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Associação defende que peritos não sejam subordinados à polícia no RJ

Debate voltou após divergências no laudo da morte do menino Eduardo.
Inquérito concluiu que PM deveria ser inocentado; MP denunciou o policial.

As divergências apontadas pelo Ministério Público do Rio no inquérito sobre a morte do menino Eduardo, 10 anos, morador de uma favela no Complexo do Alemão, chamaram a atenção para o trabalho de peritos e delegados nas investigações policiais. A polêmica reacendeu um debate antigo: se os peritos criminais têm ou não que responder à polícia conforme mostrou o RJTV na última segunda-feira (23).

A associação dos peritos do estado do Rio de Janeiro quer esses profissionais não sejam mais subordinados à Policia Civil, o que já acontece em 18 estados brasileiros. Para a associação, essa decisão traria mais independência traria ao trabalho dos peritos. O governo do estado informou que não existe, no momento, intenção de separar a perícia da Polícia Civil.

“A perícia tem um papel muito importante e ela não pode atuar só para comprovar a tese da policia. Isso acontece? Isso acontece porque existe toda uma investigação e a perícia é a prova mais importante dessa investigação. Então, a perícia tem que ser independente pra que ela tenha muito mais credibilidade”, afirmou  Denise Rivera, presidente do sindicato dos peritos.

O menino foi atingido por um tiro disparado por um policial militar. O inquérito concluiu que o PM deveria ser inocentado, mas o Ministério Público discorda e denunciou o policial por homicídio.

De acordo com a associação de peritos, o primeiro documento era apenas um relatório da polícia, assinado pelo delegado. Eles informam que o nome do perito que estava no documento aparecia porque ele fazia parte da equipe que foi até o local no dia do crime. Ainda segundo a associação, o laudo produzido pelo perito só foi entregue seis dias depois e registrava as cápsulas.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Criminalística, Bruno Telles, a separação vai melhorar também a estrutura da perícia no estado.

“Olha, como você vai ter uma gestão própria dos órgãos de criminalística, você vai garantir que aqueles investimentos que são destinados para evolução da prova material, para evolução da ciência forense, eles vão ser efetivamente aplicados. Hoje, o que a gente vê com as perícias inseridas dentro das polícias civis é que esse investimento acaba sendo desviado, acaba virando mais viaturas, prédios e outros pontos que não ajudam efetivamente a melhorar a qualidade da ciência forense no Brasil”, disse.

Já para o presidente do Sindicato dos Delegados do Rio, Rafael Barcia, essa subordinação não interfere na independência dos peritos.

Um projeto de emenda constitucional tramita no Congresso Nacional para obrigar a separação da perícia da polícia. No entanto, a PEC ainda não foi votada. A mudança também pode ocorrer por uma decisão do governador, como em já acontece nos outros estados.

Por: G1

Original em: http://g1.globo.com

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IBFC publica gabarito do concurso da Polícia Civil-RJ para Papiloscopista

Gabaritos preliminares das provas do concurso para 100 vagas na Polícia Civil do Rio de Janeiro foram divulgados pelo Diário Oficial do Estado. A carreira exige nível superior e tem salário inicial de R$ 4.830,00.

Saíram os gabaritos preliminares do concurso da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro para 100 vagas na classe inicial da carreira de Papiloscopista Policial. A seleção teve provas aplicadas no último domingo (7) e as respostas das questões saíram no Diário Oficial do Estado da edição de hoje (10), página 28, e estarão disponíveis para consulta também no site da organizadora no decorrer do dia. Veja os gabaritos.

A prova aplicada teve 100 questões distribuídas em 3 módulos sobre língua portuguesa, conhecimentos específicos e conhecimentos de informática, onde será considerado aprovado na etapa o candidato que obtiver, no mínimo, 50% de pontos, em cada um dos módulos isoladamente.

Serão convocados para a 2ª etapa (Prova de Capacidade Física), os melhores classificados dentro do número de vagas previstas no edital, sendo: os primeiros 225 de ampla concorrência, os 60 primeiros nas vagas para negros e índios e os 15 primeiros na lista PNE. Além desta etapa haverá exame psicotécnico, de caráter eliminatório; exame médico, de caráter eliminatório; e curso de formação profissional.

O concurso está sendo organizado e coordenado pelo Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) e reserva 20 vagas para candidatos negros e índios e 5 para pessoas com deficiência. A função exige curso de nível superior em qualquer área de formação, além de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria “B”, entre outros requisitos. O salário do cargo é de R$ 4.830,63 por jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Original em: http://www.acheconcursos.com.br/

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Grupo de aprovados em concurso da Polícia Civil protesta em frente à Alerj

Eles dizem que Governo do RJ barrou contratações.
Presidente da Aperj apoia ato e diz que categoria precisa de contratação.

Grupo protestou na escadaria da Alerj (Foto: Tássia Reis / Arquivo pessoal)

Um grupo de candidatos que foram aprovados em um concurso para perito da Polícia Civil fazia uma protesto em frente à Alerj por volta das 15h desta quarta-feira (11). Os manifestantes dizem que o Governo do RJ havia bloqueado convocações para que os aprovados fossem contratados. O G1 entrou em contato com a Secretaria de Planejamento e Gestão, mas até a publicação desta nota não havia tido resposta.

A presidente da Associação dos Peritos Oficiais do Estado do Rio de Janeiro (Aperj), Denise Rivera, informou que a associação de peritos apoia os candidatos e que há necessidade no aumento de servidores dessa categoria.

De acordo com Denise, apenas 100 candidatos ocuparam as vagas e somente 90 continuaram após o treinamento na Academia de Polícia. Segundo ela, hoje são apenas 300 peritos no Rio de Janeiro, sendo que 100 estão prestes a se aposentar.

Original em: http://g1.globo.com/ Do G1 Rio

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Justiça do RJ diz que traficantes são soltos por demora de perícias

Denúncia partiu de um policial civil que não quis se identificar.
Presos em operações ficaram livres amparados por decisões judiciais.

O Tribunal de Justiça fez críticas nesta quinta-feira (24) à demora de perícias realizadas pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli. Como mostrou o RJTV, foi uma reação depois que uma fonte ligada à Polícia Civil disse que traficantes presos em operações no Pavão-Pavãozinho voltaram a ficar livres, amparados por decisões judiciais. Um dos traficantes do Pavão-Pavãozinho que não estão mais na cadeia é Adauto do Nascimento Gonçalves, o Pitbull, que seria um dos chefes do tráfico. Ele fugiu em junho do ano passado. Na segunda-feira (21) à noite, a polícia entrou na comunidade – mais uma vez – à procura dele.

Logo depois, começou o confronto entre os PMs e traficantes. Pitbull foi preso durante uma operação em 2008. Quando ganhou o direito de visitar a família, no regime semiaberto, não retornou mais à cadeia.

O Tribunal de Justiça não informou por que o Pitbull ganhou benefício do regime semiaberto. Sobre as críticas feitas pela justiça ao Instituto Carlos Éboli, a Polícia Civil informou que a corregedoria interna foi acionada para apurar se houve irregularidades no trabalho da perícia técnica.

Em resposta, o Tribunal de Justiça divulgou uma nota e fez críticas ao Instituto de Criminalística, Carlos Éboli, da Polícia Civil. Segundo o Tribunal num dos processos o Ministério Público solicitou uma perícia de voz. Foi pedida urgência ao instituto, em fevereiro de 2012.

Só que, segundo a nota, o laudo da perícia só ficou pronto em maio de 2013 – quando réus já tinham sido soltos por causa do excesso de prazos. Ainda segundo a nota do Tribunal de Justiça, a ineficiência da polícia técnica é objeto de reclamação constante dos juízes que atuam nas varas criminais.

Original em: http://g1.globo.com

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PCRJ divulga edital com 100 vagas para perito criminal

Foi lançado o edital do concurso para a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) com oferta de 100 vagas para o cargo de perito criminal. Para concorrer é preciso ter nível superior em áreas específicas.

Há oportunidades nas área de biologia, contabilidade, engenharia (ambiental, florestal, agrícola, agronomia, civil, química, mecânica, elétrica, eletrônica, computação e informática/ciências da computação), farmácia, física e medicina veterinária. A remuneração é de R$ 5.234,81, já com as gratificações e adicionais atinentes ao cargo, para carga de trabalho de 40 horas semanais. Os selecionados serão contratados pelo regime estatutário.

Interessados poderão se inscrever de 11 de julho até as 23h59 do dia 11 de agosto, no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), banca organizadora. A taxa custa R$ 150. Os que não tiverem acesso à internet poderão se candidatar presencial na Academia de Polícia (Acadepol), na Rua Frei Caneca, 162, Centro, Rio de Janeiro.

O concurso será composto por duas fases. A primeira consistirá de provas objetivas; teste de capacidade física; exame psicotécnico; e exame médico. Já a segunda, será de curso de formação e prova de investigação social. A confirmação de data, horário e local de aplicação dos exames será divulgada oportunamente, no site do IBFC.

O prazo de validade da seleção será de um ano, podendo ser prorrogado por igual período, permitindo com isso a chamada de mais aprovados do banco de concursados.

Original em: http://concursos.correioweb.com.br

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Câmeras não registraram atropelamento de bebê no Méier

Rio – As câmeras de segurança de prédios vizinhos ao local onde ocorreu o atropelamento que matou uma criança de um ano e oito meses no Méier, na Zona Norte, não gravaram o acidente. Segundo a polícia, imagens da CET-Rio também registraram a colisão, ocorrida nesta quinta. As imagens seriam peça fundamental na investigação policial. Ainda de acordo com a polícia, o laudo pericial e mais testemunhas podem ajudar no andamento do processo.

O histórico de multas dos dois motoristas envolvidos no acidente também analisado pelos investigadores. A tragédia, provocada por dois veículos, chocou a vizinhança, que depositou flores na esquina das ruas Coração de Maria e Padre Idelfonso Penalba.

Os motoristas podem responder por homicídio doloso (intencional), cuja pena é de até 20 anos de prisão. Renata Cibelli, internada com fratura exposta em um pés, não foi ao enterro do filho, no Cemitério de Irajá, na quinta-feira. Mesmo que pudesse, disse que não queria ver o filho ser sepultado.

Rodrigo Cibelli de Oliveira foi atingido na calçada e morreu no hospital | Foto: Arquivo pessoal

Rodrigo Cibelli de Oliveira foi atingido na calçada e morreu no hospital | Foto: Arquivo pessoal

Para o delegado da 24ª DP (Piedade), Rodrigo Oliveira, se ficar comprovado que os motoristas estavam acima de 50 km/h, a velocidade permitida na via, eles vão responder por homicídio intencional pois assumiram o risco de que poderiam provocar acidentes fatais.

Testemunhas contam que o Fiesta prata KRG-1150, dirigido pelo professor de inglês para crianças Fábio Silveira Porto da Silva, 34 anos, bateu na traseira do Fiesta preto LBY-6707. A condutora desse carro, a inspetora da Polícia Civil Edna Nascimento Silva, 45, ia dobrar na R. Coração de Maria, quando foi atingida por Fábio, que estaria em alta velocidade. Ela perdeu a direção e atingiu mãe e filho na calçada, às 18h40.

Bebê morto em atropelamento no Méier é enterrado em clima de comoção | Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia

Bebê morto em atropelamento no Méier é enterrado em clima de comoção | Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia

Renata acabara de buscar Rodrigo na creche, a menos de 200 m do local do acidente. “Ele passou em alta velocidade por mim. Depois do acidente ainda saiu falando “Que m. eu fiz!”. Na hora eu disse: você matou uma criança”, contou José Ferreira Nunes, 50 anos. Sedada, Renata só soube da morte do filho ontem de manhã. O irmão da criança, de 11 anos, ainda não sabe da tragédia.

Condutora chorou ao depor e disse que foi uma ‘fatalidade’

Nesta quinta, a inspetora da Delegacia de Combate às Drogas compareceu à 24ª DP para depor. Chorando, Edna disse que o outro carro, e não o dela, estava em alta velocidade e classificou a tragédia de fatalidade: “Estava virando na minha rua e ele (o outro Fiesta) veio com muita velocidade. Senti a batida e, ao levantar a cabeça, já estava no muro” Os dois motoristas não fugiram do local. O depoimento de Fábio deve ser tomado na segunda-feira. O laudo sai em 15 dias.

Coro lembra grito de alegria de Rodrigo 

No enterro de Rodrigo, parentes e amigos lembraram em coro a brincadeira que o bebê mais gostava. Com gritos de “Aeeeeee” — expressão que o menino sempre falava quando se divertia —, o pai, o empresário Carlos Fernando de Oliveira, e mais 150 pessoas se despediram dele, na tarde de ontem, no Cemitério de Irajá.

Acidente na Rua Coração de Maria, no Méier, envolveu dois motoristas | Foto: Leitor @brielpgomes

Acidente na Rua Coração de Maria, no Méier, envolveu dois motoristas | Foto: Leitor @brielpgomes

Tia de Rodrigo, a pedagoga Francinete Ferreira, 49 anos, revelou que o sentimento da família não é de raiva e revolta, mas de tristeza: “Estou com uma tristeza doída no coração, mas acredito que com o tempo fique apenas saudade e lembrança dos momentos bons ao lado dele”. Ela garantiu que ainda não culpa ninguém pelo acidente: “Não posso culpar ninguém porque não sei o que aconteceu. Vou esperar a investigação”.

Moradores relatam que acidentes são frequentes

Segundo moradores, são comuns acidentes da Rua Coração de Maria e perpendiculares, por excesso de velocidade ou tráfego de veículos na contramão. “Aqui deveria ter quebra-molas. Não vemos fiscalização. Sempre atravesso com minhas filhas neste ponto da calçada. Estou apavorada”, reclamou a inspetora penitenciária Sabrina Assumpção, 33.

Carrinho de bebê ficou totalmente destruído após o choque | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

Carrinho de bebê ficou totalmente destruído após o choque | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

Parte da via, que tem radares de velocidade de 50 km/h no sinal com a R. Castro Alves, é ladeira, o que contribui para desrespeito aos limites de velocidade.

A 1ª semana na creche

Rodrigo começara a frequentar a creche segunda-feira. A família tinha se mudado para a Rua Padre Idelfonso Penalba há 4 meses, para ficar perto do trabalho. O irmão de Rodrigo, João Vitor, 11, ainda não sabe o que houve com o irmão. Sob os cuidados do avô, ainda pensa que mãe e irmão estão viajando.

Os dois motoristas envolvidos também moravam perto do local do acidente. O professor estava indo para Rua Visconde de Tocantins, a menos de 800 m dali. A policial morava em prédio vizinho ao de Renata.

Original em: http://odia.terra.com.br

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Grafologia / RJ – Curso de Formação 2011

OBJETIVO:
Capacitar os participantes para realizar perfis grafológicos e habilitá-los para solicitar inclusão como membro efetivo da SOBRAG, de acordo com as normas da sociedade redefinidas em reunião do dia 7/11/2008.

PÚBLICO ALVO:
Profissionais que desejam especializar-se em Grafologia.

INSTRUTORA
Roberta Borrelli: Grafóloga; Consultora de RH; Pós Graduada em Gestão de Recursos Humanos; Membro efetivo da SOBRAG; Primeira Professora Oficial da SOBRAG no Rio de Janeiro.

CRONOGRAMA
Duração : 2 anos
Sábados alternados (15/15 dias) das 09h às 13h
Início previsto: 14/05/2011

INVESTIMENTO
Inscrição: R$ 90,00
Mensalidade: R$ 256,00

LOCAL DAS AULAS
Av. Aytron Senna, 1850 / Sl. 232 – Condomínio Barra Plaza
Próximo ao Hospital Lourenço Jorge

Vagas limitadas. Faça já a sua reserva!

Veja o conteúdo completo aqui.

Original em: http://www.duodot.com.br/

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Tasso da Silveira: atirador de Realengo agiu ‘sempre sozinho’, diz delegado

O atirador do ataque à Escola Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, agiu “sempre sozinho”. A afirmação foi dada nesta quinta-feira pelo delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, informando que já ouviu vizinhos de Wellington Menezes de Oliveira em Sepetiba e em Realengo, além de alunos que estudaram com ele.

Após uma análise de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), que conseguiu levantar a númeração da arma, que estava raspada, a polícia chegou a Manoel de Freitas Louvise, suspeito de ter vendido o revólver calibre 38, de numeração raspada, para o atirador Wellington, que matou 12 e deixou outras 12 feridas na escola.

O segurança Manoel de Freitas Louvise, de 57 anos, suspeito de e vender o revólver calibre 38 usado no massacre de Realengo, disse que vendeu o armamento pois pensou ser para segurança pessoal. “Se eu soubesse que ele iria fazer isso, eu mesmo tinha entregado ele à polícia”, disse o suspeito.

Armamento vendido em setembro do ano passado

O atirador Wellington Menezes de Oliveira, que matou 12 e deixou outras 12 feridas na escola Tasso da Silveira, na Zona Oeste do Rio, pagou R$ 1.200 pela arma, cerca de 60 munições e mais os carregadores. 

O segurança foi preso nesta quinta-feira por agentes da Divisão de Homicídios, em casa, no bairro Jardim Ulisses, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Manoel de Freitas Louvise foi denunciado por porte ilegal de armas e acessório.

O suspeito, que trabalhava na mesma empresa de Wellington, disse que o atirador começou a aliciar o segurança para vender a arma. Segundo a polícia, a arma, a munição e os carregadores foram vendidos em setembro do ano passado.

A polícia chegou até o segurança graças a um exame de metalografia, para analisar a numeração raspada do armamento, feita pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli. A arma estava registrada em nome dele, mas não tinha porte.

Original em: http://www.sidneyrezende.com

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Barba feita de atirador em vídeo desperta dúvidas sobre data da gravação

Polícia divulga novo vídeo em que assassino comenta plano e diz que imagens são de julho

Rio – A Polícia Civil divulgou ontem mais um vídeo gravado por Wellington Menezes de Oliveira, falando sobre o planejamento do massacre que resultou na morte de 12 adolescentes, no dia 7. Segundo a polícia, o HD (onde os dados do computador ficam armazenados) encontrado pelos agentes e periciado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) teria sido usado, pela última vez, em julho de 2010, o que indicaria que o assassino vinha tramando a matança, no mínimo, havia nove meses.

Na terça-feira, um vídeo que teria sido gravado no dia 5, ou seja, dois dias antes do crime, foi divulgado pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O diretor do Departamento de Polícia Técnico Científica (DPTC), Sérgio Henriques, entretanto, foi categórico em afirmar que as primeiras imagens não foram encontradas pela polícia. “Sobre o primeiro vídeo, estamos tomando conhecimento ainda, porque não estava em nada que nós encontramos. Este segundo, sabemos que foi feito por uma câmera Kodak e que foi gravado no ano passado, já que o HD estava inutilizado desde então. Ele foi encontrado, inclusive, numa prateleira toda cheia de poeira”.

Wellington, na verdade, tentou apagar algumas informações deste computador. O ICCE, entretanto, usou um conjunto de software chamado Incase que recupera, inclusive, dados excluídos.

Neste vídeo divulgado ontem, Wellington dá um recado macabro: “A maioria das pessoas me desrespeita, acha que sou um idiota, se aproveita de minha bondade e me julga antecipadamente. São falsas e descobrirão quem sou da maneira mais radical”.

A informação de que o vídeo é de antes de julho de 2010, entretanto, intrigou funcionários do salão onde Wellington cortava o cabelo a cada 30 dias, em Realengo, mesmo após ter se mudado para a casa de Sepetiba. “Não tem como este vídeo ter sido feito no ano passado, porque a barba dele estava muito grande e só cortou agora, dias antes do ataque”, explicou uma cabeleireira.

De fato, essa diferença de tempo também vai de encontro ao depoimento do barbeiro de Wellington, M. à Divisão de Homicídios. Ele afirmou que ‘no último ano, Wellington passou a deixar a barba crescer, atingindo o comprimento até o peito’. O criminoso esteve no salão pela última vez no dia 31. Chegou de barba feita e ainda brincou com M.: “Fiquei mais novo?”.

Macabro

“A maioria das pessoas me desrespeita, acha que sou idiota, se aproveita de minha bondade, me julga antecipadamente. São falsas, desleais. Descobrirão quem sou da maneira mais radical. Uma ação que farei pelos meus semelhantes que são humilhados, agredidos, desrespeitados em vários locais, principalmente em escolas e colégios pelo fato de serem diferentes, de não fazerem parte do grupo dos infiéis, dos desleais, dos falsos, dos corruptos, dos maus. São humilhados por serem bons”.

WELLINGTON MENEZES, o Monstro de Realengo

Original em: http://odia.terra.com.br

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Rio: MP pede prisão de suspeita de matar filha do ex-amante

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) pediu à 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias, nesta quarta-feira, a prisão preventiva de Luciene Reis Santana por homicídio triplamente qualificado e por ocultação de cadáver. Luciene confessou ter assassinado, no início do mês, a menina Lavínia Azeredo, filha de seu ex-amante.

O corpo da criança foi encontrada na manhã do dia 2 de março em um apartamento no Hotel Municipal, na avenida Presidente Kennedy, centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), Lavínia teria sido morta por asfixia mecânica, já que foram encontradas marcas no pescoço da menina em decorrência de enforcamento causado por um cordão de tênis.

Segundo o MP-RJ, a vítima foi levada por Luciene até o local do crime, “como revelaram imagens do circuito de segurança do ônibus que pegaram juntas”. Segundo a denúncia, o homicídio foi cometido por motivo torpe (sentimento de vingança pelo pai da vítima, que era amante de Luciene e terminara o relacionamento com ela) e com emprego de meio cruel (asfixia por estrangulamento).

Além disso, o crime contou com recursos que dificultaram a defesa da vítima – dissimulação ao ocultar seu propósito homicida durante o período em que ficou com a menina em seu poder; ataque inesperado quando a vítima jamais poderia supor a brutal agressão; e impedir que a criança gritasse por socorro, envolvendo sua cabeça em uma toalha de forma a não ser ouvida por outras pessoas no hotel.

Após estrangular Lavínia, Luciene teria escondido o corpo dentro da estrutura de alvenaria da cama, cobrindo-o com o estrado de madeira e o colchão, ocultando, assim, o cadáver – encontrado, dias depois, em avançado estado de putrefação. Os três funcionários do hotel reconheceram a denunciada como a pessoa que ocupou um quarto no dia 28 de fevereiro e que tentou sair sem pagar a conta.

Original em: http://www.jb.com.br

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