellington, inclusive um HD / Foto: Márcia Foletto / O Globo

A casa onde morava Wellington Menezes de Oliveira – que invadiu de manhã a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, matando 11 estudantes – está sendo vasculhada pela polícia.

A chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) estão no local. A casa fica na Rua José Fernandes, em Sepetiba, próxima a duas escolas da rede municipal.

Original em: http://extra.globo.com

 

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Tragédia em Realengo: Martha Rocha e peritos estão na casa de atirador

Rio – A chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, policiais da Delegacia de Homicídios (DH) e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), foram, na tarde desta quinta-feira, à casa de Wellington Oliveira, em Sepetiba, Zona Oeste do Rio. 

De acordo com a polícia, um cenário de caos foi encontrado na residência do atirador, com móveis quebrados e o disco rígido do computador queimado. Um novo bilhete, de conteúdo não divulgado, foi encontrado no chão do quarto de Wellingnton. Duas pessoas da família acompanham as buscas. 

Mais cedo, Marta Rocha informou que uma série de medidas serão tomadas para ajudar nas investigações e dar apoio às famílias das vítimas da tragédia. Ela citou o reforço na equipe do Instituto Médico Legal (IML), o deslocamento de duas assistentes sociais para atender às famílias das vítimas, além do aumento da equipe de plantão no necrotério e no setor de identificação para “minimizar qualquer tipo de sofrimento das famílias”, declarou.

A chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, concedeu uma coletiva e disse que adotará medidas para agilizar as investigações | Foto: Paulo Alvadia / Agência O Dia

 

Ela citou o reforço na equipe do Instituto Médico Legal (IML), o deslocamento de duas assistentes sociais para atender às famílias das vítimas, além do aumento da equipe de plantão no necrotério e no setor de identificação para “minimizar qualquer tipo de sofrimento das famílias”, declarou.

A Divisão de Homícidios está investigando o ocorrido na escola. Até o momento, já foi confirmado que o atirador usou duas pistolas (calibre 38 e 32) e efetuou disparos em dois andares. Ele só parou ao ser atingido por um tiro no abdômen, na subida para o terceiro andar. O tiro foi disparado por um sargento da Polícia Militar que estava nas proximidades e foi alertado por grupo de crianças feridas.

Depois de atingido, o atirador, identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, se suicidou com um tiro na cabeça. Ele deixou uma carta que está sendo analisada pela Polícia Civil junto com outros elementos do crime, segundo a chefe de polícia, Marta Rocha.

 

Parentes e amigos de vítimas se desesperam com tragédia em Realengo | Foto: Severino Silva / Agência O Dia

“Sabemos que ele chegou na escola, que foi reconhecido por uma ex-professora, disse que ia dar uma palestra, conversou com essa professora, se trancou numa sala, efetuou os primeiros disparos e depois se dirigiu a outras salas. Daqui para frente, estamos investigando”, afirmou.

Durante entrevista à imprensa, no pátio da escola em Realengo, o coordenador da Secretaria de Segurança, Roberto Sá, acrescentou que o autor dos tiros não tinha antecedentes criminais, mas que o comportamento do atirador na chacina indica sinais de doença mental.

“O perfil desse fato criminosos se afasta completamente do comportamento usual de bandidos e marginais. Consideramos, até o momento, que essa pessoa tem alguma debilidade mental, deve ser um psicopata, imprevisível, incontrolável” , disse Sá.

O sargento Márcio Alexandre Alves, de 38 anos, que atingiu o atirador foi chamado de “herói” pelo governador Sérgio Cabral.

Cenas de horror em Realengo

Na manhã desta quinta-feira, um jovem de 24 anos entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos. Ele subiu três andares do prédio e entrou numa sala onde 40 alunos da nona série assistiam a uma aula de Português, abrindo fogo contra os estudantes com idades entre 12 e 14 anos.

Testemunhas relatam um verdadeiro massacre. Wellington Menezes de Oliveira teria mirado contra a cabeça dos estudantes, com a clara intenção de matá-las. Quase trinta alunos foram baleados e mais de 10 morreram. Após o ataque, o assassino deixou uma carta de de teor fundamentalista no local. O texto continha frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas. Em seguida, ele se matou dando um tiro na própria cabeça.

Alunos, professores e funcionários da escola acreditam que mais de cem disparos foram efetuados. Wellington, um ex-aluno do colégio, estava armado com dois revólveres e recarregou a arma durante a ação. O imenso barulho também assustou a vizinhança, que ainda ouviu os gritos de horror das crianças que, ensanguentadas, correram às ruas em busca de socorro.

Rapidamente uma multidão se formou em frente à escola. Em desespero, familiares e amigos tentavam ajudar as crianças e identificar as vítimas, ao mesmo tempo que tentavam entender os motivos do massacre.

O ministro da Educação, José Haddad, considerou este um dia de luto para a educação brasileira. Com a voz embargada, a presidente Dilma Roussef se disse chocada e consternada com o episódio e, com lágrimas nos olhos, pediu um minuto de silêncio pelos “brasileirinhos que foram retirados tão cedo de suas vidas e de seus futuros”.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Professores prestam depoimento sobre crime em escola de Realengo

Rio – Professores da escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio, estão, na tarde desta quinta-feira, na Delegacia de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, prestando depoimento. No local também está o policial que baleou o atirador momentos antes dele se matar. Ele deve prestar depoimento, ainda, nesta quinta.

Nesta tarde a chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, acompanhou policiais da Delegacia de Homicídios (DH) e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), na visita à casa de Wellington Oliveira, em Sepetiba, Zona Oeste do Rio. 

De acordo com a polícia, um cenário de caos foi encontrado na residência do atirador, com móveis quebrados e o disco rígido do computador queimado. Um novo bilhete, de conteúdo não divulgado, foi encontrado no chão do quarto de Wellingnton. Duas pessoas da família acompanham as buscas.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Peritos vão à casa do atirador no Rio de Janeiro

Bombeiros retiram corpo de Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos

 

Peritos do ICC (Instituto de Criminalística Carlos Éboli) e membros da Polícia Civil do Rio de Janeiro foram na tarde desta quinta-feira  à casa de Wellington Menezes de Oliveira, responsável pelo massacre que ocorreu na manhã de hoje na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro.

O atirador matou 11 crianças e feriu outras 22. Após o massacre, Wellington, ex-aluno da escola, se matou. A perícia na casa do atirador, em Sepetiba, está em andamento.

 

 

 

 

 

Original em: http://www.band.com.br

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Ponte sem luz: laudo da perícia deve ficar pronto em até 30 dias

RIO – O acidente na Ponte Rio-Niterói que causouum apagão de mais de 40 horas na via foi registrado na 17º DP (São Cristóvão). Um representante da CCR Ponte foi chamado para prestar depoimento na sexta-feira. Um dos pontos que a delegada Monique Vidal tenta esclarecer na investigação é o porquê da demora a registrar a queixa, feita 15 horas após o acidente, e se isso prejudicará a ação dos peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli, que estiveram na sexta no local e devem emitir um laudo em até 30 dias.

— Questionamos principalmente o porquê de a queixa ter demorado tanto a ser feita — disse a delegada.

Segundo ela, o assessor de relações institucionais da Ponte, que avisou os policiais, disse só ter tomado conhecimento do acidente na manhã de quarta-feira, e que passou o dia ocupado na assistência às famílias dos funcionários da Álamo. O representante da empresa, de acordo com a delegada, disse ainda que acreditava que a ocorrência já tinha sido registrada quando os feridos deram entrada no Hospital Souza Aguiar.

A polícia vai ouvir mais três representantes da concessionária na terça-feira. Na quarta, será a vez da equipe médica da Ponte, que prestou os primeiros socorros aos feridos. A Álamo Engenharia, que presta serviços à CCR Ponte, também já foi chamada, mas ainda não enviou representante.

Original em: http://extra.globo.com

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Administrador da CCR Ponte vai depor nesta sexta-feira

Rio – Está previsto para esta sexta-feira, às 11h, o depoimento do administrador da CCR Ponte e de responsáveis da Álamo. Titular da 17ª DP, Monique Vidal, disse que o registro foi feito mais de 12 horas após o acidente, às 17h de quarta. Segundo ela, é preciso esclarecer se as empresas cumpriam normas de segurança.

Ponte ficou às escuras: até o posto da PRF ficou sem luz na quarta-feira | Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli fizeram perícia na subestação. Engenheiros do Crea iniciaram vistoria que deve ser concluída hoje. “Quando fizeram o registro, não demonstraram a gravidade do problema. Vamos pedir uma lista de responsáveis e ouvir todos”, garantiu.

Morte na Ponte

A pane na subestação elétrica da Ponte Rio-Niterói, que deixou a via 43 horas completamente apagada, provocou a morte de um funcionário da empresa terceirizada Álamo e feriu outros dois. Com 100% do corpo queimado, Darlan Aguiar da Silva morreu no início da tarde de ontem, no Hospital Souza Aguiar, no Centro. Às 19h, as luzes da Ponte começaram a ser religadas, em procedimento que durou cerca de uma hora. O caso foi registrado na 17ª DP (São Cristóvão). 

Luiz Antonio da Conceição Silveira teve 20% do corpo queimado e está em estado estável no Souza Aguiar. Já Vilton Pereira de Freitas, 54 anos, foi transferido para o Hospital Rio-Laranjeiras. Darlan deve ser enterrado hoje, no cemitério Parque da Paz, em São Gonçalo.

Os três eram técnicos eletricistas da Álamo e trabalhavam no reparo da subestação principal de entrada de energia da Ponte, que fica no pátio do cais do porto. O acidente aconteceu por volta das 2h15 de quarta-feira, uma hora após pane na subestação 5. A CCR Ponte trabalha com a hipótese de curto-circuito. “Houve explosão na hora em que meu tio resolvia a falta de luz. Ele trabalhava há 28 anos na Ponte. Está sedado e sem previsão de alta”, disse Joice Lima, 28, sobrinha de Vilton.

Cobrança de pedágio funcionou com gerador

O primeiro incidente na Ponte Rio-Niterói aconteceu à 1h12, na subestação 5, que distribui energia para o trecho entre a Ilha de Mocanguê e a Praça do Pedágio. O segundo, na subestação principal, ocorreu às 2h15 e interrompeu totalmente o fornecimento. A CCR alugou quatro painéis eletrônicos e disponibilizou reboques extras. O pedágio funcionou com auxílio de gerador. A Polícia Rodoviária Federal auxiliou no esquema e não registrou acidente pela falta de luz.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Perícia descarta incêndio criminoso na Cidade do Samba

O incêndio na Cidade do Samba, no Rio de Janeiro, foi acidental, informou hoje (3) o Instituto de Criminalística Carlos Éboli. O laudo aponta como provável causa a “ação humana involuntária”. 

O incêndio, na madrugada do dia 7 de fevereiro, atingiu os barracões das escolas de samba União da Ilha, Portela e Grande Rio, destruindo carros alegóricos, adereços e fantasias. 

O inquérito policial sobre o incêndio ainda não foi concluído.

Original em: http://www.diariodepernambuco.com.br

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Em nova operação contra bingos, polícia do Rio detém 414 pessoas

Ontem, outras 159 já tinham sido detidas na capital pelo mesmo motivo

Em nova operação para combater bingos e jogos de azar na cidade do Rio de Janeiro, a Polícia Civil deteve 414 pessoas nesta quinta-feira (3), em continuidade à ação para fechar casas de jogos e bingos, iniciada na última quarta-feira.

Na capital fluminense foram presas 176 pessoas, entre apostadores de jogos e funcionários dos estabelecimentos ilegais. Outras 67 pessoas foram presas na Baixada Fluminense e 171 no interior do Rio.

Cartelas de jogo de bicho, talões de resultados, carimbos e dinheiro foram apreendidos. O material foi encaminhado ao Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). Os detidos foram encaminhados para delegacias da cidade.

Na quarta-feira (2), 159 pessoas já tinham sido detidas em uma outra operação contra bingos na capital fluminense.

Na ocasião, os agentes já conseguiram fechar 11 casas de apostas ou pontos onde haviam máquinas caça-níqueis no centro e em bairros da zonas oeste e norte. Os policiais conseguiram apreender 189 equipamentos usados para a prática de jogo ilegal.

Original em: http://ultimosegundo.ig.com.br

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